O que eu vi? Não sei. Em meio a tantas referências da cultura japonesa e de diversas partes do mundo, eu fiquei bem confusa. Os personagens do anime ficaram especialmente confusos. O que você pensa que mudou nesses 18 anos? Eu nasci em 1990, que é a época em que o Papai está se referindo, apesar de todo o elenco e paisagem estar jogando isso na sua cara.

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A primeira vez que vi um Umizato foi no anime Mononoke. O papel dele era mostrar o verdadeiro medo de cada um dos personagens que se encontravam à sua frente. Ele é representado como um peixe de um olho só, tocando um biwa, que é uma espécie de viola japonesa. A cada vez que tocava uma nota, alguém sofria de alucinação causada pelo próprio medo que lhe era informado. Em Gegege no Kitarou, Umizato é mostrado de forma egoísta aos olhos de quem vê. Isso até mesmo fez com que o tio de Mana fosse preso em uma “fantasia manipuladora”, e era algo que nem Kitarou, e muito menos Mana, deixariam barato.

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A frase que está no título é a única coisa que consegui tirar como moral do episódio. Mas também teve uma crítica social muito boa: a procura de um padrão de beleza. Todo mundo sabe que muitas mulheres procuram várias formas de se manter belas, como o uso excessivo de maquiagens, diversas formas de dietas para emagrecer e, como foi o foco do episódio, cirurgia plástica. MAS não foi uma cirurgia qualquer, foi uma ESPÍRITOPLASTIA!

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Animes informativos aparecem o tempo todo. Há animes sobre tipagem sanguínea (Katsuekigata-kun), sobre microrganismos (Moyasimon: Tales of Agriculture) e agora sobre células do corpo humano. Bem, não que não tenham feito isso em Ozzy & Drix, desenho americano feito através de uma adaptação de um filme chamado Osmosis Jones. Eu era criança quando assisti essas duas produções, então muitos detalhes eu não sabia, e ainda não sei muita coisa. PORÉM passei a saber mais quando passei pela matéria de Imunologia na faculdade de Biomedicina, e acredito que detalhes minuciosos serão melhor vistos em Hataraku Saibou com auxílio de um bom livro.

Hataraku Saibou, ou “Cells At Work!”(Células ao Trabalho!), é a adaptação do mangá de mesmo nome. Ele é serializado desde 26 de janeiro de 2015 até hoje pela revista Shounen Sirius, a qual também lança Shoukoku no Altair e Youkai Apartment no Yuuga no Nichjou, por exemplo. O nome da autora de Hataraku é Shimizu Akane, e só tem este mangá em sua carreira.

O anime/mangá retrata o cotidiano de células antropomórficas, ou seja, todo o tipo celular ganhou características e aspectos humanos. Cada um cumpre a sua tarefa com certa maestria (ou pelo menos tenta, já que mostra que uma célula jovem tem dificuldade de se adaptar ao corpo humano), sendo que nessa confusão generalizada chamada corpo humano possui entre 5 bilhões e 200 trilhões de células. E não é apenas sobre a quantidade exorbitante de células, mas também mostra como elas trabalham contra os diferentes antígenos (que é toda substância estranha que entra em nosso corpo e que é capaz de gerar uma resposta imune e é capaz de se ligar a um anticorpo). Neste primeiro episódio mesmo, somos apresentados a uma das bactérias mais conhecidas do mundo científica: o Streptococcus pneumoniae, ou simplesmente pneumococo.

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Em meio a tantos animes da temporada que o povo tem achado, de certa forma, promissores, eis que surge uma das comédias non-sense da temporada: “O caminho para a escola de Chio-chan”! Vendo o trailer e lendo um pouco do mangá, o seu humor me lembrou Nichijou, simplesmente por acontecerem coisas incomuns em lugares totalmente comuns para uma estudante.

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Muita gente perde a infância de diferentes maneiras. Algumas pessoas não tiveram tempo de ser criança porque foram obrigadas a trabalhar com tão pouca idade. Outras não conseguiram esse tão estimado tempo porque tiveram que fazer serviços que não me cabem a dizer aqui. E a causa mais comum: perderam a infância porque se tornaram adultos e não têm mais tempo para se divertir com os(as) seus(suas) filhos(as) ou com os(as) seus(suas) sobrinhos(as) porque o mercado de trabalho exige demais. O que aconteceu aqui foram dois fatores: um homem de meia-idade que perde o emprego e, portanto, sua vida, incluindo o seu lado criança e foi para o mundo dos sonhos, e Kitarou que, como muitas crianças por aí, não teve tempo de aproveitar a infância, e se tornou alguém sem muita imaginação em um mundo de sonhos.

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Com o pretexto de filantropia, Nezumi Otoko tenta mais uma vez conseguir dinheiro através dos outros. Na verdade, essa palavra significa ajudar os outros, caridade, assim como ele explicou durante o episódio. Porém o seu esquema é sempre o mesmo: vender os seus produtos de uma forma que os cidadãos possam pagar. Desta vez, a moda são os diamantes, que costumam ser caríssimos e raros por serem pedras preciosas. Sabendo disso, nada melhor que cair em cima do ponto fraco do povão (até mesmo a Nekomusume entrou no balaio)!

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Como eu escrevi no artigo do episódio passado, o mundo comandado pelos tanukis seria uma péssima ideia. Conseguiram expressar tudo o que eu não conseguiria neste episódio. O mundo comandado por esses seres seria extremamente caótico e, ao mesmo tempo, rígido. É como se todos estivessem na época da Ditadura Militar, onde todas as opiniões que parecem ser contrárias às leis dos tanukis era mal vistas e os humanos presos e, provavelmente, sofrendo algo mais como castigo. E as pessoas que se desentendiam ou eram vistas como malvadas possuíam uma aura negra à sua volta, além de terem rabos do Youkai. Esse seria, definitivamente, o pior cenário social e político que eu imaginaria em um anime infantil do século XXI.

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Todo mundo conhece ao menos uma pessoa que fica enrolando na carreira que decide seguir. Seja por um fator de estabilidade no trabalho, seja porque não gosta mesmo de trabalhar, mesmo precisando que dê duro e que futuramente seja mandado embora. Haratake é esse tipo de gente. Homem de muitos contatos, que só chegou onde está por conta de sua simpatia e de sua técnica de cansar os rebatedores do time adversário.

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