A vida não é nada fácil, seja para um humano, ou para um fantasma. O problema com as assombrações tem estado em um nível alarmante, até mesmo por causa das fofocas e rumores que o pessoal faz todos os dias. Como diz o ditado: “Todo conto aumenta um ponto”.

Além do mais, até monstros que não tem nada a ver com os rumores têm sido vítimas, e Hanako quer que isso seja ao menos amenizado, para que eles não sumam. Isso mesmo: todo monstro que é alvo disso, acaba sumindo, já que ninguém acredita mais em suas verdadeiras histórias.

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Com este episódio concomitante com o anterior, pude perceber um avanço ainda maior no relacionamento Sawamura e Okumura, a atual bateria do Seidou. Não que o “menino-lobo” já não tenha mostrado certa melhora em seu comportamento, mas agora penso que ele esteja indo mais na onda do Eijun.

Ainda tem umas coisas que o atual receptor não consegue entender, mas é difícil saber o que o arremessador está pensando, principalmente com seu jeito entusiasmado de falar. O que ainda não mudou foram os olhos ofuscados de Okumura, que continuam iguais aos do Chris-senpai no início do anime. Bom, acredito que aos poucos isso vá melhorando, já que o jogo está ficando cada vez mais claro e divertido.

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Sawamura foi escolhido para ser o arremessador da vez. Ele começou com tudo nas primeiras entradas, mas depois foi perdendo o fôlego e ficando cada vez mais cansado. Seiya, às do time adversário, também teve uma perda de estamina algumas temporadas atrás e machucou o braço, porém voltou com toda força agora.

Uma disputa muito acirrada, principalmente para Okumura, que faz parte da bateria de Sawamura. Como receptor “novato” (digo isso porque ele nunca jogou em um jogo assim antes), a pressão é enorme entre os dois, e o “menino-lobo” ainda não sabe como agir diante disso.

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O Japão é muito conhecido por suas lendas envolvendo monstros e fantasmas. Inclusive está passando o anime Gegege no Kitarou, que está em sua sexta versão, atualmente em sua segunda temporada, mostrando as aventuras de um youkai, último membro de um clã de fantasmas, que passa os seus dias recebendo correspondências no mundo onde vive para derrotar alguns youkais para restaurar a paz dos humanos.

Inclusive, tem um episódio em específico de Gegege no Kitarou que fala das sete lendas presentes nos colégios japoneses. Uma delas é sobre a Hanako-san, mais conhecida aqui no ocidente como “a loira do banheiro”, e esta história será um pouco diferente, já que, no banheiro feminino, tem um fantasma, sim, mas ele é um menino e não é louro.

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Bem que estava achando estranho várias vitórias seguidas para o Seidou, sem nada muito acirrado e nem nada e tudo corrido. Porém, finalmente chegou a hora da verdade, e isso foi pior que o esperado, principalmente pela carga de emoções envolvidas.

Afinal, Ono quebrou o dedo durante a partida, teve que ir ao hospital, deixando Furuya ainda mais tenso que o normal. Como se não bastasse, o peso de ser o receptor decaiu sobre Yui, que estava se sentindo pressionado por trazer mais uma vitória para o colégio.

Após disso, teve a troca de receptor (Furuya para Kaneda) e de receptor (Yui para Okumura) em uma situação bem crítica, apesar de que, em uma das entradas, eles conseguiram a liderança.

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Furuya é aquele jogador bem previsível. Antes mesmo de ter o problema na coluna que fez com que fosse até o hospital, tinha os mesmos problemas que está tendo no jogo atual. Primeiro, consegue arremessar e acertar vários strikes a uma velocidade impressionante, e depois vai cansando até dar corridas de graça ao adversário com seus acertos fora da zona de strike.

O pior de tudo nem é ficar cansado e ficar distribuindo corridas, e sim o fato de que não poderia ter arremessado tanto nas entradas em que esteve em campo. Isso porque, quanto mais fica cansado, mas bolas ele passa a arremessar para tentar acertar a zona de strike.

Além disso, nem todas as bolas a sua bateria, Yui, está conseguindo alcançar. Algumas ele deixa escapulir, outras nem chegaram perto de sua luva, o que também pode ajudar no desânimo de Furuya. Bem, é algo que eu já previa que fosse acontecer mesmo, mas não sabia que seria nesse jogo.

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Finalmente, Luffy e o resto de seu bando – juntamente com a princesa Vivi – chegaram a Alabasta. Não é muito fácil para alguém tão influente ver que o seu país está praticamente em ruínas e todos veem o atual inimigo como um herói.

E, em meio a isso tudo, ainda há o encontro de Luffy e seu irmão, Ace e, como se não bastasse, a Marinha também. Acredito que o problema maior é o próprio Crocodile, que conseguiu toda a honra e glória que precisava no momento em que conquistou o país.

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Tá bom, o título deste artigo é um pouco exagerado, vai? Mas que os dois receptores dos dois jogos, um representando um colégio japonês, e outro representando todo o Japão, tiveram que ser substituídos de qualquer forma por causa de algum tipo de nocaute.

O sonho de cada um dos receptores acertado foi meio que destruído ali. Ono, um jogador que estava certo que havia melhorado, tanto que não permitiu mais que nenhum dos arremessos de Furuya fosse desperdiçado, teve o dedo indicador atingido por um dos lances do às, e assim, teve que ficar fora de jogo, e Inui teve a cabeça atingida pelo taco de beisebol do rebatedor do time adversário durante a rebatida.

Eu sinceramente nunca tinha visto tanta desgraça acontecendo em apenas um episódio. Já vi em vários seguidos de Diamond no Ace, porque a tensão nunca acaba, mas duas vezes no mesmo “tá amarrado”!

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A Ilha Drum, a única ilha com algum médico que o Bando do Chapéu de Palha encontrou para poder tentar curar a Nami, na verdade não tem nome. O local – mais conhecido como Reino de Drum – sempre foi regido por algum rei, ou seja, é uma monarquia, e o pior deles foi o último, Wapol, que fugiu após um ataque pirata.

Como Wapol era um covarde, toda a população resolveu arrumar as coisas pela ilha, mas o pior de tudo é que, além de ter matado muita gente, o antigo rei também exilou diversos médicos, e ainda formou a Isshi-20, que são médicos que trabalhariam única e exclusivamente para ele.

Com o título de rei, Wapol conseguiu com que tudo se tornasse um caos, e apenas uma médica e seu assistente, Tony Tony Choper, uma rena que comeu a hito hito no mi, conseguem curar alguns moradores, quando conseguem encontrar pacientes.

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Claro que os dois episódios tiveram um foco maior nos jogos e nos jogadores dos times que foram apresentados, porém isso me alegrou bastante. A MadHouse não tem feito um trabalho muito bom na obra, e mesmo em momentos importantes está apresentando slides de PowerPoint, mas o que fizeram com os americanos foi bem legal.

Não é sempre que se vê os jogadores gringos falando em sua língua natal em animes. No caso de Diamond no Ace, os que falam em japonês fluente são os intercambistas, como o Carlos, então não pensei que dariam uma atenção especial com os dubladores estrangeiros. Mas assim que um deles começou a falar em inglês, e com aquela movimentação diferente em suas bocas, me deu mais ânimo para continuar.

Engraçado colocarem mais movimento na boca dos gringos, embora o tempo de cada um estivesse meio errado, mas é mais um mimo que a MadHouse deu para quem veio de fora mesmo e fala só em inglês. O resto foi apresentação de PowerPoint mesmo, mas seria exigir demais para ter uma animação mais fluida nesses episódios. Uma pena.

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