Claro que o anime mostrou uma frase clichê que podemos usar para algum tipo de situação difícil: “Existe, sim, poder no amor”. Na verdade, amor é muito mais do que um sentimento que sentimos por outras pessoas e por nós mesmos. É algo que se deve aprender para ser sentido, e ele tem vários significados em diversos âmbitos. E mais, é algo duradouro, não se esvai, é verdadeiro. É o que Koujirou sente por Mana, e a menina não percebe, mesmo tendo soltado aquelas frases que leu em um mangá na manhã do mesmo dia.

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Sabe aquele amigo que entende quando você tem segundas intenções? Então, Korekawa é um desses. Ele entendeu direitinho quando Bonda o levou para o restaurante da Yuki-chan. E não é à toa que percebeu, já que Natsunosuke dava várias pistas e, por isso, quis encher o saco do amigo. Que coisa, não?

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Quem não gosta de expor o que gosta, mesmo sendo um negócio chato para caramba? O que pode ser chato para as outras pessoas, ou então não parece ter uma aparência muito boa, pode ser super legal e bonito para você!

A rotina dos três youkais que cuidam de feijões Azuki começou com eles sendo deixados de lado, mas tiveram um final feliz.

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Eu particularmente nunca fiquei bêbada. Besteiras já falo naturalmente. O problema seria se eu bebesse para me sentir relaxada durante uma entrevista, que foi exatamente o que Bonda fez. Antes de uma mesa redonda em que participavam ele e mais dois jogadores, o arremessador reserva estava tão nervoso que achou uma boa tomar um pouco de uísque para se soltar, mas o plano dele acaba virando um desastre.

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Aconteceram muitas coisas neste episódio. Masaru se jogando do alto da mansão do tio, fazendo a promessa de que sempre sorriria se sobrevivesse e acabou sobrevivendo, matando um outro cara no lugar. O menino contratando o assassino para ficar ao seu lado, pois ele ficou sabendo dos planos que seu pai tinha. Narumi e Shirogane sendo interceptados por um titeriteiro que possui marionetes em forma de tesoura, e que também acabou ajudando na chantagem do tio de Masaru para torná-lo seu filho.

Quanta coisa aconteceu, não é mesmo? Mas ninguém prestou atenção em uma coisa: Masaru tem uma memória tão invejável que conseguiu até mesmo fazer cálculos rápidos e ajudá-lo no desespero.

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Todo mundo tem uma “festa comercial” que odeia, não é mesmo? Todas as festas que têm um valor simbólico perderam o seu sentido com o passar dos anos. Posso colocar a páscoa como exemplo, festa religiosa que celebra a ressurreição de Jesus, e é também considerada o dia em que recebemos ovos de chocolate. Como vemos em desenhos americanos, como Snoopy, os ovos de páscoa são decorados com diversas cores em sua parte externa, e dentro ele é oco, simbolizando a ressurreição. Mas também criaram diversas atividades, como procurar ovos escondidos por aí. Acaba sendo divertido para as crianças, mas ao meu ver, perde um pouco o significado.

Agora achei espetacular o fato da Nekomusume e do Nezumi Otoko reclamarem sobre o Halloween ser uma festa comercial. Por que os japoneses preferem celebrar uma festa ocidental ao invés de uma oriental cheia de youkais e com diversos significados? Além disso, as pessoas acabam gastando muito, não só com fantasias, sejam elas elaboradas ou não, mas também com doces, caso não queiram que as crianças façam travessuras em suas casas. É algo que me deixou feliz de ver.

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Todo dia eu me faço essa pergunta: “Mas, afinal, para que eu nasci?” Não é algo fácil de se responder, principalmente quando você se vê de uma forma e as pessoas o(a) veem de outro. Shirogane, cujo nome verdadeiro é Éléonor, foi criada em condições tão exigentes que acabou se tornando uma boneca.

Hoje ela não consegue sorrir e só obedece às ordens que lhe foram impostas antes do pai de Masaru morrer. Tudo o que ela faz é para proteger o seu mestre, e isso a torna totalmente ignorante(não de arrogante, mas de não saber o que fazer em certas situações) em certas situações, principalmente quando se trata de emoções, diferente de Narumi, que é o sentimentalismo em pessoa.

Narumi é aquela pessoa que, mesmo sofrendo da tal Síndrome de Zonapha, e mesmo fazendo(ou tentando fazer, né) as outras pessoas rirem, ele não dispensa ajudá-las, que nem quando ele tentou ajudar um assassino a se livrar das suas luvas que controlavam uma marionete, mas não conseguiu por conta de seu receio no momento, que também foi provocado pelo comentário de Shirogane.

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É sério, eu fiquei com muita dúvida que título colocar no artigo. “Será que seria bom colocar algo sobre o Plano Brigadoon? Mas o episódio não é só sobre isso.” “Ah, mas e se eu colocar algo sobre o Victor Frankenstein? Não faz sentido, porque ele só apareceu do meio para o final do episódio.””Então faz mais sentido colocar algo que aconteça no episódio todo, que é a amizade entre uma bruxa e a Mana.”

A Mana é uma menina tão animada e simpática que até a vassoura da Agnes gostou dela. Não apenas isso, mas também causa muitos amores platônicos. Já tivemos a aproximação do Nurikabe com ela e agora do Frankenstein. O problema é que a participação da menina nos episódios sempre causa muitos problemas ao Kitarou, mas sem isso a história não andaria.

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