Esta é uma das partes da saga de East Blue que carrega um significado muito importante. Algumas coisas que se entende de One Piece logo em seu início são: não negue ajuda a ninguém, não se entende o que o próximo passa até que passemos pelo mesmo sofrimento, não desista, mesmo que o que você quer dependa de sua vida.

Loguetown tem apenas cinco capítulos, mas são carregadas de história, mesmo sendo distribuído em 20 páginas cada. É super importante perceber que Luffy, mesmo sendo o inconsequente que é, sabe o quão grandioso era Gol D. Roger, o pirata que iniciou a era dos piratas, que nasceu e morreu nessa cidade.

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Devo começar este artigo escrevendo “aconteceu muita coisa neste episódio”. A maioria dos jogos foram de vitórias, boa parte deles usando reservas para arremessarem, e algumas derrotas me deixaram no chão, como a do Colégio Yakushi.

Mas que coisa, e no início do episódio eu achando que iam acontecer apenas as vitórias, mas nem tudo é exatamente como a gente quer. E também pensei que, por causa da afronta do Okumura ao técnico Kataoka no episódio passado, que ele não ia participar como um receptor em algum jogo. Como eu dou bola fora, não é mesmo? Mas sempre tem como reparar o erro admitindo que Okumura é um bom jogador e merece a posição.

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One Piece sempre vai e volta naquele conflito básico: “quem é bonzinho e quem é mauzinho: os piratas ou a Marinha?”.  Em se considerando que grande parte dos piratas existem para fazer maldades para conseguir riquezas e manter o seu orgulho, que é o caso do Buggy, Don Krieg e mais uma boa quantidade de gente má por aí, também tem uma parte do povo da Marinha que gosta de confiscar dinheiro para proveito próprio.

Não é à toa que Nezumi, que faz parte de Marinha, fez uma espécie de acordo com Arlong, que quer construir um império só dele. Em se tratando de alguém forte, o pirata tubarão carrega essa característica com orgulho. Além de poder ameaçar quem quiser, também pode fazer com que pessoas trabalhem para ele feito escravas, como foi o caso da Nami por muitos anos.

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Okumura tem um jeito mal-humorado de ser, mas ainda está se descobrindo no time, apesar de saber o que quer fazer. Claro, seu objetivo continua ser o receptor titular, e já diz isso desde o começo, porém até alcançar tal meta não será nada fácil.

Assim como Sawamura quer ser um às, também tem que aprender várias outras posições durante os jogos para poder se aprimorar. Antes, tinha dificuldade na rebatida, agora continua tendo, mas está mais confiante. Também tinha problemas na defesa, e hoje já joga tranquilamente como campo esquerdo e consegue defender melhor.

Yui foi ajuizado e entendeu perfeitamente que é isso que o treinador Kataoka quer: alguém preparado para tudo. Okumura, assim como Sawamura no início do anime, tem muita dificuldade com ordens e quer jogar na posição que designou a si mesmo, porém é a partir de agora que vai aprender que nem tudo o que queremos é lei.

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Este arco é o que posso descrever como “em coração de mãe, sempre cabe mais um”. Baratie não é qualquer navio restaurante: nele tem comidas muito boas que todos os cozinheiros ficam brincando, dizendo que uma é pior que a outra, e que falam tão sério que parece que estão brigando, e, como bônus, uma luta aqui e ali.

Nem mesmo a marinha conseguiu fugir de um ataque traiçoeiro de um dos cozinheiros, e é justamente dele que Luffy mais colocou na cabeça que precisa. Seu nome: Sanji, o homem que usa as pernas para lutar e se defender, assim como o chefe do restaurante, Zeff, que antigamente era conhecido como Zeff da perna vermelha.

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Não fiz um artigo sobre o episódio 29 porque foi recapitulação, então resolvi juntar neste para “fingir completar mais um espaço”. Brincadeiras a parte, acredito que esse tipo de episódio serve para rever os melhores momentos, além de, às vezes, encher linguiça para poderem trabalhar melhor o seguinte. O que não está sendo o caso de Diamond no Ace, mas eu gosto de fingir que é.

O episódio 30 é sobre o jogo do Colégio Seidou contra o Colégio Naruta (não é NarutO, não, é NarutA!), e foi muito bom, pois Sawamura teve ainda mais destaque, embora o narrador, na metade para o final do episódio, tenha piorado um pouco o jogo. Essa vitória de 7×1 do Seidou sobre o Colégio Naruta deu mais uma vitória ao time, contando com 7 jogos ganhos. Depois teve um jogo rápido, o que deu a oitava vitória.

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Depois de 6 anos de espera, Chihayafuru chegou em sua terceira temporada, mostrando como um treino de karuta pode ser tão difícil quanto parece. A primeira parte ainda pareceu mais amistosa que todo o resto, mostrando um pouco mais da infância de Chihaya e Taichi, e nem comento sobre o Arata, pois os três não estão tão unidos quanto antes.

Este episódio não apresentou apenas um duro treinamento, mas também como Taichi realmente é quando joga em uma competição nacional. Como Chihaya presta mais atenção em seus jogos que nos dos outros, nunca atentou a olhar para Taichi, que é justamente o cara que mais a ama.

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“O menino e o lobo” é o título de uma fábula muito famosa, a qual conta a história de um pastor de ovelhas que cuidava de um pequeno rebanho de ovelhas, e recebeu um apito, que servia para avisar sobre todo e qualquer perigo iminente. Claro que, toda vez que ele tocava o bendito apito, todos os aldeões saiam correndo de suas casas para prestar socorro, e o pastor morria de rir.

Até que, um dia, um lobo apareceu de verdade e o pastor apitou com todo seu afinco. Depois de tantas mentiras, ninguém mais acreditou quando o menino finalmente aconteceu um perigo de verdade. Usopp, o mentiroso da Vila Syrup, vivia gritando que os piratas estavam chegando. Acabou que isso se tornou um despertador e tanto, mas quando os piratas realmente fizeram menção de chegar, quando Usopp avisou, ninguém acreditou.

Apesar do início das mentiras de Usopp começarem por causa de uma dor pessoal, causada pela morte de sua mãe e pela despedida de seu pai por causa de um “chamado de uma bandeira pirata”, a parte de ninguém acreditar quando finalmente disse a verdade nas duas histórias foi muito semelhante.

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Os dois episódios se passam durante os treinamentos/devaneios de cada um, então ambos foram bem parados. Nesta temporada, eu tenho até me sentido mais confortável assistindo esses episódios mais calmos que com partidas, pois não preciso ver nada muito estático quando poderia ter uma animação mais bacana, ou o narrador roubando a cena por mais de uma vez.

Acredito que se focaram mais no estado do Furuya que no Sawamura, embora o protagonista tenha aparecido bastante. Mas este foco eu achei super importante, porque aí descobri como estava a saúde de Satoru e o que ele pode fazer para melhorar. No entanto, enquanto isso, Sawamura não vai parar até se tornar o tão esperado às do time.

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Este é mais um daqueles animes de animais que se comportam feito gente. Com Beastars no páreo, dificilmente este chamaria/chamará atenção esta temporada. E não existem apenas estes animes que lidam com o dia a dia de animais na cidade grande, como também Shirokuma Café, Aggretsuko, entre outros.

Em Africa no Salaryman, além de representar o dia a dia em uma empresa, também há outras situações que são mostradas pelos animais em ambientes secundários, como dentro do trem, em uma cafeteria, até mesmo em um bar, mas que fica difícil de acordo com a característica de cada um.

O chefão da empresa é um leão, então por mais que se mostre amável na maioria das vezes, por conta de seu olhar ameaçador, todos os animais ficam com medo, mesmo não sendo sua intenção. O tucano é completamente sem noção, mas não sabe disso. Quando viu, já falou besteira mais que o suficiente, mas nem mesmo assim ele se toca. O lagarto é um animal mais compenetrado, mas como anda demais com o tucano, acaba pagando o pato muitas vezes em seu lugar.

Africa no Salaryman é um anime como qualquer outro que trata sobre empresas em que todos os trabalhadores são homens e podem haver comentários sexistas às vezes, mas também é bem divertido quando quer.

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