Afinal, os youkais são bons ou são ruins? Boa parte dos que pesquisei geralmente apenas fazem travessuras ou ficam na deles tranquilos. Outra parte gosta de fazer o mal por conta de rancores que tiveram em vidas passadas e assassinatos envolvidos.

Claro que tem outros youkais em circunstâncias diferentes, porém nem todos são ruins. O problema que aconteceu neste episódio foi a manipulação por parte da mídia causada por uma companhia de aplicativo muito influente. Mas ele só tem influência por causa de um ser misterioso e sem nome…

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Estamos saturados de produções com vampiros. Vampiros podem ser criaturas que bebem sangue para sobreviver, e com isso, transformar a pessoa mordida em alguém de sua espécie. Vivem da noite, pois se saírem quando está claro, morrem queimados. Possuem a pele pálida, dentes e unhas afiados e se vestem de preto. Quanto mais escuro, melhor.

Mas também existem aqueles vampiros que beiram ao ridículo, que brilham quando expostos ao sol, podem viver tranquilamente entre os humanos e possuem tamanha força e inteligência que acaba sendo mais popular que a pessoa normal mais popular da escola (cof cof, Crepúsculo, cof cof).

Porém, em outubro de 2003, Kagesaki Yuna teve a ideia de criar uma historinha divertida onde uma vampira, ao invés de sugar sangue, o cria e acumula, fazendo com que cenas ora cômicas, ora dramáticas, se desenvolvam.

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Pois bem. Estamos chegando ao final… DA PRIMEIRA TEMPORADA! Isso mesmo, Gegege no Kitarou terá uma segunda temporada que começa dia 7 de Abril. Péssima notícia para quem estava esperando por mais episódios de Dragon Ball Super, mas bem legal para quem acompanha este anime multicultural. Porém, mudarei um pouco o formato de publicações de artigos de Kitarou. Explicarei melhor na próxima temporada.

Sobre os episódios em si, os dois têm a ver com transformações, mas um envolve assassinato, e o outro, barganha. Contando que Nezumi Otoko se encontra nos dois episódios, quer dizer encrenca em dobro!

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Mas por que será que este anime está na minha coluna experimental de “mais de 10 anos sem ver tal anime, rever e comentar sobre ele”? A resposta para esta pergunta é bem simples. O motivo é que foi o primeiro anime Boys Love que assisti, e eu tinha 16 anos na época.

Claro que eu tinha uma visão bem diferente naquele tempo, principalmente por não ter tido algum amigo que se abriu de todo coração e se assumiu gay, ou bi, ou de outra orientação sexual que quer que fosse.

Eu não era preconceituosa, mas por ter pouco conhecimento e vivência, acredito que eu já tinha feito algum comentário meio pesado que possa pertencer ao tema. Se alguém que me conhece já me ouviu ou leu falando sobre algo parecido, me desculpe. Hoje eu não tenho problemas com isso pois convivo com bastante gente do grupo LGBTQ+, e acredito que consigo ver com mais naturalidade que naquela época.

E não é simples falar sobre algo que não tenha muita experiência, só com animes mesmo, porque naquela época não entrava nem na minha cabeça, e nem na do personagem, que ele estava se relacionando com um homem pela primeira vez, e o que o choca de verdade é ser atraído por alguém do mesmo sexo.

Hoje eu entendo que seja natural na maioria das obras de demografia Yaoi/Shounen-ai que tenha a pergunta: “Mas nós dois somos homens!”, e ver as pessoas respondendo que não importa quem se ame, o importante é sentir amor pelo próximo, independente do sexo, é sensacional, embora essa mesma pergunta sendo feita várias vezes tenha me dado raiva atualmente, pois se libertar das amarras que a sociedade impõe é super importante para viver a vida ao máximo.

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Este foi o anime que menos ligava quando tinha 13 anos de idade. Para falar a verdade, eu nem tinha tanta malícia para perceber as referências de cunho sexual, muito menos de histórias greco-romanas. Embora tenha assistido legendado na época, tudo era muito difícil, e eu não tinha muito costume de pesquisar sobre as coisas (claro que não estou falando das coisas sobre sexualidade, mas referências culturais q).

Cyber Team in Akihabara (ou Akihabara Dennou Gumi) é um anime que foi ao ar entre 4 de abril e 26 de setembro de 1998, totalizando 26 episódios. Ele é a adaptação de um mangá de 11 capítulos, chamado Akihabara Dennou Gumi Patapi!, que foi lançado e serializado na revista Nakayoshi, a mesma que lançou Card Captors Sakura e Tokyo Mew Mew (por exemplo) e está lançando Card Captors Sakura: Clear Card-hen.

A história é sobre uma menina chamada Hakagonei Hibari, que queria porque queria ter um bichinho cibernético chamado Patapi, o qual aprende a fazer tudo o que você ensinar a ele, como limpar a casa, falar, cantar, lutar, etc. Um dia, ela recebe um Patapi de um menino que aparece em seus sonhos e que é seu dito “príncipe encantado”, e resolve chamar o bichinho de Densuke. Mas quando ela esteve em perigo, ele mostrou sua verdadeira forma: uma espécie de Diva de Hibari que tem o poder de lutar contra o mal, chamada “Anima Mundi”.

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Antes mesmo de saber que um novo Fruits Basket que não sei se é continuação, reboot ou qualquer coisa assim, eu criei uma lista com todos os animes que faria uma coluna sobre “obras que vi quando era mais nova e quero rever entre 2018 e 2019 para avaliar o que achava antes e o que acho hoje”.

Fruits Basket foi uma dessas obras que escolhi a dedo, a qual assisti com 15 anos de idade (sim, com 14 anos eu não vi mais a Locomotion, e com 15 eu retomei às minhas atividades, baixando animes aleatórios – ou nem tanto – em internet discada).

A obra originalmente publicada em mangá entre 18 de julho de 1998 e 20 de novembro de 2006 recebeu a adaptação em anime entre 05 de julho de 2001 e 27 de dezembro de 2001. Como o mangá não terminou antes do anime, claro que tiveram que criar um final original, que não foi tão bom quanto o planejado.

Reassistindo o anime hoje, percebo que não senti a mesma coisa que na época que assisti. Tenho algumas ressalvas a ser feitas, e espero que compreendam.

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O nome desse transtorno mental, a famosa “síndrome do homem que nunca cresce”, foi descrita pelo Dr. Dan Kiley e aceita em psicologia desde 1983 com a publicação do livro de mesmo nome, The Peter Pan Syndrome: Men Who Have Never Grown Up (A Síndrome de Peter Pan: O Homem que Nunca Cresce).

Essa síndrome descreve indivíduos com comportamentos imaturos em aspectos comportamentais, psicológicos, sexuais ou sociais.

Claro que pode ser que Atsushi não tenha nada disso, mas me chamou a atenção o fato dele ter crescido, ter perdido a capacidade de enxergar youkais e, em um momento fatídico de sua vida, conseguiu rever Nopperabou, o youkai que fazia parte de sua infância e brincava de super herói com ele.

O momento fatídico citado foi: estar entre a carreira de glamour e mostrar a todos que ainda tem uma ligação muito forte com sua infância, dispensando até mesmo as garotas de seu fã clube para ficar sozinho e conseguir conversar sobre o seu herói favorito, Go Go Man.

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Para falar a verdade, este foi um dos animes que mais marcou a minha infância (para mim, quando se tem 13 anos ainda é criança) por vários quesitos: harém, esquisitices, comédia, um pouco de drama, e por aí vai.

Uma comédia romântica protagonizada por um cara de classe baixa e três marionetes mulheres não é algo muito comum, diga-se de passagem. E ainda mais quando esse pobretão tem que trabalhar corretamente para sustentar todo mundo, o que praticamente não acontece, pois algo sempre dá errado.

É, é um harém muito incomum, onde todos aprendem a conviver juntos, apesar das diferenças. Desta vez, 16 anos depois, decidi assistir em japonês para ter uma comparação maior, já que quando era mais nova, assisti em português. Eu prestei mais atenção no que era a história, porém a dublagem em português era excelente.

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Ah, a genética. Era a matéria que eu menos gostava na faculdade, mas isso não a faz menos interessante. Tem tantos temas a serem tratados minuciosamente no meio desse mundo que nem sei por onde começar.

Mas já que o episódio em si discorre sobre a injeção de células Onozaki (imortais) dentro de um ser humano, a ponto de transformá-lo em um youkai hematófago, vou discutir em cima disso mesmo!

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Cowboy Bebop é muito mais que um anime de tiro, porrada e bomba que eu pensava que era antes.

Aos treze anos, eu assistia porque… realmente não sei. Acho que na época eu achava divertido ver tanta violência por metro quadrado. Entender o significado de tudo era uma coisa completamente diferente, e revendo hoje, percebo quanto tempo perdi por não ter entendido nada.

Este é um anime de 03 de abril de 1998 e percebo quanto trabalho a Sunrise, o estúdio que produziu o anime, se empenhou a fazer, principalmente para algo da época. Tem vezes que os movimentos são bastante confusos, mas a maioria das vezes eles são fluidos, tanto que te levam para participar da história, onde a traição e as cenas de atrocidades estão em pauta.

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