“O menino e o lobo” é o título de uma fábula muito famosa, a qual conta a história de um pastor de ovelhas que cuidava de um pequeno rebanho de ovelhas, e recebeu um apito, que servia para avisar sobre todo e qualquer perigo iminente. Claro que, toda vez que ele tocava o bendito apito, todos os aldeões saiam correndo de suas casas para prestar socorro, e o pastor morria de rir.

Até que, um dia, um lobo apareceu de verdade e o pastor apitou com todo seu afinco. Depois de tantas mentiras, ninguém mais acreditou quando o menino finalmente aconteceu um perigo de verdade. Usopp, o mentiroso da Vila Syrup, vivia gritando que os piratas estavam chegando. Acabou que isso se tornou um despertador e tanto, mas quando os piratas realmente fizeram menção de chegar, quando Usopp avisou, ninguém acreditou.

Apesar do início das mentiras de Usopp começarem por causa de uma dor pessoal, causada pela morte de sua mãe e pela despedida de seu pai por causa de um “chamado de uma bandeira pirata”, a parte de ninguém acreditar quando finalmente disse a verdade nas duas histórias foi muito semelhante.

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Os dois episódios se passam durante os treinamentos/devaneios de cada um, então ambos foram bem parados. Nesta temporada, eu tenho até me sentido mais confortável assistindo esses episódios mais calmos que com partidas, pois não preciso ver nada muito estático quando poderia ter uma animação mais bacana, ou o narrador roubando a cena por mais de uma vez.

Acredito que se focaram mais no estado do Furuya que no Sawamura, embora o protagonista tenha aparecido bastante. Mas este foco eu achei super importante, porque aí descobri como estava a saúde de Satoru e o que ele pode fazer para melhorar. No entanto, enquanto isso, Sawamura não vai parar até se tornar o tão esperado às do time.

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Este é mais um daqueles animes de animais que se comportam feito gente. Com Beastars no páreo, dificilmente este chamaria/chamará atenção esta temporada. E não existem apenas estes animes que lidam com o dia a dia de animais na cidade grande, como também Shirokuma Café, Aggretsuko, entre outros.

Em Africa no Salaryman, além de representar o dia a dia em uma empresa, também há outras situações que são mostradas pelos animais em ambientes secundários, como dentro do trem, em uma cafeteria, até mesmo em um bar, mas que fica difícil de acordo com a característica de cada um.

O chefão da empresa é um leão, então por mais que se mostre amável na maioria das vezes, por conta de seu olhar ameaçador, todos os animais ficam com medo, mesmo não sendo sua intenção. O tucano é completamente sem noção, mas não sabe disso. Quando viu, já falou besteira mais que o suficiente, mas nem mesmo assim ele se toca. O lagarto é um animal mais compenetrado, mas como anda demais com o tucano, acaba pagando o pato muitas vezes em seu lugar.

Africa no Salaryman é um anime como qualquer outro que trata sobre empresas em que todos os trabalhadores são homens e podem haver comentários sexistas às vezes, mas também é bem divertido quando quer.

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Orange Town é o segundo arco de East Blue, no qual Luffy e Zoro encontram a navegadora, Nami. Como o protagonista sempre vagou a esmo, nunca sentiu necessidade de alguém que lhe auxiliasse nesse assunto. Ele só colocou na cabeça que precisava ir para Grand Line para ser o Rei dos Piratas e pronto, acabou.

Zoro também tem um problema sério com direções e conhecimentos de mapa em si, então se perde com incrível naturalidade, e isso é mostrado nos capítulos do mangá logo adiante. Contudo, ele tem ciência de que, para se localizar os melhores caminhos para seguir em frente, precisam de um navegador urgentemente.

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Infelizmente eu estava sem ideias para fazer uma leva de novos artigos para a coluna de terça-feira. Fiquei pensando em como prosseguir após Chihayafuru, e o Mexicano me deu a seguinte dica: “Por que não escrever sobre mangás que estão sendo falados ao longo de muitos anos?”.

E é claro que um dos exemplos é One Piece, um dos mangás que estão sobrevivendo desde os anos 1990 (22 de julho de 1997) e segue em sua periodicidade semanal, sendo publicado pela Shounen Jump, que é uma revista que tem outros títulos bem famosos, como Dragon Ball e Naruto.

Como One Piece está sendo um mangá que está batendo a quantidade de capítulos em quase 1.000 (tá, um pouco menos), e eu leio muito devagar, resolvi, com ajuda do Mexicano, separar todos os artigos por arco e comentar aos poucos todas as partes importantes que consegui absorver.

Sem mais delongas, aqui vai o primeiro artigo de um mangá que marca muita gente (lembrando que esta coluna contém spoilers, então depois de uma determinada parte, se alguém que não quiser continuar, é por própria conta e risco).

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Seidou venceu todas as partidas previstas na Golden Week, tanto com o time principal, quanto com o reserva, que fazia troca de jogadores para saber o potencial de cada um. Uhul, show! Isso eu consegui entender, sem nem mesmo assistir aos jogos. Mas apenas isso não passa toda a emoção que queria sentir.

Eu queria suar de desespero, vibrar com as vitórias, assistir todos os jogos com todos os detalhes possíveis. Isso seria excelente, mas não foi o que aconteceu, não é verdade?

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Hakumei to Mikochi

Assim como existe trabalho na vida real, também existe em ambientes fantásticos. Ninguém deixa de dar duro nessa vida, ou até mesmo de passar sufoco algumas vezes, e a decisão de ter que trabalhar é sempre difícil. Claro que uns se esforçam mais que outros para comprar o pão de cada dia, porém há de se considerar que o nome trabalho já não é para deixar as coisas fáceis.

Nos esforçamos para fazer esta lista, já que poucos animes de fantasia retratam a vida de trabalhadores. A maioria retrata histórias de heróis, monstros gigantes, escolas de magia e tudo o mais, enquanto todo o resto é deixado de lado, e uma coisa importante aqui é indicar animes que também mostrem os esforços de cada um em empregos comuns.

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No artigo de primeiro episódio, lembro que descrevi o anime como “sendo muito melhor se tivesse duração de, apenas, doze minutos”. Neste último, eu penso que a saudade baterá mais forte, pois considerei 24 minutos por episódio muito pouco.

A cada episódio, mais piadas novas foram sendo adicionadas com novos personagens aparecendo toda hora e achei isso bem legal. O conteúdo foi melhorando, principalmente próximo ao término do anime, e mesmo tendo sempre as novidades bestas da Tanaka, não atrapalhava em nada, já que era só um pequeno pedaço por episódio (exceto o oitavo, que ainda me deixa ansiosa).

Neste último episódio, lembrei bastante da minha adolescência já que, assim como Tanaka, eu estava por um fio no primeiro ano, já que “gostava muito” de estudar, porém eu dormia sem pensar que era “aprender por osmose”, já que tinha ciência que não estudei nada, e tenho certeza que iria muito melhor na época se pegasse um pouco nos livros.

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Este foi o encerramento de Fruits Basket que sempre quis. Este primeiro arco do anime fechou em um bom momento e ainda apresentou uma personagem que, na adaptação anterior, ainda não havia aparecido: Isuzu (Rin), além de outros dois que vale a pena manter a curiosidade de quem ainda não conhece a obra.

O episódio em si foi bem emocionante, ainda mais porque Kyou entendeu que a sua verdadeira forma precisava de aceitação. Quando mais novo, o gato era totalmente arredio por conta da falta de amor e de confiança, então não quer dizer exatamente que ele não reconhecia Kazuma como seu pai.

Com o tempo, Kyou vai amadurecendo e descobrindo coisas novas, principalmente sobre si mesmo.

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A terceira temporada de Chihayafuru estreia mês que vem, dia 23. Com o final da segunda temporada, estou ainda mais ansiosa para o que está por vir. Além dos jogos que virão a ter, quem terá mais sorte no amor: Taichi ou Arata? E será que os verdadeiros sentimentos de Chihaya desabrocharão? Afinal, ela é uma porta nesse sentido, e karuta faz parte da sua vida.

Mas preciso falar da segunda temporada, e não da terceira. A última partida foi incrível, e não imaginei que terminaria daquela forma. Os movimentos de Arata melhoraram muito, e claro que teve o reconhecimento da Rainha, porém o seu semblante não pareceu muito bem depois da partida. Um dos motivos para isso é ter jogado com febre.

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