Olá! Para quem não leu, fiz uma lista, com ajuda de alguns colegas, incluindo gente que não conheço, na qual incluía shoujos que não eram focados em romances, e sim em outras questões da vida. Desta vez, será uma lista focada em romances, sejam eles melosos ou não.

Mas é claro que esses têm o público feminino maior que o masculino, pois grande parte dos homens não gosta do gênero romance – ou, pelo menos, de quando ele é representado do ponto de vista feminino. A demografia, que define qual é o público alvo que consome os tipos de obras, sejam elas kodomo, shoujo, shounen, josei, seinen, yaoi, yuri, etc. é muito presente na vida de qualquer otaku, muitas vezes sendo erroneamente referida como gênero, então acaba se tornando, infelizmente, normal, que várias pessoas se afastem de qualquer shoujo.

Mas afinal, romances fazem parte das nossas vidas, quer vocês queiram ou não, não importando o grau. Mesmo que agora você tenha uma vida amorosa desastrosa, um dia sempre conseguirá encontrar o amor da sua vida, e estes animes mostram que isso é possível.

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Já sabia que Yamai e Idiota faziam um bom par de maluquices, mas este episódio se superou. Acredito que este anime usa a fórmula de melhorar aos poucos para poder surpreender as pessoas com piadas diferentes a cada episódio (algumas são repetitivas, mas não são chatas).

O anime começou com um episódio meia-boca, mas a qualidade das piadas inventadas de “qualquer jeito”, incluindo os comentários muitas vezes escatológicos da Tanaka, estejam melhorando misteriosamente, e todo episódio se foca em uma coisa diferente.

Desta vez é na Yamai de novo, e a Tanaka sempre dá um jeito de aparecer.

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Quando eu era mais nova, eu detestava a maneira de agir do Hiro. Não entendia muito bem o porquê dele se portar de tal forma com as pessoas, todo cheio de si, xingando e jogando veneno em todos como se fosse uma cobra. Tinha um motivo e eu era cega demais para perceber.

O caso é que Hiro é um dos personagens mais fáceis de entender, não pelo fato de ser criança, mas porque já passou por um trauma logo cedo. Não foi um trauma físico, mas psicológico, que o fez se afastar da Risa, que agora está sorridente por causa de Tohru, a pessoa que mais admira hoje.

Mas é claro que Hiro ficou sabendo o quão incrível a Tohru pode ser, e movido por seu ciúme, foi logo checar a garota. O seu comportamento foi horrível, mas compreensível, já que eu também era assim quando mais nova.

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E deu início ao jogo treino no episódio 19! Vou reclamar pela milésima vez sobre “como poderia ter sido melhor com um pouco mais de movimento, eu aproveitaria muito mais o jogo assim, não sei o quê”, porém estes episódios trouxeram algo de bom, que foi a habilidade dos novatos.

Logicamente que eles não se adaptariam de primeira em um ambiente diferente, e foi igual aos seus veteranos nas primeiras vezes que pisaram no diamante, mas pouco a pouco estão conseguindo ficar menos amedrontados nesse lugar voraz.

Não é para pouco, já que, um dia, vão ter que fazer parte de um jogo profissional, e esses jogos são justamente para ver quem irá para o time principal e quem serão os reservas.

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Shoujos são muito discriminados, não apenas no Japão, seu país de origem, como aqui no Brasil. Mas afinal, por que tanto julgamento por obras que se descrevem ser de “menininhas”? Por que ao contrário de diversas mulheres que conferem obras shounens, homens raramente conferem os shoujos que são lançados?

Primeiro temos que entender uma coisa: o que são obras shoujo? Assim como Kodomo, Shounen, Jousei, Seinen, Yaoi, Yuri, entre outros, são demografias, porém contendo obras mais voltadas para o público feminino. Entenda: eu disse DEMOGRAFIA, e não GÊNERO, e isso porque são lançadas em revistas cujo público alvo são meninas. Mas não se restringe a apenas isso, já que qualquer tipo de história pode ser publicada nesse tipo de revista, de romance a temas históricos/políticos.

Como a maior parte das histórias publicadas em revistas shoujo são romances, naturalmente que muita gente torce o nariz, principalmente quando vem do público masculino, porém há muitos homens, que é o caso daqui, do Anime21, que acompanham diversos tipos de anime, inclusive shoujos – e na verdade este termo só vale para mangás, e não animes, mas faz parte, a gente estende o significado para “animes adaptados de mangás shoujo”.

Para mostrar que nem tudo em shoujo é romance lindo e fofinho, envolto em histórias felizes e cheios de florzinhas, esta lista foi feita com animes, atuais ou não, adaptados de mangás shoujo (“animes shoujo”), que tratam sobre tudo e qualquer coisa, desde amizades e relacionamentos a intrigas históricas – exceto romance.

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Este é um episódio dedicado a pessoas com dificuldade de comunicação, independentemente do motivo que seja. No caso da Majou, é por causa do tipo de coisas que ela gosta, além de não confiar em ninguém, já que não consegue falar de outras coisas que não sejam mortes, tripas rolando, etc.

E claro que sua irmã gêmea tenta ajudá-la enquanto pode, mas dando dicas de como uma menininha fofinha deve se comportar diante da sociedade. Se Majou quiser se tornar amiga de Tanaka mesmo, terá que jogar essas regras no lixo.

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Primeiramente, gostaria de agradecer ao JG pela ajuda com as imagens do artigo.

Segundo, esse questionamento do título é muito utilizado no mercado de trabalho, principalmente porque é muito competitivo e o modo de vestir é examinado constantemente, seja pelo chefe, seja pelos seus colegas de trabalho. Sem contar que as pessoas te julgam por suas vestimentas todos os dias, tornando ainda mais difícil conviver em sociedade.

Souma Ritsu sofre com problemas sobre a sua confiança, e vestindo-se de mulher, acredita que trará uma certa calma para conviver com as pessoas à sua volta. Ele, que é filho da dona da pousada que Tohru e os outros foram no episódio 11, é um homem muito bonito, e Tohru, que não lembrou do pequeno detalhe dele ser do sexo masculino, logo se maravilhou com ele, pensando que fosse uma mulher.

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Gostaria, primeiramente, de agradecer ao Fábio Mexicano por me ceder diversas imagens dos episódios.

Agora, sobre os episódios: Arata na verdade é míope é bem distraído. Puxando o bonde do artigo anterior, ao final do episódio 8, Shinobu, a atual Rainha do karuta, surpreendeu Wataya (e a mim também), chegando por trás dele, porém ele nem havia se tocado de quem era, principalmente por causa do ganho e perda de peso extremamente rápidos.

Mas o nono episódio vai muito mais além do relacionamento esquisito entre os dois jogadores. Na verdade, acredito que Shinobu é muito mais lunática que eu imaginava, e o comentário de Tsutomu faz todo sentido: os melhores jogadores de karuta são aqueles com um parafuso a menos.

Arata é o único jogador um pouco mais normal de vários que existem por aí, e ele foi importante para um time que o usou para conseguir competir em um jogo de equipe.

Com uma partida memorável, inicio mais um artigo da segunda temporada de Chihayafuru para a Sessão Vintage.

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Este episódio, somos apresentados à Lily, uma menina que adora se enfeitar, além de deixar claro que tem um pai que é australiano e sabe falar muito bem em japonês. Sua aparência é muito bonita e dá para ver que, na hora de desenharem a personagem, dá para ver que não tiveram economia de tempo em seus traços.

Ela pode ser perfeita e amar meninas por pensar que elas são puritanas e belas, porém tem um problema: Tanaka. Claro que é sempre ela e não teria como não incluí-la no texto, porém o motivo é mais profundo. Lily considera os homens nojentos e desagradáveis (inclusive o professor) e tem alergia a eles. Provavelmente tem problemas em tocar na Tanaka por pensar que ela é masculina demais e se comportar feito menino.

Esse preconceito que Lily tem acabou abalando as suas estruturas de entendimento, então quer sempre distância da protagonista por se sentir agoniada.

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O bullying pode acontecer com todos, mas ocorre com intensidade diferente com cada um. Nem sempre você vai ficar ou se sentir excluído. Tem gente que consegue parar com os maus tratos respondendo de volta, seja através de palavras, ou de ações (tipo o Kyou que pegava os outros no soco), mas outras pessoas que não conseguem reagir e trancam tudo dentro de si.

Não é uma situação muito fácil de se encarar, ainda mais quando se está em fase escolar. Nem sempre os outros vêm o que é diferente com bons olhos, tanto em questão de gostos, como em questão de aparência. É importante que, quando o bullying acontece, estejamos sempre atentos aos sinais quando alguém está sofrendo maus tratos.

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