Eu coloquei o título desse jeito, mas apesar do foco ser a disputa entre Hongo e Furuya no final do segundo e no terceiro episódio inteiro, no início para o meio do segundo episódio temos focos diferentes. Logicamente que os dois têm sido entrevistados o tempo todo, principalmente por causa da velocidade de seus arremessos. Não é todo estudante de Ensino Médio que consegue lançar uma bola a uma velocidade de 150 km/h ou mais.

Os outros focos são nos times que estão participando do Koshien da Primavera, onde alguns colégios/academias são convidados a participar, que é o exemplo do Colégio Yakushi que perdeu no torneio onde se passou a primeira temporada. Na verdade, esse Koshien é de menor importância, mas também tem grande porte midiático e notícias sobre eles são feitas toda hora.

Não é à toa que fomos apresentados aos melhores times das quartas de final, além dos melhores jogadores que participarão do torneio. Até que todos chegassem ali não foi fácil, e agora que a chapa começa a esquentar com toda pressão para cima deles.

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O que é música para você? Será que é algo que se possa viajar em meio a várias partituras? Algo que o faça se maravilhar em um mundo completamente diferente? Ou simplesmente algum barulho contagiante que te faz dançar?

São diversas interpretações do que realmente é música. Mas vamos a três significados descritos no dicionário Michaelis:

 

  1. Arte de expressar ideias por meio de sons, de forma melodiosa e conforme certas regras.
  2. Composição harmoniosa e envolvente de sons.
  3. Obra musical.

 

Essas são as três definições mais comuns do que é música. Mas eu vi uma definição que cabe melhor em Koto:

 

  1. Lamentação prolongada e incomodativa; choro, lamúria, manha.

 

Digo que combina mais porque muitas composições de Koto funcionam como se fosse uma lamúria. Mas é, ao mesmo tempo, uma combinação de um som bonito e envolvente. Um tipo de música que nos leva para um mundo feminino e poético.

E por que eu comecei o artigo dessa maneira? Ora, porque se formos avaliar diversos tipos de música, claro que um estranharia o outro, e foi exatamente isso que o Clube de Música Leve fez com o Clube de Koto, e o que a Hozuki avaliou como sendo a Música Leve: apenas barulho.

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Em Fruits Basket se trata de relações humanas, podendo eles envolver amor ou não. No caso de Tohru, ela enxerga as outras pessoas com inocência, e até mesmo nem se importa quando tiram sarro dela. Não porque a menina não entendeu que foi uma brincadeira de mau gosto, mas porque não vê desse jeito, ou então não quer ver desse jeito.

Tohru é uma menina que guarda a dor da perda em seu peito, porém não deixa se abater, e o sorriso que mostra às outras pessoas é para mostrar o quão forte é de continuar. A família Souma, que por enquanto só apareceu Yuki, Shigure e Kyou, dá todo o suporte necessário para que ela não viva só.

Porém, as pessoas que Tohru enxerga como sendo apenas amigas, podem estar querendo demonstrar outro tipo de sentimento além da amizade. Embora eu já tenha lido o mangá inteiro, é importante não dar spoilers e fazer com que as pessoas percebam o que vai acontecer durante a trama.

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Afinal, o que é um sonho? Um sonho talvez seja construído no momento em que dormimos, e quando acordamos, pode ser que ele nunca mais retorne, ou até mesmo volte de uma maneira diferente. Pode ser também que você tenha algo para realizar e não conte para ninguém, até que consiga concretizar o que deseja.

Tem gente que fala que “não custa nada sonhar”, mas pode vir a custar muitas coisas, sim. Antes de se encontrar com Arata, o “sonho” de Chihaya era ver a irmã subindo aos palcos como a maior Top Model do Japão, esquecendo inclusive de si mesma.

Claro que na sexta série é difícil de tomar decisões sozinho. A não ser que seja um pré-adolescente com um estilo de vida diferente, assim como o Taichi foi criado para ser o vencedor em tudo, você não consegue fazer certas escolhas que faria se tivesse um raciocínio lógico mais desenvolvido.

Bom, com essas divagações, inicio aqui a sessão vintage de Chihayafuru.

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É normal ver clubes de músicas em determinados animes escolares. Geralmente, é o conhecido “Clube de Música Leve”, que nem tem em K-On. Porém “Clube de Koto” é a primeira vez que vejo. Eu fiquei curiosa para saber o som do instrumento, então quando comecei a ler o mangá, logo fui pesquisar.

O som do Koto é o que normalmente escutamos quando tem um anime mais tradicional, e até mesmo em alguns jogos envolvendo cultura japonesa. Ele é um instrumento de cordas, possuindo cerca de 1 metro e 80 centímetros de largura. O instrumento mais moderno costuma ter 13 cordas, porém também tem uma versão com 17.

Ele possui um som calmo e gracioso e é tocado majoritariamente por mulheres. Tanto que, no início do anime, vemos que a maioria das pessoas que faziam parte do “Clube de Koto” eram mulheres, e Kurata surgiu lá, guiado pelo som que tanto amou.

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Este ano de 2019 está trazendo muitas novidades, sejam elas boas ou ruins. Não é a primeira vez que tem o remake de algo e nem será a última.

Desta vez, nesta temporada de primavera/outono, tem o anime que eu e mais um monte de gente estávamos esperando: Fruits Basket. Esta obra, adaptada do mangá com o mesmo nome, lançado entre 18 de Julho de 1998 e 20 de Novembro de 2006, teve a sua adaptação lançada entre 5 de Julho de 2001 a 27 de Dezembro de 2001. Lembrando que já fiz um artigo discorrendo sobre o que acho sobre o anime antigo.

Agora, depois de 17 anos e uns quebrados, Fruits Basket está refazendo a sua presença, com um novo design de personagens (mais bonito, inclusive), com novos dubladores (acho que a voz atual do Yuki é mais presente que a antiga) e pequenas mudanças, mas para a melhor!

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Diamond no Ace (ou, Daiya no Ace, ou Ace of Diamond, ou até mesmo O Às do Diamante, como preferir) é um anime de beisebol que teve a sua estreia em 6 de outubro de 2013 e contou até então com duas partes: a primeira indo até 29 de março de 2015 e a segunda (Second Season, mesmo assim não considerada uma segunda temporada) de 6 de abril de 2015 a 28 de março de 2016.

Com a mensagem que dilacerou o meu coração ao final de Second Season, com os dizeres “OBRIGADO POR NOS ACOMPANHAR POR ESSES DOIS ANOS E MEIO” (não dá para entender tamanho sofrimento que senti por muito tempo), ele está de volta depois de 3 anos, com o Act II!

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E aqui vamos nós com o último episódio que fecha a saga de Nanashi e suas maldições. Por todo o anime, sabia que tinha uma razão por ele escolher a Mana para ser o receptáculo de seus poderes, e foi explicado rapidamente, porém clareou o que precisava saber: uma de suas ancestrais deu à luz ao próprio Nanashi.

Mas é claro que tiveram que enrolar episódios suficientes para que tudo fosse explicado da maneira mais sucinta possível. Por ser um anime episódico, dificilmente um episódio teria a ver com o outro, porém se não assistir todos, você fica boiando sem saber porquê esta parte do anime terminou assim.

E mais: importantíssimo assistir o anime para saber sobre as tretas envolvendo os youkais orientais e ocidentais, embora seja uma saga pequena, às vezes envolvendo episódios nada a ver com o contexto, mas com personagens novos e carismáticos.

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Soul Hunter possui duas versões. Uma de 1999 e uma de 2018. E é claro que, de um tempo para cá, vários estúdios de anime estão chegando à conclusão de que “Ei, já sei, acho que uma nova adaptação do mangá “Tal” vai ser uma ótima ideia”. Mas nem sempre a parte de nostalgia soa tão bem quanto parece. Soul Hunter caiu nesse “conto do vigário”, justamente porque acreditaram que ia ser uma boa forma de trazer essa característica de ser nostálgico à tona. E, claro, não posso me esquecer que, na época que eu assisti pela primeira vez(tinha 13 anos na época), o anime não teve final, porque simplesmente o mangá não tinha terminado e tiveram que inventar um final alternativo.

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Antes de comentar qualquer coisa sobre o episódio, venho dar um aviso importante: a partir da segunda temporada, farei um apanhado de partes importantes para comentar ao final de cada mês. Ou seja, juntarei de 4 a 5 episódios para comentar o que foi de relevante durante cada um, e isso envolve mais curiosidades sobre youkais, cultura japonesa (e ocidental se aparecer novamente) e as críticas sociais que aparecerem.

Isso porque a minha rotina mudou e não posso assistir muitos animes, além do que já tenho outros mais curtos que estão na minha lista para comentar aqui, no Anime21. Gegege no Kitarou sempre foi um anime longo, e se esta temporada não seguisse o passo das outras, não teria como fazer uma história que faria jus ao criador da obra, Shigeru Mizuki, que morreu em 30 de novembro de 2015.

Bom, é isso que eu queria comentar que não tem nada a ver com o episódio em si, mas sim com o futuro dos comentários episódicos deste anime.

Agora vamos ao que interessa: desde o início do anime, foi descoberto que Nanashi é uma entidade maligna que se alimenta do ódio das pessoas. No artigo retrasado, fiz um pequeno apanhado de quais episódios onde Mana adquiriu cada maldição que está presente em seu corpo. Estava claro que aquilo tinha como principal fonte o mal, mas o coração bondoso da menina permitiu que tal poder fosse utilizado para o bem uma vez para salvar os seus amigos.

Mas até onde a bondade iria? Não foi ela que viu a Nekomusume cortando a sua mãe? O medo e o ódio estavam tomando conta de seu corpo sem Mana perceber, e tudo corroborou para os planos da criatura sem nome. Mas quem foi atingida não foi apenas ela, como toda a população que foi manipulada.

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