E o Festival de Música continua! Na verdade, um colégio está indo melhor que o outro, e todo mundo do Clube de Koto está uma pilha de nervos. Claro que todos tiveram pensamentos negativos uma hora ou outra e a vez deles já está chegando, mas qualquer um se sentiria desse jeito.

Não é à toa que competidores vivem treinando e, na hora do nervosismo, sempre acaba errando partes importantes. Apesar de sermos mostrados para colégios com alunos que podem ser um tanto quanto explosivos ou medrosos, todos os sentimentos são mostrados de formas que contém seus traços se personalidade.

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Cedo ou tarde, Toohru viria a conhecer o tão famoso “Deus dos Doze Signos” da família Souma: Akito. A primeira impressão que a menina teve dele foi a mesma que Yuki sempre tem quando o vê: medo. A protagonista se sentiu retraída, apreensiva, desesperada…

E não só os dois se sentiram assim, como também todos que sabiam de sua presença. Momiji logo se preocupou, mas não tanto quanto Yuki e Kyou. Hatsuharu também se sentiu apreensivo, mas foi o que mais soube esconder. Mas em meio a tanto medo, também há um pouco de esperança.

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Este episódio foi difícil por duas coisas: Chihaya estava com a corda no pescoço por conta de suas notas, e que se ela não parasse de pensar em karuta, ela iria reprovar, e o jogo que Taichi precisava para subir para a Classe A e ficar par a par com a protagonista.

Nesse clima de desespero, inicio mais uma Sessão Vintage da primeira temporada de Chihayafuru.

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Todos os novatos chegaram com mentalidade diferente do que tudo que foi mostrado no Seidou. Com exceção do Masashi que é bem na dele e não possui foco praticamente nenhum, e aquele novato que parece ter planos malignos para tentar puxar o tapete de todo mundo, Yui, Okumura e Asada estão enxergando tudo de maneira diferente.

Yui chegou com pose de quem poderia tentar fazer qualquer coisa que quisesse como receptor, mesmo sendo baixinho, e sua vontade de evoluir não chegou ao Furuya, que por sua vez quer se tornar ainda melhor que Hongo, que teve um controle melhor e arremessos ainda mais rápidos e ferozes que os dele.

Okumura não gosta de receber ordens de ninguém e achava que qualquer pessoa poderia ser uma ameaça para sua vida, tanto no jogo, quanto como pessoa. Não é à toa que ele está sempre de mau humor e fala coisas rudes que dão na telha. A princípio, é alguém amargo e extremamente grosso, mas acredito que esteja melhorando aos poucos.

E Asada, que antes mal conseguia comer e interagir com as outras pessoas, depois do que Sawamura mostrou no episódio anterior sobre autocrítica, agora quer aprender cada vez mais arremessos, além de conseguir adquirir mais dicas e confianças para melhorar a si mesmo.

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O anime chegou em uma parte crucial. Não, não só apenas porque está quase terminando a primeira temporada, mas também porque o clímax está aí. É a partir daqui que as melhoras de cada grupo são mostradas, principalmente do colégio de Takezou.

E pelo menos durante o treino, não só as habilidades, como também os laços de amizade cresceram. Kota, que mal conseguia acompanhar a galera, chegou a um ponto que a parte que ele mais errava finalmente acertou o ritmo, e assim se sentiu menos para trás quanto antes.

O dueto entre Takezou e Kudou também melhorou bastante. Antes eles mal conseguiam encaixar os seus sons, e agora, por causa de um conselho da boca para fora que o Shizuka deu para eles, finalmente chegaram a tal feito.

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Na verdade, na época em que vi Fruits Basket pela primeira vez, eu nem me ligava muito sobre o quanto chocolates poderiam pesar no bolso das mulheres no Dia dos Namorados no Japão. Ele é celebrado todos os anos no dia 14 de fevereiro, e as mulheres são praticamente obrigadas a dar chocolates para os homens, tanto aos que gostam, quanto aos colegas de trabalho, ou até mesmo aos que sentem um afeto beirando à amizade, se sentir coragem, é claro.

Eu me esqueci de colocar algo sobre isso no artigo anterior, porém atualmente parece que vem se discutindo se esse tipo de atitude é realmente necessária, principalmente porque pesa no bolso. No anime, mesmo que a época em que ele se passa seja diferente da de hoje, ainda se discutiu um pouco sobre o quanto pode se gastar com formalidades capitalistas para não pesar no orçamento.

Claro que Tohru tinha as melhores das intenções ao fazer chocolates para todos os que mais estima, sem ao menos ganhar algo em troca, porém pesou tanto nas despesas escolares que sua professora conversou sobre isso com ela, e até mesmo o seu avô se ofereceu para pagar o que estava sendo cobrado, mas a menina é forte e estava tentando resolver isso sozinha.

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Ninguém disse para a Chihaya que seria fácil subir de rank. Ela mesma tinha ciência disso e estava uma pilha de nervos. E ainda estava com a ideia na cabeça de tentar seguir o que o seu mestre lhe disse, só que não sabia como executar.

Quem lhe ensinou o que faltava no karuta competitivo foi Sakura, sua oponente para subir no rank. Ela é uma mulher de 35 anos que se veste como uma garotinha para tentar parecer mais jovem, além de ter uma língua bem afiada.

Os jeitos e trejeitos dessa mulher fizeram Chihaya entender que velocidade e ouvidos aguçados não eram as únicas coisas que importavam, mas também saber esperar o momento certo para conseguir pegar qualquer carta que queira.

Com esse clima competitivo, inicio mais uma Sessão Vintage da primeira temporada de Chihayafuru.

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Neste episódio, foram mostrados os jogos de dois times que foram para as semifinais do torneio da primavera: o Seidou e o Ichidai. Os times que já estavam escalados para as semifinais eram Inashiro e Teitou.

Apesar dos momentos mais decisivos serem simplesmente narrados, eles não foram menos marcantes. É um recurso bem preguiçoso para fazer com que imaginemos o decorrer do jogo e economizar na animação, mas é o que a MadHouse poderia fazer no momento.

Além do mais, mostrou o exato momento em que Musashi conseguiu um homerun, mesmo que tenha rebatido com o jeito todo desengonçado, então isso já fez valer o episódio.

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Kota é um personagem que destoa dos outros, não apenas por ser bastante serelepe, mas também porque é enigmático. Ninguém sabe o que ele está pensando, pois prefere guardar tudo para si mesmo.

Isso é muito ruim, porque mesmo sabendo de suas limitações, ninguém consegue ajudá-lo se não puder sanar qualquer dúvida. Não é que a Kurusu estava ensinando mal, mas é porque não conseguia descobrir onde estava errando em seus treinamentos.

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Shigure, como eu o descrevi alguns episódios atrás, tem “olhos de cigano oblíquo e dissimulado”, e neste episódio mostrou como ele realmente é. Apenas Hatori sabe de sua verdadeira essência, porém só faz questão de dizer ao cão o que poderá vir das atitudes cruéis dele.

Não é à toa que Shigure está sempre sorrindo. Aquele que sabe esconder o jeito de ser age sempre com destreza, e o sorriso faz com que tudo o que tem dentro dele venha para fora como uma pontada no coração, de tão doloroso que chega a ser.

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