Comer é algo maravilhoso – já cozinhar nem tanto -, ouso dizer que é a melhor experiência da vida. Tem aqueles que gostam de dormir, outros de fazer coisas aleatórias, mas eu gosto mesmo é de comer e assistir anime. Bom, já deu para entender que eu sou glutão e com orgulho, mas o que isso tem a ver com o episódio? Leiam o conteúdo abaixo.

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A proposta foi lançada e Subaru embarcou nela. Lá foi ele encarar o público cativo do seu trabalho sem saber o que esperar ou como agir perante eles. Durante todo esse tempo acompanhamos um processo gradual e constante de mudança no escritor, onde algumas simples situações iam tendo pequenos efeitos que iam se somando, mas a sugestão de Kawada deu o empurrão final pra que as coisas deslanchassem de uma vez só e Subaru atingisse um patamar completamente diferente.

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Por que Subaru, sendo como é, tem amigos como Hiroto – e agora Kawada e Haru – ao seu lado e sem que esses pareçam se aborrecer com o seu jeito peculiar?

Essa pergunta é interessante quando avaliamos bem os perfis dessas personagens e vemos que existe uma margem de incompatibilidade bem variada em termos de gostos, personalidade, ideais comuns e afins. No geral tudo colaboraria para que eles não fossem o que são hoje, mas qual foi o fator predominante para que essa ligação perdurasse?

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Subaru sempre nos mostrou incômodo com as pessoas pela sua inconveniência, mas apesar de compreensível isso nunca fez muito sentido de fato, partindo do ponto que todos nós temos algumas peculiaridades e características que pode irritar o próximo.

Nesse episódio ele nos dá uma outra dimensão da sua linha de raciocínio, a imprevisibilidade humana. Subaru se preocupa com aquilo que não pode controlar e como toda criatura vivente, somos propensos a agir de formas inesperadas em qualquer momento – o que reforça o pensamento dele de vulnerabilidade.

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O que dizer depois de outro episódio aquecedor, mas que ao mesmo tempo fica tentando arrancar uma lágrima sua? A Haru quer por fina força nos fazer ficar mais e mais apegado a ela e a sua história, assim como Subaru também tenta nos mostrar que vai muito além de um ser socialmente inapto, os outros personagens então eu nem comento. Então pra entender melhor essa sensação, sigam me os bons!

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Essa frase do nosso querido Chaves é bem própria para o que vimos nesse episódio. Com umas pitadas de desenvolvimento aqui, flashbacks ali e um plot twist básico pra movimentar, Doukyonin wa Hiza nos mostra que quanto mais convivem, mais as personalidades de Haru e Subaru vão parelhando e juntos eles vão crescendo e aprendendo com seus pequenos gestos.

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Subaru começou a mudar, mas ainda não entende uma porção de coisas sobre o mundo humano e animal, então quem há de ajudar essa pobre alma? Eu? O Chapolin Colorado? Não. Deixemos essa tarefa pra aqueles que fizeram uma verdadeira farofa com a vida do coitado nesse episódio.

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Que episódio massa! Olha, se alguém ainda tinha alguma dúvida sobre o porquê de assistir a esse anime, creio que já tiveram sua resposta. Doukyonin wa Hiza nos apresentou essa semana algo mágico e simples, nos levando a uma pequena montanha russa de emoções que nos levou de momentos divertidos a outros tocantes, mostrando o que a série tem de melhor.

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Subaru e Haru continuam levando adiante sua vida de descobertas e partilhamento juntos, apesar do escritor ainda não ter dado esse nome oficial a ela até o presente momento. Ele continua sem entender uma série de coisas sobre os seres viventes, em especial a sua gata, mas do seu jeito ele continua tentando e nesse episódio vemos mais um capítulo desse par tão estranho.

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Já pensou se o encontro mais importante da sua vida é com um gato? Doukyonin wa Hiza, Tokidoki, Atama no Ue (que eu carinhosamente chamo só de Doukyonin wa Hiza) pretende nos responder isso ao longo de 12 episódios. O anime gira em torno de Mikazuki Subaru, um escritor que perdeu os seus pais e que não encontra prazer em nada na vida além dos livros, mas sua história começa a tomar uma nova forma com a chegada da gatinha Haru.

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