A quantidade de pedras existentes na terra é tão grande como a quantidade de estrelas, então é como se existisse uma “via láctea no solo”. Isso significa que céu e terra são mais parecidos do que se imagina.

A união de ciências (geologia e astronomia) com uma história suave e bonitinha é agradável e ao mesmo tempo tem um toque refinado por tratar temas científicos, só que de uma forma muito fácil de se entender. Até porque as personagens são colegiais, portanto ainda não possuem conhecimentos acadêmicos.

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Sim, essa resenha demorou para sair, mas eu infelizmente só terminei Date a Live hoje, depois de 7 meses do término do anime que fez parte da temporada de janeiro deste ano. Após essa terceira temporada eu gostaria de “dizer” duas coisas sobre essa última lançada: a parte técnica me pareceu inferior às outras e o nosso querido protagonista, Shidou, nunca teve tantos problemas para enfrentar. Aliás, também temos a ótima notícia sobre uma nova adaptação da obra foi anunciada e para fechar o pacote só faltou a light novel ser publicada aqui no Brasil (alô New Pop).

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Gotoubun no Hanayome é muito bom

Infelizmente Gotoubun acabou (o anime, é claro). E eu deveria ter feito essa resenha há algumas semanas e infelizmente não deu. Mas enfim, vamos para o que interessa, Gotoubun no Hanayome. A obra foi produzida pelo estúdio Tezuka Productions (Dororo, Dagashi Kashi e outras obras do grande Osamu Tezuka, por incrível que pareça). A história é uma versão animada do mangá de mesmo nome, conta com 12 episódios e acabou sendo uma bela adaptação do material original. Aliás, foi feito um artigo comparando o mangá com o anime com alguns spoilers do que acontece depois do final e você pode conferir aqui.

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É estranho quando você assiste algo que no final apenas começou e acabou, sem que você conseguisse extrair algum momento brilhante, ou sequer conseguisse entender para onde a história pretendia caminhar esse tempo todo – se é que essa intenção estava lá. Enfim, Bermuda Triangle me trouxe essa sensação de vazio durante todos os seus 12 episódios, querem saber mais, sigam-me os bons!

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Tate no Yuusha veio com um episódio muito interessante e com cenas bem animadas. O grande embate entre Naofumi e o dinossauro acabou ficando em segundo plano por conta da aparição de algo ainda mais importante: a Rainha Filorial. Ela revelou informações chocantes que vão mudar muita coisa para Naofumi e os outros heróis e agora resta saber qual será a escolha dele.

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Boogiepop wa Warawanai é originalmente uma light novel de autoria de Kouhei Kadono e ilustrações de Kouji Ogata. A série já teve anime nos anos 2000, mas, diferente dele, a produção de 2019 do estúdio Madhouse é uma adaptação fiel de quatro arcos da obra, cinco livros no total.

E o que pôde ser visto nesse anime de incomuns 18 episódios, mas apenas um cour? A história do shinigami Boogiepop que, diferente da lenda urbana, não mata garotas no auge da beleza, mas surge automaticamente no corpo de Miyashita Touka quando o mundo corre perigo.

Mas Boogiepop é mais que sua própria história, e o que é me esforçarei para comentar nessa resenha.

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Animes curtos de modo geral não costumam atrair muita atenção por não terem uma linearidade e um enredo que atraia assim como os animes de tempo normal, no entanto sempre existem aquelas exceções que conseguem trabalhar uma história bacana dentro de seus poucos minutos. A história de Ekoda certamente se encaixa nesse segundo lote.

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The Promised Neverland, ou Yakusoku no Neverland, é originalmente um mangá publicado nas páginas da famosa Weekly Shonen Jump. A obra é escrita por Kaiu Shirai e ilustrada por Posuka Demizu, que está sendo lançada desde 2016 e antes mesmo do seu anime já era dona de um sucesso astronômico convertido em altas vendas e elevada popularidade.

Merecidas? Sem dúvida alguma, ao menos de acordo com o seu primeiro arco que foi adaptado em um anime de 12 episódios produzido pelo estúdio CloverWorks. Fique comigo e leia esta resenha, disso eu espero que você não queira fugir…

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Mini Toji é uma tentativa diferenciada de aproximar o público que acompanhou a série original Toji no Miko, assim como captar uma nova audiência que pudesse ver essa nova versão sem necessariamente se prender aos 24 episódios anteriores – o episódio zero já ajuda bastante nesse resumo. Agora vamos entender o que é essa série e que sigam-me os bons!

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Como contar uma história legal usando apenas cinco minutos? Acho que dá para responder essa fácil.

Coloque um clube de hula falido com personagens insanas e sem muita força de vontade, que tentam fazer ele funcionar enquanto aprendem alguma coisa sobre a dança a qual supostamente já deveriam ter o minimo conhecimento. Muito bem minha gente, tudo isso é Hulaing Babies!

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