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O processo de composição musical envolve diversos fatores que vão desde a letra até a melodia. Ou seja, para uma música chegar aos ouvintes existem várias etapas ao longo do processo. Para se compor a letra de uma canção é necessário levar em conta os sentimentos, as influências e o seu tipo de música que o compositor quer criar.

Neste episódio acompanhamos de forma leve e cômica esse processo de criação de uma música, mas antes das meninas chegarem no resultado final, houve momentos engraçados, fofos e muito divertidos.

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A impressão mais comum que temos sobre trabalho é de algo cansativo e estressante, mas alguns animes como Working!! e New Game! apresentaram o lado cômico do ambiente de trabalho. Nesta temporada será a vez de Blend S de mostrar que trabalhar pode ser divertido.

Além de bolos e omurices saborosos, o Café Stile também sabe fazer uma comédia deliciosamente palatável para os espectadores desse anime, que da mesma forma que um cliente fiel, pretende voltar a cada novo episódio da série. De forma geral, situações engraçadas combinadas aos momentos de fofura são os ingredientes para esse prato agradável que foi esse episódio. Antes da temporada outros pratos se destacavam no cardápio da temporada, mas essa comédia com molho de fofura chamada Blend S tem um sabor leve e doce que deixa qualquer pessoa que o prova feliz e satisfeito.

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Há mais de um ano eu fazia minha estreia como redator neste blog escrevendo sobre a primeira temporada desse anime. Passaram várias temporadas até chegar este momento, e assim como as personagens do anime, eu também amadureci (aprimorei meus artigos, pelo menos eu acho). Enfim, este artigo não é sobre mim e minha trajetória como redator, e sim sobre o retorno de um anime que pertence a uma franquia muito especial para mim.

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Chegar ao auge da carreira não é fácil para qualquer músico ou banda, independentemente do gênero musical. Quantos artistas/bandas não têm por aí que só conseguiram emplacar um hit e logo caíram no ostracismo. Afinal, manter-se no topo é muito mais difícil do que chegar nele.

No episódio de estreia dessa série, acompanhamos um grupo de idols, que está no auge da carreira, e que vai participar de um grandioso evento ao lado de outros grupos. Para se ter uma ideia da dimensão do festival, que se realizará no inverno, ele pode ser comparado ao “Rock in Rio”, ou seja, não é qualquer um que pode se apresentar no evento dessa magnitude.

É interessante o fato dos personagens fazerem outras funções além de se apresentarem, como por exemplo, estudar, tirar fotos como modelo, participar de comerciais e ter um programa de rádio.

Nesse primeiro episódio vimos o lado glamuroso de ser idol, mas desafios devem ser impostos aos personagens na medida em que eles forem se preparando para o evento. Aliás, já apareceu um pequeno desafio na parte final.

Depois que vi o episódio zero de Idolmaster Side M, eu me desarmei do preconceito que tinha para com esse tipo de anime, afinal, para poder fazer as primeiras impressões desse aqui, eu não poderia me basear em preconceitos para julgá-lo.

A obra tem o seu público alvo (do qual não faço parte), mas isso não significa que eu não possa assistir e até gostar do anime. Enfim, o anime tem elementos que devem agradar o público feminino e que para mim nem agrada e nem desagrada.

No geral, o primeiro episódio não foi ruim, mas não me empolgou muito. Precisaria ver mais alguns episódios para ver o real potencial da obra.

Obrigado a todos que leram este artigo, e até a próxima!

Olá, leitores! A temporada já começou e já trago o meu primeiro artigo dessa safra. O anime que irei abordar é de um estilo diferente do que costumo comentar normalmente no blog. Enfim, o anime que comentarei sobre é série de uma franquia muito conhecida no Japão chamada The Idolmaster, cuja sua fama se deve às idols fofinhas e bonitinhas. Mas que agora está trazendo sua versão direcionada ao público feminino. Aliás, essa foi uma bela jogada de marketing da franquia, que deve lhe render muito lucro.

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Quem aí gosta de animes malucos? Pois bem, você está no artigo certo. Urahara traz para essa temporada de Outono uma combinação inusitada de alienígenas, waifus e muita, mas muita cor.

A história começa calma e aparentemente normal, apresentando as personagens principais, mas do nada, o que parecia um simples slice of life se transforma em uma batalha contra extraterrestres.

O motivo dos alliens para atacar a Terra é meio nonsense, mas até que dá para compreender. Enfim, recomendo não levar a sério essa obra, pois se você levá-la a sério não vai gostar de jeito nenhum dela.

A princípio a obra não me conquistou, mas quem sabe posso dar umas boas risadas mais na frente, apesar da possibilidade do anime ser ruim do começo ao fim.

O maior destaque do anime baseado nesse episódio são as cores, o que contribui ainda mais para o aspecto nonsense da série.

As personagens interagem bem uma com a outra e não parecem ruins, com a exceção de uma que parece dramática demais, mas quem sabe ela não melhora ao ser desenvolvida. Sobre as outras, uma parece mais reservada, e a outra é mais animada e cheia de energia. Ainda tem uma quarta personagem que pouco se sabe ao seu respeito, fora o fato de ser fofinha e ter um mascote estranho.

Por fim, não há muito sobre o que comentar sobre essa estreia, que nem me desagradou ou me deixou empolgado para o próximo episódio.

Obrigado a todos que leram este breve e singelo artigo.