Sísifo foi condenado pelos deuses a repetir por toda a eternidade a tarefa de subir uma montanha carregando uma pedra enorme e no cume soltá-la para rolar encosta abaixo. Em certo momento, Sísifo desce a montanha para agarrar a pedra e novamente subir com ela. É nesse momento que, livre do esforço, ele pensa sobre sua condição e se revolta sobre a tarefa absurda e sem sentido que terá que fazer por toda a vida.

O escritor e filósofo Albert Camus observa no mito de Sísifo a imagem do proletário, homem trabalhador que está condenado a repetir tarefas indefinidamente por toda sua vida. Para Camus, o instante em que ele reconhece sua condição só aconteceu no tempo livre, momento em que ele deseja ter uma existência com mais sentido.

Diferentemente da visão pessimista sobre trabalho supracitada, segundo o Calvinismo, a prosperidade material é vista como sinal que você é um eleito para habitar o Reino dos Céus após a morte. Max Weber (um dos pensadores clássicos responsáveis pela fundação da sociologia) na sua obra mais famosa (A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo) notou a relação do protestantismo com as ideias de trabalho e riqueza. Evidentemente que a burguesia em acensão na época gostou de saber que havia uma religião que ia de encontro aos seus interesses.

O que tem a ver tudo isso que escrevi com esse singelo anime no qual comento? Vou chegar lá.

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Histórias sobre esportes são normalmente associadas a superação dos desafios. Cada jogo/partida é uma batalha para vencer seus adversários e, claro, a si mesmo. Mas há também uma outras vertentes de histórias esportivas mais focadas na diversão ou em algum drama.

Só por esse primeiro episódio não fica muito claro se a pegada será as competições e os treinamentos ou se será algo mais focado em slice of life dando mais atenção nas personagens do que o esporte abordado (beisebol). Acho que pode ser algo misto. Se a obra souber equilibrar o desenvolvimento das personagens com a parte esportiva, é provável que teremos um anime agradável de assistir, e quem sabe, até surpreendente.

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Bom dia!

Aqui estamos nós (eu e Kondou-san) para mais um artigo desse anime.

O episódio desta semana de To Aru Majutsu no Index III, como um todo não foi bom, tanto isoladamente como episódio de desfecho da temporada. De todo o episódio 26, só dois momentos se podem realmente dizer que foram bons, o resto não deu para aproveitar, até no último episódio a tendência de apressar as coisas esteve presente, estragando e confirmando a má impressão que toda a terceira temporada de Index deixou.

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Na natureza, alguns animais, como as abelhas, formigas e, nós, seres humanos, se organizam em sociedades com a finalidade de sobrevivência e perpetuação de suas próprias espécies. Portanto, a sociabilidade faz parte da nossa natureza, e por mais introvertido que uma pessoa seja, ela é obrigada a conviver com outras pessoas, afinal, viver em sociedade é fundamental desde os primórdios da civilização humana.

Todavia, existe uma patologia que contraria essa importante características de sermos sociáveis, que é a fobia social. A protagonista desse anime abordado neste artigo claramente sofre desse transtorno. Vale ressaltar que fobia social é diferente de ser tímido, pois timidez é uma das características da personalidade humana, e não uma doença. Mas, quando há um excesso de timidez a ponto de prejudicar a própria pessoa, talvez possa ser um caso de procurar ajuda médica.

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O que diferencia uma anima de um zai? A resposta é simples: a capacidade de fazer escolhas. Os temidos inimigos apresentado nesse anime são como vírus, pois surgem do nada, se proliferam e destroem tudo que encontram pela frente. Isso não quer dizer que eles sejam a representação do mal, apenas que tais características fazem parte da sua natureza. Eles não possuem escolha porque não foi lhe dado o livre arbítrio, portanto, eles são obrigados a seguirem de acordo com seus instintos naturais, mesmo que tais instintos possam, hipoteticamente, levar ao próprio fim dessa suposta raça extraterrestre.

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Nos anos 1990, Maria da Graça Meneghel (popularmente conhecida pela alcunha de Xuxa) conquistou uma legião de fãs mirins e de adultos também por todo o Brasil numa época onde havia várias apresentadoras infantis fazendo muito sucesso. A fama dela entre as crianças foi tão grande que lhe rendeu o título de Rainha dos Baixinhos.

Ironicamente, a popularidade da Miyako frente às crianças da escola de sua irmã mais nova é tão grande que é de dar inveja a qualquer apresentadora infantil dos anos 90. Como a escola da Hinata é uma escola feminina, então Mya-nee ganhou fama apenas entre as garotinhas, todavia, se a escola fosse mista, os meninos também babariam pela Mya-oneesan, afinal ela é muito bonita e os rumores a respeito dela são cada vez mais impressionantes.

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