Em histórias de fantasia/aventura/ação. a vitória sobre o derradeiro vilão significa o fim de uma jornada, mas no caso desse anime é só o começo. O vilão não foi exatamente selado para toda a eternidade, mas sim acabou voltando no tempo (em forma de loli) para a época em que sua algoz ainda estava na acadêmia de aventureiros.

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O tempo voou enquanto eu estava assistindo a essa estreia (não estou fazendo piada ou sendo irônico), me deixando com vontade de ver mais episódios desse anime. Portanto, baseando-se na ideia de que o tempo passa depressa quando estamos vendo (ou fazendo) algo muito divertido é verdadeira, posso afirmar que a estreia de Girly Air Force foi boa, ao menos para mim.

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Em histórias que não sejam de terror/horror, os monstros costumam ser humanizados, inclusive sendo mais bonzinhos que muita gente de carne e osso. Um desses casos é a Sophie, uma vampira de 360 anos, que é uma das personagens principais deste singelo anime de vida cotidiana.

A história desse anime gira em torno de uma garota chamada Akari, que ao andar sozinha por uma floresta acaba encontrando uma vampira chamada Sophie, e à partir desse encontro, elas passam a dividir o mesmo teto.

Embora com uma animação simples, Tonari no Kyuuketsuki-san tem seus trunfos, como o carisma de seu elenco (majoritariamente feminino) e um clima aconchegante.

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Tenho a impressão que muitas sinopses de animes não são tão bem elaboradas, a ponto de parecer que a obra é pior do que realmente é. No caso deste anime, não ocorre bem isso, mas sua sinopse faz o parecer um show muito questionável, pois na sua sinopse está escrito que uma garota universitária se apaixona por uma garotinha do ensino fundamental. Isso é absurdo, não é?

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Caro leitor (a), já parou para imaginar se por um acaso, animes/mangás/light novel (ou qualquer outra formar de entretenimento) desaparecesse? Pois bem, Pastel Memories aborda justamente essa temática, que se bem executada pode ser algo muito interessante, mas caso contrário, pode ser algo extremamente enfadonho.

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Perder um ente querido é algo bastante dolorido não importando a idade. Tanto adultos como crianças podem sofrer com a mesma intensidade a dor de perder alguém. Claro, que as reações podem variar de acordo com a pessoa e sua faixa etária. Geralmente, crianças costumam ter mais dificuldades de lidar com a morte do que um adulto. No caso de Misha, ela perdeu a mãe muito cedo, e ao longo dos episódios tem superado a perda gradativamente.

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