Hero Mask foi adicionado na plataforma de streaming Netflix recentemente e conta com 15 episódios. Numa parceria com o estúdio Pierrot (Naruto, Sousei no Onmyouji, Tokyo Ghoul), a obra surpreende por sua animação decente e traz uma história original com ação, ficção científica e mistério. Dirigido por Hiroyasu Aoki (alguns episódios de Hunter X Hunter versão 2011), a obra possui um dos trailers mais inúteis possível e não mostra a que veio em seu episódio inicial. O trailer para se ter uma noção é basicamente composto por vários personagens tomando algum tipo de bebida, apenas isso. Já o episódio vai jogando vários detalhes e elementos para no fim, não deixar nada claro sobre como vai ser.

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Cavaleiros do Zodíaco foi a obra que fez eu me apaixonar por animes e mangás desde criança, então para mim é uma honra ter a oportunidade de comentar um spin-off dessa extensa e amada franquia aqui no Anime21. Saintia Sho tem como proposta dar espaço e relevância às personagens femininas no universo da obra. O spin-off é uma série cujos eventos são paralelos a trama original, e apresenta as Saintias, amazonas cuja missão é proteger a Deusa Athena ao agirem como suas guardas pessoais. De cara são apresentadas as irmãs Shoko e Kyoko, que se veem envolvidas nos malignos planos da Deusa Éris. O que o destino as reserva? Eleve seu cosmo ao máximo e me acompanhe nessa jornada!

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Demorou, mas aqui estamos comentando a última e não tão aguardada estreia dessa temporada de outubro: Hangyakusei Million Arthur. O episódio ainda não disse muita coisa com os 24 min, mas apresentou o que nos era necessário pra entender o grosso do plot. Nós conhecemos aquela historinha do reino de Camelot, Merlin, Arthur e sua maravilhosa espada Excalibur… que por sua vez já fez mais aparições em animes do que existem episódios de One Piece Pois é, cá está ela de novo.

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Oi. Sou novo aqui e vim falar de Conception. O anime em que ter filhos com garotas que acabou de conhecer pode salvar o mundo. Gostou da ideia? Não? Então vem comigo, porque pode ser pior.

Por se tratar de um artigo onde abordarei os três primeiros episódios, o primeiro será apenas uma breve recapitulação/resumo dos fatos importantes.

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Minato criança, assistindo a um torneio de arquearia com sua mãe

Bom dia!

Uma estreia tardia mas uma estreia do Kyoto Animation, e quem é que não ama o estúdio, não é?

Bom, não sei, acho que muita gente não ama, na verdade. Mas eu amo e essa é a graça. Mesmo que seus animes sejam infalivelmente oito ou oitenta, ou te puxam pelo coração e te emocionam ou te parecem os mais bonitos minutos desperdiçados da sua vida, eu amo o KyoAni.

E os dois motivos estão expressos no parágrafo anterior. Um é que sempre são muito bem produzidos, um colírio para olhos cansados. O outro, mais importante, é que quando não estão fazendo Amagi Brilliant Park ou Myriad Colors Phantom World e me matando de tédio, fazem Hibike! Euphonium ou Kobayashi-san Chi no Maid Dragon e me deixam nas nuvens.

Vamos ignorar Violet Evergarden, ok? Ainda não consegui fazer as pazes com aquele anime.

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Senran Kagura é uma série de jogos produzidos pela Marvelous Entertainment tendo jogos para 3Ds, PS4 e PSVITA. Em 2013 teve sua primeira temporada, possui um OVA e 6 especiais (sem contar as adaptações para mangá). Primeiramente vale dizer que esse anime é aquela típica obra que possui fanservice enraizado em seu funcionamento, ou seja, você vai ver mamilos (algo que não tínhamos na primeira temporada) nas transformações, as roupas vão rasgar durante as lutas (até tem uma explicação para isso acontecer) e temos um elenco composto apenas por garotas que são peitudas (se não me engano todas são e em níveis diferentes) e por isso verá eles balançando toda hora.

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O período Bakumatsu refere-se à última década e meia do shogunato Tokugawa (uma ditadura feudal, que durou de 1603 a 1868, também conhecida como Era Edo, por ser a cidade-sede do governo), sendo os episódios inaugural e de desfecho, a visita do Comodoro Perry em 1853 ao Japão e a Restauração Meiji de 1868, respectivamente.

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Karakuri Circus é outra obra de Kazuhiro Fujita, assim como Ushio to Tora. Um dos problemas que encontrei foi o traço não ser dele, embora seja muito parecido. Os traços originais do autor conseguem transmitir todo o medo que o Masaru sente, e no mangá isso é mostrado com maiores detalhes.

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