BNA (Brand New Animal) é mais um anime original do estúdio Trigger, a produção apresenta um traço mais cartunesco e um formato mais light, com abertura e encerramento menores e menos tempo de duração por episódio.

Foram lançados seis episódios adiantadamente como pré-estreia e é esse pedaço do anime que comentarei abaixo aqui no Anime21!

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Healin’ Good Precure é a décima sétima temporada da franquia e sua estreia não teve só a presença de uma seiyuu badalada, Nodoka ganha vida na voz de Aoi Yuuki, mas também a abordagem de temas bem interessantes e pertinentes na atualidade.

O cuidado com a fauna e a flora, o contato físico entre as pessoas e a capacidade de se pôr no lugar do próximo; some isso a uma produção e fofura de primeira, marcas da franquia, e temos uma estreia muito promissora. É hora de Precure no Anime21!

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Os fãs da franquia “Toaru” não devem estar muito com aquela sensação de saudade, afinal, no ano passado teve o segundo cour da terceira temporada de Index e o spin-off do Accelerator (Toaru Kagaku no Accelerator). Aliás, creio que os fãs dessa famosa franquia estejam mais com esperança do que saudade, afinal Railgun T pode ser a redenção da desastrosa season 3 da série principal (To Aru Majutsu no Index).

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Sendo literalmente a última estreia a ser lançada, essa obra era a outra que estava sob o estigma de ser uma das poucas com os menosprezados idols masculinos – ao menos por essas bandas -, pois essa impressão não poderia estar mais errada.

A3! Spring & Summer, lida com o universo da atuação, as trupes e seus artistas únicos, todos dividindo os mesmos holofotes na cidade de Veludo. Trazendo histórias de superação e crescimento pessoal, o anime tem a difícil missão de representar bem esse gênero dos bishounen, será que teremos aqui mais um dos poucos candidatos dignos?

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Demorou mas chegou, ARP Bacstage Pass faz sua estreia no Anime21 e ninguém melhor que eu, um dos poucos “assistidores” desse gênero boy band, para dar o pontapé inicial. Acho que apesar de não ser muito diferente dos demais, esse anime tem em sua execução uma identidade própria que me fez ver um certo potencial e espero não estar errado nesse vislumbre.

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22/7 é originalmente um grupo virtual de idols que já existe há alguns anos. Tive o prazer de acompanhar suas primeiras músicas no youtube e posso dizer que sempre me interessei pelo projeto, mas até o Mexicano-sama, senhor Todo Poderoso deste blog, me contar que é do mesmo idealizador por trás do AKB48 estava entregue a ignorância.

E por que isso faz toda a diferença? Porque o AKB48 começou se propondo a revolucionar o mercado de idols e o 22/7 parece ter o mesmo objetivo, até aí tudo bem, cada projeto se propõe ao que quiser, o problema é fazer isso em cima de uma crítica que, sejamos honestos, deve ser mais verdadeira que nota de 3 reais.

É do idealizador do grupo que está no topo da indústria idol que estamos falando, o Todo Poderoso AKB48 com suas cinco milhões de unidades e popularidade megalomaníaca dentro do Japão. Enfim, 22/7 começa como um projeto bem mais modesto, como deve ter sido o início do AKB48, e nos entrega uma estreia interessante em sua animação.

Só o tempo dirá se a crítica pode ser levada a sério ou não, o importante é nos atentarmos ao que temos em mãos. 22/7 ≅ π, você sabia?

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Budoukan, vou abreviar porque o nome é grande, é originalmente um mangá que ganhou anime nessa temporada de inverno de 2020. Uma paródia do universo das idols? Não exatamente, pois a obra mostra toda a paixão de uma fã obcecada de maneira até bem séria, apesar da comédia de alto nível que é entregue.

Budoukan tem tudo para ser uma das melhores comédia da temporada e talvez do ano, mas também um dos melhores anime de idols, então se gosta de um desses elementos ou dos dois sugiro que embarque no meu artigo de primeiras impressões e venha para o lado idol da força você também!

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In/Spectre, ou Kyokou Suri no original, é uma das minhas apostas para essa temporada e sua estreia não deixou a desejar em absolutamente nada. Foi divertida e mostrou um pouco de seu potencial em aspectos bem diferentes.

Confesso que estava um pouco apreensivo sobre a obra pois a chance de se decepcionar é sempre grande quando há uma boa expectativa, mas fico tranquilo que foi uma estreia bem interessante e promissora. Aliás, eu já conhecia a obra pelo mangá e comparações à parte, o resultado é bem satisfatório.

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Bokuhaka ou Boku no Tonari ni Ankoku Hakaishin da Imasu, chegou com uma comédia similar a que foi proposta pelo recente Chuubyou Gekihatsu Boy, o humor vergonha alheia protagonizado por “chuunis”. Ainda não o vejo com potencial para ser o melhor da temporada, mas certamente vai divertir muito pela sua proposta pastelona.

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