Bom dia!

Pronto para as primeiras impressões da melhor estreia da temporada? Se sou eu quem está escrevendo certamente é porque é um excelente anime. Quero dizer, ok, eu escrevi as primeiras impressões de Dorei-ku também. Não consigo imaginar aquilo sendo sequer a mosca do cocô do cavalo de um excelente bandido, que dirá um excelente anime por conta própria. Por outro lado, também escrevi as primeiras impressões de Megalo Box, e você duvida que ele será excelente?

Estou dizendo: Hisone to Masotan tem tudo para ser excelente. Só confia.

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SIM, ele voltou e com um visual novo. O lendário (ok, empolguei) Hyoudou Issei e sua jornada por um harém (ele tem outros objetivos também) retornou após 3 anos, e além de um visual novo nos trouxe um episódio de recapitulação, ou para definir melhor, podemos dizer que foi um episódio que corrigiu os erros passados. Claro que por conta de ser ecchi a obra já recebe uma alta desvalorização injusta de muitos e por isso eu gostaria de perguntar: será que esse é apenas mais um ecchi sem história?

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Comer é bom e animes como Isekai Nobu da Cidade Antiga de Aitheria reforçam essa minha opinião simplesmente porque são agradáveis enquanto mostram pratos que podem deixar você faminto ou com vontade de comer mesmo se você não estiver com fome. Já viram Isekai Shokudou? Se sim, então devem gostar desse aqui – os dois têm a mesma pegada – e é sobre ele que eu falarei agora.

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Nil Admirari é um anime original do estúdio Zero-G. Apesar de ser uma adaptação original (como dito acima), a história vem originalmente de uma visual novel lançada em 2016 para PS Vita com uma sequência no ano seguinte. Por ser um Otome game, a obra tem um estilo “padrão” com personagens masculinos de beleza anormal (porque 90% no mínimo será um “pedaço de mal caminho”) e uma garota como protagonista.

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O que esperar de um anime japonês com duração de 15 minutos que adapta um mangá criado por um autor chinês e é lançado via internet por uma editora taiwanesa? Jikken-hin Kazoku: Creatures Family Days (ou Shiyan Pin Jiating para os íntimos) é o nome dessa obra, agora multimídia, detentora de características tão peculiares e que está sendo lançada simultaneamente nas TVs japonesas e taiwanesas na temporada de abril de 2018. A história é um slice of life relativamente bem animado, agradável e com um bom potencial para o drama – e quem sabe para a comédia? – cuja estreia foi boa, apesar de ter apresentados alguns probleminhas. Vamos conhecer essa família bem diferente?

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Um anime cheio de referências musicais para vocês! Mas não posso dizer apenas isso. Piano no Mori é um anime feito de sentimentos, e muitas delas são transmitidas através das músicas que são tocadas.

Piano no Mori é a segunda adaptação de um mangá com o mesmo nome, sendo ele chamado “A Floresta do Piano: O Mundo Perfeito de Kai”. Em 21 de julho de 2007 também foi feita uma adaptação, porém em formato de filme. O mangá foi feito por Isshiki Makoto desde 5 de agosto de 1998 até 5 de novembro de 2015, sendo publicado na revista Morning, a mesma revista Seinen que publica Vagabond.

A história retrata a vida de dois garotos: Ichinose Kai, que é filho de uma prostituta, mora na fronteira da floresta e ainda toca um piano que foi abandonado no meio da mesma floresta, e Amamiya Shuuhei, um garoto que nasceu para tocar piano, pois toca desde criança e faz parte de uma família de pianistas prestigiosos. Um menino pobre e outro rico. O piano acabou os unindo através de uma bela história de amizade.

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Esse anime vem de um jogo para smartphone que deve estar dando uma grana porque o estúdio que está por trás da animação é o J.C.Staff e a sua parte técnica está mesmo boa, cheinho de moe e com um design fofo e agradável que lembra muito os dos vários jogos moe que fazem sucesso no Japão. A sua proposta é de gerar comédia, usando de recursos como a quebra da quarta parede para fazer o público perceber que todo aquele universo na tela é igualzinho ao de um jogo. Funcionou? Veremos!

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Opa! Tudo bom com vocês?

Um anime de comédia e romance entre adultos que, como praticamente todos os animes nos quais eu comento aqui no blog, tem a ver com ser otaku ou gostar de games. Como se diz desde muito tempo, a primeira impressão é a que fica, se for esse o caso de Wotaku, podemos esperar algo muito bom para o restante dos episódios (apesar de ser um chute bem longe).

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Fumikiri Jikan é um slice of life curto, de três minutos e trinta segundos, movido por conversas sobre amor, arte, desejo e expectativas, que ocorrem em uma estação de trem, enquanto a cancela não permite a passagem dos transeuntes. No primeiro episódio, as amigas Ai-senpai e Tomo, estudantes do ensino médio, estão em cena. Em foco, amor e juventude.

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