Se eu fosse o técnico de um time que enfrentasse o Warabi também tentaria fechar a linha de passe ao marcar a Soshizaki e impedir a criação de jogadas ofensivas de qualidade. A questão é que se a Onda entrar no jogo, o Urawa pode acabar se dando mal até pela pouca atenção que a analista deu a protagonista, que, convenhamos, não deve ter ficado aquém na fase de grupos à toa, foi para brilhar nesse mata-mata!

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O reencontro prometido entre irmãos foi mais rápido do que eu esperava, mas não deixou de ser impactante, provendo um clímax razoavelmente digno para o que foi o anime até aqui, mas que claramente não é o final da história, pois além de faltarem dois episódios até o fim do cour, outro sairá daqui uns meses. Isso significa que a ideia passada no final perde peso? Sim. Esse é um problema tão grande? Não.

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Imagino que você tenha percebido, mas só para confirmar, o Deku evitou usar o One For All por medo do poder sair do controle de novo e deflagrar outra individualidade bestial. O engraçado é que ele não usou o OFA, mas o chicote negro, só que foi em um daqueles momentos de protagonismo típicos de protagonista de battle shonen, então vamos dar um desconto, né? Aliás, esse episódio foi bom também por isso.

Para além do Deku e seus momentos clichês, a Uraraka e o Shinso tiveram uma ótimo espaço para terem suas evoluções pontuadas, principalmente a Uraraka, essa irretocável em todos os aspectos. Mas é claro, não posso deixar o Deku de lado, apesar de não ter sido nada surpreendente as qualidades que ele demonstrou rumo a vitória, no máximo posso dizer que ele foi ótimo, não perfeito, mais uma vez.

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Quem nunca se sentiu “à deriva” em algum momento da vida como o Gugu se sentiu nesse episódio não sabe como é angustiante não se achar em lugar nenhum, e isso é ainda pior no caso dele porque caçoam dele, maltratam ele e se aproveitam de sua bondade a torto e a direito. No fim, a sociedade que é o monstro, não o garoto. Felizmente, existem outros “monstros” como ele e é sobre eles que vou falar agora.

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O Urawa Hosei, o exército vermelho, fez o dever de casa razoavelmente bem e nos revelou informações interessantes, mas não surpreendentes, sobre como o Warabi Seinan joga, o que foi complementado pelas próprias jogadoras do time durante esse genuíno episódio de pré-jogo no qual muito se enrolou e pouco se avançou, mas deu para pegar bastante o contexto do jogo para várias das envolvidas nele. Vamos nessa?

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O Shin só vai encontrar sua almejada liberdade ao se defrontar com o irmão, ou com o que sobrou de sua mente, e lidar com seus fantasmas do passado, para assim poder partir em paz em seu plano de morte esperado. É triste, mas é poético, não? E sabe o que é mais legal? A convicção desses personagens, que perderam ainda mais companheiros ante da derradeira batalha, mas não se perderam do objetivo.

86 fala sobre o que de pior e melhor tem o ser humano, e se você tinha alguma dúvida disso, tenho certeza de que chegou a mesma conclusão que eu nesse episódio. Annette sente inveja da Lena por ela fazer o papel de heroína que ela não consegue? Os mandachuvas da República acham mesmo que podem varrer tudo para debaixo do tapete? O Shin acha que a Lena não vai se conectar? É hora de 86 no Anime21!

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Começar com o All For One sentindo a presença do irmão no Deku foi bem legal e deu um indício do que será o segundo arco dessa temporada, mais focado no contexto maior da treta entre a Liga e os heróis do que na escola, o que serve para a gente lembrar que nosso pequeno gafanhoto é uma peça crucial a um tabuleiro bem maior no qual os problemas do herói encarregado de salvar a todos têm total relevância.

Além disso, a Uraraka e o Shinso tiveram participações cruciais para a volta a normalidade após o caos que o Deku criou, o que pode mesmo assim não ter encorpado tanto seus desenvolvimentos, mas com certeza os tornou um pouco mais interessantes e demonstrou mais de seus amadurecimentos. Quem salvará o herói que salva a todos? É atrás de responder essa pergunta que vamos falar de BokuAca no Anime21!

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O Fushi é a chave para preservar o mundo, mas como exatamente isso ocorrerá? É algo que só sua jornada poderá responder, e em mais um estágio dela ele conhece Gugu, seu irmão “monstro” que após algumas circunstâncias acaba em uma posição “peculiar”, podendo com ela andar lado a lado de Fushi mais facilmente. Mas a que preço? Gugu deve mudar porque está errado, ou é o “mundo” que tem errado com ele?

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Não gosto quando em anime de futebol só falam do jogo depois de acontecer e mostram nada ou muito pouco dele. Entendo que é só a fase de grupos do torneio que o Warabi disputa e que devem dar mais tempo a confrontos mais importantes, mas mesmo assim, acho que com menos comédia o anime teria mais tempo para isso. Pelo menos o drama do c0-treinador me levou a alguns questionamentos pertinentes.

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