Outro belo episódio, mas quem diria que a Rice Shower roubaria a cena por um bom trecho do anime? Eu não esperava, ao menos não da maneira linda como tudo ocorreu (imagino que ela perderá espaço a partir de agora).

Sem mais delongas, sigamos com a heroína e vilã das últimas semanas!

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A nona bruxa apareceu e agora virou bagunça. Na verdade, nem é bagunça que virou, o que me incomoda é essa apresentação de bruxas sem nada prévio contando quem são ou o que faziam na história. Dá para supor, mas, sinceramente, deixa para lá. O importante é que foi outro bom episódio e que esse arco se encaminha para o final, mas só deve terminar ao fim da temporada mesmo. Sem mais delongas, tsunderes não sabem dizer adeus!

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Dia de final de campeonato brasileiro de futebol, mas é hora de falar de corrida de cavalo. Aliás, de corrida de garotas-cavalo, isso em um episódio para lá de bacana pelo foco que teve e pelos inúmeros acertos da produção.

Principalmente sobre algo nada surpreendente, e que até por isso me agradou muito, que foi o aproveitamento das coadjuvantes.

Sem mais delongas, é hora de ver uma vilã que na verdade é uma heroína no Anime21!

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Megami no Café Terrace (Goddess Café Terrace) é o mais novo mangá de Seo Kouji (Kimi no Iru Machi, Suzuka, Fuuka, Hitman), um verdadeiro mestre do romcom dramático, a sair na Weekly Shounen Magazine.

Na história acompanhamos Kusakabe Hayato, um garoto que passou na Toudai (a universidade mais prestigiada do Japão), mas tinha problemas de relacionamento com a vó, deixando a casa dela ainda três anos antes. Um dia ela falece e ele precisa retornar ao lar, um café caindo aos pedaços em que moram cinco garotas contratadas por ela para atuarem como garçonetes e que, a maneira delas, acabam ajudando Hayato a se reencontrar com seus sentimentos.

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Você já deve estar de saco cheio da pandemia do coronavírus, e quem não está, não é? Mas foi pensando nela e no quão inusitado seria explorar o assunto pandemia na ficção que alguém no Japão teve uma ideia de criar um mangá situado em um mundo diferente no qual… o padrão é viver a vida de máscara até dentro de casa (como faço porque convivo diariamente com várias pessoas do grupo de risco e seguro morreu de…).

Enfim, New Normal (“O Novo Normal”, frase que você deve ter ouvido muito no noticiário nos últimos meses) é um mangá de Akito Aihara (Bimajyo no Ayano-san) que conta a história de Hata e Natsuki em um mundo diferente após ter passado por uma pandemia.

Na história andar de máscara é o normal e existem várias outras consequências da pandemia. Natsuki, que tem interesse em como era o mundo pré-pandêmico, acaba sendo vista sem máscara por Hata, o que faz os dois se aproximarem e compartilharem um interesse em comum.

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Quem nunca teve um relacionamento “peculiar”, para o bem ou para o mal, que atire a primeira pedra. Você já se envolveu com alguém comprometido ou compartilhou uma amizade por um motivo muito específico? Ou pior, já teve um relacionamento tóxico? Espero que esse último tenha ficado no passado, afinal, ninguém merece estar ao lado de quem só bota você para baixo (e o mesmo vale se for o contrário).

Enfim, que tal uma lista com 6 mangás que abordam relacionamentos peculiares por diferentes motivos, cada um a sua maneira? A lista é dominada por mangás do excêntrico Oshimi Shuuzou (que eu adoro), mas os mangás de outros autores não ficam atrás e também provém uma visão interessante sobre relacionamentos que fogem do comum (ou ao menos fogem do que a gente imagina que seja o comum).

Sem mais delongas, indico a você que desenvolva um relacionamento aberto com esses mangás para lá de interessantes.

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Todou continuou dando bons conselhos ao Yuuji, mas o que valeu a pena nesses dois episódios mesmo foram os arcos de personagens secundários e as cenas de ação de excelente qualidade, além da trilha sonora sensacional.

É sério, não lembro de ter visto um arco “escolar” tão bom em um battle shounen desde que me entendo por otaku, e não é nem que o esteja achando genial, não é nada disso, é mais pela diversão e as ótimas escolhas narrativas e técnicas que a equipe de produção vem tomando.

Sem mais delongas, é hora de Jujutsu Kaisen no Anime21!

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Nine Dragons’ Ball Parade (Kowloon’s Ball Parade) é o mais novo mangá de esportes da Weekly Shounen Jump e que, por tabela, é lançado em inglês e espanhol no app Manga PLUS da Shueisha. A história é de Mikiyasu Kamada e as ilustrações de Ashibi Fukui.

Na história acompanhamos Tamao Azukida, um garoto franzino e inteligente, mas muito dedicado, que tem o sonho de se tornar jogador de basebol de um grande time do colegial. Na peneira para se juntar a esse time ele conhece Tao Ryudo, um talentoso arremessador que decide compartilhar seu sonho com Azukida.

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O episódio derradeiro sobre o passado da Emilia e os fatos que levaram ao seu congelamento foi bem legal, mas fico aqui me perguntando se essa tática de sempre alongar o episódio (aliás, esse já seria o padrão do anime, né?) e ter segurado tanto a abertura realmente é a melhor.

Com certeza gera mais hype, mas isso também exige muito de todo episódio, até satura. Não consigo me empolgar com Re: Zero como fazia no primeiro anime e acho que se deve muito a isso, a toda essa megalomania que se tornou.

Ainda assim, o anime continua em ótimo nível e vamos ao texto!

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Esse é o tipo de episódio escrito certo por linhas tortas, mas pouco tortas já que a qualidade típica do anime se manteve em quase todos os aspectos e o que tivemos foi uma simples e bela forma de resolver um problema esperado, a perda de motivação da heroína. Depois de um episódio desses eu que não perco a motivação de cobrir esse anime hahaha. Vamos ao texto!

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