Esse episódio foi tão bom que já começou dando aula, primeiro com um tutorial de como zoar a apresentação de um personagem, segundo com um tutorial de como justificar fanservice (que qualquer idiota sabe que é isso) com “lógica”. Esse anime só melhora, para baixo.

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Jojo’s Bizarre Adventure: Stone Ocean finalmente ganhou vida, e dessa vez de forma diferente, tendo seus 12 primeiros episódios lançados antes da exibição na TV. A Netflix ficou a cargo da empreitada e dá para dizer que não foi uma má ideia essa overdose de Jojo, e já sem censura.

Como e quando serão lançados os próximos episódios ainda é um mistério, a única certeza que tenho é de que essa temporada teve um primeiro cour muito bom e promete muito mais. Temos uma heroína e um vilão a altura do legado da historia mais bizarra de todos os tempos.

 

“Após se envolver em um acidente de carro, Jolyne Kujo (filha de Jotaro Kujo, protagonista da parte 3) é jogada em uma prisão nos Estados Unidos, a Green Dolphin Street, na qual estranhos eventos reavivem uma ameaça do passado que persegue a linhagem Joestar por gerações.”

 

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O passeio pelo bar de jazz e o incentivo para compor fez o Takt se questionar, “para quem eu vou compor?”, e na falta de sua amiga de infância/crush, estava na cara que o anime investiria nisso, nessa, vamos dizer assim, crise de identidade, em meio a D2s e a revelação do vilão.

Não que nós já não soubéssemos quem era, mas é que, por mais óbvio que essas coisas sejam, não tem como desconsiderar o momento em que são confirmadas, né? E foi bom ou ruim a revelação? Para mim não quis dizer nada. Felizmente, há mais o que falar sobre esse episódio.

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Podemos ignorar os seis minutos iniciais e a esquete da deusa? Podemos, mas só para não passar batido, por que essa insistência com a mãe quando já tem três garotas doidinhas pelo protagonista? É algo que dá uma avacalhada quando o anime até tenta falar sério.

E em momentos distintos a tentativa foi essa, com a Maha abrindo o jogo com o Lugh e com a reflexão dele acerca de seu primeiro serviço. Esse anime certamente não é um primor, mas é inegável que dá o devido peso as suas escolhas. A mãe é a exceção, (in)felizmente.

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Estou vivendo um sonho ou esse episódio foi realmente muito bom? De cara logo vimos dois exemplos de independência das heroínas, Tarte e Maha, em aspectos parecidos no quesito “se defender sozinha”, mas diferentes, afinal, uma foi testar sua lança, a outra o tino para os negócios.

Ambas, em certo nível, ganharam alguma independência do protagonista, ainda que, obviamente, tudo que façam continue atrelado a eles. Mas o que mais me fez gostar desse episódio nem foi isso e sim algumas reflexões que ele me provocou e a decisão óbvia o Lugh. Seguimos?

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