Como a deusa Soshizaki bem diz, “jogadores de futebol fazem dinheiro com as pernas”, e eu não poderia concordar mais, afinal, essa ideia de que você pode conquistar as coisas através de seu esforço próprio é um dos baratos mais legais do esporte, e nesse caso específico, era bom consertar a burrada da professa gentil, mas sem noção, a qual elas admiram.

Apesar de ainda ter um ou outro ponto questionável, esse episódio me deixou com uma impressão melhor que o anterior, sendo assim, irei defendê-lo ferrenhamente, como, aliás, sempre tento fazer com esse anime. #meteliogol

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Por que o Theo ficou tão desconfortável com o que falou mesmo tendo a razão? Pela maneira como ele se comunicou, e se tem um sinal de caráter em uma pessoa é a preocupação que ela tem com a forma como transmite algo, com as palavras que usa, a altura de sua voz e os sentimentos que deixa transparecer através dela. Theo foi ríspido demais com a Lena, isso é verdade, mas o desabafo não foi maldoso e sim sincero, diria até que necessário, afinal, sem choque de realidade como mudar, como sair da acomodação em que ela se encontrava, não é mesmo?

E pelo que vimos nesse episódio a Lena buscou sair de sua acomodação hipócrita, mas não sem antes refletir sobre suas ações e ideias, a dissonância que havia entre elas, na verdade. Ela precisava ouvir opiniões de pessoas próximas também, para compreender melhor o peso das palavras do Theo e se incomodar o suficiente para tomar uma atitude, que a longo prazo pode só chafurdar na hipocrisia, mas também pode expandir os horizontes da garota e aproximá-la de seus ideais infantis. Veremos onde a Lena vai chegar, é hora de Eighty-Six no Anime21!

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Em mais um episódio incrível e intenso, o anime esfrega novamente em nossa cara como a missão da Diva não é brincadeira – mesmo para uma I.A que supostamente não deveria sentir nada -, assim como mostra que a balança de causa e consequência tem pesos complicados aqui, difíceis o suficiente para mexer com o sistema nervoso da nossa forte protagonista.

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Super Cub teve uma estreia bem interessante ao abordar com delicadeza o cotidiano da calma Koguma, as suas questões pessoais e modo como vê a própria vida. Dado o primeiro passo para que o seu mundo vá se abrindo cada vez mais, o que pode ser dito sobre a forma como ela vem evoluindo nesses outros episódios? Vamos ao nosso bate-papo para responder.

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Kano conversando descontraída em um vídeo antigo

Bom dia!

A essa altura já ficou claro os combates são secundários, certo? Quase metade do anime e eles ocupam uma porção menor do tempo de tela e têm sido muito fáceis para os heróis vencerem.

Não que isso seja um problema. Dynazenon tem muitos personagens e eu estou bastante interessado nas histórias deles, o que aconteceu com eles e como eles vão evoluir. É preciso tempo para contar tudo isso.

O que o anime tem feito, e fez muito nesse episódio em particular, é usar bastante linguagem visual, ou de outras formas contar a história sem precisar recitar a história.

Não estou dizendo que as batalhas estejam sendo ruins, ou que não possam vir a ser importantes. Sou capaz de apostar que pelo menos a batalha final vai ser épica e sofrida.

Mas por enquanto nem os eugenistas estão se esforçando.

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Como MHA enrola para encaixar arcos em cours, né? Já é o sexto episódio e tenho a impressão de que quatro ou cinco seriam mais que o suficiente para chegar ao mesmo ponto da história, sem qualquer dano. A questão é, querem enrolar para fechar esse arco no meio da temporada, adaptando no ritmo que é mais interessante para o macro, mas inevitavelmente desprivilegia o micro, pois os episódios perdem força com isso, como esse daqui perdeu.

Ainda assim, é inegável que as ideias como um todo não foram tão consistentes quanto as do primeiro embate e isso não mudaria com uma outra dinâmica, é questão de escrita mesmo, e apesar de ter curtido a ideia de que a Yayorozu vê dois, três passos a frente, ao mesmo tempo achei meio zoado elogiá-la tanto quando ela precisava vencer no presente. Pelo menos há alguma perspectiva de melhora e o mesmo vale para o anime. Vamos nessa?

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