A morte da Parona foi uma saída preguiçosa? Acho que não, ainda que entenda que por não acompanharmos a personagem parece conveniente demais usá-la agora, justo quando o Fushi mais precisava desse elemento novo para alcançar seus objetivos. Diria até que foi sim bem conveniente, mas preguiçosa não porque lembrar dela agregou a questionamentos pertinentes ao nosso herói. Enfim, juntos somos mais fortes?

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Enfim o torneio começou e o Fushi pode não ter chamado a atenção de um país com o propósito de usá-lo para a guerra, mas com certeza atraiu a atenção do povo que o viu tomar uma machadada na cabeça e seguir vivo para contar a história. Mal sabem eles que o Fushi não é “humano”, que na verdade é um experimento que a cada experiência vai adquirindo mais e mais aquilo que entendemos por “humanidade”.

Uma personagem que já se encaixa nesse conceito de “humana” é a Tonari, a líder das crianças marginais que aprontou para cima da Pioran e do Fushi, mas, convenhamos, como julgar? Ainda mais após descobrirmos mais detalhes de como a ilha funciona e é difícil manter o mínimo de dignidade em meio aquele caos. Neste blog passo pano para a Tonari. Sendo ou não esse o seu caso, leia abaixo para entender meus motivos.

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A conversa de Fushi com o Observador foi muito interessante por ter provido um novo vislumbre do protagonista, agora mais impulsivo, emotivo, o tipo de personagem que eu não conseguiria caracterizar de outra forma que não como “humano”. E tudo isso com pedaços perdidos de memória que ele mesmo não reconhecia, uma maneira cruel, mas eficiente e interessante, de encorpar a “motivação” do protagonista para combater os Nokkers.

To Your Eternity segue excelente e agora nesse novo arco a perspectiva de drama, mas também de desenvolvimento do herói em outros aspectos, se mantém. Fushi conseguirá proteger Pioran, assim como a vida de outras pessoas que não tem nada a ver com sua história? Veremos. A única certeza que tenho é de que não consigo não simpatizar com os novos personagens, ainda que uma delas tenha enganado Fushi e Pioran, e que falarei deles e de outros tópicos a partir de agora.

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Mais um arco acabou, e novamente nos despedimos de grandes personagens; de Gugu, um herói trágico, e de Rean, uma garota ao mesmo tempo azarada e sortuda. A narrativa seguiu exatamente o esperado, mas, ainda assim, há coisas boas a comentar sobre esse episódio, um momento vital no desenvolvimento pessoal do personagem principal. A vida é feita de despedidas amargas, mas nem por isso para esquecer.

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Nesse episódio descobrimos que o Fushi envelheceu porque parou de se transformar e que viver como humano entre humanos pode ter cerceado seus estímulos, mas também o deu coisas importantes. O Fushi de antes jamais seria capaz de entender seus arredores como o de quatro anos a frente, mas claro, nem tudo é perfeito, afinal, algumas coisas ainda passam e ele sequer mudou a roupa. É o Ash agora?

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Então não é o criador do Fushi que “planta” os desafios para ele, mas os tais Nokkers? Agora fiquei confuso. De toda forma, o importante é que o Gugu salvou o dia e essa explicação foi feita, além disso, o trágico fim da “família sem filtros” foi adiado, mas até quando? É perda de tempo esperar finais felizes para personagens de arco nesse anime? Para responder essas e outras questões, me acompanhe por mais uma semana.

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A vingança do Gugu me fez dar boas risadas e eu aproveitei porque já sabia que o episódio seria mais dramático, ainda que a coisa só tenha ficado alarmante mesmo mais para o final. Quais as chances de um final trágico para essa família em formação? Altas. Ainda assim, isso não quer dizer que não valha a pena se machucar por causa desses personagens, ainda mais após conhecê-los melhor como estamos fazendo. Vamos lá?

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Quem nunca se sentiu “à deriva” em algum momento da vida como o Gugu se sentiu nesse episódio não sabe como é angustiante não se achar em lugar nenhum, e isso é ainda pior no caso dele porque caçoam dele, maltratam ele e se aproveitam de sua bondade a torto e a direito. No fim, a sociedade que é o monstro, não o garoto. Felizmente, existem outros “monstros” como ele e é sobre eles que vou falar agora.

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O Fushi é a chave para preservar o mundo, mas como exatamente isso ocorrerá? É algo que só sua jornada poderá responder, e em mais um estágio dela ele conhece Gugu, seu irmão “monstro” que após algumas circunstâncias acaba em uma posição “peculiar”, podendo com ela andar lado a lado de Fushi mais facilmente. Mas a que preço? Gugu deve mudar porque está errado, ou é o “mundo” que tem errado com ele?

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Fushi manteve o passo seguindo os instintos de sua forma de lobo, e se havia encontrado uma mãe na figura da March, ao cruzar caminho com Pioran ganhou tanto uma avó, quanto uma professora. Encarregado de fazer a transição entre arcos esse episódio foi um pouco mais tranquilo que a média, mas, ainda assim, novas e interessantes informações foram adicionadas a jornada do monstro em busca de sua humanidade.

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