Que belo epílogo foi esse, hein? Era o que restava apresentar após o desfecho do episodio anterior, algo que passou longe de ser insatisfatório pelo sentido de conclusão de um ciclo que deu a trama, assim como pelo anúncio de segunda temporada para 2022, que garante o prosseguimento da história nas nossas telas. O que você mais gostou no anime? Deixe aí nos comentários para batermos um papo!

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Procurei pelo em ovo, pois as intenções da Hayase meio que já estavam claras faz muito tempo. A mulher é louca, pirada da cabeça. Foi por isso que ela matou a Parona, perseguiu o Fushi, o encurralou na ilha e quis se deitar com ele. Ela não está mais nem aí para a nação dela ou poder, ela só quer viver intensamente na sombra da imortalidade do Fushi, afinal, ela não vai e nem quer matá-lo, ao menos não antes desse episódio…

Além disso, Fumetsu mostrou culhões e nos presenteou com o final bacana que eu especulei episódio passado. Só espero que a Tonari não vire uma Parona da vida ou que a Hayase a mate (isso nem faz mais sentido, afinal, o Fushi foi embora da ilha), mas sim, quero que ela retorne no futuro. Por favor, não me surpreenda episódio final. Apesar do tom triste da prévia, espero um desfecho sem maiores perdas para nosso herói.

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A Tonari voltou para salvar o Fushi e ele trollou ela mostrando que não precisava de ajuda nenhuma. E sério, eu adoro Fumetsu, mas essa mania de jogar alternativas outras na cara é só tortura. Com a tempestade eles perderam a chance de viajar e ao ficarem mais um dia na ilha o cenário para a tragédia foi armado. Aliás, não é questionável o plano da Hayase? Ela não deveria ter previsto que nosso herói poderia escapar?

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Peço desculpas pelo atraso, To Your Eternity (Fumetsu no Anata e) é uma de minhas obras favoritas e não queria ter falhado com meus artigos do anime. Ao mesmo tempo, também confesso não querer que o anime terminasse, pois temo sofrer com o final e sentirei saudades. Felizmente, a segunda temporada já foi anunciada para o outono do ano que vem. Sem mais delongas, vamos maratonar os artigos finais dessa obra-prima?

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Que episódio pesado, hein? Mas bonito, afinal, conhecemos o passado da Tonari e vimos o Fushi mudando da água para o vinho depois de uma bombástica revelação. Eu já nem sei mais o que sentir, se fico triste pelos personagens que aprendi a gostar ou se fico feliz por ver o Fushi se desenvolvendo cada vez mais. Quem diria que ele seria capaz de contar uma história? E agora, será que ele vai aprender a sonhar?

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A morte da Parona foi uma saída preguiçosa? Acho que não, ainda que entenda que por não acompanharmos a personagem parece conveniente demais usá-la agora, justo quando o Fushi mais precisava desse elemento novo para alcançar seus objetivos. Diria até que foi sim bem conveniente, mas preguiçosa não porque lembrar dela agregou a questionamentos pertinentes ao nosso herói. Enfim, juntos somos mais fortes?

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Enfim o torneio começou e o Fushi pode não ter chamado a atenção de um país com o propósito de usá-lo para a guerra, mas com certeza atraiu a atenção do povo que o viu tomar uma machadada na cabeça e seguir vivo para contar a história. Mal sabem eles que o Fushi não é “humano”, que na verdade é um experimento que a cada experiência vai adquirindo mais e mais aquilo que entendemos por “humanidade”.

Uma personagem que já se encaixa nesse conceito de “humana” é a Tonari, a líder das crianças marginais que aprontou para cima da Pioran e do Fushi, mas, convenhamos, como julgar? Ainda mais após descobrirmos mais detalhes de como a ilha funciona e é difícil manter o mínimo de dignidade em meio aquele caos. Neste blog passo pano para a Tonari. Sendo ou não esse o seu caso, leia abaixo para entender meus motivos.

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A conversa de Fushi com o Observador foi muito interessante por ter provido um novo vislumbre do protagonista, agora mais impulsivo, emotivo, o tipo de personagem que eu não conseguiria caracterizar de outra forma que não como “humano”. E tudo isso com pedaços perdidos de memória que ele mesmo não reconhecia, uma maneira cruel, mas eficiente e interessante, de encorpar a “motivação” do protagonista para combater os Nokkers.

To Your Eternity segue excelente e agora nesse novo arco a perspectiva de drama, mas também de desenvolvimento do herói em outros aspectos, se mantém. Fushi conseguirá proteger Pioran, assim como a vida de outras pessoas que não tem nada a ver com sua história? Veremos. A única certeza que tenho é de que não consigo não simpatizar com os novos personagens, ainda que uma delas tenha enganado Fushi e Pioran, e que falarei deles e de outros tópicos a partir de agora.

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Mais um arco acabou, e novamente nos despedimos de grandes personagens; de Gugu, um herói trágico, e de Rean, uma garota ao mesmo tempo azarada e sortuda. A narrativa seguiu exatamente o esperado, mas, ainda assim, há coisas boas a comentar sobre esse episódio, um momento vital no desenvolvimento pessoal do personagem principal. A vida é feita de despedidas amargas, mas nem por isso para esquecer.

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Nesse episódio descobrimos que o Fushi envelheceu porque parou de se transformar e que viver como humano entre humanos pode ter cerceado seus estímulos, mas também o deu coisas importantes. O Fushi de antes jamais seria capaz de entender seus arredores como o de quatro anos a frente, mas claro, nem tudo é perfeito, afinal, algumas coisas ainda passam e ele sequer mudou a roupa. É o Ash agora?

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