Bom dia!

O Giess é triste e a Chisato é triste. As garotas mágicas são tristes, e os soldados e oficiais militares se sentem mal por dependerem de crianças para lutar suas guerras. Os monstros invasores foram derrotados mas o mundo em si é um lugar triste.

Pelo menos a Asuka é privilegiada de ter suas amigas queridas. Mas fiquei com a impressão que do que depender da Brigada de Babel isso não vai durar também.

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É engraçado como Vento Aureo sempre consegue render uma boa luta, não importa o Stand inimigo ou as circunstâncias do combate. Aliás, são elas que têm deixado os combates tão instigantes, afinal, o lugar, a ativação ou não do Stand e a decisão de quando recuar ou atacar têm sido imprescindíveis para determinar os desfechos das lutas. Dessa vez Narancia brilhou novamente, tendo uma ajudinha de nosso amado e super desenrolado GioGio. Entre The Clash e Talking Heads fico com o Aerosmith!

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O que pode sair de um episódio no qual se tem um quase cego que quer ver – achar também o seu gato perdido – e uma desmemoriada que não desejava lembrar de onde veio? Bom, as probabilidades diziam que ambos podiam se dar mal, ou então os dois sairiam lucrando e numa terceira hipótese, um ganharia e o outro se lascaria.

Os problemas da dupla de protagonistas eram inconvenientes, cada um a sua maneira, porque afetavam os planos e sonhos deles. A diferença aqui são os reflexos que essas duas situações trariam no final de tudo – o gato preto ajudou um e deu azar para a outra.

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E não é que estávamos enganados? Terada não é traidor! Só é idiota mesmo. Não sei se sua jogada de distração foi efetiva para o ataque surpresa, afinal não vimos a luta e acredito que, sendo ataque surpresa ou não eles ganhariam o embate.

Vamos para uma luta que pareceu mais uma sova: Ritsu contra Shimazaki. É óbvio que se comparado a muitos espers apresentados na série, Ritsu não é tão forte assim, mas ele consegue compensar com seu intelecto ao utilizar tudo que puder a sua volta. Mas já era de se esperar que o resultado do combate fosse a derrota do garoto.

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A Pequena Sereia é um clássico conto de fada, conhecida, principalmente, por sua versão da Disney. Esse anime é uma versão japonesa produzido pela Toei em 1975, 14 anos antes do Mickey fazer o mesmo. E ela expressa muito bem a diferença cultural existente entre Japão e Ocidente com relação aos conteúdos infantis.

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Subaru passou por várias experiências de crescimento pessoal e amadurecimento, e depois do pequeno descanso que teve no episódio passado, já estava na hora de ele retomar as atividades e voltar a escrever bastante.

Para reiniciar com chave de ouro, ele recebe os louros de sua participação na sessão de autógrafos e como resultado disso uma nova serialização. O problema é que o autor está numa pequena crise criativa, o que ele fará agora?

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Que episódio encantador, não foi mesmo? A fuga rolou, na verdade, ela ainda está em curso, e tenho várias coisas para comentar neste artigo. Espero não me queimar com você leitor(a), porque o anime está pegando fogo e em breve fugirá da frente das nossos telas para se transformar em lenda! FIRE!!!

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Alita: Anjo de Combate é a adaptação hollywoodiana do mangá GUNNM que fora lançado anos atrás no Brasil pela editora JBC e ganhou sua reedição de luxo recentemente. Neste exato momento a sua continuação está sendo lançada no mesmo formato.

O longa é uma produção de James Cameron – é, ele mesmo, o megalomaníaco diretor por trás dos filmes Titanic e Avatar. Um show de efeitos visuais e ação de primeira qualidade com um roteiro que não é assim tão incrível, mas passa longe de jogar a proposta pelo ralo. Alita é um bom filme que vale a pena assistir, e logo abaixo comentarei o porquê!

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