In/Spectre, ou Kyokou Suri no original, é uma das minhas apostas para essa temporada e sua estreia não deixou a desejar em absolutamente nada. Foi divertida e mostrou um pouco de seu potencial em aspectos bem diferentes.

Confesso que estava um pouco apreensivo sobre a obra pois a chance de se decepcionar é sempre grande quando há uma boa expectativa, mas fico tranquilo que foi uma estreia bem interessante e promissora. Aliás, eu já conhecia a obra pelo mangá e comparações à parte, o resultado é bem satisfatório.

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Finalmente Haikyuu voltou. Foi uma longa espera que sim, vai ser recompensada, mas não deixa de ser longa. Após ter uma temporada por ano (2014, 2015 e 2016), Haikyuu voltou após quase 4 anos para o início de um novo ciclo. Sendo franco, só por ser Haikyuu eu já me sinto mega empolgado com o que virá, mas depois de tudo o que aconteceu, as possibilidades que vão surgir são tantas que a empolgação fica ainda maior. No fim, resta saber o quão preparados estão Hinata, Kageyama e cia.

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De vez em quando eu costumo assistir alguns animes antigos e Lingerie Senshi acabou sendo um deles. Não me recordo do motivo que me fez ter interesse nesse anime e muito menos quando foi isso (acho que foi recente).

O ponto é que nesse OVA de 23 minutos eu devo “dizer” que foi uma perda de tempo bem lamentável, pois essa obra é simplesmente bizarra em vários sentidos e o que poderia ser no mínimo engraçado acabou sendo bem ruim.

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Teekyuu é um anime curto sobre tênis. Bom, isso é o que eu gostaria de “dizer” porque, sendo franco, não é bem o caso. Assim como Grand Blue, Teekyuu é um anime que tem uma premissa que envolve um esporte, mas acaba sendo algo completamente diferente.

Claro que no caso de Grand Blue ainda há uma “apresentação” do esporte escolhido, além de algum raio de seriedade em algum ponto no meio de tanta comédia. Já Teekyuu é uma loucura sem sentido algum do começo ao fim em todas as nove temporadas, algo que eu vou tentar explicar um pouco nesse artigo.

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Hero Mask é um original Netflix que teve sua primeira temporada lançada em dezembro de 2018 e uma sequência em agosto de 2019. Quando a obra foi lançada eu fiz um artigo de primeiras impressões e por um bom tempo deixei a obra de lado. Não tinha achado grande coisa e agora que terminei tudo, posso “dizer” que não estava tão errado assim, pois ainda que seja interessante e legal, a obra peca em alguns aspectos que são simples, mas relevantes. Enfim, vamos lá!

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Chiaki finalmente entrou para o time. Foi um processo demorado ainda que eventualmente fosse acontecer. Madoka novamente foi uma peça importante, o que é ótimo por mostrar a relevância dela nesse início apesar de não ser como poderia, afinal, ela também joga. Já sobre o jogo, o placar foi extenso para o adversário e a diferença monstruosa, mas aquele fim de partida trouxe um vislumbre do que esse time pode se tornar a partir do núcleo Sora-Chiaki-Momoharu. 

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Novamente tivemos um episódio insano. O banco apareceu novamente e não decepcionou, trazendo novas complicações bem interessantes que apimentaram a vida de Jouro. O engraçado disso tudo é que certos detalhes chamaram roubaram a minha atenção pois confesso que atualmente está tudo bem confuso entre Jouro e as garotas. Enfim, resta saber qual será o desenrolar dessa situação toda e como Jouro irá lidar com tudo isso que vem acontecendo.

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Na continuação da partida tivemos dois pontos bem importantes sendo explicados. O primeiro deles foi sobre Chiaki e sua desistência em jogar basquete. Não foi completamente explorado e ainda falta algo para que isso seja finalizado, mas foi um começo que apenas afirmou algo que já era imaginável sobre ele e seus motivos. O segundo ponto era sobre Sora e sua deficiência que foi explorada em excesso pelo adversário. Confesso que não esperava por isso e ainda que ache estranho, é um detalhe interessante.

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Apesar desse título, Oresuki não perdeu sua qualidade ou tornou-se enfadonho, muito pelo contrário, vem melhorando cada vez mais e assim, dando continuidade ao que foi proposto inicialmente (ferrar com o protagonista porque sim). E com isso, a situação chegou ao ápice da merda com revelações e descobertas que não deveriam vir a tona tão rapidamente, mas não só vieram como também chegaram arrebentando tudo.

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Nos três episódios iniciais de Ahiru no Sora tivemos aquilo que seria a construção inicial do elenco que irá cercar Sora. Ainda faltam algumas peças, mas já temos o bastante para uma partida amistosa apesar dos pesares. Porém o que mais chamou a minha atenção nem foi o início da partida mas sim, o desenvolvimento que Sora teve. Não foi algo profundo, mas foi eficiente e conseguiu mostrar melhor como ele se tornou nesta versão atual. No mais, é esperado que eles sejam derrotados por seus adversários (eles mesmos deveriam acreditar nisso inclusive) e sigam em frente. 

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