Chiaki finalmente entrou para o time. Foi um processo demorado ainda que eventualmente fosse acontecer. Madoka novamente foi uma peça importante, o que é ótimo por mostrar a relevância dela nesse início apesar de não ser como poderia, afinal, ela também joga. Já sobre o jogo, o placar foi extenso para o adversário e a diferença monstruosa, mas aquele fim de partida trouxe um vislumbre do que esse time pode se tornar a partir do núcleo Sora-Chiaki-Momoharu. 

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Novamente tivemos um episódio insano. O banco apareceu novamente e não decepcionou, trazendo novas complicações bem interessantes que apimentaram a vida de Jouro. O engraçado disso tudo é que certos detalhes chamaram roubaram a minha atenção pois confesso que atualmente está tudo bem confuso entre Jouro e as garotas. Enfim, resta saber qual será o desenrolar dessa situação toda e como Jouro irá lidar com tudo isso que vem acontecendo.

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Na continuação da partida tivemos dois pontos bem importantes sendo explicados. O primeiro deles foi sobre Chiaki e sua desistência em jogar basquete. Não foi completamente explorado e ainda falta algo para que isso seja finalizado, mas foi um começo que apenas afirmou algo que já era imaginável sobre ele e seus motivos. O segundo ponto era sobre Sora e sua deficiência que foi explorada em excesso pelo adversário. Confesso que não esperava por isso e ainda que ache estranho, é um detalhe interessante.

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Apesar desse título, Oresuki não perdeu sua qualidade ou tornou-se enfadonho, muito pelo contrário, vem melhorando cada vez mais e assim, dando continuidade ao que foi proposto inicialmente (ferrar com o protagonista porque sim). E com isso, a situação chegou ao ápice da merda com revelações e descobertas que não deveriam vir a tona tão rapidamente, mas não só vieram como também chegaram arrebentando tudo.

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Nos três episódios iniciais de Ahiru no Sora tivemos aquilo que seria a construção inicial do elenco que irá cercar Sora. Ainda faltam algumas peças, mas já temos o bastante para uma partida amistosa apesar dos pesares. Porém o que mais chamou a minha atenção nem foi o início da partida mas sim, o desenvolvimento que Sora teve. Não foi algo profundo, mas foi eficiente e conseguiu mostrar melhor como ele se tornou nesta versão atual. No mais, é esperado que eles sejam derrotados por seus adversários (eles mesmos deveriam acreditar nisso inclusive) e sigam em frente. 

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Recentemente vi Ultraman, um dos novos originais da Netflix. Nunca tive contato com o tokusatsu e nem li o mangá publicado pela JBC pouco tempo atrás. Mesmo assim me interessei em ver essa nova obra de um personagem tão relevante nesse cenário da cultura pop japonesa. De cara devo “dizer” que foi uma experiência bem interessante, ainda que tenha sido um Ultraman diferente daquilo que eu esperava.

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Nesses três episódios iniciais do anime, Ahiru no Sora seguiu a mesma fórmula que os animes de esportes fazem dentro de sua proposta. Ou seja, foi diferente de Haikyuu e Days que tinham dois protagonistas novatos (um gênio junto de um esforçado que estava aprendendo sobre o esporte e se descobrindo) e similar a Hanebado, Harukana Receive e Kuroko no Basket onde o protagonista já sabe jogar e muito bem o esporte, mas precisará formar o time do qual fará parte para assim, seguir adiante. 

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Continuando com sua missão de ajudar suas “amigas”, Jouro conseguiu a proeza de se complicar com praticamente todo mundo. Claro que houve uma baita ajuda da Sumireko e de seu amigo Sun, o que me faz pensar que talvez Jouro não tenha nenhum aliado útil que possa ao menos ser neutro ou não atrapalhar seus planos. Fato é que sua situação está mais complicada do que nunca e agora, ele terá que se virar para superar a crise em que se encontra.

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Algumas semanas atrás a gigante Amazon fez um pacote que incluía vários de seus serviços por um ótimo preço. Um deles é o serviço de streaming Amazon Prime, o maior concorrente da Netflix até o momento. Considerando isso eu gostaria de recomendar algumas doramas ou live action disponíveis no serviço. Vale lembrar algumas dessas obras já possuem uma resenha aqui no blog e por isso, caso seja de seu interesse recomendo que dê uma olhada.

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Sim, essa resenha demorou para sair, mas eu infelizmente só terminei Date a Live hoje, depois de 7 meses do término do anime que fez parte da temporada de janeiro deste ano. Após essa terceira temporada eu gostaria de “dizer” duas coisas sobre essa última lançada: a parte técnica me pareceu inferior às outras e o nosso querido protagonista, Shidou, nunca teve tantos problemas para enfrentar. Aliás, também temos a ótima notícia sobre uma nova adaptação da obra foi anunciada e para fechar o pacote só faltou a light novel ser publicada aqui no Brasil (alô New Pop).

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