Hello pessoas, como estão? Espero que estejam bem. Novamente eu, Bruna, estou aqui para falar sobre um mangá que, além de encher meu coração, me fez refletir sobre alguns assuntos bem atuais e desejar por mais plots construídos com cuidado e sem superficialidade. Desta vez não será uma resenha, mas sim uma espécie de indicação muito válida para aqueles que gostam de histórias significativas. Vou tentar medir as palavras para não soltar muitos spoilers e fazê-los entender o motivo deste mangá ter me conquistado com poucos capítulos.

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Geralmente, eu gosto de avaliar um episódio mediante o divertimento que ele me passou. Claro que existem outros pontos que eu levo em consideração e se tiver que ser crítico sobre algo, serei. E esse episódio não está imune às críticas pois sempre há erros aqui e ali, mas… que episódio maravilhoso. Não é por nada não, mas tiveram momentos em que deu um pequeno arrepio, sabe? Dá para “dizer” que finalmente eu, como fã da obra, tive aquilo que eu esperei por tanto tempo e estou bastante ansioso para a sequência.

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Twin Star Exorcists (Sousei no Onmyouji, no original japonês) é uma obra publicada pela revista Jump SQ (Blue Exorcist, Claymore, Platinum End, etc) desde 2013 e conta com 69 capítulos em andamento e disponíveis em português, compilados em 18 volumes. A obra teve uma versão animada em 2016 com 50 episódios produzidos pelo estúdio Pierrot (Naruto, Black Clover, etc) e sinceramente foi péssima. Geralmente, nessa coluna, eu exponho algumas diferenças entre o mangá e o anime e depois menciono alguns acontecimentos que vem depois. Mas, no caso de Sousei, nem dá para fazer isso pois a suposta adaptação foi um anime baseado na obra, com os mesmos personagens, no mesmo mundo e com um pouco da essência que o original tem.

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Fuutarou está numa enrascada. Teoricamente, está comprometido com a Nino e com a Ichika para a dança na fogueira. Além disso, está preso com a Ichika dentro de um armazém. Ou seja, não bastava ele estar cansado de trabalhar, tinha que ficar preso num local onde provavelmente irá passar muito frio e não irá conseguir descansar. No fim, cada vez mais vemos que nosso querido protagonista está conseguindo se entrosar com as garotas e assim, conseguindo um nível de cooperação melhor.

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Durante essa minha curta vida, uma das frases que mais ouvi de minha mãe é: não há mentira que não venha ser revelada. E com Natsuo e Hina não foi diferente, afinal, após tantas mentiras e tentativas de esconder essa relação proibida entre aluno e professor, eles foram descobertos por uma das pessoas que não deveria saber disso de maneira alguma. E agora que a Rui sabe, fica a curiosidade sobre como ela irá agir a partir de agora tendo tal informação em mãos e como ficará a relação da Hina com o Natsuo.

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Fazia um tempo que Tate no Yuusha me deixava um pouco insatisfeito. A história não estava progredindo tanto assim e as ondas, o grande motivo da presença dos heróis nesse mundo, nem eram citadas. Eu entendo que esses episódios foram necessários para desenvolver outros aspectos da história e nem reclamo por isso, é só que não era o que exatamente eu queria ver. Enfim, o episódio dessa semana não foi diferente dos outros na questão do ritmo, mas os acontecimentos presentes foram muito interessantes, diferente de seus antecessores.

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Monster Musume é uma obra publicada desde 2012 na revista Comic Ryu e escrita por Okayado. A história de um harém nada comum teve sua adaptação para anime em 2015 tendo 12 episódios e sendo produzido pelo estúdio Lerche (Ansatsu Kyoushitsu, Kuzu no Honkai, etc). Desde então, vários capítulos foram lançados mesmo o mangá sendo mensal e obviamente muita coisa aconteceu. E sim, temos material suficiente para uma nova temporada e ainda sobraria para ser franco. De qualquer forma, iremos tratar de maneira resumida os acontecimentos do mangá pós-anime sem grandes spoilers.

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De todos os episódios, esse conseguiu ser o pior com sobras. Foi divertido, assim como os outros, mas tem utilidade zero para ser franco. Fuutarou, com uma certa resistência tsundere, não conseguiu escapar da viagem escolar e as garotas vêm considerando ele cada vez mais de maneiras diferentes. Claro que ainda falta muito para que exista uma cooperação decente e o clima no geral vem sendo tranquilo até demais depois das últimas provas. Aliás, até teve um momento interessante, mas no fim das contas, não vai dar em nada.

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A Hina é uma personagem engraçada. Na verdade é tão engraçada que chega a ser bizarro. Eu nem vou questionar tanto assim o fato dela dizer que gosta do Natsuo (nem ligo na real), mas fico impressionado como ela é sensata, logo ela. Na verdade o detalhe não é ela sendo sensata, mas sim tendo uma atitude digna disso numa situação mais difícil que o normal, “digamos” assim. De qualquer forma a mudança de residência de fato aconteceu e com isso sua nova vida pode acabar trazendo muita coisa nova para a série.

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Semanalmente eu leio novos mangás e às vezes encontro alguma pérola bem interessante. A pérola da vez é essa frase não tão grande quanto outras light novels por aí e que vai receber um anime logo mais (não tem data confirmada no momento). E isso é engraçado pois eu li o mangá e quando fui pesquisar sobre para escrever nesse artigo, vi que era uma adaptação da light novel e que a mesma vai ter uma adaptação para anime. Enfim, vamos ao que interessa.

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