Vi muita gente falando que quem apareceu no final desse episódio é o vilão do terceiro filme (confesso que nem dou muita bola para eles) e que isso era ruim e blábláblá, mas, honestamente, o público quer o que, que adaptem religiosamente o mangá e percam dinheiro? Aliás, nem acho o caso de terem feito besteira ao inverter os arcos, ao menos se o arco seguinte não for massacrado pelo número de episódios que deve ter.

Sem mais delongas, vamos falar do episódio de praia que não morreu nela!

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Se tem alguém que consegue transformar um limão azedo em uma bela limonada – ou até num suco de laranja -, esse alguém é a Catarina. Quem mais seria “intuitiva” e tola para se meter em absurdos, como um sequestro, e ainda assim transformar tudo isso numa colônia de férias, com direito a uma nova amizade? Sim, ela mesma, não tem outra.

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Foi constatada a inutilidade do Yotsuya em combate, novidade? Mas é claro que o protagonista não deixaria por isso mesmo e se tem alguém que merecerá créditos se eles derrotarem os orcs (e eles vão derrotar) com certeza é ele.

Em meio aos atalhos que ele costuma pegar conhecemos as sacerdotisas melhor, assim como as características da ilha, que devem ser cruciais para o sucesso do plano. Sem mais demora, vamos as velhas virgens e o ferreiro!

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Depois de terem seus caminhos entrelaçados, Fuuka e Kukuru começam a lutar juntas pelo aquário, enquanto se conhecem pouco a pouco. Uma vez que a idol teve seu sonho foi destruído, a grande expectativa agora é como ela vai se reerguer através do sonho da outra, que respira por aparelhos, mas segue firme e vivo.

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A conversa de Fushi com o Observador foi muito interessante por ter provido um novo vislumbre do protagonista, agora mais impulsivo, emotivo, o tipo de personagem que eu não conseguiria caracterizar de outra forma que não como “humano”. E tudo isso com pedaços perdidos de memória que ele mesmo não reconhecia, uma maneira cruel, mas eficiente e interessante, de encorpar a “motivação” do protagonista para combater os Nokkers.

To Your Eternity segue excelente e agora nesse novo arco a perspectiva de drama, mas também de desenvolvimento do herói em outros aspectos, se mantém. Fushi conseguirá proteger Pioran, assim como a vida de outras pessoas que não tem nada a ver com sua história? Veremos. A única certeza que tenho é de que não consigo não simpatizar com os novos personagens, ainda que uma delas tenha enganado Fushi e Pioran, e que falarei deles e de outros tópicos a partir de agora.

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A arte do combate em milenar evolução é o que arremessa a vitória para o futuro. Ou ao menos é um bom começo. Para um novo monstro é um método de impacto. Kizumonogatari II Nekketsu-hen, nos convida ao pacto entre a puberdade e os contornos carnais da imortalidade.

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Kimetsu no Yaiba é o maior sucesso de mangá e anime dos últimos anos, e ganhou uma produção de arrasar para o cinema, com direito a muita ação, muito sangue e um final que aumentou muito meu hype para a segunda temporada. Mugen Train adapta o arco do mangá que vem logo depois do fim do anime, então não tem jeito, você tem que ter visto o anime para assistir o filme, não é material original não.

 

“Na história acompanhados o Tanjiru, sua irmã, Nezuko, e seus amigos, Zenitsu e Inosuke, embarcando em um trem que está sofrendo com as ações de um oni. O que eles não esperavam é que o Hashira das Chamas, Rengoku, fosse se juntar a eles e nem que o oni tentaria matá-los em seus sonhos, levando Tanjiro e seus amigos a darem tudo de si para proteger as vidas dos passageiros do trem.”

 

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