Sounan Desu ka? apresenta sua conclusão do mesmo modo como começou, debochando e rindo da situação adversa das pobres protagonistas perdidas. Shion estava enrascada e algo precisava ser feito, mas no meio disso tudo a única certeza é que de algum modo o grupo daria o seu jeito – independente de como fosse.

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Eu gostaria de descrever este episódio de uma maneira mais confiante e feliz, porém a animação da MadHouse no anime não está permitindo (ainda não consigo escrever que foi um excelente episódio, já que esse problema ainda não está me descendo pela garganta).

Mas sim, foi um episódio muito tenso, e a cada hora que Hakuryuu parecia que ia fazer um ponto, o meu coração pulava. Eu consegui sentir um pouco de tensão no episódio, porque sim, esse é um time realmente bom e estou me surpreendendo de ainda não ter feito nem um ponto sequer.

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Parece que alguém não fez o artigo de Kanata no Astra na semana passada, não é? Enfim, o 11° episódio resolveu dar um desenvolvimento ao Charce. O personagem agora revelou ser o traidor, mas fica entre nós, já estava bem na cara que todo mundo, inclusive ele, iria voltar pra casa.

O que precisou nesse episódio para a redenção do Charce foi a execução. Executar um momento que era esperado desde o 2° episódio. O que fazer para construir uma cena que a resposta já parece certa? Nesses casos, flashbacks, emoções entre os personagens, seus diálogos, tudo isso deve ser trabalhado com cuidado.

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Quem não quer encontrar seu par? Aquele chinelinho velho e acabado para um pé cansado do dia a dia? O Keiki queria e achou 5 pares diferentes, repletos de cores, texturas e desenhos únicos. O que ele não sabia é que um deles mudaria tanto a sua vida e o que ele conhecia sobre sua famíia, pois é gente, o mistério da Cinderela teve seu fim e o meu discurso já diz mais do que o necessário.

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Depois de uma simples batalha, Taichi e Rin precisavam descansar para o próximo compromisso. Ou melhor, talvez nem precisasse descansar tanto assim visto que foi necessária uma quantidade pequena de esforços (talvez eles cansaram mais comemorando do que o resto). Enfim, o grande ponto desse episódios foram as descobertas que tivemos e claro, a luta entre Cassim e Taichi.

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Bom dia!

Quem estava acompanhando a minha série de artigo sobre Araburu deve ter notado em primeiríssimo lugar a mudança no título. Alguns descobriram de onde aqueles títulos estavam vindo, outros não, mas mesmo assim notaram que pareciam vir de uma mesma fonte.

Esse se destaca. Não vem do mesmo lugar. Sabe de onde vem? E os outros vinham de onde? Joga no Google que você descobre, é divertido 😊

O fato é que eu tinha uma concepção do anime até agora e o final desse episódio mudou tudo. Não chega a ser uma mudança de gênero, mas foi uma mudança de foco bem grande. Você sabe do que estou falando.

Mas vou começar esse artigo como se fosse qualquer outro, porque o episódio começou como se fosse qualquer outro.

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Ao longo de sua aventura dentro do jogo, Makino tem sido um personagem cujas características mais marcantes são o seu poder de atração e a sonolência excessiva, que inclusive já o salvou em outras oportunidades – quem diria que dormir podia ser um feito tão útil.

O garoto também tem o seu lado observador, um lado que se importa com a dor do outro e se preocupa, em detalhes que só o seu olhar afiado capta. Apesar de nunca ter nada a dizer sobre si mesmo, ele sempre carregou dentro de si mágoas, mas é com os seus novos companheiros que ele aprende sobre quem é e o que vive.

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Todo mundo tem um sonho, mesmo que pequeno. Wota tem o sonho de se tornar uma mangaká mas, para isso, tem que melhorar os seus problemas de proporção e de não saber fazer com que os joelhos dos personagens dobrem. Os traços dela estão ficando cada vez mais bonitos e as histórias com mais consistência (embora a mente BL dela permita que as coisas saiam do foco).

O professor tem o sonho de ter mais gente acompanhando suas músicas, e ele mesmo disse que fez a música atual por impulso, então não significa nada demais mas, para pessoas como a Wota, é algo muito profundo e inspirador. Não é à toa que ela sente um amor platônico pelo personagem criado pelo professor.

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