Que episódio do caralho, hein? Tenho no máximo uma ou outra ressalva a fazer, mas no geral curti bastante o passado do Shigaraki e como, mesmo achando que o pai contribuiu mais que todos os outros para a tragédia, ainda assim, não consigo achar alguém para botar a culpa. Foi uma soma de fatores, todos infelizes, que levaram o mãozinha a se tornar o que ele é, um vilão, o porta bandeira do mal no Japão.

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Keita virou um assassino devido ao verme dragão ter assumido o corpo da Iris, mas não passou por um profundo choque como o Yotsuya, pelo menos não ainda. Talvez em uma terceira temporada? Porque, evidentemente, não há mais tempo para desenvolver personagem assim, além do único que tem esse tipo de desenvolvimento ser mesmo o protagonista. Mas além disso, tem outros fatores.

Diferente do Yotsuya do final da primeira temporada, o Keita já começou sabendo dessa premissa, de que o mundo para o qual viajam não é nenhum jogo, e não só isso, ele tem uma personalidade diferente da do Yotsuya, tendo aceitado muito antes a ideia de matar alguém se fosse em prol de sua família, sendo ele também alguém mais “simples”. Então sim, consigo aceitar a assimilação mais fácil dele.

O que não consigo aceitar é só ter me dado conta do plot twist que gerou o cliffhanger quando o Lanan acordou. Não é que o Bispo Dragão da vez me enganou direitinho? Aliás, foi legal a expansão de mundo e a conexão entre informações reveladas anteriormente feitas, além do feeling do Yotsuya que encaminho bastante o final desse arco. Só falta um episódio, vamos falar de como se processou a chegada até lá.

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Tawawa on Monday (Getsuyoubi no Tawawa) surgiu há alguns anos como artes que o mangaká Kiseki Himura publicava em seu Twitter, coisa que ele faz até hoje, ainda que a obra tenha recebido uma série de mangá na revista Weekly Young Magazine (casa de sucessos como Akira, Back Street Girls, Tejina-senpai, Origin e Nande Koko ni Sensei ga!?).

Himura ganhou popularidade na indústria ao assumir a arte da primeira fase do mangá de Sword Art Online: Progressive (o spin-off focado nos andares de Aincrad) e fazer o character design do anime Just Because! (sério, não tem como não reconhecer o traço dele).

Não à toa a Ai-chan, uma das heroínas de Tawawa, é a cara da Mio, a heroína de Just Because!, anime que adoro e indico se curtir slice of life e romance. A única certeza que tenho é de que você curte animes com fanservice, mas não se iluda, pois vou problematizar haha. Vamo nessa?

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Ganbare Douki-chan é um anime curto de Yom, o criador de Miru Tights. A produção tem simulcast da Crunchyroll e conta a história de dois colegas de trabalho em situações “românticas”.

Vai ter senpai, kouhai e muito fanservice com lingeries, meias-calças e o que mais fez a cabeça do público que acompanha as artes fofas do autor no Twitter e que deram vida a essa animação.

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É curioso como um ditado pode se aplicar tanto a uma história, como esse se aplica a Hamefura. Quem diria que ao finalmente conquistar duas rotas românticas completas, a protagonista vilã desbloquearia uma nova dor de cabeça oficialmente?

Pois bem, para quem achou que o fim se daria aqui, se enganou, porque o harém nunca é grande o suficiente para Catarina Claes.

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Do que os ogros são feitos? De ódio. Plot twist? De forma alguma. Mas foi interessante a informação dada de que alguém usa o ódio dos humanos para criar os ogros. Se um dia tiver uma segunda temporada, será que veremos este elemento? E se tiver, também não seguirá a ordem cronológica? Não sei. A única certeza que tenho é de que o saldo foi positivo; tanto do episódio, quando do anime; e agora vou explicar porquê.

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Para quem ainda guardava no coração uma pontinha de esperança quanto ao Gama Gama, esse episódio simplesmente destrói tudo, mostrando as limitações do lugar e colocando a Kukuru no fim da linha. No fim essa tempestade que arrasa, é a mesma que recria uma nova possibilidade para ela, como a menina vai processar essa virada?

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Finalmente tivemos a conclusão da história do nosso “querido” Clayman. Ela veio com muitas informações interessantes sobre a história no geral e como bônus, tivemos o palhaço sendo derrotado.

A conclusão da luta tinha tudo para tomar novos rumos com a chegada de Veldora. Com ele, Rimuru teria um grande e valioso aliado para lutar contra Milim e assim, descobrir uma forma de obter a vitória.

Porém, o que veio disso foram momentos que mostraram uma realidade completamente maluca e inesperada, onde nem mesmo Rimuru conseguiu conter o espanto, tamanho o choque de realidades.

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Cadê um Cain quando se precisa matar um Abel, hein? O pior é que nem foi inesperado o interesse “romântico” do Abel na Fena, mas confesso não ter me atentado a essa possibilidade antes. Mas mais importante que isso nesse episódio com certeza foi a exposição das circunstâncias dos goblins e a escolha posta a mesa para a Fena. O mar cerúleo ou as nuvens chuvosas? O Abel ou os goblins? A resposta a gente já sabe, mas…

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Que episódio do caralho, hein? Tenho no máximo uma ou outra ressalva a fazer, mas no geral curti bastante o passado do Shigaraki e como, mesmo achando que o pai contribuiu mais que todos os outros para a tragédia, ainda assim, não consigo achar alguém para botar a culpa. Foi uma soma de fatores, todos infelizes, que levaram o mãozinha a se tornar o que ele é, um vilão, o porta bandeira do mal no Japão.

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