Parece que o plano de Akito de desgraçar a vida de todos, uma por vez, não vai ser totalmente concretizado. O macaco, o serpente e a javali não foram à viagem. Kaguya já recebeu a notícia de que o deus dos doze estava lá a convite do cão, e Isuzu (Rin) foi para lá de teimosia.

A pessoa que mais está se divertindo com tudo o que está acontecendo, além de Akito, é Shigure. Parece que ele quer que as cartas sejam postas na mesa para que haja a queda do “rei”. A falsidade do cão está mais que óbvia, embora Hatori esteja fingindo que nada está acontecendo para se livrar de um desgaste.

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Elena é a verdadeira heroína desse anime e não a Clair, mas você ainda não está pronto para essa conversa, até porque nem eu estou, apesar de achar que em algum momento (seja ainda no anime ou só no mangá) possa ser coerente afirmar isso daí. A verdade é que muito convenientemente o Shuichi não recuperou memória de porcaria nenhuma, mas, em compensação, ainda assim, foi um bom episódio, deu parar tirar alguma coisa dele.

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O anime já começou o episódio falando sobre um tema inesperado, foi sobre… roupas íntimas. É, isso mesmo. Tenho que dar um destaque em como o autor é criativo, esse episódio inteiro foi uma prova disso. Foi uma mostra de como um bom roteiro consegue desenrolar algo engraçado usando de qualquer coisa, seja isso roupas íntimas, uma simples massagem nas mãos ou uma elaborada sátira a um certo gênero e seus clichês.

Nunca pensei que usaria um título e uma capa como essas que vocês veem. Só poderia ser “Love is War” para aprontar uma dessas mesmo.

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Shinako trollou ou surpreendeu um total de zero pessoas? Acho que nem um nem outro, mas é unanimidade que ela é uma idiota, né? Daquelas que só o amor pode criar. Não que esteja apaixonada, mas é até por isso que é uma boba, e também uma fofa. Por outro lado, a Haru segue sua jornada de sofrimento, quase que gritando “me nota senpai” no meio da rua. Já o Rikuo pensa mais na foto perfeita que em alguém para fotografar.

Todos estão vivendo suas vidas, se focando em coisas diversas. O Rou mesmo, esse já mais esquecidinho, só apareceu no final após um árduo dia batalhando por um de seus objetivos na vida. O Rikou caiu fora da loja de conveniência para fazer o mesmo e as moças, bem, só eu tenho a impressão de que as mulheres se deixam afetar mais pelo amor? Foi a impressão que o episódio passou, assim como passou a impressão de que foi bom.

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Não ouvi muito The Who, se muito escutei dois álbuns da banda (na verdade, amo os 60 anos, mas nunca parei para ouvir as discografias de suas grandes bandas), então posso ter deixado passar uma ou outra referencia, pois meu verdadeiro eu é de um apaixonado por música criado a base dos anos 90 e 2000 mais muito rock progressivo e metal. Aliás, ainda falta um representante do metal (será que vai ter?) e para o anime um desfecho.

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A Catarina está cercada de gente e cada um deles tem as suas intenções íntimas para com ela, sendo esse tema a grande sacada desse divertido episódio. O destaque da vez foi a Mary e nem preciso dizer que as reações “over” dela dominaram, fazendo a graça rolar solta do começo até o fim.

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Desde o início, Kuhn é uma espécie de personagem misterioso e um tanto quanto curioso. Sua origem tem uma forte relação com Jahad e as princesas, ele vem de uma família nobre e seus poderes são ótimos e úteis para a função que ele desempenha. Porém sua habilidade mais notória é sua inteligência e sagacidade, características que se sobressaíram no episódio em questão.

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