Eu fiquei bastante curioso quanto à infância de Shizu. Como ela se tornou uma arma, como ela é controlada… Esse episódio não deu só um palhinha da infância doentia dela, mas também trouxe uma resolução, mesmo que temporária.

Quero dizer, os traumas que a garota sofreu durante o seu “treinamento” como arma nunca vão sair de sua cabeça. Ela sempre vai dormir e lembrar do que fez, coisas desse tipo realmente marcam uma pessoa, não para bom.

Porém, o controle de seu mestre sobre Shizu, aparentemente foi quebrado, na verdade, acho que ele vai depender de um x1 bem interessante…

Quer saber qual? Vem comigo! Vamos dar uma olhada no novo episódio da amoeba mais querida dos animes (pareceu comercial de Sessão da tarde, desculpe por isso).

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Sejam bem vindos a mais uma semana de Conception. Eu não sou ninguém e quero pão também.

Semana passada eu falei sobre os dos episódios anteriores a esse e como me surpreendeu a forma como foi desenvolvida a relação do Itsuki com outras duas sacerdotisas e meia. E nessa semana eu venho vos dizer que ligaram o foda-se para aquilo tudo e conseguiram deixar mais tosco do que o começo da obra. E olha que eu achava difícil voltarem àquele nível.

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E com esse título que parece nome de novela de baixa qualidade da globo (tem alguma que é minimamente assistível?) nós iniciamos um novo arco, o da Futaba Rio, melhor amiga de Sakuta e aquela que até então ajudou ele em todos os casos. E apesar de saber que ela também teria sua síndrome, fiquei surpreso de ser agora, afinal, tivemos a aparição da Makinohara Shouko versão fundamental e ela está ativa no dia-a-dia do protagonista.

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Esse episódio só não foi pior por falta de tempo. Sim, nem a simpática, divertida e autêntica Saiko foi capaz de diminuir significativamente o estrago dessa péssima adaptação. Tudo bem que no original o momento não é tão bom assim mesmo, mas como conseguiram fazer um episódio péssimo logo após o excelente episódio da semana anterior? Eu sei que em cada episódio há um diretor especifico, mas custava tanto assim chamar alguém competente para pelo menos não avacalhar o que já não era tão bom? Pelo visto era, e esse anime vai indo de mal a pior. É hora de Tokyo Ghoul:re aqui no Anime21!

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Boa tarde! Como você está?

Não sei se esse era o episódio que queríamos, mas com certeza é o que precisávamos para gostar do Tanigaki. Desde a sua primeira aparição, ele se mostrou um personagem muito razoável – meio que aquele clássico “tanto faz” ou “não fede nem cheira” –, e agora tivemos o prazer de acompanhar um belo episódio contando sua bela história, e bem, como ando meio adoentado ultimamente, talvez seja apenas “coisa da doença”, mas uma lágrima escorreu aqui.

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Bom dia!

É muito feio eu fazer referência à Chaves em um artigo sobre Banana Fish? Especialmente esse artigo. Especialmente essa referência.

Ash volta para Papa Dino. Não sei se está arrependido, mas bem poderia estar. Ele não tem orelhas fartas, mas metaforicamente está moído e com o rabo entre as patas.

Oh, bem, espero que não seja feio eu fazer referência à Chaves em um artigo sobre Banana Fish, pois acabei de fazer.

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Olha, se fosse um anime sério eu até ficaria preocupado com tudo o que vem acontecendo mas dane-se, vai dar certo de alguma forma. Jeanne morreu, Orleans está numa situação crítica e nosso querido protagonista ficou em choque ao presenciar a morte de Jeanne. Junte isso a saída da Richemont e a possível morte da Phillipe (uma das garotas da promessa senda aquela que apareceu por último) que não dá para confirmar muito bem pois fica bem confuso os detalhes sobre isso. De qualquer forma a obra traz novamente um acontecimento improvável de se escapar e provavelmente dará um jeito de salvar tudo e todos.

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Ficamos duas semanas longe de Irozuku e parece que as coisas avançaram bastante em relação aos problemas. Provavelmente as coisas tiveram uma mudança bem grande no sexto episódio, porém não sabemos ainda o que pensar disso, já que acreditávamos que a Hitomi enfrentaria um obstáculo maior para chegar onde chegou nesse último episódio.

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Claro que o anime mostrou uma frase clichê que podemos usar para algum tipo de situação difícil: “Existe, sim, poder no amor”. Na verdade, amor é muito mais do que um sentimento que sentimos por outras pessoas e por nós mesmos. É algo que se deve aprender para ser sentido, e ele tem vários significados em diversos âmbitos. E mais, é algo duradouro, não se esvai, é verdadeiro. É o que Koujirou sente por Mana, e a menina não percebe, mesmo tendo soltado aquelas frases que leu em um mangá na manhã do mesmo dia.

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