Após uma pausa de uma semana, Blade volta com um episódio muito bom! Blando, o médico responsável por tentar descobrir os segredos da imortalidade de Manji, nos concede momentos intensos permeados pela quebra da razão, da ética e dos lastros humanos.

O ponto alto do episódio é a direção artística, ela capta o conflito de Blando de modo inovador. O médico, que, sem dúvida, é uma boa pessoa, que se preocupa com os seus pacientes, ou no caso, cobaias, embora seja ambicioso e curioso, acaba colapsando em insanidade.

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Budoukan é a minha paixão dessa temporada e para a surpresa de zero pessoas posso escrever que adorei seu segundo episódio cheio de comicidade, mas também com uma certa dose de seriedade no que se trata da comunicação entre idol e fã.

Será que um dia Eripiyo conseguirá receber a resposta pela qual tanto anseia, mas não imagina ser o que sua adorada Maina quer dizer? Se duvidar é mais fácil a garota chegar ao Budoukan primeiro… Sem mais delongas, é hora de Budoukan no Anime21!

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Babylon continua com seu foco na discussão de seu perigoso tema. Em um episódio mais lento, quase nada acontece, e já nada impressiona tanto. Algo chocante é no instante seguinte ignorado, pois já não possui tanto valor. Babylon nos puxa pelo pé e nos afoga em outro episódio de morte e pessimismo. Mas no fim, ainda há alguma luz.

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Com este episódio concomitante com o anterior, pude perceber um avanço ainda maior no relacionamento Sawamura e Okumura, a atual bateria do Seidou. Não que o “menino-lobo” já não tenha mostrado certa melhora em seu comportamento, mas agora penso que ele esteja indo mais na onda do Eijun.

Ainda tem umas coisas que o atual receptor não consegue entender, mas é difícil saber o que o arremessador está pensando, principalmente com seu jeito entusiasmado de falar. O que ainda não mudou foram os olhos ofuscados de Okumura, que continuam iguais aos do Chris-senpai no início do anime. Bom, acredito que aos poucos isso vá melhorando, já que o jogo está ficando cada vez mais claro e divertido.

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22/7 é originalmente um grupo virtual de idols que já existe há alguns anos. Tive o prazer de acompanhar suas primeiras músicas no youtube e posso dizer que sempre me interessei pelo projeto, mas até o Mexicano-sama, senhor Todo Poderoso deste blog, me contar que é do mesmo idealizador por trás do AKB48 estava entregue a ignorância.

E por que isso faz toda a diferença? Porque o AKB48 começou se propondo a revolucionar o mercado de idols e o 22/7 parece ter o mesmo objetivo, até aí tudo bem, cada projeto se propõe ao que quiser, o problema é fazer isso em cima de uma crítica que, sejamos honestos, deve ser mais verdadeira que nota de 3 reais.

É do idealizador do grupo que está no topo da indústria idol que estamos falando, o Todo Poderoso AKB48 com suas cinco milhões de unidades e popularidade megalomaníaca dentro do Japão. Enfim, 22/7 começa como um projeto bem mais modesto, como deve ter sido o início do AKB48, e nos entrega uma estreia interessante em sua animação.

Só o tempo dirá se a crítica pode ser levada a sério ou não, o importante é nos atentarmos ao que temos em mãos. 22/7 ≅ π, você sabia?

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Budoukan, vou abreviar porque o nome é grande, é originalmente um mangá que ganhou anime nessa temporada de inverno de 2020. Uma paródia do universo das idols? Não exatamente, pois a obra mostra toda a paixão de uma fã obcecada de maneira até bem séria, apesar da comédia de alto nível que é entregue.

Budoukan tem tudo para ser uma das melhores comédia da temporada e talvez do ano, mas também um dos melhores anime de idols, então se gosta de um desses elementos ou dos dois sugiro que embarque no meu artigo de primeiras impressões e venha para o lado idol da força você também!

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In/Spectre, ou Kyokou Suri no original, é uma das minhas apostas para essa temporada e sua estreia não deixou a desejar em absolutamente nada. Foi divertida e mostrou um pouco de seu potencial em aspectos bem diferentes.

Confesso que estava um pouco apreensivo sobre a obra pois a chance de se decepcionar é sempre grande quando há uma boa expectativa, mas fico tranquilo que foi uma estreia bem interessante e promissora. Aliás, eu já conhecia a obra pelo mangá e comparações à parte, o resultado é bem satisfatório.

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Bokuhaka ou Boku no Tonari ni Ankoku Hakaishin da Imasu, chegou com uma comédia similar a que foi proposta pelo recente Chuubyou Gekihatsu Boy, o humor vergonha alheia protagonizado por “chuunis”. Ainda não o vejo com potencial para ser o melhor da temporada, mas certamente vai divertir muito pela sua proposta pastelona.

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