O centésimo artigo do blog não poderia ser mais um artigo normal, poderia? Então que tal um artigo especial? Um guia da próxima temporada de animes! Agora, eu sei que já saíram vários guias e você provavelmente já leu um ou mais deles, então por que ler o meu? Ora, por aquilo que todos têm de único: sua própria opinião pessoal. Nesse guia você vai poder ler a minha opinião sobre os animes porvir, então caso ainda não tenha se decidido sobre um ou outro, talvez uma segunda opinião (ou terceira, ou quarta…) possa ajudar! Além disso, dou aqui uma dica do que eu devo acompanhar e do que eu devo blogar, o que se você acompanha o anime21 deve ser minimamente interessante. Me esforço para que seja.

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Esse episódio foi continuação direta do anterior. Batalhas para todos os gostos, anjos mortos, os heróis fazendo o que podem, e no final parece que o Bahamut despertou mesmo. Bom, era de se esperar que ele despertasse, nesse tipo de história o Grande Mal sempre retorna, não importa os esforços dos mocinhos para impedí-lo. A graça está em ver o que vai acontecer agora, como eles vão derrotá-lo. Com um pouco de sorte o Bahamut mata Martinet, Belzebu e Lavalley antes de ser derrotado, esse é outro clichê comum em histórias assim e eu não me importaria caso isso acontecesse. Mas a consequência de um episódio tão direto assim é que não tenho muito a falar sobre ele. Vou tentar listar os fatos importantes que aconteceram e revelações feitas, com comentários onde achar pertinente.

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“Então é natal, e o que você fez?” Passei mal sem nem ter comido nada, e … escrevi esse artigo sobre um episódio de Cross Ange? É, eu odeio o natal. Cross Ange abre mais uma linha de enredo nesse episódio. O mundo que há hoje não é o mundo real, ou natural, ao invés disso um cara chamado Embryo e tratado como deus um dia decidiu que tava tudo errado e usou engenharia genética ou sei lá eu o quê para criar um paraíso sem escassez e consequentemente sem conflitos. Como sabemos que esse mundo está longe de ser um paraíso, temos Cross Ange.

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Cinco animes terminaram essa semana, um sexto deveria ter acabado mas se recusou, escolhendo procrastinar o inevitável por pelo menos mais uma semana. Não houve episódio de Kiseijuu, o que me deixa revoltado. Não vou me esquecer da semana com dois episódios que ajudou a estragar minha agenda de publicações, e agora eles pulam uma semana. Ah vá. Com isso e o com o final de Akame ga Kill na semana passada a classificação terá menos animes que o normal, e semana que vem será menos ainda. Vai ser a chance de animes ruins subirem de alguma forma. Na imagem, Selector Spread WIXOSS. Não vou dizer que gostei do anime, a primeira temporada foi muito melhor, mas dos que terminaram esse semana esse teve o melhor episódio. Foi bom até, ao contrário da maior parte de sua temporada.

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Por que Fate/Stay Night não pode ter um ritmo decente? Um episódio de luta desenfreada, outro de diálogos monótonos, outro com um pouco de cada, e o enredo está indo para onde? O que já aconteceu de relevante? Isso é uma espécie de battle royale entre magos afinal de contas. Doze episódios depois (o primeiro foi o zero, e ele e o episódio um duraram o dobro do tempo), quase seis horas de anime, aprendemos quem são quase todos os mestres, todos os servos, um pouco sobre as regras do torneio, e ninguém perdeu ainda. Quero dizer, o Shinji perdeu, a Rider morreu indignamente fora da tela, mas aí o padre foi brother e arranjou um servo novinho e loiro para ele. E esse episódio onze serviu para quê? Para que descobríssemos que circuitos mágicos são como músculos, se você não os exercita regularmente e de repente resolve exigir demais deles, seu corpo não ficará impune. Isso, lógico, depois de descobrirmos que magos tem circuitos mágicos.

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Nesse episódio KimiUso tratou de várias coisas sem ficar parecendo uma bagunça. Ponto positivo. As principais dessas tramas independentes se encontraram no final do episódio. Outro ponto positivo. De negativo, achei a inserção de um novo personagem (e um personagem importante) bastante forçada. No geral foi um episódio bom, nada espetacular mas bom.

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Teria sido legal se Hannibal Lecter tivesse aparecido nesse último episódio para fritar literalmente os cérebros de todos os personagens de Psycho-Pass 2, mas muita coisa teria sido legal em Psycho-Pass 2 se não tivesse sido tão ruim. Quem fritou cérebros (literalmente, ou cozinhou, derreteu, enfim) foi Sybil. Parte de seus próprios cérebros. Olha, se o sistema tinha mentes criminosas tinha mais é que se livrar delas mesmo, e me impressiona não tê-lo feito antes. Mas os cérebros usados para a matriz de Sybil não são todos criminosos para começo de conversa? E incorruptíveis, apesar disso?

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O episódio anterior terminou com a Ronja ardendo de febre. Isso tinha bastante potencial para drama, mas além do pai dela berrando feito o maluco que ele é não teve nenhum drama a mais. Ela ficou curada e pronto. Então, só então, começou o enredo desse episódio. Olha só: dado que foi algo tão inconsequente não teria sido muito melhor simplesmente ela nunca ter ficado doente para o anime ganhar tempo para explorar melhor o arco anterior, onde ela ficou presa na neve, e também para o arco atual, que começa nesse episódio? Os últimos episódios de Ronja começam no meio de alguma coisa e terminam no meio de outra coisa. Fica uma sensação esquisita de que nada nunca é resolvido. A história é boa quando analisado o conjunto, mas esse conjunto é feito de episódios, e se os episódios não forem individualmente bons a série estará perdendo muito potencial (e audiência).

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Da rápida altercação entre Rita e Martinet, passando pela queda de Joana D’Arc e culminando na captura dos heróis em Helheim, eu mal consegui respirar durante o episódio dessa semana. Não que ele tenha sido muito movimentado, infelizmente devo apontar que depois do hiato para o episódio de recapitulação Bahamut perdeu muito de seu caráter de aventura, deixando de ser um viagem que nós vemos acontecer, para se tornar um épico, uma história grandiloquente que é quase literalmente narrada para o espectador. Foi, sim, uma queda de qualidade. Nesse episódio o que me manteve petrificado foi a tensão latente e a sensação de impotência ou pequenez dos personagens principais enquanto o mundo desaba ao seu redor. Se Bahamut tivesse mais episódios talvez pudesse ter um roteiro mais clássico e o Favaro poderia ter sido o protagonista de uma legítima Jornada do Herói. Eu adoraria ter assistido esse anime. Ainda assim Bahamut continua sendo o melhor da temporada, junto a Kiseijuu (que terá, veja só, uma temporada dupla).

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Esse é o primeiro artigo de uma série sobre os animes que considero inesquecíveis desse ano. Não serão necessariamente os melhores, embora todos sejam muito bons. Ao invés disso, a proposta é selecionar animes de gêneros diversos que em seu conjunto representam o que de mais marcante a indústria de animes para TV produziu esse ano. Seguindo essa proposta, não faria muito sentido escolher muitos animes de um mesmo gênero ainda que todos fossem excelentes, pois a saturação do gênero diluiria o relevância de cada um deles, além do alcance em número absoluto de pessoas ser menor quanto menor for o número de gêneros representados na seleção final. E o primeiro escolhido foi No Game No Life, uma aventura de dois adolescentes não conformados a sua realidade que vão parar em um mundo completamente diferente onde suas habilidades, menosprezadas no seu mundo de origem, farão toda a diferença.

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