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Qualquer pessoa lendo meus artigos não pode dizer que alguma coisa nesse episódio a surpreendeu, certo? O ritmo do enredo foi mais lento do que eu gostaria, a nova batalha em Anatae apenas começou e nada muito divertido aconteceu ainda, os demônios ainda não deram as caras, a Rita não apareceu (maior ponto negativo do episódio), mas eu acho que entendo e aceito. A partir de agora tudo vai acontecer ao mesmo tempo – e se os dois últimos episódios não forem alucinantes, aí sim eu vou reclamar!

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Esse episódio confirmou a pior hipótese: o Alessand agiu sem pensar, sem planejar nada, sem combinar com ninguém, no impulso. E esse impulso vai custar muitas vidas! Em termos de utilidade, essas serão as vidas mais inutilmente perdidas no anime até agora. E você ainda odiava o Charioce?

O Rei é um facínora sim, mas nunca esteve exatamente nos planos dele matar alguém. É só que ele mata tudo e todos que estão no caminho entre ele e seu objetivo – e a essa altura não podemos mais ter dúvida, podemos? Ele quer matar de uma vez por todas o Bahamut. Com certeza é uma das piores formas de abordar o assunto, mas existe uma série de diferenças entre seus atos calculados e o assassinato aloprado do Alessand que sem dúvida deixam o Rei em vantagem moral.

Vai lá, pode odiar o Alessand.

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Eu gostei desse episódio. Gostei de verdade. Acho que a essa altura é fácil gostar de quase qualquer coisa em Bahamut. O anime fez um trabalho muito bom de construção de mundo e principalmente no desenvolvimento de um grande número de personagens que de uma forma ou de outra eu gosto ou respeito.

Então eu gostei desse episódio. Finalmente reuniu todo mundo, toda a “facção Anti-Charioce”, ainda que obviamente por pouco tempo. Teve ação, teve reviravolta. Mas quando o calor da emoção abaixou, algumas horas depois de assistir o episódio, percebi que ele tinha me frustrado.

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Me sinto horrível por fazer troça da desgraça da Nina logo no título do artigo, mas, às vezes, sou assim, perco a chance de parecer sério e respeitoso, porém não perco a piada. É só uma piada, tá?

Mais um episódio de dança! A essa altura já é definitivamente uma marca registrada de Rage of Bahamut. Se um dia houver um terceiro anime da franquia (teria o Manaria Friends, que no entanto foi abortado, mas quem sabe não renasce um dia), eu não vou apenas esperar por cenas de dança, eu vou querer vê-las.

Dessa vez, a dança fez parte o conto de fada particular da Nina. Foi o prólogo para o seu ponto mais baixo, a decepção abrupta. Como a Nina irá lidar com isso? Ela conseguirá superar? Bom, por enquanto, ela nem tem tempo pra pensar no assunto. Trato disso no artigo, mas antes quero tirar uma coisa do caminho:

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De tanto em tanto Bahamut tem um episódio como esse, no qual um monte de coisas pequenas acontecem, nenhuma delas afeta a história de forma particularmente significativa, mas é tudo cuidadosamente preparado para as coisas grandes que vão acontecer. E elas são tão óbvias que dói assistir – digo, é óbvio que algo vai acontecer, não necessariamente o quê. Por isso é tão divertido especular sobre Virgin Soul, o anime gosta de dar pistas e dicas para sua audiência!

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O momento que todos esperavam! Bom, seria esse momento se Rage of Bahamut fosse um romance. Ou se o interesse romântico primário não fosse o principal antagonista da série, um vilão genocida e sem escrúpulos. Então eu totalmente entendo se você não esperava por isso.

Mas eu esperava.

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Fuga lá embaixo, fuga lá em cima. O episódio construiu rapidamente as circunstâncias para as fugas de Kaisar e Azazel, presos em Anatae, e Mugaro, preso no Céu, e seguido por Nina, Baco e Hamsa (esses dois tecnicamente estavam presos também). Alternando entre um cenário e outro, teve bastante ação e no final eles estão todos bem – por enquanto.

Aproveitando esse episódio movimentado mas de pouco conteúdo, e depois de comentar sobre os alinhamentos de poder no artigo sobre o episódio anterior, te convido agora a acompanhar uma análise das motivações subjetivas dos personagens principais, como elas se cruzam, se afetam e, no final das contas, dão forma à história.

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