Serei sincero, eu morro de rir com esse anime e até o presente momento, tem sido a melhor comédia do ano. O conjunto de acontecimentos, as expressões e decisões dos personagens são simplesmente hilárias e muitas vezes surpreendentes. Mesmo para mim que leu o mangá e sabe o que vai acontecer, tudo o que ocorre não deixa de perder a graça e fica complicado assistir num momento onde eu devo evitar fazer algum tipo de barulho.

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Esse anime me lembrou musicais da Disney, nos quais há um bom número de músicas letradas, o que não é algo ruim e se adequada a sua proposta de contar a história de garotas que conseguem cantar canções “mágicas” em um mundo de fantasia básicão. Só espero que a música que ambas cantam não seja repetida à exaustão e que o anime mostre algum diferencial além de ter uma boa produção.

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E duas semanas se passaram até a volta do anime, e meses se passaram com a Kagari desaparecida e a história seguindo sem nenhuma mudança significativa, mas temos novos visuais que apareceram para dar uma sensação de nova fase para a trama – é bonito de ver, mas é bobo e irrelevante. Com a óbvia conclusão de que não pode e nem deve contar com o tio Okabe no que tece a criação e o uso da máquina do tempo, a Suzuha pede ajuda ao pai para entrar em contato com a Maho, o que não só servirá para realocá-la na trama, como também pode mudar o destino da amável Kagari, agora uma marionete nas mãos da organização a qual pertence o Professor Leskinen. Que se abra o Steins Gate!

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Ao contrário dos episódios iniciais, Isekai Maou tratou de trazer mais ação e dessa vez algo relevante e sério. Diablo havia enfrentado alguns inimigos mas nada que o colocasse em algum perigo e agora ele possui um verdadeiro desafio.

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Com tantos animes curtos sendo lançados toda temporada, nós do Anime21 resolvemos criar uma coluna só para eles. Se você procura por uma animação mais rápida, seja por falta de tempo ou por opção, ou se simplesmente gosta de animes curtos e assiste ou quer assistir algum, reunimos aqui uma grande diversidade de produções que estão em lançamento. Romance, comédia, terror e ação são alguns dos gêneros escritos por quatro redatores semanalmente, e com certeza deve ter pelo menos um que combine com você.

Leia a seguir a Primeira Edição de A Semana é Curta!

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Ei você. Sim, você mesmo. Estava com alguma expectativa de que essa nova temporada de Overlord seria melhor que a anterior? Pois então vai ter que esperar porque até agora a situação está complicada. Eu mesmo era um desses que estava com boas expectativas sobre a terceira temporada e ainda estou no aguardo para ela começar.

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Ainda que não tenham sido apresentadas algumas informações para melhor contextualização, como a invocação da Jashin-chan pela Yurine e uma explicação de como demônios vivem entre humanos, a série evolui sem danos ao entendimento do que apresenta.  E, no segundo episódio, a estranha relação de amizade entre a Jashin e Medusa e o auxílio que Yurine dá a Pekora, a anjo faminta, revelam que Jashin-chan Dropkick tem potencial no que concerne ao desenvolvimento das personagens, indicando a possibilidade de que elas não sejam unidimensionais.

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Voltei!

Fiquei feliz assim que soube que Satoshi Mizukami (Hoshi no Samidare, Spirit Circle) seria autor de um anime! Admito que nem cheguei a ler nada sobre o anime, apenas corri e comuniquei que Planet With era minha prioridade. E bem, ainda é cedo para dar certeza, mas até agora eu não me arrependi de ter escolhido apenas ele, e claro, como tem o nome de um dos meus autores favoritos, eu espero que saia algo no mínimo “ok”.

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A opening de Asobi Asobase anuncia um slice of life do tipo cute anime girls, mas a ending manda um metal nervoso dos bons. Porém, como no meio dessa mixórdia, do aparente contrassenso, há os contents – conteúdos (os episódios são divididos em mini capítulos) –, entende-se logo que essa “esquizofrenia” faz parte do repertório de uma série em que três garotas do ensino médio preenchem o seu cotidiano com passatempos e assuntos típicos da idade, só que a criatividade e a agressividade delas estão um pouco além do necessário ou razoável. E, em seu segundo episódio, Asobi Asobase demonstra que realmente “de perto, ninguém é normal” e que o exagero indubitavelmente pode caracterizar o cotidiano e os assuntos típicos da idade delas. E é dessa combinação que o anime extrai o seu humor. Com louvor… e altas risadas.

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Desde criança eu tenho uma paixão e sintonia com o mundo dos jogos. Meu pai sempre me incentivava a jogar videogame, mesmo dando consoles “desatualizados” para a época. Por exemplo, o meu primeiro console foi um SNES. Não julgo meu pai por isso, ele fez bem. Se esse console não fosse meu primeiro contato com esse mundo, eu nunca teria conhecido maravilhas como Super Mario World, o jogo do Rei Leão, Mega Man X2, Zelda: A Link To The Past e o mais importante, pelo menos para esse artigo…

Street Fighter 2!

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