“Todas nós temos pelo menos 20 anos”. Nos primeiros segundos da série, a informação já alerta para a proibição do consumo (e venda) de bebidas alcoólicas por menores de idade. Takunomi, em seus 12 capítulos, de aproximadamente 12 minutos, traz como protagonista a jovem Michiru Amatsuki, que se muda para Tóquio para trabalhar como vendedora em uma empresa de capital de risco. Na capital, Michiru mora em uma pensão exclusivamente feminina, chamada de Stella House Haruno – com mais três mulheres independentes. E o álcool, no mundo dessas mulheres, surge como fuga e ritual. Fuga do estresse diário e do gosto das desilusões. Ritual de socialização e de consolidação de amizade (Bom, o anime não trata de alcoolismo, o foco é outro, e isso precisa ser entendido para que a ideia seja comprada e o embarque na embriaguez delas seja minimamente aprazível).

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No episódio 2 de Amanchu! Advance, Pikari continua contabizando os eventos especiais de verão, chegando ao 14º, o que, para ela, significa gerar o ambiente propício para produzir memórias. Teko percebe (na verdade, [re]confirma) o quanto sua amiga é apaixonante e por isso conquistará a atenção das pessoas. Porém, em meio às inesquecíveis aventuras que Hikari e Futaba vivem, surge uma nova personagem, a intensa menina Kokoro, que também tem uma grande afeição pela vida marítima, e que desperta o apreço de Pikari.

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O segundo episódio de Comic Girls amplia os ambientes de interação das mangakás (para além do dormitório). Na primeira metade, elas vão juntas a uma loja de materiais de arte, e, na parte dois, ocorre o retorno à escola para as veteranas Ruki e Tsubasa e início das aulas para as novatas Karuoko/Kaos e Koyume. Essas situações rendem três elementos já presentes no episódio 1, e que darão a tônica da série: humor – mais vinculado ao tipo de animes que cada uma das garotas produz –, a luta de Karuoko para superar seus entraves emocionais e o apoio incondicional que elas fornecem umas as outras.

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Fumikiri Jikan é um slice of life curto, de três minutos e trinta segundos, movido por conversas sobre amor, arte, desejo e expectativas, que ocorrem em uma estação de trem, enquanto a cancela não permite a passagem dos transeuntes. No primeiro episódio, as amigas Ai-senpai e Tomo, estudantes do ensino médio, estão em cena. Em foco, amor e juventude.

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Hinamatsuri, o elogiado mangá de Masao Ohtake, ganha sua adaptação em anime pelos estúdios Magic Capsule e Nippon Columbia, com Kei Oikawa na direção (e que, nesta primavera de 2018, comanda também Uma Musume: Pretty Derby) e roteiro de Keiichirou Ohchi (responsável por alguns dos scripts de Aikatsu! [2012/2016]). O primeiro episódio começa movimentado com uma cena de luta em que a melhor praticante de Naika-ken nocauteia um grupo disposto a impedi-la de resgatar alguém chamada Hina. Depois, há um salto temporal, um recuo de três anos, e é apresentado o mafioso da Yakuza Nitta Yoshifumi, um homem refinado, colecionador de obras de arte, que comemora os lucros da organização. De repente, um portal dimensional é aberto na sala de seu apartamento e de uma cápsula surge Hina, uma menina telecinética. Assim, ocorre o encontro entre o mafioso e a menina misteriosa com poderes incríveis.

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A primavera de 2018 traz a adaptação do mangá Tachibanakan To Lie Angle, de Merryhachi, que vem sendo publicado, desde 2014, na revista de antologias Comic Yuri Hime, da Ichijinsha. O termômetro de expectativa da transposição da história para o anime pode-se dizer que não era o dos melhores. O estúdio Creators in Pack (que em Tachibanakan To Lie Angle, divide a produção com Studio Lings) é o responsaável pela mal-sucedida adaptação de Netsuzou TRap (2017) e a direção do anime está a cargo do mesmo comandante de Netsuzou Trap, Hisayoshi Hirasawa, que tem no currículo, entre outros, Bernard-jou Iwaku (2016). Ambos os animes são de curta duração, variando entre 3 a 9 minutos. Hirasawa é um “especialista” no formato.

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Em Amanchu! Advance, ainda são as férias de verão da primeira temporada, exibida em 2016. O anime iyashikei (que significa algo curativo, cicatrizante) volta com Futaba Ooki, a Teko, e Hikari Kohinata, a Pikari, sólidas em sua amizade. Mas, como nem tudo são flores, depois de superar sua solidão, falta de confiança e ansiedade social (não 100%), Teko percebe-se dependente de Pikari, que é quem promove a diversão e cria as memórias do que elas vivem em Shizuoka, tornando o temor da separação ainda mais angustiante. Além disso, Teko sente que não devolve o suficiente a tudo que já recebeu e recebe de Pikari.

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Comic Girls é a adaptação do mangá 4-koma de Kaori Hanzawa, publicada pela editora Houbunsha Comic Girls, desde 2014.  E logo em sua primeira cena, o anime apresenta o maior terror para toda e todo jovem aspirante no mundo da arte: receber críticas negativas sobre a sua obra. Kaoruko Moeta, conhecida como Kaos, abala-se com comentários do tipo “A história é ruim” e “Nunca vi garotas do ensino médio tão irreais” que recebe de leitores em uma enquete, não consegue se conter e irrompe em lágrimas ao celular para espanto de sua editora, a portadora das más notícias. Diante da situação, e por acreditar no talento de Kaoruko, a editora propõe a ela participar da residência para garotas mangakás promovida pela revista Bunhousha. A introdução da série nos coloca perante à dificuldade que o ser humano tem para lidar com avaliações que não suprem sua expectativa a respeito de algo que cria. O sofrimento (com alta dose de humor) de Kaos resulta plausível, gerando a ambiência e movimentando um primeiro episódio promissor.

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Hakumei to Mikochi é uma série adaptada do mangá (iniciado em 2011) de Takuto Kashiki, produzida pelo estúdio Lerche. É um slice of life de fantasia que exibe um bom timing cômico, apresentando o cotidiano de duas garotas que medem 9 centímetros de altura e vivem em uma casa construída dentro de uma árvore. Entre elas, há uma revigorante amizade, aventuras, as delícias e curiosidade da culinária, o prazer de um trabalho realizado e conhecimentos partilhados. Sem grandes conflitos e com uma divisão de capítulos que lembra os livros infantis (é uma série de antologia, com cada episódio trazendo duas histórias sobre essas jovens minúsculas), Hakumei to Mikochi pertence à “categoria” de animes mais fofos da temporada de inverno de 2018.

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A série Ramen Daisuki Koizumi-san (Ms. Koizumi Loves Ramen Noodles) é um slice of life, com toques de comédia – e shoujo ai –, que fez parte da recém-encerrada temporada de inverno de 2018. Centrando-se na paixão da estudante Koizumi por ramen, o anime a acompanha em suas idas a restaurantes, bares, conveniências etc. em Tóquio (cidade onde reside), Osaka, Nagoya, enfim, todos os lugares que podem proporcionar o seu encontro com o prato tão adorado.

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