Desde a criação, em 2002, da categoria de Melhor Filme de Animação no Oscar, seis produções japonesas obtiveram vaga entre os finalistas, uma delas foi As Memórias de Marnie (Omoide no Marnie, 2014), de Hiromasa Yonebayashi, no ano de 2016, que na disputa pela estatueta acabou superada por Divertida Mente, da parceria Pixar-Disney. Um “rival” de peso para o longa-metragem produzido pelo Studio Ghibli. Não obstante o destaque, o que As Memórias de Marnie tem para oferecer está para além do reconhecimento em forma de prêmios.

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O ano se encerra em Amanchu!, e, com ele, o desejo de cumplicidade e diversão entre Teko e Pikari é renovado. O episódio 10 concentra-se na virada do dia 31 de dezembro para o dia 1 de novas expectativas e esperanças. Um episódio que reúne praticamente todo o elenco, sendo um dos mais emocionantes, engraçados e relaxantes. Ainda nos é apresentado o passado de Kino Kohinata, avó de Pikari e proprietária da escola de mergulho e restaurante Amanchu-ya (diga-se de passagem, belíssima em sua juventude).

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O episódio 10 revela a vida dupla levada por Tsu-chan: em Tóquio, uma mangaká, autora de obras shounens, que prefere vestimentas que a deixam mais confortável – que são roupas masculinas – e exibe uma segurança a ponto de aconselhar e proteger suas amigas (como um típico herói shounen). No entanto, em casa, com a família, Tsubasa é retraída, usa roupas de “princesa” e é obediente, e precisa esconder seu talento como desenhista de mangá dos pais, que são rigorosos e estipularam como condição de sua mudança para a capital japonesa, que ela abandonasse suas aspirações em relação ao mangá. Afinal, a garota tem um nome de família a zelar.

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Ai Ninomiya, enfim, conhece o amor. Ou melhor, na intensidade dos arroubos juvenis, apaixona-se em uma noite por uma personagem que encontra (vive) em um sonho, declara-se, ajuda-o a se libertar e é obrigada a superar o sentimento, por se tratar de um amor impossível (o sonho tem ressonância na vida real, e a realidade assume facetas que trazem frustrações e obstáculos).

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No episódio 9 os caminhos de Koyume e Tsubasa se convergem, revelando preocupações com bloqueio criativo, o corpo e características “mais femininas”, além disso, evidenciando (mais ainda) a paixão que a mangaká shoujo sente pela autora de mangá shounen. Descobrimos que Tsubasa tem seu lado frágil e que também entra em pânico, apesar de toda a calma e sabedoria que demonstra na segunda parte dessa seção para auxiliar Koyume em seu drama. Um episódio repleto de acontecimentos, com sofrimentos cotidianos (da vida de uma jovem mulher e de uma jovem profissional) e muita união para superá-los. Doses exatas de comoção, humor e até ‘horror’ (Fuura-senpai presente!).

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O episódio 8 dá continuidade ao arco Peter e é, até o momento, um dos mais melancólicos de Amanchu!. E o espectro de um elemento que viria a compor a fantasia, que surgiu no episódio anterior, não se confirma, que é o do sinistro, com a possibilidade de Peter ser uma espécie de fantasma maligno  – um “fantasma nojento” como acusa Katori-sensei – que rouba (ou aprisiona) vidas que desejam eternizar um evento feliz, viver eternamente dentro de um “agora”. Mas a Terra do Nunca, onde Peter é o senhor do tempo, localiza-se no mundo dos sonhos e está prestes a encontrar o seu fim. Ane- chan e a jovem Mato Katori encontram-se nesse mundo, gerando questões que provocam dúvidas sobre a mistura entre o real e a fantasia no anime, e a respeito do quanto o realismo mágico acrescenta a Amanchu! nesta segunda temporada.

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Mais uma recusa de um projeto de história levado por Kaoruko a sua editora Amisawa desencadeia um mergulho profundo da garota em seu sofrimento por não conseguir desenvolver a contento as suas habilidades, na verdade, a duvidar de modo contundente de que seja capaz de progredir (ou mesmo que tais aptidões existam), e nos apresenta, de modo mais amplo, a relação entre Mayu, Ririka e Miharu, que juntas formavam o Clube de Mangá no ensino médio, em meados dos anos 2000.

O episódio acompanha a tristeza de Kaos e a agitação de Mayu, por acreditar-se dura demais com a jovem autora de 4-koma, assim temendo desmotivá-la a ponto de levá-la a desistir de desenhar mangá. A intensidade desses conflitos internos, a admiração mútua que forjam os laços de amizade, tanto entre as garotas do dormitório quanto no grupo de ex-mangakás, e a destreza de um roteiro que equilibra com sabedoria drama emocional e humor fazem desse episódio um dos melhores da série.

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A fantasia chegou a Amanchu! pelos sonhos de Teko nos episódios 4 e 6 desta temporada. Teko, a sonhadora profissional, compartilhou um espaço imaginário com uma menina em um café (ambas despertam na cafeteria após voarem em vassouras até o Vale das Cerejeiras) e com Pikari em uma casa de banho, um conto de príncipe e princesa. Um sonho sonhado juntos. No episódio 7, surge o fantástico confrontando a realidade, criando um clima de impossibilidade, marcando um novo arco, o de Peter, um garoto que anda pelos corredores da Escola Yumegaoka procurando quem deseje eternizar um evento, viver para sempre em um momento de felicidade.

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O episódio número 7 de Comic Girls traz Kaos envolta por duas palavras de igual relevância para ela: crescimento e maturidade. Esses termos podem marcar ritos de passagem, ocasionar traumas e gerar felicidade. Para Kaos, pode significar o encurtamento da distância que a separa de sua tão sonhada serialização. A garota precisa lidar com sua ansiedade e inadequação, ainda mais por ser a única que não conseguiu emplacar uma história. E, neste episódio, Kaos se aventura pelas ruas de Tóquio, movimentando-se entre o aprendizado com suas companheiras de dormitório e as tentativas de independência e superação.

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Dia de Halloween em Amanchu! Advance. Mais uma vez, o realismo mágico se faz presente, são os sonhos lúcidos de Teko. Além disso, o esperado encontro entre Teko e Kokoro ocorre neste sexto episódio, ocasionando uma disputa aberta pelo coração de Pikari. Constrangimento, ciúme e tensão atravessam o primeiro contato entre elas. Em um evento, uma corrida de caça ao tesouro, o beijo do “príncipe” Pikari se torna um dos prêmios. Motivo para Teko lutar até o fim para impedir que qualquer outra pessoa obtenha a recompensa e macule a querida amiga. Um episódio movimentado, com um sonho quase romântico (quase?) e emoções à flor da pele.

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