A escola onde a protagonista estuda passou a ser um cenário importante à partir do terceiro episódio, e isso não poderia ser diferente, afinal a Misha é uma criança, e crianças têm que frequentar o ambiente escolar por inúmeros motivos, que vão desde adquirir conhecimento até aprender a conviver e se relacionar com as pessoas.

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As crianças da geração atual são bastante expostas às tecnologias e se adaptam facilmente a elas. Com Misha não é diferente, pois um de seus principais meios de entretenimento se trata de um jogo online. O ambiente digital pode ser nocivo para uma criança se não houver controle dos pais (ou de um responsável), pois existem inúmeras armadilhas que podem causar danos graves à vitima. 

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A temporada de verão trouxe o horror dramático Happy Sugar Life, no qual Satou, uma adolescente yandere, apaixona-se por Shio, uma criança entre 6 e 9 anos. Mal o espanto deixado pela série se findou, eis que estreia Uchi no Maid ga Uzasugiru!, em que uma ex-oficial das Forças de Autodefesa do Japão emprega-se como governanta para ficar próxima da menina Misha, por quem nutre uma estranha paixão. O diferencial é que o anime dirigido por Masahiko Oota (Gabriel DropOut [2017] e Love Lab [2013]) e roteirizado por Takashi Aoshima (Yuru Yuri [2011]) é uma comédia. Uma série de humor protagonizado por uma lolicon. E o primeiro episódio é engraçado e ao mesmo tempo incomodante. Mas tem alguns temas sérios tratados com leveza. O slice of life traz as táticas de Tsubame Kamoi para se aproximar e ganhar o coração da garotinha de descendência russa. A criança é irascível e malcriada, mas tem suas razões para isso, já que lida com a dor da perda da mãe.

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