Exibido durante a temporada de julho em 2016 e dirigido por Suganuma Eiji (Mashiro-iro Symphony, Karneval), B-Project é um anime com idols masculinos cuja proposta é mostrar a jornada de Tsubasa Sumisora e o crescimento do grande grupo composto por 10 homens e divididos em 3 unidades, que estão alavancando sua carreira com o apoio da jovem.

O que esperar dessa história sem um plot muito rebuscado, além dos belos bishounens e da mocinha simpática? Me acompanhem pra descobrir.

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É natural que algumas crianças sejam muito apegadas aos pais ou a um irmão (a), ou até mesmo outros parentes como tios (as), primos (as) e avós. Na minha infância, por exemplo, tive uma fase onde eu era muito apegado a uma de minhas tias. Enfim, desde o começo dessa série, é perceptível o enorme apego da Hinata para com sua irmã mais velha. Isso é natural, mas o excesso de grude gera um certo incômodo para Miyako, que acaba perdendo um pouco de privacidade devido à sua irmã mais nova querer sempre estar próximo a ela.

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Bom dia!

Nesse episódio o anime se desviou da trilha de sofrimento em que se havia metido desde os primeiros episódios com uma história quase paralela, que termina em uma nota de esperança e sem participação relevante dos protagonistas.

Dororo e Hyakkimaru seguem pela estrada, quando escutam barulhos suspeitos e dão de cara com uma mulher-aranha. Hyakkimaru imediatamente tenta matá-la mas ela usa suas teias e consegue escapar, ainda que bastante enfraquecida. Sua vítima, um humano, é solto da teia, mas parecia estar tendo prazer quase sexual de estar lá.

No dia seguinte chegam ao vilarejo mais próximo, onde descobrem que pessoas têm desaparecido todas as noites. Só pode ser a mulher-aranha que viram, conclui Dororo.

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Novamente, tivemos um episódio sem ação. Obviamente, a presença ou falta dela não define a qualidade da história, e nesse caso do episódio, mas considerando a proposta de Tate no Yuusha, acredito que poderíamos esperar um pouco mais. Claro que isso seria uma reclamação um tanto quanto injusta considerando que tivemos sim ação (não a desejada, é claro) e algo até mais importante que isso: desenvolvimento de personagens. Tivemos um vislumbre melhor da Raphtalia, da Filo e uma aproximação das duas que até então não estavam se bicando (desculpa). Por isso, no final das contas, tivemos um episódio mais “útil” que os dois anteriores e que nos trouxe um conteúdo até mais interessante (não que os outros não tenham tido isso).

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Bom dia!

A Kirie quando era criança queria saber de tudo! Ela era uma fofa. Eu também quero saber um monte de coisa. O anime está jogando linhas de enredo para todos os lados e não sei como vão amarrar no final.

Além de curiosa e fofa, a Kirie também era muito chata quando era criança. Ela não tinha nenhuma malícia, pelo contrário, quando achava que precisava até ajudava, mas que garota que não parava quieta, não é?

Não fechava a matraca nem parava de bagunçar. Eu fico cansado só de pensar em ter que lidar com uma Kirie.

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O nome desse transtorno mental, a famosa “síndrome do homem que nunca cresce”, foi descrita pelo Dr. Dan Kiley e aceita em psicologia desde 1983 com a publicação do livro de mesmo nome, The Peter Pan Syndrome: Men Who Have Never Grown Up (A Síndrome de Peter Pan: O Homem que Nunca Cresce).

Essa síndrome descreve indivíduos com comportamentos imaturos em aspectos comportamentais, psicológicos, sexuais ou sociais.

Claro que pode ser que Atsushi não tenha nada disso, mas me chamou a atenção o fato dele ter crescido, ter perdido a capacidade de enxergar youkais e, em um momento fatídico de sua vida, conseguiu rever Nopperabou, o youkai que fazia parte de sua infância e brincava de super herói com ele.

O momento fatídico citado foi: estar entre a carreira de glamour e mostrar a todos que ainda tem uma ligação muito forte com sua infância, dispensando até mesmo as garotas de seu fã clube para ficar sozinho e conseguir conversar sobre o seu herói favorito, Go Go Man.

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Um final decepcionante para um anime que eu não achei tão ruim, mas passou longo de ser bom, só podia ter sido horrível, não é mesmo? Foi até pior do que eu esperava! Mas posso fazer um ou outro elogio, só que fica por aí. Saintia Sho foi um erro? Não, o erro foi fazer um anime desse mangá sem o cuidado necessário para ele ficar bom. Eleve seu cosmo ao máximo e me acompanhe nessa jornada!

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Bom dia!

Girlish Number é um anime sobre produção de animes. Mais especificamente, a produção de animes do ponto de vista da dublagem. Mais especificamente ainda, é a história de uma dubladora novata, Chitose Karasuma, que quer ser popular e acredita que já tem tudo o que é necessário: talento, beleza e simpatia.

Diferente de Shirobako, que conta a história da produção de um anime do ponto de vista da direção em um estúdio de animação no qual (quase) todos são esforçados e estão dedicados para o sucesso do projeto, preocupados com cada detalhe que lhes vêm à mente, Girlish Number conta a história de uma produção desastrosa, conduzida por irresponsáveis, e com uma protagonista mimada que vai precisar cair na real se quiser mesmo ser alguém nessa indústria.

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