Cá estamos em mais um episódio leve e expositivo de Gunjou no Magmel, marcando a aparição de uma espécie já conhecida dos aventureiros, mas totalmente nova a nós – sendo bem diferente das criaturas mais animalescas que vimos até aqui -, assim como o retorno de Emilia e companhia ao olho do furacão.

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Ok, esse episódio foi bizarramente divertido e me entreve com piadas que eu não estava esperando que fossem rolar daquele jeito. O tão sonhado encontro entre Robi e Yang finalmente aconteceu – trazendo bastante fanservice -, depois de cinco episódios chegando atrasado, ele conseguiu minha gente e bateu o ponto certinho.

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Shuin finalmente faz uma aparição decente e com ela temos um pano de fundo que trabalha melhor quem é esse personagem, como era sua convivência com Inyou e o que ele fez pelo garoto para desenvolver seus instintos e personalidade – ainda que nesse primeiro momento as lições aprendidas não fossem resultado de uma ação direta sua.

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Depois de rodarem por vários planetas do nosso sistema solar modificando tudo e se meterem em confusões em Odwarla, já era hora da nossa dupla dinâmica tirar um descanso básico. Para isso, nada melhor que um lugar onde se tem termas em toda a parte, aproveitando essa oportunidade clichê para deixar que nossos protagonistas brilhem do jeito que sabem.

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Depois de episódios onde a construção de personagens e a riqueza de Magmel ganharam destaque, tivemos o que considero o episódio mais fraco, embora não necessariamente ruim dentro do que se propôs a fazer.

Não houveram explicações ou acréscimos a história central, apenas a introdução de um novo indivíduo e a exibição de uma face até então desconhecida dos nossos protagonistas Inyou e Zero. Acho que para quem os acompanhou até aqui, esse outro lado da moeda foi até chocante, mas será que agradou?

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Esse episódio trouxe de volta um pouco da pegada mais densa e pesada que esse anime tenta passar, acho também que foi interessante a história trabalhada, já que através dela pudemos ver um pouco do outro lado da vida em Magmel, onde nem tudo pende para o terrível ou maravilhoso.

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É engraçado como esse anime tenta se reinventar e crescer, trazendo coisas que acrescentam à sua história para além da mera comédia espacial e sinceramente, acho que eles conseguem fazer um trabalho bem bacana.

O episódio três nos revela curiosidades, traz algumas pistas sobre detalhes desse universo onde Robi e Hachi estão e ainda indica algumas outras que podem potencializar de forma positiva o que virá pela frente.

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Se existe algo ao qual todos estamos acostumados nessa vida de otaku, é ver animes, e esses são feitos de uma gama de personagens com toda sorte de fisiologia, mas no ramo da comédia as séries que envolvem animais estão certamente entre as mais proficientes. O que não quer dizer que outros gêneros não possam eventualmente sair do zoológico também.

Quem não se diverte vendo os bichos pirando legal? Ou então assistindo um gato, um cão que lembre os seus, fazendo bagunça, pedindo carinho ou dando amor?

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É estranho quando você assiste algo que no final apenas começou e acabou, sem que você conseguisse extrair algum momento brilhante, ou sequer conseguisse entender para onde a história pretendia caminhar esse tempo todo – se é que essa intenção estava lá. Enfim, Bermuda Triangle me trouxe essa sensação de vazio durante todos os seus 12 episódios, querem saber mais, sigam-me os bons!

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