Eu sei que não tem absolutamente nada a ver com o artigo, mas vamos comemorar essa data festiva que é a Proclamação da República minha gente, viva o Brasil!

Terminada a minha introdução patriótica, digo que esse episódio foi praticamente um filler daqueles que não te dizem quase nada a não ser nos créditos nem service tem, apenas pincelando uma melhora nas relações entre os protagonistas e meio que mostrando no que mais poderia trabalhar se a história não tivesse o foco investigativo – e tão pouco tempo para tanta coisa.

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Desde que se inseriu na história, a professora de koto demonstrou seu rancor sem muitos esclarecimentos, apenas sinalizando que se sentia diminuída. Agora, vemos que mais um coração foi ferido por uma das dicotomias mais antigas e tradicionais que rege o mundo dos animes. O sentimento de inferioridade dela tem algum fundamento, mas até onde será que se estende?

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Os mistérios que começaram na droga Plus estão começando a se resolver, e agora parece que realmente esse povo vai ter alguma função de verdade. Algumas mudanças na estrutura da investigação também movimentam o curso das coisas, e nossa protagonista finalmente encontra uma chance para brilhar, será que agora vai mesmo?

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Que a Akira tinha vindo para criar problemas eu já tinha percebido, mas o que ainda não dá para calcular, é o tamanho do estrago que ela pretende causar no clube por conta dos seus sentimentos negativos em relação a Hozuki. Felizmente o episódio também mostra que nem só para o mal a chegada da garota serve, e o que ela queria ferrar pode acabar “ferrando” ela.

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Bom, acho que esse episódio é bem divisivo, mas de algum modo ele consegue encaminhar um pouco mais o mistério que se iniciou com a investigação da droga nova, consequentemente também criando novas perguntas a cerca do que, e de quem ela envolve – incluindo o time de futebol que trabalha com a protagonista.

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O passado não some da vida de ninguém e infelizmente em algumas situações a sua lembrança é bem dolorosa, mas é possível aceitá-lo e com isso criar um novo futuro. A Hozuki agora mostra que entende muito bem essa realidade e começa uma nova trilha, rumo ao avanço que já tinha iniciado quando decidiu abrir seu coração para o clube e o koto.

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Eu acabei me atrasando com o episódio dois, porém acredito que no final isso foi positivo porque ele se amarra bem ao que vem depois, trazendo um ponto chave que acredito ser a base do plot que finalmente começa a se mostrar interessante – e que até então estava vagando em algum lugar do universo animado.

Posso acabar mordendo a língua, mas penso que agora Stand My Heroes está organizando as peças e se engrenando para ser o que estava propondo desde o príncipio.

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Graças as mudanças comportamentais das garotas, o clima segue “pesado” no clube de koto, ficando Chika e Takezou completamente alheios e perdidos ao que está acontecendo – só sabendo que por alguma razão estão sendo vítimas de suas colegas. Tanto Hozuki quanto Kurusu estão na fase do amor inocente – um mais intenso que o outro – e se quiserem manter a ordem do clube, vão precisar conciliar esse fator com a necessidade do grupo, para assim alcançarem a vitória que buscam.

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Kurusu e Hozuki, já vem há algum tempo dando sinais de que veem algo de especial em Takezou e Chika – respectivamente -, mas enquanto para a mais experiente a mudança de sentimentos é clara, para a novata no assunto, tudo é desconexo e estranho. A questão é: como elas vão lidar com isso agora, e quais serão as reações dos rapazes as suas ações?

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Hoshiai no Sora é uma história original de Kazuki Akane, retratando a vida dois garotos do colegial numa escola cujo clube de soft tênis está a um passo de ser fechado. Maki e Shinjou vivem em situações completamente distintas e tem suas próprias barreiras para vencer, sendo essa jornada de superação pessoal, o elemento que pretende nos conquistar ao longo dessa temporada. Querem saber o que eu achei? Venham comigo.

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