Esse episódio foi tão bom que já começou dando aula, primeiro com um tutorial de como zoar a apresentação de um personagem, segundo com um tutorial de como justificar fanservice (que qualquer idiota sabe que é isso) com “lógica”. Esse anime só melhora, para baixo.

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Nos últimos dois episódios vimos que Rudeus conseguiu salvar a Lilia e a Aisha daquele príncipe maldito. Além disso, ela (Aisha) finalmente começou a se dar bem com seu querido irmão mais velho (e tarado).

E sendo sincero o episódio 20 foi bem mais tranquilo. Tivemos o retorno da Lilia e a entrada de um personagem no mínimo curioso: Zanoba, o terceiro príncipe. Sua aparição foi peça chave no plano de ajudar Rudeus e alguns guardas do palácio.

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Entre várias idas e vindas lutando contra seu passado, suas dúvidas e a própria imaturidade, a Kukuru finalmente entra nos eixos e mostra que nada como um dia após o outro para que cada pessoa possa pensar com calma e crescer no seu devido tempo e com um pouquinho de esforço, item que a nossa protagonista tem de sobra.

O que a espera agora que redefiniu suas ideias e entrou de verdade em conformidade consigo mesma?

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Jojo’s Bizarre Adventure: Stone Ocean finalmente ganhou vida, e dessa vez de forma diferente, tendo seus 12 primeiros episódios lançados antes da exibição na TV. A Netflix ficou a cargo da empreitada e dá para dizer que não foi uma má ideia essa overdose de Jojo, e já sem censura.

Como e quando serão lançados os próximos episódios ainda é um mistério, a única certeza que tenho é de que essa temporada teve um primeiro cour muito bom e promete muito mais. Temos uma heroína e um vilão a altura do legado da historia mais bizarra de todos os tempos.

 

“Após se envolver em um acidente de carro, Jolyne Kujo (filha de Jotaro Kujo, protagonista da parte 3) é jogada em uma prisão nos Estados Unidos, a Green Dolphin Street, na qual estranhos eventos reavivem uma ameaça do passado que persegue a linhagem Joestar por gerações.”

 

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O passeio pelo bar de jazz e o incentivo para compor fez o Takt se questionar, “para quem eu vou compor?”, e na falta de sua amiga de infância/crush, estava na cara que o anime investiria nisso, nessa, vamos dizer assim, crise de identidade, em meio a D2s e a revelação do vilão.

Não que nós já não soubéssemos quem era, mas é que, por mais óbvio que essas coisas sejam, não tem como desconsiderar o momento em que são confirmadas, né? E foi bom ou ruim a revelação? Para mim não quis dizer nada. Felizmente, há mais o que falar sobre esse episódio.

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Os dois últimos episódios de Komi-san focaram nela, a nossa querida deusa. Pegando o final do verão e a volta às aulas, Tadano, Komi e cia se divertiram muito, tendo novas experiências.

O verão de Komi pode ser facilmente classificado como ótimo. Saiu com seus amigos, se divertiu, teve novas experiências e por fim, ficou com o amargo gosto de quero mais.

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Podemos ignorar os seis minutos iniciais e a esquete da deusa? Podemos, mas só para não passar batido, por que essa insistência com a mãe quando já tem três garotas doidinhas pelo protagonista? É algo que dá uma avacalhada quando o anime até tenta falar sério.

E em momentos distintos a tentativa foi essa, com a Maha abrindo o jogo com o Lugh e com a reflexão dele acerca de seu primeiro serviço. Esse anime certamente não é um primor, mas é inegável que dá o devido peso as suas escolhas. A mãe é a exceção, (in)felizmente.

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Uma noite normal e calma como qualquer outra, até que criaturas em procissão começam a rodear carros em movimento enquanto seus motoristas amedrontados nada podem fazer. Acidentes, acidentes e mais acidentes acontecem nessas circunstâncias misteriosas.

E de fato, o episódio já começa bastante misterioso, com uma premissa quase sem sentido, mas que na verdade escondia uma explicação bastante simples. E se me permitem a sinceridade, até engraçada.

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