É porque você não consegue, não porque você não quer

Bom dia!

Quem é a garota da memória da Ruka? Aliás, no começo achei que ela estivesse vendo aquela garota no presente, e a verdade é que ainda não tenho certeza se aquilo era memória ou o que estava acontecendo naquele instante, mas tratarei disso depois.

Vista de longe, por trás e diferente de qualquer outra garota que já apareceu no anime, eu não entendi foi nada.

Entendi menos ainda quando apareceu de novo na hora que a Hiori puxou a mão da Ruka para o peito dela. Aquilo foi a memória da Ruka fluindo para a Hiori ou foi a Ruka vendo que a Hiori também tinha aquela memória? Ok, não faz sentido que as duas ficassem observando de longe (e da mesma posição) uma mesma garota, então acho que a Hiori viu a memória da Ruka e reconheceu a garota.

Mas quem era ela afinal??

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Que segundo belo episódio 86 nos entregou, hein? Dessa vez vimos ainda mais “coragem” da Lena, mas também os Eighty-Six em combate, o que encorpa a compreensão da trama que a estreia nos apresentou. Já é o suficiente para esperar boas coisas do anime? Claro, assim como levantar, tentando não dar spoilers, óbvio, alguns pontos interessantes para a continuação da história. Sem mais demora, eu ainda não vi tudo o que eu vou precisar, e você?

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Não sei se o Shinso vai virar mesmo um herói, só que ele voltou a trama nesses episódios e pretende realizar seu sonho, mas para isso vai ter que mostrar serviço no treinamento de aspirantes a herói da turma A e B, e posso dizer que entre defeitos e dificuldades, é inegável o potencial de sua individualidade, claro, se bem explorada e combinada.

Ele não mostrou muito além dela, mas é muito provável que o Deku o impulsione a isso. É muito conveniente um personagem que já despertou alucinações no protagonista antes reaparecer justamento agora que ele voltou a tê-las, mas, convenhamos, a situação foi toda bem amarrada para nos convencer, além de terem sido dois belos episódios. Sem mais delongas, terá sido essa a volta do que vai ser herói?

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Um ano depois do encerramento da primeira temporada, Iruma retorna com suas aventuras no mundo demoníaco. A primeira temporada foi muito divertida em seus 24 episódios com momentos realmente interessantes e criativos. Agora, com 21 episódios programados, resta saber o que essa sequência nos reserva. Independente de qualquer coisa, uma certeza temos: será divertido de acompanhar.

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Osamake (bem mais fácil de lembrar e escrever) é mais uma estreia desta temporada e está disponível na Crunchyroll. Apesar de ter uma proposta um tanto quanto comum, Osamake promete trazer uma comédia romântica divertida, maluca e com um triângulo amoroso bem interessante. Nisso, a estreia se saiu muito bem pois conseguiu trazer vários detalhes da trama e ainda assim, mostrou apenas a superfície.

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Slime Taoshite é um dos últimos lançamentos dessa nova temporada. Com um elenco respeitável de dubladoras e tendo sido feito por um estúdio pouco conhecido, a obra vem com uma proposta mais tranquila e divertida e provavelmente deve ser uma ótima opção para quem quer ver ocasionalmente sem ter que pensar muito. Enfim, vamos “falar” um pouco mais sobre essa estreia.

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Nessa história acompanhamos Cestvs, um escravo que deve lutar pela sua liberdade. É simples, basta ele vencer cem lutas para se tornar um homem livre. Com o detalhe de que se ele perder uma que seja ele morre. Eu disse que era simples, não que era fácil. É um grande desafio mas ele é um habilidoso pugilista. E sim, estamos falando de um anime de esporte. E de um anime que se passa na antiguidade, se desenrolando na capital do glorioso Império Romano. Então acredite, além do gênero esporte ele também é histórico. E foi justamente essa combinação curiosa que me fez dar uma chance ao anime.

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To Your Eternity (“Fumetsu no Anata e” no original) é um anime do estúdio Brain’s Base (Durarara!!, In/Spectre, Gakuen Babysitters) programado para 20 episódios que adaptarão o mangá da prestigiada Yoshitoki Oima (“A Voz do Silêncio” ou “Koe no Katachi” no original).

Como gostei da sinopse do Crunchyroll vou pegar ela emprestada, espero que você não se importe.

 

“No começo, “aquilo” era uma orbe, lançada na Terra. “Aquilo” conseguia fazer duas coisas: tomar a forma de algo que “o” estimulasse; e voltar da morte. “Aquilo” se transformou de orbe em rocha, de rocha em lobo, e de lobo em garoto – vagando pelo mundo como um recém-nascido que nada sabe. Como garoto, “aquilo” virou Fushi. Ao ter contato com a bondade humana, Fushi não apenas aprende a sobreviver, mas também sobrevive como “pessoa”. Sua jornada é ameaçada pelo inexplicável e destrutivo Nokker, e pelas crueis despedidas das pessoas amadas.”

 

Fumetsu no Anata e é um mangá com um conceito tão bacana e uma execução tão sensível, mas visceral, que apesar de ter lido um pouquinho há alguns anos posso garantir que foi uma das obras que mais me marcaram na vida.

Por sorte o anime veio antes de eu ler mais, então as surpresas que você, caro(a) leitor(a), terá serão quase todas minhas também. Para você ter noção, eu sequer terminei o arco da March, a garotinha encantadora que aparece na prévia do próximo episódio.

Enfim, não existem muitos mangás e/ou animes no mercado que abordam o conceito de existência como Fumetsu, e é ainda mais interessante que essa história seja da autora de A Voz do Silêncio.

Por que escrevo isso? Porque ela já nos presenteou com uma obra marcante por ser capaz tanto de abordar aspectos intimistas, quanto socioculturais relevantes ao ponto de tornar quase impossível não hypar qualquer coisa que essa mulher escreva.

E o hype se justificou? Você já sabe a resposta, mas vamos conversar sobre o assunto.

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Finalmente presenciamos a opening de Megalo Box 2, e devo dizer, foi bem meia-boca. A música é bem legal, mas a maior parte do visual são cenas do primeiro episódio e da temporada passada.

Ao menos o começo tem uma cena do Nômade no pôr do sol, que além de bem bonita me lembrou a cena mais icônica da última opening de Ashita no Joe 2, com o protagonista caminhando ao pôr do sol.

Além de que os quadros minimalistas podem ser vistos como uma referencia aos quadros de vídeo game que também tinham uma composição minimalista na primeira opening de Ashita 2.

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