Este episódio deu continuidade ao plano do Moriaty, saindo exatamente da forma como ele o planejou. Um plano muito complexo embora bastante simples em seus elementos. O problema é que juntar cada um dos pontos e fazer com que eles ocorram da forma esperada é praticamente impossível. Mas deu certo. E muito certo.

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De acordo com que essa história avança muitos elementos diferentes podem surgir. Assim como estão surgindo nesses últimos episódios. Então posso até mudar de ideia sobre alguns pontos. Mas não, o anime não está sendo nada incrível. Bem longe disso na verdade. Mas pelo menos não posso reclamar da diversidade de pontos para comentar.

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Eu já havia destacado que a aristocracia é retratada de uma forma extremamente artificial. Nesse episódio não foi diferente. Na verdade, muito devido ao acumulo e a repetição esse defeito ficou ainda mais claro e irritante. De fato a visão social é péssima, mas nada supera a artificialidade dos diálogos e dos personagens. Principalmente dos nobres, mas mesmo os heróis dessa história padecem desse problema.

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Ainda que Moriarty seja baseado em um personagem icônico o protagonista dessa história é completamente diferente do presente nas histórias de Arthur Conan Doyle. O personagem do anime tem ideais e motivações muito próprias. Além do mais, no episódio anterior ele parecia mais um detetive do que um bandido. E tendo em vista sua inspiração literária eu me questiono sobre seu futuro como personagem.

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Moriarty é a grande pedra no sapato do detetive Sherlock Holmes, o icônico personagem que atravessa gerações sendo a maior figura dos romances detetivescos. Então Moriarty: O Patriota (título oficial do mangá lançado no Brasil pela Panini), anime do estúdio Production I.G da temporada de outono de 2020, conta a história do vilão? De certa forma sim, mas é pobre encarar as coisas desse jeito e vamos ver agora o porquê.

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