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Bom dia!

Como prometido na resenha de Yuuki Yuuna: Washio Sumi, publico essa introdução ao anime. Será o primeiro artigo (oficialmente, pelo menos) dessa categoria no Anime21! O que é um artigo de introdução?

É como uma resenha, mas sem spoilers e mais simples. E focada em dizer porque assistir o anime – ou porque não assistir. O que ela tem de bom ou de ruim, público-alvo, gênero, obras semelhantes, essas coisas. Algumas resenhas do blog já são sem spoilers, portanto já cumprem o requisito fundamental dessa nova categoria, e serão eventualmente editadas e recategorizadas.

Se você já assistiu Yuuki Yuuna: Washio Sumi, recomendo que leia a resenha. Se não assistiu ainda, ou se quer saber como falar desse anime para quem ainda não assistiu, continue lendo!

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Bom dia!

Esse é o primeiro artigo de uma nova prática em implantação no Anime21: resenhas após o final dos animes. Quero dizer, os artigos de episódio são legais e tudo mais, mas depois que o anime já encerrou é pedir um pouco demais para quem vai começar ou mesmo já assistiu tudo que leia mais de dez artigos, eventualmente cheios de especulações que dão em becos sem saída.

A partir de agora, uma semana após a conclusão do anime no blog, sairá uma resenha – com spoilers e tudo mais. Duas semanas depois, sai um artigo de introdução, sem spoilers, para orientar quem ainda não tiver assistido a decidir se vale ou não vale a pena assistir, o que se pode esperar do anime, seus pontos fortes e pontos fracos.

Você assistiu Washio Sumi? Se assistiu, espero que esse artigo lhe seja útil. Se não assistiu e não se importa com spoilers, espero que possa tirar algo de bom daqui também.

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A ambientação inicial e os detalhes tornam tudo muito interessante sem deixar de ser um pouco caricato (do jeito bom). O clima de magia e a música confluem bem e me levam a uma espécie de déjà vu (no maior estilo de FMA Brotherhood e da alquimia/magia no ar de um jeito atraente). Os personagens apresentados inicialmente são bem marcados por características individualizadas e são até bem heterogêneos, mas apenas do jeito que permite uma boa mistura e não do tipo que atritam (não muito, pelo menos). A estratégia inicial é baseada em muita música épica e demonstrações do universo, tudo muito restrito ainda, mas com bons ares de novidades e surpresas. O nome? Mahou Tsukai no Yome (até rimou, rsrs).

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Esse singelo anime nos traz um dos alimentos mais antigos e importantes da história da humanidade: o pão. Segundo relatos bíblicos, Jesus multiplicou pães para alimentar a multidão, e também afirmou que esse alimento era o seu corpo na “Última Ceia”.  Além disso, o pão está presente na famosa oração do “Pai Nosso”.

Ainda segundo a tradição judaico-cristã, o pão ázimo (um tipo de pão assado sem fermento) foi feito pelos Israelitas antes da fuga do Antigo Egito. Até hoje o povo Judeu come o pão ázimo durante a celebração do Pessach (Páscoa Judaica).

É estimado que o pão tenha surgido há 12 mil anos, na Mesopotâmia, juntamente com o cultivo do trigo. No Brasil, o pão começou a ser popular no século XIX, apesar de ser conhecido pelos seus colonizadores.

A ideia de juntar “garotas fofas” com esse tradicionalíssimo alimento pode parecer bizarra para alguns e apenas diferente para outros. O fato é que esse curto anime divertiu os fãs de moe, apresentando personagens agradáveis, embora clichês, e uma história simples.

As explicações sobre o alimento abordado é interessante. Outro ponto que vale ressaltar é a interação das meninas e sua ligação com esse alimento. Qualquer coisa, quer seja um filme, livros, time de futebol, ou até mesmo um anime pode conectar pessoas com gostos em comum. Esse anime mostra como uma coisa tão comum, como um alimento, pode unir pessoas, afinal, na maioria das vezes, comer acompanhado de amigos ou da família é melhor do que comer sozinho.

Pan de Peace é recomendável para quem quer um anime muito curto e simples, ou para aqueles que querem ver meninas fofas interagindo umas com as outras. Tecnicamente não tem nada de especial, mas pelo menos o design das garotas é bonitinho, como em todo anime desse estilo.

Obrigado a todos que leram este artigo que traz um pouco de “moe nosso de cada dia”, afinal, um pouco de fofura não faz mal e ajuda a relaxar.

Competitividade, sorte, psique, vitória, frieza, psicologia social, teoria dos jogos e das emoções, diminuição dos outros, trapacear e perceber quando está sendo enganado pelos pessoas… Esses são alguns dos valores ou temas que trazem Kakegurui ao nosso plano e fazem com que um novo paralelo se interponha em nossas mentes: até onde isso faz parte do mundo das corporações, informações, manipulações e negócios (sobretudo nas somas superiores a seis cifras)?

Que esse anime é controverso, isso não resta dúvidas. Mas o que suas temáticas despertam nos espectadores pode realmente nos fazer reavaliar como vemos as sociedades e, principalmente, as pessoas? Entender como elas se relacionam consigo e com os outros em meio a mais bruta selvageria que só a mais pura civilidade dos escritórios, das intenções e das elites pode oferecer; isso é Kakegurui.

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O que mais me despertou curiosidade em Battery foi o fato da nota dele ser extremamente baixa no famigerado MyAnimeList. Numa análise geral, costumava ser fácil entender o que cada grupo de médias representa: 9 eram animes excelentes, 8 muito bons, entre 7,9 e 7,5 costumavam ser bons, entre 7,4 a 7 o alerta começava a soar e com os de média 6 era onde o alarme soava de vez. Não havia muitos exemplos no geral de coisas que ficavam abaixo disso. Se focarmos nas séries de TV, tem pouquíssima coisa, a maioria antiga, se filtrarmos ainda mais para pegar coisas recentes apenas, só temos o exemplo de Aku no Hana.

Em 2016 eu percebi alguns animes que juntos se tornam uma minoria percebível, e curioso como sou, fui atrás do que me parecia mais engolível deles para entender a espécie de fenômeno que aparentava assistir. Posso dizer que vi esse anime de forma “experimental”. E como Battery é do bloco Noitamina, que é conhecido por ter uma considerável qualidade em suas séries, de alguma forma, nem que só a abertura e o encerramento, ou talvez só a animação sejam boas, e o resto uma porra, ele foi o escolhido.

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Você está passando pela rua e, de repente, vê uma revista pornô no chão – páginas ao vento e afins. Você olha para os lados na esperança de não encontrar ninguém. Hesita algum tempo parado e, quando finalmente decide seguir o caminho da felicidade, elas (como o esperado) surgem – as famosas opções: comer ou esfregar na sua cara. Bem, eu sou Luiz Henrique, isso é Noucome e eu ainda quero saber o que você faria!

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