Summer Time Rendering (Summertime Render) seria o tipo de anime ideal para se acompanhar nesse ano de 2022 não fosse seu streaming: o infeliz Disney Plus, o qual, até onde sei, não disponibilizou a obra para o Brasil até hoje. Será que a Panini lança o mangá por aqui?

E por que digo que o anime é bom de se acompanhar? Porque adapta mangá com história fechada, tem mistério, elementos sobrenaturais, casal com química, algum fanservice e vários plot twists. Quem não gosta dessas coisas, não é mesmo?

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Depois de um tempão sem publicar nada sobre mangás, volto pela segunda vez no mês para comentar sobre tudo o que li. Infelizmente, com a correria do dia a dia, não foram muitas coisas que acompanhei, mas o que consegui seguir com pelo menos um capítulo vou comentar!

No artigo passado, não tinha saído o capítulo 67 de “Ao no Hako”, ou seja, o que deveria ter lançado dia 4 ou 5 de setembro, não foi ao ar, desfalcando. Li apenas dois dos quatro capítulos que saíram mas, como é rápido de ler, já já chego lá! Estou atrasada em “Kuroiwa” também, acho que em dois capítulos da mesma forma que o mangá supracitado.

Enfim, é agora que vem o artigo de verdade!

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86 Eighty-Six é um anime que trata de guerra, sobre as vidas modificadas e perdidas pela imbecilidade humana que é uma guerra. Nesse caso, a guerra se dá entre um Império de máquinas autossuficientes e as nações ao seu redor, sendo a principal delas San Magnólia.

Na história acompanhamos Shin e os Eighty-Six, os segregados raciais (em uma clara alusão aos judeus perseguidos pelos arianos alemães no período da Segunda Guerra Mundial) que são obrigados a lutar a fim de manter uma paz ilusória e perigosa, afinal…

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E chegou sexta-feira, dia de mais um quadro de mangás que li durante a semana (quase nenhum desta vez, mas vida que segue) para não perder o costume.

Já fui de ler muito mais, e os primeiros artigos deste quadro já mostravam isso. No entanto, deixar de postar não é opção, a não ser que alguma coisa aconteça. Li um capítulo de três mangás diferentes, mas coisas importantes aconteceram em cada um (até mesmo em “Kuroiwa Medaka”, acredite se quiser), um menos, outro mais, mas é o que tenho para comentar.

Sem mais delongas!

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Os capítulos lidos desta semana têm um “quê” de parecidos quando o sentimento é manter a imagem, e quem acompanha pelo menos algum deles, sabe do que estou falando. Evitar com que as pessoas falem mal é algo muito difícil, e quando escrevo “manter a imagem”, é no sentido de que a situação não fique tão ruim a ponto da pessoa mais próxima não sofra bullying. Acredite se quiser, até mesmo no “mundo perfeito” de “Kuroiwa Medaka”, onde a pessoa mais linda do colégio não é alvo de gente maldosa de verdade, tem um pouco disso.

Então é algo de que ninguém está totalmente protegido e a situação fica difícil demais em um determinado momento. Enfim, vamos ao que interessa.

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Venho mais uma vez com mais atualizações dos mangás que venho lendo durante semana. A impressão que tenho é que a quantidade de capítulos que leio está diminuindo a cada semana, mas isso vem de acordo com a minha vontade de ler/atualização das obras.

Como eu já disse anteriormente, há algumas que estou em dia, mas a maioria tenho que arranjar disposição para conseguir chegar até onde está. Será que algum dia vou conseguir chegar até onde “Oshi no Ko” e “Kono Oto Tomare!” estão atualmente, por exemplo? Ainda estou em uma batalha ferrenha para atualizar “Hananoi-kun” também, já que não gosto tanto assim da obra como já gostei.

Enfim, sem mais delongas, vamos ao que interessa!

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A visão que temos de servidores públicos é sempre a mesma: tiveram que passar por um difícil concurso para depois desfrutar de uma vida profissional com certa estabilidade e sem ter que trabalhar de verdade. Aqui, temos uma obra que mostra a rotina de um escritório nada comum, visto que muita coisa parece ser fora do comum. Quer saber mais sobre?

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