Filmes de franquias costumam ser como lembrancinhas, um bônus, amostra grátis para os fãs, e por serem idealizados assim, costumam ser descartáveis, e não apenas isso, mas se apresentam em um resultado próximo a expressão “nas coxas”, ou seja, de qualquer jeito. É compreensível até certo ponto, mas é quando o nas coxas apresenta real potencial não desenvolvido ou mal desenvolvido, aí mora a frustração.

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No artigo de hoje lhes apresento o ONA Fastening Days, é uma resenha de transição para desanuviar um pouco enquanto penso em quais serão os próximos artigos intercalados com os filmes de One Piece dessa seção.

Entretanto, não é porque é um artigo de transição que ele não seja um artigo e uma análise, vamos a obra.

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Love Live! Nijigasaki High School Idol Club (Love Live! Nijigasaki Gakuen School Idol Doukoukai) é o quinto anime e o primeiro da terceira geração da franquia Love Live!, ou para efeitos de classificação, a franquia 2.5, já que Nijigasaki é considerado um “spin-off” que se passa no mesmo universo das outras gerações, mas tem diferenças bem claras, como a atuação solo das idols de maneira nunca antes vista nos animes da franquia e a ausência de uma escola a ser fechada. O anime teve 13 episódios, foi produzido (como sempre) pelo estúdio Sunrise e exibido na temporada de Outono de 2020.

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O quarto filme de One Piece, ao contrário dos três primeiros, tem uma linguagem típica do formato filme. Percebi isso com clareza ao assistir esse quarto, os três primeiros filmes de One Piece se caracterizam pela ambiguidade de identidade, ora eles são OVAs, ora eles são episódios seriados de animação, ora se propõe como filmes.

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O terceiro filme de Madoka Magica fecha com chave de ouro a história principal do cenário, a espinha dorsal da franquia. O considero como o melhor dos três filmes, o mais incrível e competente em ser ótimo em todos os elementos técnicos e minúcias que compõem a essência da animação. O mistério se revela, e ao mesmo tempo que se desvela o enredo em uma excelente narrativa visual, as perguntas que a obra sucinta, na verdade não são nunca respondidas, pelo menos não diretamente.

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Depois de assistir a Pop Team Epic, comecei a me interessar por esses animes diferentões e com propostas bizarras. Levando em conta que Gal to Kyouryuu é do estúdio Kamikaze Douga e dirigido por Jun Aoki, responsável por Pop Team Epic, imaginei que esse poderia ser um tipo de sucessor espiritual, mas estava errado.

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Assim que foi anunciada, esperava um grande clichezão dessa temporada de Dungeon. Até agora, sempre havia uma garota para Bell salvar e trazer para seu harém sua Família. Esta temporada giraria em torno de uma garota-monstro e sabemos qual é a fama delas em animes.

Felizmente, acabei me surpreendendo com a trama, uma das mais interessantes do anime como um todo, com questionamentos nunca antes vistos sobre a Dungeon. Aliás, é ótimo que ela volte a ser o centro da história.

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Chegamos ao terceiro filme de One Piece, ou ao menos eu cheguei, e sim, que bom que aqui estou, pois esse valeu a pena.

O terceiro filme de One Piece é o mais divertido dos três que resenhei até o momento, ele desenvolve e aborda o que One piece tem de melhor, a sua estranheza.

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Dando continuidade a jornada iniciada no primeiro artigo, agora temos o segundo, baseado no segundo filme de Madoka Magica. Esse segundo filme oferece o fechamento da história, recontando e readaptando exatamente a mesma história apresentada no anime seriado, de 12 episódios. O Terceiro filme deve ser entendido como um spin off, e como possível final alternativo ou definitivo da trama, mas o comentarei posteriormente. Vamos ao segundo filme.

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