Gal Gohan é um mangá que atualmente possui 25 capítulos em português (tendo 38 em inglês) e 5 volumes publicados no Japão. Escrito e ilustrado por Taiyou Marii, a obra retrata algumas situações entre uma Gal e seu professor no dia a dia do clube que participam, o clube de culinária. É um mangá tranquilo de ler por conta da temática escolhida e sinceramente eu realmente espero que venha ter uma adaptação para anime um dia.

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Olá pessoal aqui é o Kakeru17 e hoje vou explanar um pouco sobre um mangá com nome e história bem peculiares, mas que indico para qualquer pessoa por ter achado excelente, conseguindo me cativar e me fazer refletir com a mensagem que ele quis passar. Se trata de Onanie Master Kurosawa, ou “Kurosawa, o Mestre da Masturbação”, para os íntimos.

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Sim, o título é estranho mas é a pura realidade da obra. Isekai Tensei tem uma temática que pode parecer o velho e às vezes não tão bom isekai, com um cara que se torna o herói cheio de poderes e com garotas em torno de si mas ele vai além trazendo dois caras que alternam num corpo em harmonia, é claro. Na verdade esse é um dos baratos da obra, pois você tem três caras dividindo o mesmo corpo e cada um tem suas qualidades que acabam sendo muito úteis em várias situações, sejam elas perigosas ou não.

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Hoje eu gostaria de recomendar essa obra que eu li/terminei tempos atrás e que me chamou bastante atenção. Como o título já diz, o nome da obra é Tsukuyote New Saga. Os gêneros da história são: aventura, fantasia, magia, drama e romance. A obra conta com 56 capítulos lançados sendo que 54 deles já estão disponíveis em português. Para quem quiser também tem a Light Novel (7 volumes) e a Web Novel (6 volumes e descontinuada por conta da Light Novel).

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Olá pessoal, hoje vou fazer um artigo um pouco diferente, no qual além de comentar o mangá Waltz (Valsa), também tecerei alguns comentários sobre o autor dele e o que acho de seu trabalho.

Waltz é um one-shot – de apenas um capítulo – publicado na revista josei mensal Feel Young – mesma de Usagi Drop e Helter Skelter, ambos mangás lançados pela editora New Pop no Brasil – de autoria de Oshimi Shuuzou – mais conhecido por Aku no Hana, Boku wa Mari no Naka, Hyouryuu Net Cafe – com a seguinte sinopse:

Uma jovem garota, Onaga, descobre em uma noite quente de verão que seu vizinho, Kashiwabara, está em sua varanda vestido com roupas de mulher. A partir daí surge uma relação única entre os dois.

Pela sinopse podemos imaginar que se trata de uma obra simples sobre juventude cross-dressing, correto? Correto! Esse autor pode até adicionar elementos sobrenaturais em uma ou outra de suas obras, mas ainda assim mantém certos parâmetros palpáveis como base, trabalhando fatos do cotidiano em meio à alguma característica peculiar de seus personagens.

Na história conhecemos o Kashiwabara que gosta de se vestir de mulher por se identificar com o gênero feminino – na história fica claro que ele é gay, inclusive – e a Onaga que parece estar entediada com sua vidinha pacata e vê no segredo que compartilha com o garoto uma forma de escapismo. Podemos supor que o peculiar na história se encontra no ato de se travestir do garoto, mas acho que o que é especial nela é, na verdade, a relação de amizade entre os dois.

Acredito que quando se é jovem você quer fazer parte de algo, dividir um segredo com alguém, encontrar um alguém ou algo especial que te ajude a entender a si mesmo para que se sinta vivo de verdade; e é exatamente isso que a obra mostra, já que um vê na relação com o outro a oportunidade de ser visto por quem realmente é, de ter uma liberdade que normalmente não poderia ter com outras pessoas, de preencher um vazio que sente dentro de si.

Adoro mangás que trabalham seus temas na tentativa de passar uma mensagem ao leitor, o que não quer dizer que a obra não sirva como um bom entretenimento, pois serve, mas ela te cativa mais pela reflexão que propõe do que por um prazer momentâneo que se pode ter mais facilmente através da risada ou do choque.

Essa é outra característica que sinto fortemente nas obras desse autor, ele sempre quer dizer alguma coisa e não usa de artifícios de superfície – traço fofo, fanservice, comédia escrachada, dramalhão, etc – para isso, mas sim de uma arte bela e substancial que agrega muito ao texto. Texto esse que é simples e pontual – não se perdendo em diálogos expositivos ou de estruturação batida –, mas que consegue expressar uma profundidade que às vezes nem se encontra na obra em si e sim na forma como ela dialoga com a vivência do próprio leitor.

Por fim, sobre a obra acho que não há muito mais o que se comentar, pois ela é curta e tem um final aberto – algo comum em mangás de um capítulo. Só gostaria de acrescentar que a indico para quem ainda não leu nada desse autor, e para quem já leu e gostou asseguro que encontrará as características que citei e até outras que imagino serem comuns em seu trabalho. Quem já leu algo dele e não gostou indico que dê mais uma chance, mas que não tenha esperanças de que vai ler algo muito diferente, pois ao menos parte de seu estilo está ali.

Escrevo isso porque só li mais ou menos metade de suas obras – por incrível que pareça ainda não li as mais “famosinhas” que citei no começo do artigo, acho que com ele estou fazendo o “caminho inverso” –, então não posso afirmar que todas elas sejam assim, mas pelo pouco que sei das outras acredito que seu traço característico e interesse por explorar a vida cotidiana se faça presente nelas também.

Vale ressaltar que em seus primeiros mangás sua arte ainda não era tão polida quanto é hoje, ainda não era tão consistente ou tinha características marcantes, o que demonstra que seu traço evoluiu com o tempo assim como sua habilidade de contar uma história. Gosto muito quando percebo que um autor evolui gradualmente em diversos aspectos, o que vejo bem nesse – mesmo ainda não tendo lido tudo o que ele criou.

Gostaria de divagar ainda mais escrevendo sobre o que já li desse autor – até porque gostei bastante de tudo –, mas acho que seria mais efetivo se você mesmo, caro(a) leitor(a), experimentasse para ver se gosta, afinal, se uma imagem vale mais que mil palavras, então uma experiência vale mais que mil indicações, não acha?

Por fim, vou tecer breves comentários sobre as seis obras que já li de Oshimi Shuuzou. Um dia leio as outras, é só questão de tempo viu!

Avant-garde Yumeko é mais ou menos o que o nome diz e te faz ver algo, que a maioria consideraria um fetiche, com outros olhos. É uma obra bem interessante e que indico para quem não tem problemas com pênis… isso é estranho, eu sei, mas vai por mim, não é nada disso que você está pensando…

Chi no Wadachi ainda está em lançamento e até agora teve um desenvolvimento lento que ainda não mostrou completamente por qual caminho deve enveredar. O mangá pode estar dando pistas a cada capítulo, mas, ainda assim, é cedo para tirar conclusões. Quando houver um norte pelo qual me orientar talvez eu escreva sobre ele.

Happiness é seu outro mangá em lançamento. Se quer vampiros, um traço belo e expressivo e desenvolvimentos nada clichês esse mangá é para você! Aliás, ele está sendo lançado no Brasil pela New Pop – o primeiro do autor a sair no país.

Shino-chan wa Jibun no Namae ga ienai é lindo, e novamente – na verdade todas essas seis obras têm execuções que não se “rendem” a clichês – não segue fórmulas batidas para passar sua mensagem. Deem uma chance à obra, acredito que essa seja a mais fácil de cativar vocês!

Sweet Poolside poderia ter sido um ecchi hardcore, mas nas mãos desse autor se tornou algo completamente diferente disso e, em minha humilde opinião, anos-luz mais interessante! Rendeu até um filme live-action que ainda não vi, mas com certeza devo fazer isso.

Waltz é seu mangá finalizado mais recente e foi sobre ele que comentei mais acima. Só gostaria de acrescentar que adoro as personagens de cabelo curto que ele cria, ainda mais que as de cabelo longo! Onaga com sua pintinha então, é um charme só!

Por hoje é só… e ah, para quem não sabe, seu mangá Aku no Hana recebeu uma adaptação em anime – que só devo ver após ler o original – um tanto pitoresca por usar uma técnica de animação bem diferente do que vemos por aí… Enfim, o foco desse artigo é nos mangás do autor, então que a informação fique mais a título de curiosidade mesmo. Vai que motiva alguém a ver o anime, né, vai saber…

Tensei Slime está sendo lançado no momento com 4 episódios até então. É originalmente uma Web Novel (que está finalizada) que ganhou a chance de ser publicada no formato de uma Light Novel e tem 12 volumes no momento. Dito isto, é importante explicar que o material usado para a adaptação em formato anime vem da Light Novel e no fim, o mangá é apenas outro tipo de adaptação, ou seja, o ritmo dos acontecimentos, a forma como acontece algumas ocorrências e coisas do tipo variam entre as adaptações e por isso nós podemos apenas tentar acertar o que vem por aí. Vale lembrar também que esse artigo irá ter spoilers do começo ao fim então leia por sua conta e risco.

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Olá pessoal, aqui é o Kakeru17 e a bola da vez é um mangá ainda em lançamento do tipo de comédia que o Japão é craque em fazer: Aharen-san wa Hakarenai.

Primeiro, vamos a sinopse traduzida e adaptada do Myanimelist:

Aharen-san wa Hakarenai é uma comédia curta que segue a vida de Ridou e sua colega de classe, Aharen-san, que não consegue determinar bem o quanto de intimidade deve ter ao se relacionar com outras pessoas. Junte-se a pequena, quieta e incompreensível Aharen-san!

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Após duas temporadas de muita construção, nessa terceira Ainz partiu para o ataque. Se mostrou ao mundo por meio do medo através demonstrações de seu poder e, após derramar muito sangue, conseguiu atingir seu objetivo inicial. Ok, ele não conseguiu tudo o que desejava mas não é como se importasse pois mais do que nunca, ele não se importa. Não existe mais a figura benevolente que havia sido mostrada em certos momentos, há apenas um morto vivo fazendo o que for para conseguir o que quer, não importando o estrago que faça.

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Grand Blue é um anime de comédia produzida pelo estúdio Zero-G (Tsugumomo, Dorei-ku, etc) e dirigido por Takamatsu Shinji (Sakamoto desu ga?, Danshi Koukousei no Nichijou, Gintama, etc). Em seus 12 episódios a obra conta sobre Iori Kitahara, um jovem que está entrando na vida universitária e para isso, acaba indo morar na casa de seu tio numa cidade litorânea. Porém, quando ele chega uma série de acontecimentos bagunça sua vida de uma maneira completamente maluca e todos seus planos vão por água abaixo.

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A amizade é uma conexão afetiva/emocional, por isso não é surpreende que uma pessoa que tropece constantemente em sua ansiedade social, falta de confiança e timidez possa relacionar-se com alguém espevitada, corajosa e sociável. Aoi Yukimura e Hinata Kuraue conheceram-se na escola primária, quando sobem uma montanha juntas pela primeira vez e prometem repetir a experiência. Porém, elas passam um período distantes, até se reencontrarem no ensino médio. Hinata, a expansiva, e Aoi, a acanhada, retomam a amizade que é fortalecida pelo montanhismo.

A terceira temporada é a que traz obstáculos ao convívio e desafios para a união entre elas. Amadurecer é um processo repleto de desejos, dúvidas e descompassos, há muitos enganos e frustrações envolvidos, mas também as fases de primícias e descobertas Aoi e Hinata estão crescendo e alguns ruídos são sentidos em sua relação. No entanto, Hinata internaliza o seu incômodo e Aoi não percebe os sinais de um afastamento que se instalou como ameaça, um fantasma silencioso.

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