Superstar!! é a terceira geração de Love Live! (Nijigasaki é considerado um spin-off dentro da franquia) e uma geração diferente, afinal, dessa vez só temos cinco integrantes, doze episódios e uns slots de exibição malucos que fizeram o anime atrasar bastante para terminar.

De toda forma, o importante é que essa geração da franquia trouxe um ânimo novo e uma história que até a metade pareceu um pouco menos clichê do que geralmente é, mas a verdade é que Superstar!! é bem parecido com todos os outros animes, até em ser apaixonante. Vamos a ele?

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Peach Boy Riverside é um anime peculiar, pois talvez não teria sido tão bom ou interessante quanto foi não fosse a forma como foi lançado, embaralhando os episódios de tal forma que muitas vezes só víamos a justificativa para algo depois de vermos o resultado.

Mas claro, é inegável que o roteiro e a direção têm seus méritos, principalmente o primeiro ao investir em uma trama simples de bem contra o mal que vai ganhando contornos mais interessantes de acordo com o desenvolvimento dos personagens principais, Sally e Mikoto.

Não os considero duas metades de um inteiro, mas certamente dois lados do mesmo pêssego, afinal, seus poderes são o mesmo, mas suas histórias são distintas e a maneira como encaram suas jornadas também. Enfim, vamos falar de Peach Boy Riverside?

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Fena: Pirate Princess (Kaizoku Oujo) é um anime original da Crunchyroll em parceria com o bloco de animes Adut Swin, e como ocorre trocentas vezes com animes originais, a coisa começou bem (com boa animação e direção), teve um momento em que pareceu que poderia engrenar, mas a verdade é que só foi ladeira abaixo, terminando com uma viagem que até séria legal não fosse sua insignificância na trama.

Mas não se assuste com o que eu escrevi, Fena ainda consegue ser um anime divertido na maior parte do tempo, tem uma ótima produção e um casal de protagonistas fofinho, do tipo que teria agradado mais não fosse o final que prejudicou até o romance. É, Fena só não me traumatizou mais por eu sempre ter um pé atrás com animes originais, ainda mais com propostas “diferentes” que, pensando bem, nem são tão diferentes.

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E chegamos ao desfecho de mais um filme, de um pequeno projeto, de uma trilogia e segmento de uma franquia. Foi gratificante, embora exaustivo, percorrer por tantos sentimentos e imergir nesses cenários que tanto compartilham elementos comuns.

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Chainsaw Man é um mangá de Tatsuki Fujimoto que foi lançado na revista Weekly Shounen Jump e finalizado com 11 volumes. Um anime foi anunciado e será produzido pelo estúdio MAPPA (Jujutsu Kaisen, Banana Fish, Kakegurui, The God of High School) e o mangá está sendo lançado no Brasil pela Panini. Já adquiri os três primeiros volumes e espero que você faça o mesmo após ler essa resenha. Segue abaixo a sinopse da editora:

 

“Denji é um jovem extremamente pobre que junto de Pochita, seu demônio de estimação, trabalha feito um condenado como Caçador de Demônios para pagar a imensa dívida que possui. Mas sua vida de miséria está prestes a mudar graças a uma traição brutal!! Aqui começa a história de um novo anti-herói que com um demônio em seu corpo, caça demônios!”

 

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Dentre algumas das várias adaptações da temporada de abril em 2019, Gunjou no Magmel era uma das que tinha captado minha atenção, graças a sua ideia de um protagonista explorar um mundo novo e perigoso, aos poucos – pois gosto bastante desse tipo de premissa. Contudo, no meio de um conceito legal, qual o risco disso dar errado quando a aventura se perde em si mesma, e na sua vastidão de possibilidades?

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