“Todas nós temos pelo menos 20 anos”. Nos primeiros segundos da série, a informação já alerta para a proibição do consumo (e venda) de bebidas alcoólicas por menores de idade. Takunomi, em seus 12 capítulos, de aproximadamente 12 minutos, traz como protagonista a jovem Michiru Amatsuki, que se muda para Tóquio para trabalhar como vendedora em uma empresa de capital de risco. Na capital, Michiru mora em uma pensão exclusivamente feminina, chamada de Stella House Haruno – com mais três mulheres independentes. E o álcool, no mundo dessas mulheres, surge como fuga e ritual. Fuga do estresse diário e do gosto das desilusões. Ritual de socialização e de consolidação de amizade (Bom, o anime não trata de alcoolismo, o foco é outro, e isso precisa ser entendido para que a ideia seja comprada e o embarque na embriaguez delas seja minimamente aprazível).

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Tem dois anos que li o mangá desta obra. Posso dizer que peguei para ler em um momento de “Já me falaram bem desse mangá, mas mesmo sabendo do que se trata, estou meio aflita… Mas quer saber, vou ler mesmo assim!”, e posso dizer que nunca senti tanto ódio por metro quadrado. Não tem um personagem pelo qual não fosse a Shouko ou a irmã dela que eu tenha gostado, apesar do esforço de Shouya em reparar o seu erro.

Esse artigo é parte do Cineclube Anime21. Toda semana a nossa equipe irá assistir um filme anime e comentá-lo, e a melhor parte é que você está convidado! Entre em nosso chat no Discord, que é onde iremos discutir, assista filmes anime e converse sobre eles conosco antes das resenhas saírem aqui no blog.

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Este artigo é apenas uma breve introdução sem spoilers.

Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, ou apenas Death March como eu prefiro chamar, é a adaptação em anime de uma série de light novel de mesmo nome com autoria de Hiro Ainana (história) e Shri (arte), publicada desde 2014 e ainda em andamento no Japão. O anime conta com longos 12 episódios. A história segue Satoo, um programador de 29 anos de idade que está um tanto insatisfeito com a sua vida. Após um evento misterioso, ele é transportado para um mundo que se parece muito com os jogos que ele programava – e com a aparência que tinha aos 15 anos. Logo em seus primeiros minutos lá, ele acaba ganhando várias habilidades e se tornando extremamente poderoso. A história se desenrola a partir daí com ele explorando as cidades, conhecendo o mecanismo do mundo em questão, encontrando novas pessoas, derrotando vilões e aprendendo novas coisas, bem como magias, línguas, comportamentos e afins.

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Histórias com crianças interagindo com pessoas mais velhas, quer seja um jovem adulto, idoso ou até mesmo um adolescente, podem ser interessantes dependendo da forma que é abordada. Crianças são fofas por natureza, então histórias envolvendo elas, normalmente tem um toque de delicadeza (a não ser que a obra em questão seja do gênero horror /terror, ou um drama mais maduro, pois aí é uma situação completamente diferente). Todavia se uma determinada obra envolve adultos interagindo com garotinhas, tem que haver muita sensibilidade e seriedade para não passar uma imagem distorcida.

No caso deste anime, o humor dele se baseia em piadas e situações cômicas envolvendo garotinhas (lolis), o que pode soar ofensivo para alguns, mas para outros não. Senso de humor é algo bastante pessoal (eu sei que disse algo clichês, mas é a mais pura verdade).

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Este artigo é apenas uma introdução básica sem spoilers.

Kokkoku é a adaptação de um mangá de mesmo nome com autoria de Seita Horie, originalmente publicado entre 2008 e 2014 com um total de 67 capítulos compilados em 8 volumes na revista Morning Two, casa dos conhecidos Saint Oniisan e All Out. A adaptação tem um total de 12 episódios feitos pelo recém fundado Geno Studio.

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Provavelmente você já deve ter ouvido falar de Pop Team Epic e conhecido sua fama, mas o que um anime sobre o cotidiano de duas garotinhas pode ter de tão bizarro quanto as pessoas dizem? Eu posso adiantar que ele não é um anime tradicional, e isso pode ser um atrativo para alguns e desagradável para outros. Porém, a experiência de assistir a um anime tão diferente como esse ainda é válida.

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Killing Bites foi um dos animes da temporada de janeiro que acabou. Com 12 episódios e uma proposta um tanto trash, a obra veio com uma certa falta de expectativa por parte do público e talvez com razão inicialmente. Felizmente, com o passar dos episódios a obra começou a mostrar a que veio e se tornou uma grata surpresa ao final de tudo.

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Nanatsu no Taizai é um dos battle shounens mais populares da atualidade, tendo o status de grande pilar da Shounen Magazine Semanal – casa de outras obras de sucesso como Fairy Tail, Love Hina, Koe no Katachi, etc – e se estabelecendo como uma franquia que consegue emplacar desde mangás e novels spin-offs a peças de teatro, jogos, filme para o cinema e anime para a televisão – tendo sua segunda temporada em exibição no momento. E é exatamente sobre o anime que eu vou falar agora.

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