A visão da Haine bebê sem olhos e vazando “lama” por todo lado foi horrenda, o tipo de coisa que me desagrada um pouco no final desse tipo de anime pelo quanto faz o roteiro depender do algo monstruoso, um fator sobrenatural, a fim de resolver suas pendências.

Ainda assim, não é como se não tivesse gostado do episódio, ainda mais após as novas conexões consolidadas, as revelações sobre Tokoyo, a terra natal da Haine, e a perspectiva de vencer o vilão que foi acessada. Ele vai perder, só precisamos saber o que levará junto.

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As informações que a Mio 2.0 deu nesse episódio contribuíram na mudança (gradual) de como vejo a “flexibilidade” dos poderes das sombras. Não que não possam mais ser usadas como recurso de roteiro, mas cada vez mais o que as cerca está tendo um “porque” decente.

Além disso, o episódio trabalhou bem com a parte sentimental que cabia aos protagonistas, mas também aos coadjuvantes. Não querendo passar pano para o pai, mas entendo suas atitudes, ainda mais se pensarmos nas sombras como “extensões” do original.

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