Não fossem os protocolos militares, a chamada burocracia, e a possibilidade dos malfeitos do Duque vazarem tenho certeza de que o Mittermeyer teria rodado de cara, mas ele ficou vivo tempo suficiente tanto para mitar, quanto chegar ao impasse necessário a sua salvação.

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Não sei se você sabe, mas novidades sobre a segunda temporada de Superstar!! foram anunciadas. Quatro novas garotas se juntarão ao grupo e turbinarão a Liella! no que deve ser uma tentativa de emular o molde clássico e, claro, ganhar dinheiro, muito dinheiro.

Espero que depois disso a gente encare de vez a realidade de que nada é realmente inovador em uma franquia de idols tão mainstream, não que isso seja um grande problema, mas decepciona um pouco para quem gostava da ideia de gerações mais “curtas” como eu.

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Os prós e contras de focar em secundários existem, como em tudo na vida. No caso desse episódio, acho que isso me pegou mais porque eu não estava esperando por um episódio focado nos secundários, ainda mais quando esse episódio não se fecha em si, como foi o do Julian.

Em todo caso, o episódio em si não foi ruim, e mesmo que não tenha agregado ao status atual da trama, temos que entender que uma boa história não é só seu presente, ela também deve assentar o terreno para acontecimentos futuros. O chamado “desenvolvimento de personagem”.

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Coitadinhos dos gatos pretos que sempre são tratados como sinal de azar. Eu vivo passando por eles só para testar e olha, me dou mal todos os dias, se duvidar mais quando não os vejo. O mesmo vale para Spy x Family, vê-lo toda semana atenua o azar de qualquer um.

E esse episódio em especial me deu um prazer enorme de existir pelo quão gratificante foi ver a Anya feliz. Simplesmente feliz. Às vezes a gente esquece que criança merece ser feliz, e sei que minha opinião não é unânime, apesar de parecer… Enfim, vamos nessa!

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Depois de termos um episódio feito para desenvolver a Rishia, voltamos à programação normal, ou seja, chegar no coração da tartaruga espiritual e matá-la de vez. Claro, isso iria ferir a Ost mas era um preço que inevitavelmente precisaria ser pago.

Até então foram apresentadas várias formas de derrotar a tartaruga, mas nenhuma foi útil ou eficaz de verdade. Sempre tinha um contraponto e no final das contas Naofumi e cia voltavam para a estaca zero.

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Observar e agir apenas com cautela tem seu preço, o de não evitar mortes, por exemplo, algo que o Shinpei aparentemente não fez já que viu com seus próprios olhos o destino dos Kobayakawa. E ele mesmo poderia ter morrido (de novo) não fosse a discrição que as sombras querem.

Aliás, se a história conta que o desejo das sombras é tomar o lugar dos originais, por que não fazem isso? Tirando a sombra do policial que a sombra da Mio criou, até agora a ideia passada é de que as sombras têm outros planos e modus operandi. Vamos tentar desvendá-los abaixo?

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