Esse arco foi regido por questões de estratégia extremamente pertinentes e interessantes, principalmente quando a guerra se desenrola na prática, na frente dos olhos daqueles que comandam, sentem a pressão e precisam contar com fatores outros para chegar a vitória.

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Summer Time Rendering (Summertime Render) seria o tipo de anime ideal para se acompanhar nesse ano de 2022 não fosse seu streaming: o infeliz Disney Plus, o qual, até onde sei, não disponibilizou a obra para o Brasil até hoje. Será que a Panini lança o mangá por aqui?

E por que digo que o anime é bom de se acompanhar? Porque adapta mangá com história fechada, tem mistério, elementos sobrenaturais, casal com química, algum fanservice e vários plot twists. Quem não gosta dessas coisas, não é mesmo?

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Primeiro, peço desculpas pela demora em finalizar a cobertura do anime. Prometo que logo mais estarei escrevendo sobre sua nova temporada. Segundo, é impossível não fazer paralelos entre os acontecimentos na Aliança e o estado das coisas no Brasil de atualmente…

Sendo assim, espero que compreenda as colocações políticas que farei em meu texto, as quais são inevitáveis ao comentar uma história que respira política. Mas não se preocupe, não sou de julgar pessoas (o que sempre está na moda), agora ideias, isso é inevitável fazer.

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Só na ficção mesmo para alguém se dar bem na área de humanas e na área de exatas/militar, como é o caso do Almirante que dá as caras para prestigiar o parente da Hilde. E sim, isso pode ter vindo do nada, mas acredito que há uma justificativa plausível para tal.

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Isekai Meikyuu de Harem (Harem in the Labyrinth of Another World) é uma anime ecchi do estúdio Passione que adapta a light novel escrita por Shachi Sogano e ilustrada por Douji Shiki. Segue abaixo a sinopse extraída da Crunchyroll (o streaming oficial do anime).

 

“Um jovem renasce em um jogo de fantasia e embarca numa jornada para formar seu próprio harém!”

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O último episódio de Tate no Yuusha foi tudo aquilo que eu não esperava. Não é uma questão de ter achado ruim ou bom, simplesmente não se encaixa bem como um episódio final, ainda mais depois de tudo o que aconteceu. Com um ritmo de OVA, a obra se despede temporariamente e deixa uma estranha sensação.

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O mundo será um lugar mais feliz quando os “contatinhos” não forem mais necessários? A questão é, isso é mesmo possível? A paz é um direito a ser defendido constantemente, nunca será plena, mas vamos fingir que será ao fim de Spy x Family, pelo bem do anime.

Só que até lá a estrada é sinuosa e o máximo a que chegamos foi ao fim do primeiro cour, que com sua pegada de recapitulação reiterou a fachada que são os Forger, mas não sem dar motivos para acreditarmos que eles são mais que isso, tudo ao mesmo tempo.

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O Sou até tentou tacar fogo no anime, mas, convenhamos, a irmã dele fez isso muito melhor, e não só ela, pois a Hizuru (ou o corpo dela, já que na maior parte do tempo é o Ryuunosuke) também fez chover bala e olhares. Pena que deve morrer nesse loop.

É sério, a coisa que mais reparei antes da abertura foi no balançar dos seios da Hizuru. Admito, sou um safado sem salvação. Mas é claro que o anime tinha coisas mais importantes a mostrar e já começou fazendo isso nos primeiros minutos.

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