Tate no Yuusha veio com um episódio muito interessante e com cenas bem animadas. O grande embate entre Naofumi e o dinossauro acabou ficando em segundo plano por conta da aparição de algo ainda mais importante: a Rainha Filorial. Ela revelou informações chocantes que vão mudar muita coisa para Naofumi e os outros heróis e agora resta saber qual será a escolha dele.

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Foi um episódio que me trouxe um mix de emoções. Fiquei com raiva, triste e talvez até choraria se a personagem morta fosse de maior importância. De qualquer forma eu gostei bastante da maneira como fizeram essa parte, contando um pouco do passado, revelando desejos e no fim, algumas consequências. Não posso “dizer” que fiquei satisfeito com a resolução final do “nobre” mas foi melhor do que nada, né?

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Nessa semana o episódio de Tate teve como foco o passado da Raphtalia. Até então tínhamos poucas informações sobre isso por conta dos breves flashbacks sobre a infância dela e uma possível conexão com o herói do escudo. Além disso, também continuamos acompanhando a tentativa de fuga do grupo de Naofumi junto da princesa Melty, além da tentativa de se encontrar com a rainha (que no momento é apenas uma ideia).

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De todos, esse foi o episódio mais irritante. A Melty já estava me tirando do sério com aquela história, o Naofumi por não explicar e fazê-la calar a boca, a outra princesa que eu não lembro o nome (que diferença faz?), o Motoyasu como sempre e por aí vai. No mais, foi um episódio sem sal e sem açúcar em que nada tão relevante aconteceu e tivemos apenas umas cenas de lutinha em que o Naofumi varreu os inimigos.

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Frente a um inimigo claramente superior, Naofumi e seus companheiros não tinham outra opção. Fugir seria inútil, assim como lutar, mas algo tinha de ser feito. Morrer ali não poderia ser uma opção, ainda que os outros heróis fossem tão inúteis que sequer levantaram após o primeiro ataque, provando ali que Naofumi é claramente superior. Foi uma batalha tensa e dura em que Naofumi, Raphtalia e Filo não eram suficientes e nem eficientes por conta da enorme diferença. No mais, foi um bom episódio para fechar esse cour (existe a possibilidade de fechar no próximo, vale destacar), ainda mais considerando as palavras da chefona.

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Geralmente, eu gosto de avaliar um episódio mediante o divertimento que ele me passou. Claro que existem outros pontos que eu levo em consideração e se tiver que ser crítico sobre algo, serei. E esse episódio não está imune às críticas pois sempre há erros aqui e ali, mas… que episódio maravilhoso. Não é por nada não, mas tiveram momentos em que deu um pequeno arrepio, sabe? Dá para “dizer” que finalmente eu, como fã da obra, tive aquilo que eu esperei por tanto tempo e estou bastante ansioso para a sequência.

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Fazia um tempo que Tate no Yuusha me deixava um pouco insatisfeito. A história não estava progredindo tanto assim e as ondas, o grande motivo da presença dos heróis nesse mundo, nem eram citadas. Eu entendo que esses episódios foram necessários para desenvolver outros aspectos da história e nem reclamo por isso, é só que não era o que exatamente eu queria ver. Enfim, o episódio dessa semana não foi diferente dos outros na questão do ritmo, mas os acontecimentos presentes foram muito interessantes, diferente de seus antecessores.

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E com a aparição de uma nova personagem, a história começa a tomar um rumo diferente, aparentemente. Melty, como é chamada a (nova loli) nova garota, é uma personagem que inicialmente parece ser inocente e inofensiva, mas que no fim, mostra ser muito mais interessante do que aparenta. Por outro lado, ainda temos um Naofumi extremamente desconfiado de tudo e todos, afinal, infelizmente, ele não pode baixar a guarda nem por um instante, pois se o fizer, será enganado e lesado da pior forma. No fim, ele precisará resolver alguns problemas que ele mesmo tem em confiar nas pessoas de fora de sua bolha, pois os tempos parecem que vão mudar.

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Um dragão zumbi. Sim, um maldito de um dragão zumbi foi o obstáculo da vez. Na verdade, o obstáculo não foi o inimigo em si, mas sim os mocinhos que por tomadas de decisões e a falta delas, acabaram se complicando em níveis diferentes. É engraçado pensar que o dragão zumbi foi muito mais fácil do que deveria ou poderia, ainda mais considerando que havia um sinal de interrogação na parte onde estaria indicado o nível da criatura. De qualquer forma o grupo está cada vez mais unido e ciente de que precisa melhorar em certos aspectos, afinal, há alguns pontos positivos para se extrair de uma situação dessa.

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Novamente, tivemos um episódio sem ação. Obviamente, a presença ou falta dela não define a qualidade da história, e nesse caso do episódio, mas considerando a proposta de Tate no Yuusha, acredito que poderíamos esperar um pouco mais. Claro que isso seria uma reclamação um tanto quanto injusta considerando que tivemos sim ação (não a desejada, é claro) e algo até mais importante que isso: desenvolvimento de personagens. Tivemos um vislumbre melhor da Raphtalia, da Filo e uma aproximação das duas que até então não estavam se bicando (desculpa). Por isso, no final das contas, tivemos um episódio mais “útil” que os dois anteriores e que nos trouxe um conteúdo até mais interessante (não que os outros não tenham tido isso).

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