Nessa semana tivemos mais um episódio… ok. Não é exatamente uma questão de bom ou ruim, apenas parece que estamos vendo uns fillers que têm detalhes importantes, mas que, no fim, não são aquilo que realmente queremos ver. E sinceramente é complicado, pois, apesar de tudo, ainda estamos no começo do anime e o mesmo ainda não engrenou, ou não como poderia engrenar. Claro que a quantidade de episódios tem influência nisso, mas eu realmente gostaria que no próximo episódio tivéssemos algo mais interessante.

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Ok, a princesa é realmente irritante. Na verdade, é tão irritante quanto a falta de explicação do possível motivo para tanta tentativa de lesar alguém que nunca lhe fez nada (além de xingar). Ao menos a Rainha começou a mexer uns pauzinhos, o que é muito bom, considerando que ela parece ser bem diferente de seu marido. Por outro lado, precisamos falar novamente sobre a escravidão presente nessa obra, porque sim, teve um acontecimento desnecessário novamente.

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E lá vamos nós de novo!

Novamente Tate no Yuusha veio com um episódio em que tivemos que presenciar cenas que podem nos trazer muita raiva. Desde o começo Naofumi é o único herói que sofre com o Rei e suas tentativas de prejudicá-lo simplesmente por ser uma figura que não escolheu ser. Retirado de seu mundo, casa e família, ele tornou-se o herói do escudo e por conta de sua ingenuidade e falta de conhecimento, além dos problemas que aconteceriam de qualquer forma, sofreu e com muito esforço e dificuldades conseguiu sobreviver. E novamente tentaram lhe tirar tudo, ou melhor, o que havia restado de seu espírito junto de alguém importante para ele.

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Naofumi e Raphtalia enfrentaram sua primeira grande batalha, sua primeira onda da calamidade, e saíram vivos. Foi uma batalha dura onde ambos enfrentaram dificuldades por conta das condições adversas, algo que não parece ter acontecido com os outros heróis, que enfrentaram e venceram o chefão da onda. Vale destacar o crescimento da Raphtalia que de uma hora para outra estava maior, algo que ficou sem grandes explicações. Enfim, a obra nos mostrou o grande evento de sua história, por assim “dizer”, e não decepcionou, mas resta saber como será a sequência após a onda, afinal, a contagem para a próxima já foi iniciada.

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Depois de entrar numa péssima situação, Naofumi comprou uma aliada. E sim, é entendível que ele tenha feito isso, ainda mais depois daqueles acontecimentos e considerando o que vem por aí. A onda será um evento difícil de superar e ele precisa urgentemente de aliados, assim como seus “companheiros” heróis têm. Mas o que lhe restaria fazer para obter um(a) aliado(a) num país onde as pessoas te odeiam e temem? Exato, recorre a uma forma nada positiva.

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E com 45 minutos em sua estreia, Tate no Yuusha começou e nos mostrou um pouco dessa nova realidade que o herói do escudo, Iwatani Naofumi, irá enfrentar. Produzido pelo estúdio Kinema Citrus, a obra é mais uma da onda de isekais que vem de light novels (tendo uma versão mangá que foi resenhada aqui no blog). E no caso de Tate no Yuusha, podemos dizer que não é mais um isekai ruim vindo, afinal, dentre todos eles, é um dos mais elogiados e famosos, junto com outro que está em andamento, Tensei Slime. Enfim, sem mais delongas, vamos discutir sobre essa obra que este que vos escreve é fã.

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Tate no Yuusha é mais uma dessas obras com o tema isekai (temos um artigo que explica e recomenda obras com esse tema), assim como Re: Zero e Knight’s & Magic que tiveram anime recentemente. Mas é claro que apesar de ter esse tema em comum, Tate no Yuusha é uma obra um pouco diferente das outras desse novo gênero. Geralmente temos protagonistas amados, extremamente fortes e que se tornam heróis com uma facilidade estranhamente grande. Nesse caso, temos algo completamente diferente, assim como mostra o título. Com elementos de fantasia com muita ação, estratégia e drama, a obra acaba fugindo dos clichês que outras produções que possuem como tema central o fenômeno isekai têm e por isso acaba sendo uma boa pedida para quem está cansado de tantas histórias similares demais.

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