Em meio a tantos animes com temática tensa nessa temporada, Himouto! Umaru-chan conseguiu se destacar por ser o tipo de história simples e divertida que consegue fazer sorrir de maneira quase instantânea! É aquele típico “anime de cura”, que você assiste porque sabe que vai te fazer bem, independentemente de como se encontra o seu estado de espírito naquele momento. O resultado cômico de seus episódios, se deve à excelente junção de efeitos sonoros incrivelmente irreverentes, com uma arte simplista que abusa de feições diversificadas e reações mais do que hilárias de seus personagens. Se o anime oferecesse apenas isso, correria o risco de se tornar bobo e esquecível, mas a evolução dos personagens e os relacionamentos que estabelecem entre si, mesmo sendo tão diferentes uns dos outros, é um fator que conseguiu prender a atenção e nos manter ansiosos para acompanhar cada novo episódio. Além disso, o anime é uma máquina de referências à cultura otaku/nerd e é impossível assistir sem se identificar com alguma das várias situações que Umaru protagonizou. Em resumo: mal acabou e eu já estou morrendo de saudades!

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Nem todas as histórias são escritas pelo sentido literal que elas têm. E não é como se isso fosse uma novidade: a humanidade transmite histórias sem pé nem cabeça (mitos, fábulas) oralmente desde que aprendeu a falar. O que importa não é a história em si, seu enredo e personagens, mas a mensagem que ela passa. Mesmo em ficção onde a história importa, quase sempre há um significado que a permeia e no fundo independe dela. Mas Charlotte é do tipo que a história não faz sentido, então não se preocupe com isso e se foque apenas no que você pode aprender com Charlotte.

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Pra mim, não.

No artigo anterior eu até tentei me conter, coisa e tal, mas não dá mais. Minha alma feminista gritou todo o tempo o quão idiota esse plot era, o machismo impregnado no comportamento dos dois machos alfa, e todo aquele arrodeio, rosnados e palavras supostamente bonitas que poderiam muito bem terem sido evitados simplesmente PERGUNTANDO PRA YAMATO O QUE ELA QUERIA. Claro, ia tirar todo o aprendizado do Takeo e coisa e tal, mas já que é o último artigo vou mandar logo a real: tô nem aí mais pros aprendizados tardios dele. Dois caras achando que sabem o que é melhor, mais, quem é para uma garota sempre me deixará desconfortável.

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Isoladamente, não foi um episódio espetacular. Na verdade foi um episódio bem boboca até, previsível e transbordando clichês. Mas esse episódio não existe no meio do nada, ele é um episódio de Cavaleiros do Zodíaco, e episódio final de um anime da franquia ainda por cima. Nesse caso, o público quer algo previsível e recheado com todos os clichês de Cavaleiros que for possível enfiar em um único episódio. Em vista disso esse foi um episódio sensacional, o melhor que Cavaleiros do Zodíaco: Soul of Gold poderia ter entregue. Depois de algumas decepções com a franquia, meu cosmo estava precisando de uma explosão dessas!

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Acabou! Pra quem gosta, vai deixar saudade. Não acredito que seja o tipo de anime que tem segunda temporada, mas não percam as esperanças. Eu não vou ser hipócrita, nunca fui: achei uma série medíocre e espero que termine por aqui. Mas teve lá seus pontos altos, e esse episódio final foi divertido. Embora, confesso, saber que era o último tenha me dado um ânimo extra enquanto assistia, hehe.

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Exatamente um ano atrás, no dia 27 de setembro de 2014, o primeiro artigo do blog foi para o ar. Quando publiquei aquele artigo eu tinha muitas expectativas em relação ao Anime21. Eu faria isso e aquilo, o blog se tornaria mais ou menos popular, cresceria dessa ou daquela forma. Como todas as expectativas algumas nunca se cumpriram, enquanto outras foram em muito superadas. Uma expectativa em particular, contudo, foi certeira: eu escreveria e me esforçaria por algo que eu gosto, por algo que eu me orgulharia. Um ano depois posso dizer com convicção que gosto do Anime21 e me orgulho dele. Os motivos para tanto é que talvez não sejam exatamente os que eu tinha em mente em setembro de um ano atrás.

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O episódio que encerra a tão maravilhosa atuação de Gakkou Gurashi nessa temporada de verão, foi bom. Nada além disso. Como fã declarada, eu esperava poder ver e sentir muitíssimo mais do que pude através do que me foi oferecido. Posso estar parecendo muito exigente, mas um final apenas “bom” para um anime que foi mais do que excelente durante a temporada inteira… não pode ser considerado exatamente um elogio.

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Chegamos ao final dessa temporada, muitos animes se encerrando e deixando saudade. Agora podemos dizer a mesma coisa de AxK? Não sei, ainda mais com esse final de episódio que não me agradou muito emocionalmente. Sei lá, pra um episódio final e o achei meio fraco, não teve uma intensa carga emocional nele.

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Cinquenta e quatro (54) animes! Noventa (90) trailers! Seis dias de atraso em relação à meta de publicação original! Finalmente está no ar o Guia da temporada de Outono do Anime21!

E devo começar dizendo que o hype dessa vez está bem menor do que noutras temporadas de outono. Deve estar menor até do que outras temporadas que nem eram de outono (que tradicionalmente costuma ser a mais esperada). Eu, pessoalmente, só estou realmente ansioso por Garo, Noragami e Young Black Jack. Talvez One Punch Man. Sei que tem muita gente bastante ansiosa por Seraph of the End: Batalha de Nagoya, mas a primeira temporada não foi do meu agrado. Mas vejo isso como uma oportunidade: devo assistir mais coisas que em uma temporada mais travada (cheia de animes que eu assisto porque tenho que assistir por qualquer que seja a razão) eu não assistiria. E aí mora a chance de descobrir coisas novas surpreendentes.

Mas bom, não vou me demorar muito nessa introdução porque a lista está bem grande, hehe. Divirta-se!

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Sabe aquela imensa sensação de dejá-vu? Eu tive assistindo a esse episódio. Essa trama que o Kida montou sem querer junto com o Mikado não me é nada estranha, e mais, me deixa meio irritada com os dois por dar uma impressão enorme de ser idiota, ineficaz e uma completa perda de tempo. A pior parte é que agora que Kida resolveu finamente agir, o pensamento de que Ikebukuro inteira pode ser arrastada num grande conflito não me parece mais tão absurdo assim. E, pra melhorar (ou piorar, vai saber), os chefões da máfia também continuam mexendo os pauzinhos a seus próprios interesses. Quem começa?

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