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Eu disse, não disse? No longínquo episódio no qual o Máscara da Morte foi salvar a garota por quem se apaixonou e Afrodite estava lá dando uma mão para ele. O dourado das rosas morreu e eu disse que ele certamente voltaria porque não havia aparecido com sua armadura divina, e todo o objetivo dessa série é mostrar cada um dos cavaleiros de ouro em armaduras novas para vender bonequinhos. Dito e feito, Afrodite está vivo e bailando na festa do Lóki, que não ficou nada feliz com isso.

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Quem me conhece sabe que eu gosto desse tipo de humor referencial. Já devo ter falado sobre isso ou quase sobre isso em alguns outros artigos dentre as centenas que já escrevi também. E fala sério, quem é que não gosta disso? A Suu virou o Godzilla! E enfrentou um ent! E nem foi do nada, assim, sem explicação nenhuma. Quero dizer, não que a explicação tenha sido boa ou necessária, mas quem se importa? Vai lá, Suuzilla!

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Cês adoram Dragon Ball, né? Esta temporada está conseguindo agradar a menos gregos e troianos até do que o DBGT, mas é aquela coisa, toda propaganda é válida. A questão é que eu não adoro DB, eu só curto e olhe lá, então se cabe a alguém o papel de ser a chata que aponta as incoerências da história, esse papel será meu. Na saga Z eu encrencava sobre o Goku ainda ser capaz de usar a nuvem mesmo não sendo mais tão, digamos, puro quando antes. No filme eu questionava a existência da Pam, mas não da Bra. E agora vou irritar os fãs sobre o surgimento do Super Sayajin God que, na minha opinião, tem função meramente recreativa e mandou a coerência de roteiro às favas, a ponto de o personagem menos esperto e observador da história questionar isso.

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