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O episódio final de Game of Laplace deixa uma coisa clara: Namikoshi não era movido por nenhum motivo maior, uma causa ou coisa que o valha. Mas ele e todos os seus seguidores (Kobayashi incluso) acreditavam piamente que sim. Cada um por motivos diferentes, eles experimentaram um pouco do pior da vida (exceto o Kobayashi, seu personagem merecerá mais estudo abaixo) e quebraram mentalmente. Alguns de forma permanente, como o próprio Namikoshi e a legista Minami, outros temporariamente, como o detetive Kagami e, provavelmente, o pai da Sachiko (lembra dele?). Quando uma pessoa não acredita em mais nada ao seu redor, quando tudo o que ela vê só a faz sentir mais dor, ela precisa inventar algo em que acreditar. Desesperadamente. Namikoshi trabalhou nisso durante muito tempo com o Akechi e tinha a resposta fácil para dar a todos. Ele fundou essencialmente um culto suicida que instiga terceiros a extravasarem seu desespero contra o mundo.

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Quem assiste Durarara (anime que a Lidy está cobrindo a atual temporada) ou pelo menos assistiu alguma temporada anterior já sabe o que é um dullahan. Eles são uma criatura tão específica da cultura irlandesa, da qual o mundo só costuma conhecer leprechauns, trevos de quatro de quatro folhas e outras coisas relacionadas à sorte (a lenda dos irlandeses beberrões também corre o mundo, mas isso não é exatamente místico ou folclórico), que eu assumo que Monster Musume só tem uma dullahan porque seu autor é leitor de Durarara (que no original é light novel) ou pelo menos assiste ou assistiu o anime. Com isso quero dizer: você gosta de Monster Musume? Então experimente Durarara! Até o autor do mangá que você gosta curte Durarara, então você deveria dar uma chance, não acha? De volta ao episódio, é claro que a dullahan de Monster Musume também perdeu a cabeça!

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