Um episódio legal dentre tantos episódios tortos. É meio chato até, mas se conseguem fazer um episódio coeso, sem trancos, com elaboração e diálogos claros e completos, poderiam ter feito isso em outros episódios. É fato que estão adaptando as mesmas falas e cenas do mangá, com pouca ou nenhuma edição das mesmas, tirando as inúmeras simplificações. O problema real do anime tem sido o equívoco em retirar trechos importantes, suprimir personagens e sagas que contribuem para a estrutura geral da obra, mas que não são substituídas, e também o anime não é reorganizado para que novas coisas, além mangá, preencham essas lacunas. O resultado é uma ambientação repleta de furos, trancos e coisas mal e insatisfatoriamente desenvolvidas.

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Porco, o guardião da barragem da colina, é um anime em formato de ONA composto de 10 episódios com uma média de cinco minutos cada. O nosso protagonista é um jovem Porco, designado, indiretamente, como a pessoa mais importante para o vilarejo onde habita.

Sua função é simples: manter o moinho de vento girando para afastar a nuvem tóxica que se espalha por toda a fronteira além da colina. Essa tarefa da qual é responsável é uma herança familiar, sendo o seu pai, um porco adulto, um pesquisador e aventureiro, o qual, em face a situação com a qual se depara, habilmente constrói o moinho, a defesa que protege a todos e a tudo da nuvem sombria que avança, ou avançaria, caso não fosse contida.

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Bem, sobre o episódio dessa semana, tenho que relatar que em geral ele até foi aceitável. Muita coisa muda em relação ao mangá, como já esperava, coisas essas que empobrecem o anime, ou mesmo reforçam e potencializam defeitos próprios do mangá. O anime consegue destruir personagens aos distorcê-los em suas ações.

Novamente, a animação aproveita muito mal situações intrigantes, como o encontro de Abayama com Habaki. Segundo o anime, Abayama foi ao banheiro, e quando voltou, todos os membros da Itto-Ryo tinham sido assassinados. Isso é forçado, no mangá é bem diferente.

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Tekkon Kinkreet pode ser descrito como a fábula do bem o do mal, ou mesmo da luz e da escuridão. Mas ao contrário do típico dualismo ocidental, ela se desenvolve e significa-se através do monismo oriental, do Yin Yang, que para muitos representa um dualismo. Mas me atrevo a dizer que a adequada leitura desse sistema filosófico só pode ser monista.

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A pergunta que tenho feito após cada um desses últimos episódios de Blade é. Como diabos escrevo sobre isso ignorando tudo o que sei sobre o mangá? Ver o anime sabendo que escolheram não adaptar tanta coisa, e que essas coisas estão fazendo uma falta absurda no anime, me faz pensar que é grande a probabilidade de que os responsáveis por essa animação não tiveram escolha. Não entendo como tomariam esse rumo na adaptação caso tivessem escolha.

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Na intenção de melhor organizar o tempo dos redatores para trabalharem futuramente em artigos diversos, esse artigo de Blade, episódio 11, será um teste de um novo formato de artigo em processo de desenvolvimento. A qualidade geral da narrativa no decorrer deste episódio se consolidou em um ritmo constante de tensão. Desde o primeiro ato somos apresentados às ações de Shira, que busca consolidar o seu plano de vingança contra Manji. Ele contrata mercenários para embocar o matador de cem.

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O laço de sangue que ata as gerações. Kun é um menino de cerca de quatro anos que acaba de ganhar uma irmã. Mirai, que significa futuro em japonês, é uma adorável recém-nascida. Ela, sem qualquer culpa, rouba a atenção de seus pais; afinal, precisa de cuidados constantes. Sobre o que é esse filme? Ele é uma história de superação através da hiper-imaginação, ou mesmo hiper-realidade, em que um jovem “mimado” acaba de perder o pedestal de centro das atenções.

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Bateu um desânimo enorme com esse episódio. Sendo sincero, recomendo que procurem o mangá, espero que seja fácil de achar na internet. Ademais, vou debater as diferenças entre o mangá e o anime no vídeo linkado ao final do artigo. No decorrer do texto vou me debruçar apenas sobre a adaptação em anime, como costumeiramente escolhi fazer. Mas já deixo avisado, a adaptação pulou no mínimo dois tankos e mudou algumas coisas para forçar conexões entre eventos, para além de limar da história toda uma saga e diversos capítulos que engrandecem a obra original.

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O anime de hoje, o qual utilizarei como ponto de reflexão, comentário e louvor, é Hotarubi no Mori E. Primeiramente afirmo: vocês, quem quer que sejam, deveriam conhecer e assistir esse anime; não estou recomendando, e sim convidando-os a o fazerem. É um OVA curto, de cerca de 40 minutos, lançado originalmente em 2011, dirigido por Takahiro Omori, baseado, por sua vez, em um volume único publicado em 2002, escrito por Yuki Midorikawa. Bem, essas são informações de apresentação, nem sei porque as escrevi, pois o que importa é o conteúdo dessa linda história. Então vamos lá.

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