Bem-vindo a Hello World, um mundo que é espelho e reflexo, simulação e realidade, amadurecimento e ingenuidade. É um filme desafiador, mas no sentido de desafiar a si mesmo, e sua intenção, e aquilo que nos apresenta, se resume a uma aventura da simulação que ama. Isso fará sentido mais para frente na resenha.

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Chegamos ao episódio do cão, no bom sentido. Toda Hime, assim como a nossa Hime, deve ser versada na arte do amor, aprender a cultivar a vida ao proteger o seu progresso. Ato tradicional que herdou de seu estimado e esplendoroso pai, o nosso protagonista trabalhador.

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O artigo de hoje foi cedido pelo Rodney Ferreira. É uma participação especial, já que para além de ser um grande amigo de faculdade, ele um otaku de coração.

Estou fazendo essa breve apresentação devido ao fato de que ele não faz parte do blog, e também para contextualizar o texto dele aqui indicado.

Ano passado, antes de engrenar no mestrado em filosofia, Rodney e eu (Youkai), participamos da V Jornada de Filosofia Oriental e Intercultural da USP e I Congresso Internacional de Filosofia Intercultural da ALAFI, em uma mesa sobre cinema japonês. Nessa mesa, eu apresentei uma leitura filosófica sobre o filme Millenium Actress, e o Rodney fez um ensaio, muito mais denso, sobre o filme Tenshi no Tamago.

Pronto, contextualização efetivada! Não vou encher linguiça.

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Antes de começar o artigo gostaria de relatar algo que me intriga. Já perdi a conta de quantas resenhas com personagens que não possuem nome nenhum eu desenvolvi aqui nessa seção especial de filmes e OVAs de domingo. E adivinhem, esse é mais um que entra pra coleção.

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