O episódio dessa semana, assim como o episódio quatro, diminui um pouco o ritmo para nos apresentar diversos personagens importantes. A partir daqui Blade engrena em arcos mais longos, onde os oponentes não morrem de imediato no mesmo episódio em que são apresentados. Tudo bem que isso não aconteceu em todos os episódios anteriores, mas em parte significativa deles, sim.

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The Sky Crawlers tanto conta, como é, a história das peças do tabuleiro, e para quem entende de guerra, ou mesmo da natureza humana, pode usar esse filme para atualizar o significado do que significa doentio. Acho importante pontuar que o filme retrata fidedignamente uma faceta da essência da história da humanidade, no seu mais alto e no seu mais baixo significado. A história humana não passa de um palito de fósforo usado e partido ao meio junto ao chão da existência. Mas vamos ao filme.

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Essa adaptação de Blade é impressionante, não apenas pela qualidade geral que possui, mas principalmente por conseguir manter uma qualidade razoável mesmo ao escolher adaptar um tanko inteiro em apenas um episódio. Diga-se de passagem, o anime em si consegue fazer um bom trabalho, mas a quantidade de detalhes que são obrigados a cortar ou simplificar, me faz ter que sinceramente confessar, o mangá é muito, muito melhor do que o anime.

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A importância do estúdio Ghibli e o seu significado para a animação contemporânea é algo indescritível, a força de seus filmes, as mensagens que eles transmitem, são lápides eternas na história da arte cinematográfica. Isao Takahata, Hayao Miyazaki e Toshio Suzuki fizeram história ao materializar no mundo o quão longe a delicadeza e a fantasia podem nos levar, sem nunca abandonar a seriedade e a maturidade frente aos temas humanos, as tragédias, tristezas, reflexões e a magia onírica que compõem o que entendemos por alma humana.

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O anime de Blade se apresentou, no decorrer desses cinco primeiros atos, junto a uma estrutura episódica, e até o momento desenvolveu, no decorrer de seus cinco episódios, cinco histórias distintas de cinco antagonistas principais. Sabato, poeta doentio e um dos mestres de Anotsu, Magatsu, “amigo” de infância de Anotsu, por assim dizer, Maki, o amor de sua vida, mas que desemboca em um relacionamento distorcido e doloroso, para no episódio seguinte desenvolver o próprio Anotsu, ao nos apresentar o seu passado e motivações, e agora Eiku Shizuna, um imortal que está morto por dentro.

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Millenium Actress é um anime que eu amo, uma obra-prima que tem por natureza ser uma montanha-russa de emoções. Escolhi esse anime como objeto de análise e fonte inspiradora para uma apresentação em uma das mesas de um evento que participarei. Deixo os detalhes desse evento, linkados aqui. No momento em que esse artigo tiver sido publicado, o evento já terá transcorrido, mas se tudo der certo, haverá gravações dessa mesa, à qual, se houver, disponibilizarei também junto a outro hyperlink pertinente no corpo do artigo.

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O episódio dessa semana desacelera o ritmo até então relativamente frenético dos episódios anteriores. Para quem requisitava respostas, aprofundamento e motivações, ele oferece àquilo que clamam. Para aqueles que requisitam ação, emoção e verborragia orgânica escorrendo entre lâminas ceifadoras de destino, tenham calma, mesmo que o sangue que jorra seque, enquanto o protagonista for imortal o fluxo vermelho cederá a pressão.

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O mundo é injusto, o sol não brilha para todos. Esse é um fato conhecido. Mas na verdade, o real problema é o sol brilhar para todos sim, devido a isso parcelas expressivas da população morrem, literalmente ou metaforicamente. A água evapora, plantações definham, a sede prospera, queimaduras e câncer de pele despontam. A luz nos propicia estar sob a sombra, ao mesmo tempo que germina a escuridão no coração do homem. Ela nos concede a vida, e nos arrasta para a morte. A justiça é apenas o desespero ao se rebelar contra o absurdo da existência.

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The Girl From the Other Side, cujo título original em japonês é Totsukuni no Shoujo, o qual pode ser traduzido como A Garota do Outro Lado, é um OVA de nove minutos, apenas um suspiro e chamariz para o mangá em andamento de mesmo nome. Até o momento a obra conta com, pelo menos, cinco volumes, e quem tiver curiosidade pode comprá-lo aqui mesmo no Brasil, pois a editora Darkside está publicando a obra!

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Acho importante começar essa resenha destacando uma coisa óbvia, Blade é uma adaptação! Mas porque destaco isso? Primordialmente pelo fato de que o Episódio 3 do anime se distanciou razoavelmente do mangá! Mas em segundo lugar, para entender o anime por si mesmo, e também, por minha vez, me distanciar do mangá, para assim analisar apenas o anime em si, o entendendo como uma obra por si mesma.

Não acho certo poluir o artigo do episódio debatendo o que significa adaptar uma obra, então recomendo que assistam esse vídeo em hyperlink, onde debato exatamente isso. E não é querer promover o vídeo nem nada, mas sim porque se trata de uma reflexão necessária se queremos ser justos para com o anime, ou mesmo para com as adaptações em geral.

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