Chegamos ao episódio final de Blade, o clímax final e o desfecho de todos os eventos. Assim como já se vislumbrou no episódio anterior, se revela que o mandante e responsável pelos mosqueteiros, é ninguém menos que um condenado ao seppuku, Hanabusa. Um homem desesperado que não se sabe ao certo o por que ainda está vivo. E nem eu sei.

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Em épocas de crise a escrita também entra em crise. Mas vamos lá pessoal, vou me esforçar para comentar esse penúltimo episódio de Blade.

Para título de curiosidade, já que o anime simplesmente se esqueceu, ou talvez escolheu, não explicar esse detalhe central do enredo da obra, levando a pergunta? O Manji é imune a doenças. A resposta, para quem já se perguntou isso e ainda desconhece o como a habilidade regenerativa dele funciona, é sim. Manji consegue regenerar completamente os seus tecidos caso o dano não ultrapasse um certo limite. Qual esse limite? Bem, só lendo o mangá mesmo, ou ouvindo os spoilers que descrevo no vídeo aqui linkado.

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O OVA de hoje é no mínimo controverso, pois Cencoroll Connect (2019), continuação e anexação, ou mesmo um puxadinho do OVA original de 2009, mantém o estilo experimental despreocupado em estruturar um enredo coeso, e muito mais focado em se divertir ante ao surreal e, ao mesmo tempo, prosaico, cenário da obra.

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Abayama, o Itto-Ryu mais antigo, talvez até mesmo um dos membros fundadores da filosofia do bando. Nesse antepenúltimo episódio de nossa longa jornada, somos apresentados para um erro brutal no anime. Aconteceu uma distorção na decisão desse grande personagem, distorção e realocação de situações que literalmente esvaziaram o destino e propósito de todos os novos membros do bando.

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Nesse episódio, após o desfecho de Shira, ou melhor, após o consumo do mesmo como adubo de estômago de cão selvagem, temos Habaki descobrindo sobre as ações de Anotsu e companhia. Como consequência, inúmeros cavalos inocentes são brutalmente assassinados.

Em paralelo, temos o desamparado Renzo. Confuso, ressentido, em uma escalada de caos ele enfrenta o amargo gosto da impotência. Mesmo que deseje se livrar de sua dor, ele nunca poderá realmente superá-la.

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O desfecho de Shira, o oponente mais desprezível dessa história; a pessoa mais doente, no sentido de sanguinolência e carnificina, que Blade nos apresenta. Compreendo que Habaki demonstra semelhante força destrutiva, entretanto, o seu modo operante visa um propósito maior, e justificado pelo injustificável, ele atropela e usa de todos os meios que acredita ser necessário para alcançar o seu objetivo; assim como Anotsu, o qual mata inúmeras pessoas por capricho e rebeldia, movido por sua ambição de um espadachim ideal; ou mesmo Manji, que aniquila uma pequena pilha de vidas em prol da sobrevivência, e posteriormente, de expiar os seus pecados em terra. Já Shira, ele é único, pois mata pelo simples prazer de matar.

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