Ficamos duas semanas longe de Irozuku e parece que as coisas avançaram bastante em relação aos problemas. Provavelmente as coisas tiveram uma mudança bem grande no sexto episódio, porém não sabemos ainda o que pensar disso, já que acreditávamos que a Hitomi enfrentaria um obstáculo maior para chegar onde chegou nesse último episódio.

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Após duas temporadas de muita construção, nessa terceira Ainz partiu para o ataque. Se mostrou ao mundo por meio do medo através demonstrações de seu poder e, após derramar muito sangue, conseguiu atingir seu objetivo inicial. Ok, ele não conseguiu tudo o que desejava mas não é como se importasse pois mais do que nunca, ele não se importa. Não existe mais a figura benevolente que havia sido mostrada em certos momentos, há apenas um morto vivo fazendo o que for para conseguir o que quer, não importando o estrago que faça.

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Grand Blue é um anime de comédia produzida pelo estúdio Zero-G (Tsugumomo, Dorei-ku, etc) e dirigido por Takamatsu Shinji (Sakamoto desu ga?, Danshi Koukousei no Nichijou, Gintama, etc). Em seus 12 episódios a obra conta sobre Iori Kitahara, um jovem que está entrando na vida universitária e para isso, acaba indo morar na casa de seu tio numa cidade litorânea. Porém, quando ele chega uma série de acontecimentos bagunça sua vida de uma maneira completamente maluca e todos seus planos vão por água abaixo.

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Tem aquela música de “Chavez” que conhecemos bem, não tem? Principalmente aquela parte em que diz “Existem jovens de 80 e poucos anos, e existem velhos de apenas 26”. Essa é a música que lembrei para definir Itsuki Roppa, um jogador da Liga Inferior que estava indo tão bem nos jogos que foi mandado para a Liga Principal.

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A amizade é uma conexão afetiva/emocional, por isso não é surpreende que uma pessoa que tropece constantemente em sua ansiedade social, falta de confiança e timidez possa relacionar-se com alguém espevitada, corajosa e sociável. Aoi Yukimura e Hinata Kuraue conheceram-se na escola primária, quando sobem uma montanha juntas pela primeira vez e prometem repetir a experiência. Porém, elas passam um período distantes, até se reencontrarem no ensino médio. Hinata, a expansiva, e Aoi, a acanhada, retomam a amizade que é fortalecida pelo montanhismo.

A terceira temporada é a que traz obstáculos ao convívio e desafios para a união entre elas. Amadurecer é um processo repleto de desejos, dúvidas e descompassos, há muitos enganos e frustrações envolvidos, mas também as fases de primícias e descobertas Aoi e Hinata estão crescendo e alguns ruídos são sentidos em sua relação. No entanto, Hinata internaliza o seu incômodo e Aoi não percebe os sinais de um afastamento que se instalou como ameaça, um fantasma silencioso.

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Olá! Essa semana farei um artigo triplo (sem trocadilhos com meu nome, por favor). Tratarei desde o episódio 24 até o 26, eventualmente o final da obra. Não abordarei os 2 anteriores (24 e 25), pois os dois se arremeteram ao último de maneira direta , afinal, tudo que se entre abriu neles culminou no episódio final, sendo assim, comentando sobre o último abordarei todos de uma vez.

Sem mais de longas, vamos ao artigo.

O final próximo deixa o coração dos fãs apertados, mas a espera pelo desenrolar iluminado os acalenta… Últimas semanas de Kakuriyo no Yadomeshi no Anime21!

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Yuragi-sou no Yuuna-san é um anime produzido pelo estúdio Xebec (To Love-ru [todas as temporadas], Keijo!, etc) e possui 12 episódios + 3 Ovas que ainda estão saindo (no momento falta apenas um)e foi dirigido por Nagasawa Tsuyoshi (Clockwork Planet, Haiyore! Nyaruko-san, etc). Publicado pela revista Shounen Jump (Naruto, Bleach, etc) e escrito por Miura Tadahiro, a obra fala sobre Kogarashi Fuyuzora, um médium que começa a morar na pousada por conta do baixo aluguel.

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Adaptação do mangá homônimo de Tomiyaki Kagisora, em seu oitavo volume, serializado pela revista Gangan Joker, Happy Sugar Life traduz de maneira precisa uma das mais conhecidas definições sobre o horror, o de que o gênero “se faz acompanhar de um sentimento de obscura incerteza em relação ao mal que tanto teme”. A eloquente afirmação é de Ann Radcliffe, escritora inglesa, que é uma das pioneiras do romance gótico, que tem como principais obras Os Mistérios do Castelo de Udolfo, de 1794, e Os Italianos, de 1797. Passados 200 anos, a série anime do estreante estúdio Ezόla, com direção de Keizou Kusakawa (Inukami! [2006]) e Nobuyoshi Nagayama (My Girlfriend is Shobitch [2017]) e roteiro de Touko Machida (Lucky Star [2007] e Wake Up, Girls! [2014]), surge para nos relembrar o quanto à dúvida e à ambiguidade podem ser capazes de conduzir um mistério e nos entregar o estrato mais assustador do horror: um cotidiano apavorante devido a traumas, à violência e um senso distorcido da realidade.

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O natal e o ano novo estão um pouco longe, mas já entramos na reta final do ano. A última temporada do ano de 2018 já começou e ao final dela os fãs de animes refletirão sobre o que teve de melhor e pior neste ano, e claro, projetar as expectativas para os lançamentos do ano seguinte.

O último episódio de Sunohara-sou Kanrinin-san se passa nas festas de final de ano, portanto, é uma boa forma de encerramento. A vida do Aki mudou significativamente desde que se mudou para o dormitório Sunohara, e mudou para melhor, apesar de algumas ressalvas.

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Antítese do Cute Girls Doing Cute Things (garotas fofas fazendo coisas fofas). Um anti-moe por excelência. São definições que servem ao universo de Asobi Asobase, que ultrapassa o razoável e engendra uma comédia bizarra, nonsense e absolutamente hilária, sem receio de apostar no humor sem limite. Porém, a autoconsciência que a série tem da estupidez de suas protagonistas confere-lhe um olhar sagaz para a vida de garotas do ensino médio e suas relações. Aqui, as estudantes são amalucadas, exageradas, insensatas e muitas vezes malvadas. Asobi Asobase acrescenta ao gênero vida escolar um ingrediente especial: o da imprudência desmedida. A loucura do cotidiano é multiplicada por mil se comparada a Azumanga Daioh (2002), que é brincalhona, mas adorável, e Nichijou (2011), disparatada e kawaii.

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