O episódio de Astra foi bem mais sério que os outros, mas ainda não chegou ao nível que eu esperava, me arrependi de ter colocado um hype imenso pelo fato do trailer ter sido bem sério, mas isso é uma lei universal, quase sempre temos pouca satisfação em algo que gerou muita ansiedade. Uma pessoa pode estar bem ansiosa para adentrar numa universidade, mas lá ela pode perceber que não era bem o que esperava. Enfim, vou deixar a enrolação e irei para mais uma análise.

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Como no último capítulo, Fire Force mostrou que não é um simples Shounen, confesso que o subestimei – assim como o novo recruta subestimou a Maki – e isso é mais explícito quando chegamos na segunda parte do episódio, mas presumo que seja melhor começar esta análise com o início do episódio, que já mostra que teremos um evento de recrutas.

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Mienai hito-tachi é um mangá de 2 capítulos feito por Nagabe, que é responsável tanto pela parte escrita quanto pela ilustração. É uma história curta e com poucos personagens que mostra uma relação entre diferentes criaturas, com interações um pouco diferentes do que é visto por aí, onde a qualquer momento isso pode acabar.

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Os adolescentes perdidos no espaço chegam ao primeiro planeta da “rota de retorno”, e uma coisa que eles não estão sentindo é desespero. Não parece funcionar bem essa dissonância entre o psicológico dos personagens e a situação crítica em que se encontram, já que não faz muito sentido o clima leve de normalidade em uma situação como essa.

Só vemos pessoas mais empolgadas do que sérias, o que podemos simplesmente levar numa boa por serem só adolescentes, mas eu não gostei muito, e tampouco parece ser um argumento plausível para uma coisa tão estranha.

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Relembrando pela milésima vez a premissa que o anime trouxe quando foi lançado: titãs e humanos nunca se deram bem, estes seres destruíram milhares de vidas. Aí que foram construídas as muralhas há uns 100 anos. Bom, vendo os primeiros episódios do anime, percebe-se que ali há um ambiente bem pesado, pois a realidade é pesada, mas enfim, as pessoas que moravam presas ali só tinham titãs como inimigos.

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Um anime que trabalha com viagens espaciais! É um tema que eu acho muito interessante, foi daí que criei motivações para resenhar os episódios deste anime, e espero ter a chance de cobrir os próximos episódios. Esta escolha não é somente baseada na questão das viagens espaciais. Quanto mais eu descubro coisas sobre o universo, mais dúvidas e fascínio eu crio, e aqui tenho a oportunidade de ver uma ficção com diversificados mundos, o que me enche de emoção.

Em Kanata no Astra (ou Astra Lost in Space) nós temos uma perspectiva do que pode ser o futuro. A nave utilizada para chegar ao planeta McPa demorou aproximadamente 4 horas, sendo que este corpo celeste está a uma distância de 9 anos-luz.

Ano-luz é uma unidade de medida que equivale à distância que a luz percorre no vácuo em um ano. Bom, se a luz percorre aproximadamente 300.000 quilômetros em um segundo, então em 1 ano a distância será de quase 10 trilhões de quilômetros. Enfim, demoraria 9 anos, na velocidade da luz, para chegar no tal planeta.

Lá, uma esfera desconhecida precisou de apenas um instante para os lançar muito mais longe: 5 mil anos-luz, na órbita de um planeta gelado!

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O mangá da vez é “Hot”. E quente é algo que tem muito, mas não tem mais que gelo, dá pra perceber que o título é muito bom. Quem é o responsável por esse mangá paradoxal é o Akira Amano. O mangá é centrado no hockey, um esporte que não é tão falado aqui no Brasil. A obra é só um One-shot, ou seja, só apresenta um capítulo, mas as pessoas que leram com certeza se levaram a pensar que dava pra ter mais capítulos.

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Shingeki no Kyojin veio ao Ocidente com o nome de “Attack on Titan”, que teria como tradução “Ataque ao Titã” (ou algo parecido com isso). O Ocidente carregou isso até este episódio – não duvido que carregarão até o final do anime –, no qual foi mostrado que o nome do anime se refere ao nome do titã do Eren: Titã de Ataque. Enfim, “Corujão” e Grisha dão o seu desfecho, mas como Krugger conhece o Armin e a Mikasa?

Nota do editor: No Brasil, a Panini escolheu uma variação que inverte o atacante: Ataque dos Titãs. A editora, criticada na época por sua escolha, parece que estava um pouco mais certa (ou menos errada) do que os americanos, né?

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Toda a verdade estava guardada em um homem, e nada melhor do que essa verdade ser revelada junto com a história dele, começando naquele dia. Esse simples dia, no qual Grisha já estava atordoado com toda a ignorância e segregação, foi simbólico para a pequena esperança de Paradis. O plot do anime seria o pai do Eren ou os Titãs?

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Enfim, finalmente chegamos na parte que todo mundo queria. Confesso que quando comecei a acompanhar o anime eu achei que demoraria um pouco mais, porém seria muito estranho o anime chegar aos episódios finais sem que ninguém entenda o que realmente é aquele mundo. De pouco em pouco, “Ataque dos Titãs” mostra que sua essência é baseada nas deixas de perguntas, e por mais que respostas sejam dadas, mais indagações são feitas.

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