E mais um arco se encerra com uma alta performance em lutas. Veja que o Shinra é bem mais apelão do que parece. Ele conseguiu derrotar uma capitã e lutar no mesmo nível que um tenente. Claro, o lugar proporciona uma certa vantagem para o protagonista, mas isso não diz muito sobre o que ele é capaz.

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Há horas em que o Kanata está andando pelo mundo da loucura, mas ninguém o segura quando está sério. A preocupação do capitão sobre quem é o assassino, é uma prova de que o personagem pode se tornar um grande capitão – isso sem deixar de ser biruta como é.

Kanata não é só um bom capitão por isso. Veja só, quantos personagens ele já salvou? Em situações críticas ele fez o possível para deixar todos em segurança. Disso nós temos vários exemplos, como a cena icônica em que ele salva Áries no 1° episódio, e após isso, Funicia, Yunhua, Ulgar, Luca…bem, muita gente, ou melhor dizendo, todos.

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Na continuação da missão dos recrutas do 8° batalhão, mais informações foram dadas. Dessa vez 2 coisas chamaram a atenção: o tal inseto que dá origem aos infernais e a tal luz piloto. Os eventos deste episódio não foram com algum show de ação, mas sim como a introdução para as lutas.

Essa introdução é como um catalisador, catalisador este de emoções, principalmente por todo o choque quando a Tamaki descobre as reais intenções do Tenente Rekka, na qual ele transforma uma criança em um infernal. Este clima é o responsável por nos encher de expectativa quando Shinra chega para salvar a garota, criando uma ânsia no telespectador para que ele veja o próximo episódio.

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Já assistiram O Clone? Foi uma novela da Rede Globo que passou há um tempo atrás. Pois é, assim como ela, Kanata no Astra trabalha o mesmo tema, mas, claro, anime é melhor que novela. Quem gosta das novelas da globo? O episódio 9 foi o ponto definitivo para saber qual elemento liga os personagens. A partir de agora é vingança, e espero que muita gente veja o sol nascer “quadrado”.

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O 7° episódio foi um episódio bem episodicamente engraçado. Não sei o que deu nos personagens, mas se o que deu realmente deu, então está dado. Novos personas foram apresentados, e a apresentação foi um tanto apresentada.

O tenentismo dos tenentes realmente deu no que falar, e falando deles, também devo falar das lutas, nas quais, lutando, o protagonista Shinra finalmente está perto do seu passado. Hora da análise analítica desse episódio estranho.

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Venho tendo contato com shoujos recentemente, e cada vez mais tenho apreciado cada momento. Desculpem, caros shounens, mas vejo que precisam fazer muita coisa para ultrapassar.

Este mangá é da autoria de Nawo Inoue. É interessante perceber a valorização do branco na obra, dando para as linhas um grande trabalho na parte do detalhismo e o espaço em si. O mangá tem 7 capítulos, estes recheados de bastante devaneios em … sonhos? Que louco! Vamos para mais uma análise!

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Eis aqui o encerramento do confronto. Novamente Fire Force traz um bom episódio, não focando somente nas lutas. É um battle-shounen promissor ao se pensar nisso, levando em conta ao querer aumentar sua popularidade. Sei que lutas às vezes são bem mais espetaculares quando busca-se dar destaques às ambições, além de incertezas e passados dos personagens. Mas só lutar é necessário?

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Os episódios de Astra são entrelaçados com inúmeros mistérios, principalmente quando nos referimos aos momentos finais de cada um. No episódio passado foi jogado ao ar a possibilidade do Charce ser o traidor, e claro, tinha muito a ver, né? No entanto fomos enganados mais uma vez.

Em cada momento nos surge a possibilidade do anime estar nos enganando direitinho. Cada personagem tem o seu episódio, e é deixada a impressão dele ser o inimigo. Mas essa impressão não dá em nada, já que nunca é quem pensamos. Então pode-se pensar que só serão apresentações sem que haja a confirmação do traidor.

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Ambos episódios marcam o confronto entre o 5° e o 8° batalhões. O que Obi disse ao Shinra no 3° episódio passa então a ser colocado em prática, ou seja, o verdadeiro objetivo, que nada mais é do que descobrir o que os outros batalhões escondem.

O 4° episódio faz uma apresentação básica do que está por vir, mostrando a Princesa Hibana, que é uma mulher bem empoderada, diga-se de passagem. Já o 5° episódio é a parte em que começa a briga, essa é a hora em que se combate fogo com fogo.

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