Sabe aquela música que te faz relaxar? Ou aquele filme que te deixa sorridente e/ou feliz enquanto você assiste? Bom, Komi-san te dá essa boa sensação também, algo que refresca a sua alma e pode acabar melhorando seu humor num dia ruim. E sim, eu posso muito bem estar exagerando e quando você, caro leitor(a), for ler não ter a mesma sensação que eu tenho toda vez que leio essa obra. Fato é que por ser uma leitura rápida, ter uma história simples e um traço amigável, ajuda a obra a ser uma bela opção de leitura leve e descontraída, sem grandes rodeios ou coisas difíceis de entender. 

Ler o artigo →

Webtoons são, para quem ainda não sabe, webcomics – histórias em quadrinhos com publicação diretamente online – criadas por sul-coreanos. Hoje em dia o termo é amplamente utilizado para categorizar não só quadrinhos coreanos, mas também japoneses e até de outros países, sendo que muitos autores de outros países – ocidentais inclusive – criam quadrinhos que são considerados webtoons, mas geralmente os lançam em plataformas baseadas na Coréia.

Ler o artigo →

O anime de Koi to Uso terminou em setembro de 2017. Foi “quase” fiel ao mangá mas tivemos umas mudanças em alguns acontecimentos e a exclusão de outros. Ao conversar com alguns amigos(as) que também leem o mangá, é de concordância unânime que o mangá é superior ao anime (sério, vejam as notas dos reviews no MAL do anime e do mangá). Claro que não seria muito justo criticar o anime visto que seu final seria aberto mesmo que seguisse a obra original que ainda está em andamento.

Ler o artigo →

Como você sabe (ou vai ficar sabendo agora), quase todos os animes lançados nas temporadas tem uma fonte original. Alguns vieram de mangás, outros vieram de light novels, games ou até mesmo de visual novels. Há exceções, é claro, temos alguns animes originais nessa temporada (como Shoujo Kageki Revue Starlight e Sirius the Jaeger) e esse artigo tem como finalidade mostrar alguns dos animes da temporada de julho de 2018 que tem versão em mangá, seja original, seja como só mais uma adaptação de outra mídia.

Ler o artigo →

Nós do Anime21 adoramos mangás. Não se deixa enganar pelo nome! Focar em animes foi apenas uma escolha editorial – tem tanta coisa legal no mundo, não dá para lidar com tudo. Ou até dá, tem muita gente competente por aí com portais de interesse mais geral, mas a nossa escolha foi sermos mais focados. Com o tempo, a experiência, e o crescimento da equipe, achamos que chegou a hora de expandir nossos horizontes para outro nicho muito afim aos animes: mangás.

Porque, como apontado no começo do texto, adoramos mangás.

Ler o artigo →

Esse artigo eu publiquei originalmente em 2012, no Another Warehouse (aqui). Ele teve uma recepção bastante positiva, e de lá para cá eu meio que me mantive ausente de novas discussões sobre esse assunto. Contudo, por ter lançado o anime21, eu voltei a ter contato com o público em geral fã de animes e mangás, e nessa virada de temporada (a primeira desde que o blog entrou no ar) percebi que ainda há um número grande de pessoas que confunde as coisas loucamente, por isso achei que seria de bom tom relançar esse artigo com algumas edições mais para atualizá-lo do que para alterar seu conteúdo. O que me motivou a escrever o artigo àquela época foi um artigo no então Nahel Argama, antes dele ser um dos fundadores do Genkidama e simplificar seu nome para Argama, chamado Bleach – O Shonen Mais Shoujo de Todos os Tempos. No sentido correto dos termos shonen e shoujo isso deveria significar “o mangá para garotos que mais atrai garotas”, mas por entender que não era isso que a autora do artigo quis dizer, comentei no próprio minha discordância. Daí fui convidado para escrever sobre isso para o Another Warehouse e o resto é história. Essa nova versão do artigo foi motivada não apenas mas principalmente por comentários que confundem demografia com gênero que li no artigo Aoharaido e a última chance de shoujos no Brasil, do Chuva de Nanquim. Um último comentário é importante nessa apresentação, por ser esse um blog sobre animes: as demografias, conforme abordadas por esse artigo, se aplicam apenas a mangás. E não é assim por uma convenção aleatória, é assim porque o órgão japonês que os define e aplica é específico para mangás. Não é absurdo dizer que, por extensão, um anime de um mangá shonen seja um anime shonen, mas tenha em mente que essa não é uma definição correta, oficial. E para os demais animes, originais ou derivados de outras obras que não mangás (light novels, livros, games, etc), embora cada um tenha sim um público-alvo definido, não se usam termos específicos para definir isso. Sem mais delongas, o que afinal são as demografias?

Ler o artigo →