A dupla icônica, o roteirista Tsugumi Ohba e o ilustrador Takeshi Obata, que produziu um dos mangás de maior sucesso da história voltou a trabalhar junta em um one-shot que, honestamente, pouco ou nada acrescenta a Death Note enquanto franquia, mas é divertido de ler.

Aliás, isso nem é exatamente um problema, e se a intenção era faturar em cima de uma boa ideia a Jump e os autores foram mais bem sucedidos que o Kira da Geração Z. Sem mais delongas, é hora de Death Note (ainda que quase sem mortes) no Anime21!

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Mato Seihei no Slave é um mangá escrito por Takahiro, o autor de Akame ga Kill!, e ilustrado por Youhei Takemura. A obra é lançada na Shonen Jump+, revista digital da Jump, e nos apresenta um mundo cheios de monstros perigosos e frutos que concedem poderes apenas às mulheres, as verdadeiras heroínas dessa história. Leia o artigo e você saberá!

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Jujutsu Kaisen é um mangá escrito por Gege Akutami e lançado na Weekly Shonen Jump, casa de One Piece, My Hero Academia, Dr. Stone, Shokugeki no Souma, The Promised Neverland, Black Clover, entre outros tantos mangás shonen de sucesso mundial.

A obra é lançada desde 2018 e possui uma excelente vendagem de volumes mesmo sem anime lançado. O qual, aliás, foi anunciado na último edição do ano editorial da revista. A tendência é de que saia em 2020, mas antes dele sair, vamos comentar sobre o mangá?

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Este arco é bem pequeno, porém mostra coisas muito importantes, principalmente sobre dois integrantes de alta patente da Baroque Works: Mr. 3 e Miss Goldenweek, uma dupla perfeita, eu diria. Os dois são ligados à arte e tudo o mais, só que foram mais chatos que difíceis, pois usam qualquer tipo de serviço pecaminoso para atrapalhar.

Não apenas isso, mas também mostra um pouco mais sobre uma ilha que demoraria um ano para ser registrada com uma bússola normal. Os gigantes Brogy e Dorry são de grande ajuda para os heróis da história e, além disso, têm muita história para contar.

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O que se deve considerar em One Piece é: nem tudo é o que parece. Três personagens caíram nas garras dos inimigos: Luffy, Usopp e Sanji. O primeiro por ser inocente demais e adorar comida, o segundo por querer contar vantagem com suas aventuras incrivelmente falsas, e o terceiro porque é mulherengo.

Esta parte do mangá tem um revés político, já que uma organização secreta tomou conta de um reino, e a princesa responsável por ele é capaz de tudo para poder fazer com que sua terra tenha a mesma paz que antes, mas derrotá-los sozinha não seria possível.

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Muitos anos depois de ter lido este arco da Reverse Mountain e ter me esquecido de praticamente tudo sobre ele, já que tem 5 páginas, mas lembrar da baleia Laboon (mas não de seu nome), escutei uma música que me lembrou do que aconteceu. Ela conta a história de Jonas, profeta de Israel que, por conta de um castigo dado por Deus por se negar dar instruções divinas à cidade de Nínive, ele foi engolido por uma baleia e ficou lá por três dias.

Mas é claro que, pesquisando pela bendita música, também teve relatos de mais algumas pessoas que viveram alguns dias dentro de uma baleia, como este homem e este homem. Finalmente, encontrei a música, que é esta aqui, e representa um pouco da vida que Crocus vive dentro da baleia Laboon, embora não tenha uma metáfora sobre desobediência por parte dele, só de, talvez, um relacionamento difícil.

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Esta é uma das partes da saga de East Blue que carrega um significado muito importante. Algumas coisas que se entende de One Piece logo em seu início são: não negue ajuda a ninguém, não se entende o que o próximo passa até que passemos pelo mesmo sofrimento, não desista, mesmo que o que você quer dependa de sua vida.

Loguetown tem apenas cinco capítulos, mas são carregadas de história, mesmo sendo distribuído em 20 páginas cada. É super importante perceber que Luffy, mesmo sendo o inconsequente que é, sabe o quão grandioso era Gol D. Roger, o pirata que iniciou a era dos piratas, que nasceu e morreu nessa cidade.

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One Piece sempre vai e volta naquele conflito básico: “quem é bonzinho e quem é mauzinho: os piratas ou a Marinha?”.  Em se considerando que grande parte dos piratas existem para fazer maldades para conseguir riquezas e manter o seu orgulho, que é o caso do Buggy, Don Krieg e mais uma boa quantidade de gente má por aí, também tem uma parte do povo da Marinha que gosta de confiscar dinheiro para proveito próprio.

Não é à toa que Nezumi, que faz parte de Marinha, fez uma espécie de acordo com Arlong, que quer construir um império só dele. Em se tratando de alguém forte, o pirata tubarão carrega essa característica com orgulho. Além de poder ameaçar quem quiser, também pode fazer com que pessoas trabalhem para ele feito escravas, como foi o caso da Nami por muitos anos.

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Este arco é o que posso descrever como “em coração de mãe, sempre cabe mais um”. Baratie não é qualquer navio restaurante: nele tem comidas muito boas que todos os cozinheiros ficam brincando, dizendo que uma é pior que a outra, e que falam tão sério que parece que estão brigando, e, como bônus, uma luta aqui e ali.

Nem mesmo a marinha conseguiu fugir de um ataque traiçoeiro de um dos cozinheiros, e é justamente dele que Luffy mais colocou na cabeça que precisa. Seu nome: Sanji, o homem que usa as pernas para lutar e se defender, assim como o chefe do restaurante, Zeff, que antigamente era conhecido como Zeff da perna vermelha.

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“O menino e o lobo” é o título de uma fábula muito famosa, a qual conta a história de um pastor de ovelhas que cuidava de um pequeno rebanho de ovelhas, e recebeu um apito, que servia para avisar sobre todo e qualquer perigo iminente. Claro que, toda vez que ele tocava o bendito apito, todos os aldeões saiam correndo de suas casas para prestar socorro, e o pastor morria de rir.

Até que, um dia, um lobo apareceu de verdade e o pastor apitou com todo seu afinco. Depois de tantas mentiras, ninguém mais acreditou quando o menino finalmente aconteceu um perigo de verdade. Usopp, o mentiroso da Vila Syrup, vivia gritando que os piratas estavam chegando. Acabou que isso se tornou um despertador e tanto, mas quando os piratas realmente fizeram menção de chegar, quando Usopp avisou, ninguém acreditou.

Apesar do início das mentiras de Usopp começarem por causa de uma dor pessoal, causada pela morte de sua mãe e pela despedida de seu pai por causa de um “chamado de uma bandeira pirata”, a parte de ninguém acreditar quando finalmente disse a verdade nas duas histórias foi muito semelhante.

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