“O menino e o lobo” é o título de uma fábula muito famosa, a qual conta a história de um pastor de ovelhas que cuidava de um pequeno rebanho de ovelhas, e recebeu um apito, que servia para avisar sobre todo e qualquer perigo iminente. Claro que, toda vez que ele tocava o bendito apito, todos os aldeões saiam correndo de suas casas para prestar socorro, e o pastor morria de rir.

Até que, um dia, um lobo apareceu de verdade e o pastor apitou com todo seu afinco. Depois de tantas mentiras, ninguém mais acreditou quando o menino finalmente aconteceu um perigo de verdade. Usopp, o mentiroso da Vila Syrup, vivia gritando que os piratas estavam chegando. Acabou que isso se tornou um despertador e tanto, mas quando os piratas realmente fizeram menção de chegar, quando Usopp avisou, ninguém acreditou.

Apesar do início das mentiras de Usopp começarem por causa de uma dor pessoal, causada pela morte de sua mãe e pela despedida de seu pai por causa de um “chamado de uma bandeira pirata”, a parte de ninguém acreditar quando finalmente disse a verdade nas duas histórias foi muito semelhante.

Ler o artigo →

Blade – A Lâmina do Imortal ou Mugen no Juunin, é uma história de samurais cheia de ação, filosofia, vingança e honra.

A obra de Samura Hiroaki foi originalmente publicada na revista “Afternoon” da editora Kodansha e durou de 1994 à 2012. Chegou a ter um anime baseado nas primeiras edições do mangá que não vingou (animação, traço e enredo muito fracos se comparados ao mangá) e um filme live-action muito bom (lançado em 2017 no Japão, mas que apresenta um final diferente para a saga) e recentemente uma nova incursão nos animes que será lançada pela Amazon Prime e promete traços e enredo fiéis ao mangá.

Ler o artigo →

Orange Town é o segundo arco de East Blue, no qual Luffy e Zoro encontram a navegadora, Nami. Como o protagonista sempre vagou a esmo, nunca sentiu necessidade de alguém que lhe auxiliasse nesse assunto. Ele só colocou na cabeça que precisava ir para Grand Line para ser o Rei dos Piratas e pronto, acabou.

Zoro também tem um problema sério com direções e conhecimentos de mapa em si, então se perde com incrível naturalidade, e isso é mostrado nos capítulos do mangá logo adiante. Contudo, ele tem ciência de que, para se localizar os melhores caminhos para seguir em frente, precisam de um navegador urgentemente.

Ler o artigo →

Considerando que a temporada de verão ainda não terminou por completo, acho que ainda dá para fazer uma última lista desse ciclo, né? Pois bem, essa coluna que tinha como foco produzir listas de mangás vai mudar um pouco para englobar ainda mais os mangás e seus irmãos (manhua, webtoon e manhwa). Com isso, teremos listas, artigos com curiosidades e claro, resenhas de mangás.

Ler o artigo →

Infelizmente eu estava sem ideias para fazer uma leva de novos artigos para a coluna de terça-feira. Fiquei pensando em como prosseguir após Chihayafuru, e o Mexicano me deu a seguinte dica: “Por que não escrever sobre mangás que estão sendo falados ao longo de muitos anos?”.

E é claro que um dos exemplos é One Piece, um dos mangás que estão sobrevivendo desde os anos 1990 (22 de julho de 1997) e segue em sua periodicidade semanal, sendo publicado pela Shounen Jump, que é uma revista que tem outros títulos bem famosos, como Dragon Ball e Naruto.

Como One Piece está sendo um mangá que está batendo a quantidade de capítulos em quase 1.000 (tá, um pouco menos), e eu leio muito devagar, resolvi, com ajuda do Mexicano, separar todos os artigos por arco e comentar aos poucos todas as partes importantes que consegui absorver.

Sem mais delongas, aqui vai o primeiro artigo de um mangá que marca muita gente (lembrando que esta coluna contém spoilers, então depois de uma determinada parte, se alguém que não quiser continuar, é por própria conta e risco).

Ler o artigo →

Os mangás existem há décadas e muitas vezes nós acabamos não dando a merecida atenção que os precursores das obras atuais deveriam receber. Por isso eu gostaria de indicar 4 mangás da década de 90 que talvez não seja de seu conhecimento e obviamente merece uma chance. Vale destacar que nem todos são completos desconhecidos e acredito que não teria graça se a lista só tivesse obra conhecida, né?

Ler o artigo →

Por mais que psicológico seja um nome um pouco estranho para se dar a um gênero, ele faz parte do que hoje conhecemos como Junji Ito, o mestres do horror japonês. É uma expressão artística e subjetiva que admiro muito, pois mexe com diversas particularidades que andam com o ser humano: medo, aflição, terror etc.

Ler o artigo →

Quando vi o anúncio da adaptação para anime de Dr. Stone eu confesso que o detalhe que mais chamou a minha atenção foi o nome de um dos autores de quem eu sou fã de longa data. Também costumo pesquisar quais são as outras obras que determinado autor produziu para que eu possa ler e, assim, ver os diferentes universos que ele pode criar. Juntando tudo isso eu decidi que seria uma boa hora de fazer um artigo sobre os autores dessa obra que está tendo seu anime transmitido nessa temporada (julho de 2019).

Ler o artigo →

Venho tendo contato com shoujos recentemente, e cada vez mais tenho apreciado cada momento. Desculpem, caros shounens, mas vejo que precisam fazer muita coisa para ultrapassar.

Este mangá é da autoria de Nawo Inoue. É interessante perceber a valorização do branco na obra, dando para as linhas um grande trabalho na parte do detalhismo e o espaço em si. O mangá tem 7 capítulos, estes recheados de bastante devaneios em … sonhos? Que louco! Vamos para mais uma análise!

Ler o artigo →

Braids é um mangá, mais especificamente um one-shot – animes de um só capítulo – envolvendo um mistério escolar, sendo recomendado principalmente para adolescentes ou seja, é do gênero Shounen. Além disso, mesmo envolvendo mistério, o prolongamento que a história vai dando é acompanhada de comédia. O autor é Nishio Ishin, já o responsável pela parte ilustrativa é Kawashita Mizuki e então concluída essa introdução, vamos para mais uma análise!

Ler o artigo →