Nessa semana teremos uma lista um pouco diferente. Geralmente hoje seria uma lista que abordaria algumas obras que possuem algum ponto em comum, mas decidi fazer diferente. Teremos uma lista que como o título expõe, são de serviços (pagos ou não) que disponibilizam webtoons, manhuas, manhwas e mangás. Inclusive se você já conhece algum deles talvez seja melhor ir direto para a lista!

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Katsute Kami Datta ou To the Abandoned Sacred Beasts é um mangá lançado desde 2014 pelo mesmo autor de Maybe, o mesmo de Kekkon Yubiwa Monogatari (que possui uma resenha aqui no blog). O mangá receberá uma adaptação para anime que começará no primeiro dia de julho deste ano (2019) pelo estúdio MAPPA.

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Como é de conhecimento comum, os japoneses deixam sua imaginação aflorar bastante e algumas vezes até demais. Por isso eu decidi reunir 4 obras que têm temáticas bizarras, algo que foi mais difícil do que deveria ou que eu esperava. De qualquer forma, já adianto que eu preferi não trazer obras com alto teor sexual (porque aí seria fácil demais) ou com cenas sensíveis (estupro e afins), pegando coisas mais leves na medida do possível.

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Com a aproximação da próxima temporada de animes, que terá a adaptação de Kanata no Astra como um dos lançamentos, me vem na cabeça fazer uma breve análise de Astro, um one-shot.

Este mangá foi escrito por Shinnosuke Kuji e seu enredo conta a história dos astronautas que foram para a lua para iniciar uma missão bastante perigosa.

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Este é mais um mangá da grande Shonen Jump, desta vez nós temos o Yuki Tanaka como autor e o Matsuura Kento como responsável pela parte artística, e o que podemos esperar desse mangá? Bom, por um lado há uma relação com o subgênero Cyberpunk, tendo grupos de mercenários e algo visto em muitos mangás: ação.

Pelo que foi mostrado, a história se passa a exatamente 30 anos do nosso mundo atual, ou seja, estamos no Japão de 2049, onde a nação está numa crise pela alta taxa de criminalidade, o que é bem diferente do atual estado do país, que coisa louca, né?

Este lugar caótico é consequência da Reforma de Galápagos: um projeto do governo que visa a mudança da cultura japonesa aos padrões internacionais. Com isso, foi criada uma nova rede geográfica – Hyper Loops – para trazer novas culturas para o país, mas o que trouxe só foi violência dos mais diversos tipos.

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Na lista dessa semana iremos tratar dos mangás de comédia, aproveitando o embalo da última lista de animes lançada na semana passada. Temos obras finalizadas, com autores relativamente famosos e história curtas. Enfim, eu quis trazer uma variedade interessante para que opção não falte.

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E a lista dessa semana é de mangás de ação. Essa lista é um pouco complicada pois o gênero ação está presente em inúmeros mangás, além da questão de não ser um aspecto muito presente em alguns muitos casos. E isso é, de certa forma, um problema, pois classificar a presença da ação numa história é muito relativo, afinal, numa obra em que em todas as batalhas têm fanservice, qual o aspecto predominante?

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Tokidoki é um one-shot escrito e ilustrado por Naoshi Komi, que é o mesmo autor de Nisekoi.

O one-shot foi lançado em 2016 na Jump GIGA, uma revista mensal que serve como apoio a Jump semanal, e conta a história de Hatsu Takagi, uma garota que tem uma grave e rara doença no coração, e Hato Ijima, que ao descobrir o problema se oferece para ajudá-la a aproveitar a vida enquanto pode.

Sim, se você tiver o coração fraco indico que leia ao menos com um lencinho a tiracolo, porque a história é de drama, mas também de slice of life e um pouco de romance – que sei que alegrará seu coração.

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“O fato de eu estar viva é uma coisa tão encantadora e maravilhosa que me faz querer viver mais e mais.”

1 Litre No Namida é baseado na história real da jovem Aya Kito. O comovente enredo gerou uma adaptação tanto para filme quanto para um Dorama, e graças ao trabalho de Kita Konna, houve a criação de um mangá. Tudo isso foi colocado em prática através do grande trabalho da própria Aya. A brusca mudança na sua vida foi escrita num diário – sugerido por sua mãe – pegou em cheio os japoneses, onde mais litros de lágrimas foram derramados.

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Utsukushii Monotachi é um one-shot feito por Tomita Douji, responsável tanto pela escrita quando pela ilustração. Assim como outras histórias, esta procura, através dos seus elementos, expressar e refletir questões ainda muito debatidas em nosso mundo. Trazer um tom de tristeza e dar um tapa na cara na sociedade atual é algo visto em muitas obras, inclusive nesta.

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