Os episódios de Astra são entrelaçados com inúmeros mistérios, principalmente quando nos referimos aos momentos finais de cada um. No episódio passado foi jogado ao ar a possibilidade do Charce ser o traidor, e claro, tinha muito a ver, né? No entanto fomos enganados mais uma vez.

Em cada momento nos surge a possibilidade do anime estar nos enganando direitinho. Cada personagem tem o seu episódio, e é deixada a impressão dele ser o inimigo. Mas essa impressão não dá em nada, já que nunca é quem pensamos. Então pode-se pensar que só serão apresentações sem que haja a confirmação do traidor.

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Esse episódio nos fez mais uma vez voltar ao zero. Cada semana vemos um personagem a ser desenvolvido, sempre levando a nos pensar que ele pode ser o traidor, mas acabamos sempre nos enganando. Desta vez foi o Luca, já que o quinto episódio deu a entender que ele poderia ser o espião sem sombra de dúvidas.

Este episódio acabou quebrando nossas expectativas, e novamente deixa no ar mais um grande suspeito: Charce. Com isso, vamos a mais uma análise!

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Bom dia!

A jornada é um elemento narrativo tão antigo, universal e flexível que faz pouco sentido chamá-la de clichê ou tropo. Pode ser muita coisa diferente.

Jornadas eram contadas no passado distante, como a Odisseia de Homero, em que Odisseu (Ulisses, em latim) tem uma dificultosa viagem de volta para casa após a Guerra de Troia. O Êxodo bíblico, no qual Moisés guiou seu povo para a terra prometida por Deus, fugindo da escravidão no Egito. A Jornada ao Oeste chinesa, na qual o monge Xuanzang parte para a Índia em busca de textos sagrados budistas.

Jornadas ainda são contadas hoje, como a fantasia épica de O Hobbit, o trágico road movie Thelma & Louise, a fábula animada Em Busca do Vale Encantado.

E animes, claro, muitos animes. Tantos animes que eu tive que fazer uma seleção difícil, cortando várias obras que adoro em favor da diversidade de indicações nessa lista.

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Kanata no Astra está bem perto de trazer as suas primeiras revelações, principalmente em relação ao traidor, que desde então gerou muitas dúvidas. Este artigo também teve uma participação do Mexicano, que dividiu comigo suas teorias mirabolantes a sobre esse episódio (nunca vi alguém pra criar teoria como ele).

Pela primeira vez nós vemos um encontro entre os pais dos desaparecidos, e muitas falas davam a impressão de alguns deles estarem envolvidos neste caso. Veja que tanto o pai do Ulgar quanto o pai do Luca falam a mesma coisa:”é como se meu corpo estivesse sendo dilacerado”. A cena em que o senador Esposito fala isso é bastante estranha, e, portanto, suspeita.

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Cada episódio de Astra Lost in Space vem trabalhando com um personagem. É dado que há uma estrutura específica ao redor de tudo isso. O início do episódio é sempre acompanhado por um pequeno momento de tensão seguido daquela comédia toda, ou também pode ser logo com a comédia, afinal, não vejo tanta tensão envolvida ali. Essa parte cômica é acompanhada com a chegada e as primeiras impressões dos planetas da “rota de sobrevivência”. É uma mistura de momentos engraçados com a apresentação de plantas, terreno e animais bizarros.

Por mais que os personagens tenham diferentes personalidades, a interação entre eles mostra que – especificamente alguns deles – são bem parecidos. Os tipos de adolescentes trabalhados em Astra são os mais infantis e os mais sérios possíveis, além dos que parecem não ser de nenhum desses. Claro que haverá momentos em que todos serão de um só tipo – o sério –, já que eles não ficarão sem sentido em todas as cenas, ou seja, haverá momentos em que dizer “oh, que fruta deliciosa! Nunca comi nada igual” não será de grande ajuda quando alguém estiver em cima de um cogumelo gigante ou inalando um alguma coisinha por aí.

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O episódio de Astra foi bem mais sério que os outros, mas ainda não chegou ao nível que eu esperava, me arrependi de ter colocado um hype imenso pelo fato do trailer ter sido bem sério, mas isso é uma lei universal, quase sempre temos pouca satisfação em algo que gerou muita ansiedade. Uma pessoa pode estar bem ansiosa para adentrar numa universidade, mas lá ela pode perceber que não era bem o que esperava. Enfim, vou deixar a enrolação e irei para mais uma análise.

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Os adolescentes perdidos no espaço chegam ao primeiro planeta da “rota de retorno”, e uma coisa que eles não estão sentindo é desespero. Não parece funcionar bem essa dissonância entre o psicológico dos personagens e a situação crítica em que se encontram, já que não faz muito sentido o clima leve de normalidade em uma situação como essa.

Só vemos pessoas mais empolgadas do que sérias, o que podemos simplesmente levar numa boa por serem só adolescentes, mas eu não gostei muito, e tampouco parece ser um argumento plausível para uma coisa tão estranha.

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Um anime que trabalha com viagens espaciais! É um tema que eu acho muito interessante, foi daí que criei motivações para resenhar os episódios deste anime, e espero ter a chance de cobrir os próximos episódios. Esta escolha não é somente baseada na questão das viagens espaciais. Quanto mais eu descubro coisas sobre o universo, mais dúvidas e fascínio eu crio, e aqui tenho a oportunidade de ver uma ficção com diversificados mundos, o que me enche de emoção.

Em Kanata no Astra (ou Astra Lost in Space) nós temos uma perspectiva do que pode ser o futuro. A nave utilizada para chegar ao planeta McPa demorou aproximadamente 4 horas, sendo que este corpo celeste está a uma distância de 9 anos-luz.

Ano-luz é uma unidade de medida que equivale à distância que a luz percorre no vácuo em um ano. Bom, se a luz percorre aproximadamente 300.000 quilômetros em um segundo, então em 1 ano a distância será de quase 10 trilhões de quilômetros. Enfim, demoraria 9 anos, na velocidade da luz, para chegar no tal planeta.

Lá, uma esfera desconhecida precisou de apenas um instante para os lançar muito mais longe: 5 mil anos-luz, na órbita de um planeta gelado!

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Bom dia!

Está ansioso para a próxima temporada? Ou nem pensou nisso ainda?

Eu sei, os animes da atual temporada mal estão começando a entrar na reta final ainda, mas ei, já é junho! Se não começar a pensar agora, então quando?

Em todo caso, não sei dizer se estou ansioso porque não sei ainda o que pensar sobre a próxima temporada. Talvez mais animes sejam anunciados ainda em cima da hora (isso às vezes acontece), mas com pouco mais de 30 animes anunciados até agora, ela parece menor do que a atual, e bem menor do que a média dos últimos anos. Será que finalmente a indústria atingiu a saturação e está procurando o ponto de equilíbrio?

A questão é que com menos animes diminui a probabilidade de encontrar coisas que realmente me interessem. Ah, mas as encontrei, sim! E não são poucas!

Sobre a capa: fico impressionado com o quanto as pessoas se irritam quando alguém mata seus pais…

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