Bom dia!

A jornada é um elemento narrativo tão antigo, universal e flexível que faz pouco sentido chamá-la de clichê ou tropo. Pode ser muita coisa diferente.

Jornadas eram contadas no passado distante, como a Odisseia de Homero, em que Odisseu (Ulisses, em latim) tem uma dificultosa viagem de volta para casa após a Guerra de Troia. O Êxodo bíblico, no qual Moisés guiou seu povo para a terra prometida por Deus, fugindo da escravidão no Egito. A Jornada ao Oeste chinesa, na qual o monge Xuanzang parte para a Índia em busca de textos sagrados budistas.

Jornadas ainda são contadas hoje, como a fantasia épica de O Hobbit, o trágico road movie Thelma & Louise, a fábula animada Em Busca do Vale Encantado.

E animes, claro, muitos animes. Tantos animes que eu tive que fazer uma seleção difícil, cortando várias obras que adoro em favor da diversidade de indicações nessa lista.

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John Locke (1632-1704) dizia em sua Teoria Empirista que o ser humano ao nascer é uma tábula rasa, ou seja, a criança é como uma folha em branco, e folha em branco aceita tudo. Ela aprende com as suas experiências e molda seu caráter de acordo com suas vivências.

Partindo do princípio Empirista, podemos considerar o Gon uma tábula rasa no início de Hunter x Hunter e, por isso, assim como nós, ele é moldado de acordo com suas vivências. O mais interessante é ver que ele é precisamente trabalhado emocionalmente dentro do tempo que a obra tem. As coisas vão acontecendo com ele e com seus amigos, ele vai tirando ensinamentos e experiências, e se você comparar o primeiro episódio da obra com o último (do arco do Gon), verá que não é difícil fazer um paralelo com a sua própria vida. Quantas vezes você já passou por algo que mudou alguma coisa em você? Por mais superficial que seja, diariamente passamos por experiências e aprendemos com erros e acertos, sejam nossos ou de alguém do nosso círculo.

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A família Zoldyck, se você achava a família do Gon meio estranha, a do Killua supera isso. Mas pra ele a família dele é normal, porém é estranha pra nós. Digo, deve ser normal pro Killua, porque foi a única família que ele teve. Adivinhem de quem iremos falar? Isso mesmo, deles. Bom, esse post não vai ter todas as informações deles, por dois motivos: 1 –  porque a gente não tem toda a informação da família (os arcos futuros cobrem o buraco que esse arco criou), 2 – porque pessoalmente só tem dois personagens que valem a pena de possuírem arquétipos: Illumi e Killua. O resto, digamos que com certeza possui algum arquétipo, porém, não é necessário mostrar isso pro público, outros personagens mais atrativos e úteis pra história podem fazer o trabalho deles. Triste, mas nem tanto. HxH às vezes parece mais um casos de família que um mangá de porrada.

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HunterxHunter. Não sei por onde começar… talvez dando uma breve introdução? HunterxHunter é um mangá da Shonen Jump que recebeu uma adaptação em anime, duas na verdade. A primeira adaptação cobriu a saga das aranhas, mais tarde adaptou a saga Greed Island com OVAS. Já na segunda adaptação, de 2011, o anime decidiu ir mais além e cobrir até a saga eleição, que é uma antes da saga atual do mangá. Se me perguntarem qual das duas é melhor, depende dos seus olhos. A primeira versão logicamente tem uma animação mais antigona e traço que lembram animes da época dos anos 90. Já a de 2011, bom, você deve saber como é a animação hoje em dia. Sinceramente eu acho as lutas um pouco melhores, só pelo fato de mais detalhes e etc… mas eu acho que a versão antiga dava uma atmosfera mais séria pro anime. Enfim, eu tenho quase certeza que eu já fiz uma introdução de HunterxHunter.

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Leorio… o mais legal dele é último nome: Paradinight. E bem, o Kurapika, o nome dele já é pika sem colocar nada. Mas falando sério, ambos têm uma parte, e ambos têm os seus arquétipos. Era o que eu achava, mas olhando melhor, percebi que os dois têm uma certa similaridade com o KIllua. Não vou repetir isso de novo, porque não vale a pena mais. Isso não é ruim, dá pra falar sobre o “Ano humano”, um arquétipo que descreve muito bem o que eu falei.

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HunterxHunter… bom, acho que todo mundo que está aqui conhece HunterxHunter, não? Bom, a série já teve duas adaptações de animes. Sendo a mais recente cobrindo até a saga da eleição. Enquanto a adaptação antiga só cobriu até Greed Island(contando com os Ovas). Se você não conhece HunterxHunter, você deve conhecer Yu Yu Hakusho, que é o autor dessas duas séries. HunterxHunter tem a mesma idade que One Piece, porém, tem menos da metade de capítulos que One Piece, tem toda uma história sobre o autor… mas essa novela é bem longa. Mas envolve coisa como a Jump estando em apuros e nosso grande herói, honesto e criativo, Togashi salva a Jump com a sua nova obra HunterxHunter. Mas logicamente ele não fez isso de graça, depois de se frustrar com Yu Yu Hakusho, Togashi pediu poder tirar folga quando quiser(ou algo assim). Ah sim, mas logicamente a Jump anuncia seus hiatos falando que sua saúde está duvidosa…. Por essa causa, os fãs de HunterxHunter criam mais suposições que aquele seu tio paranoico ou criam mais hate que fãs de youtubers teen. Pessoalmente, como artista eu entendo ele, a indústria dos mangás é bem estressante. Muita gente deve não saber como é a vida de um mangaka. Temos várias obras representando isso, porém, não acho que o caso do Togashi seja um caso tão interessante assim pra colocar em um mangá. Se vocês querem um anime/mangá que representa vão ler/ver Sword Art Online. A diferença é que o Togashi se prende em casa enquanto no anime os cara se prendem no jogo. Concluindo essa parte, lembrem-se, se ambos fizeram um acordo com esses detalhes, não odeiem o Togashi, vão hatear a Jump. Enfim, vamos lá… tem muita coisa pra falar sobre HunterxHunter(obviamente que não vai ser tudo nesse post).

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