Espero encontrar as palavras certas para escrever sobre este episódio que, em sua maioria, foi apenas luta.

Tivemos o desfecho de uma briga ideológica entre dois polos do mesmo grupo, e como bons amigos, resolveram na base da porrada e depois, do diálogo. Eu já havia escrito que não tinha certeza de qual lado era certo e qual lado era o errado na história, afinal, são apenas perspectivas diferentes para um mesmo objetivo, a paz. No fim esta tão sonhada paz começa a realmente prevalecer a medida em que o tempo avança. Claro, ainda há a batalha final contra o Dragão.

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Agora o final é belamente encaminhado. A jornada de vingança do Kuroi foi concluída, mas existem outras coisas para serem resolvidas, e claro, quando falta motivação, você precisar dar algo para o personagem usar como uma válvula motivadora, e neste episódio foi justamente a relação criada até aqui. Planet With não tirou isso do nada, mas sim veio construindo desde o início, mesmo quando a “obsessão” inicial foi enfim concluída, ele nos deu o Povo do Paraiso com toda aquele ponto de querer saber quem é aquele ser e qual o motivo plausível está por trás do Kuroi enxergar o irmão falecido nele.

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Você já quis tanto algo que correu atrás, conseguiu completar alguns estágios, mas acabou cansando e voltando seus próprios olhos para dentro de si e se perguntou se ainda vale a pena ir atrás do tal objetivo? Se a resposta for “sim”, você tem plena consciência de que isso é um péssimo sentimento e, claro, não tenho nenhum aprofundamento em psicologia, mas uma coisa horrível é o que chamamos de “auto sabotagem” e é exatamente isso que está acontecendo com o Kuroi. Ele tem um objetivo e tem os meios para conquistá-lo, mas no fim, ele se prende à sua zona de conforto e usa o cansaço como desculpa para isso.

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“Lá e de volta outra vez” era o título que eu queria colocar neste artigo, mas ao final do episódio, lembrei daquele famigerado meme do Homem-Aranha, no qual ele deixa o ladrão fugir e diz para o assaltado “e quem disse que isso é problema meu?” e no final, acabou virando um problema dele, assim como eu acho que vai acontecer com o Kuroi nos próximos episódios.

Agora, qual a explicação para “lá e de volta outra vez”? Bom, primeiro nos foi apresentado a briga e apenas foi comentado sobre o que aconteceu em um passado recente. Após isso, a resolução foi concluída e era necessário explicar o que realmente aconteceu em Sirius no passado, e foi feito! Depois disso, era necessário voltar ao presente para resolver uma “nova velha” briga, e assim está sendo feito.

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Começando com essa ótima frase da nossa ex-presidenta Dilma, quero primeiro explicar o título. O título deste artigo era para ser “O incorruptível” para fazer um paralelo entre o Takashi e o Robespierre, mas achei que seria mais interessante começar com uma frase tão motivadora e que, apesar de parecer mera brincadeira, faz total sentido se você fizer a ligação com o final do arco.

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Ok, agora temos muitos outros detalhes que antes não sabíamos. Bem como a confirmação de algumas coisas que já pareciam bem prováveis.

A Facção Lacradora é realmente o “principal vilão” do anime. Como já havia escrito em um ou dois artigos anteriores, o cachorro aparentemente é o verdadeiro líder por trás da lacração dos seres humanos. Gostaria de escrever que realmente acho que é uma perda imensa usar o Nezuya para mostrar isso, mas acho que sacrifícios devem sim existir, e bem, ele realmente era o personagem ideal para mostrar isso, pois ele já tinha uma pequena relação de amizade com o Kuroi e, acredito que a maioria dos espectadores já estavam começando a criar algum tipo de afeto para com o personagem.

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Era óbvio que em algum momento os dois lados fariam uma aliança! Isso é algo que o anime não fez nenhum esforço para esconder de nós, espectadores. E bom, não é como se realmente precisasse fazer isso, visto que ele já se esforça para esconder muitas coisas.

Planet With tem se mostrado um exímio anime de batalha. Ele apenas faz questão de jogar uma comédia – já extremamente característica do autor – e desenvolver personagens superficialmente para que assim, você consiga se importar minimamente com ele ao assistir suas batalhas – não que eu ache isso ruim. Aliás, isso não é ruim de maneira nenhuma, principalmente depois da decisão do objetivo do anime.

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Como já virou costume, eu ia pegar mais um ou dois animes para comentar semanalmente aqui, mas as coisas andam meio corridas na minha vida – ok, essa semana eu estou mais tranquilo, mas semana que vem já vai voltar a ficar corrido –, e, por isso, eu espero que Planet With seja um anime que me agrade bastante. Até agora, ele tem agradado mais do que o contrário, mas é inevitável comentar sobre alguns defeitos visuais, como os robôs – que são muito detalhados, mas ainda assim, feios. Os detalhes nem sempre são características de beleza! Neste caso, eu realmente prefiro a boa e velha simplicidade do meu querido Mizukami. Entretanto, tenho que admitir que, apesar de eu enxergar esse e outros probleminhas, o anime é bem gostosinho de se ver.

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Voltei!

Fiquei feliz assim que soube que Satoshi Mizukami (Hoshi no Samidare, Spirit Circle) seria autor de um anime! Admito que nem cheguei a ler nada sobre o anime, apenas corri e comuniquei que Planet With era minha prioridade. E bem, ainda é cedo para dar certeza, mas até agora eu não me arrependi de ter escolhido apenas ele, e claro, como tem o nome de um dos meus autores favoritos, eu espero que saia algo no mínimo “ok”.

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