“Lindo” é a palavra que eu escolho para simplificar a primeira parte deste episódio!

Pensei que o sem-teto queria fazer algum mal ao chamar a Anzu daquele modo suspeito que nós conhecemos bem, mas fico feliz por ter recebido um belo tapa na cara e ter visto uma coisa linda, que apesar de ser um anime de comédia, consegue ter partes sentimentais e sérias e acerta quando o faz.

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Se na semana passada tivemos uma boa apresentação dos personagens e da trama de Golden Kamuy, nesta tivemos o início da caça. Um ditado antigo já dizia que hora você é a caça, e na outra é o caçador, é exatamente o que acontece aqui, e de uma maneira bem interessante na história, pois é evidente que ficaria vago talvez cansativo apenas uma caça aos tatuados sem ter necessariamente um perigo verdadeiro. O perigo aqui foi o exército, e devo dizer que não há perigo maior do que homens treinados para a guerra.

O episódio foi leve e ao mesmo tempo pesado, mas como pode? É simples, na medida que tivemos lutas, mortes – ok, em flashback, mas são mortes – e ameaças de perseguição, também nos foi entregue momentos cômicos, onde o Sugimoto e o grande Mestre da Fuga tiveram que sobreviver com um engraçado trabalho em dupla; e sem contar nos leves e bons momentos informativos de caça e preparo de alimento que a Asirpa pôde passar da cultura de seu povo, os ainus.

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Este artigo é apenas uma breve introdução sem spoilers.

Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, ou apenas Death March como eu prefiro chamar, é a adaptação em anime de uma série de light novel de mesmo nome com autoria de Hiro Ainana (história) e Shri (arte), publicada desde 2014 e ainda em andamento no Japão. O anime conta com longos 12 episódios. A história segue Satoo, um programador de 29 anos de idade que está um tanto insatisfeito com a sua vida. Após um evento misterioso, ele é transportado para um mundo que se parece muito com os jogos que ele programava – e com a aparência que tinha aos 15 anos. Logo em seus primeiros minutos lá, ele acaba ganhando várias habilidades e se tornando extremamente poderoso. A história se desenrola a partir daí com ele explorando as cidades, conhecendo o mecanismo do mundo em questão, encontrando novas pessoas, derrotando vilões e aprendendo novas coisas, bem como magias, línguas, comportamentos e afins.

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Assim como na semana passada, nessa semana Hinamatsuri conseguiu entregar um episódio divertidíssimo e muito bonito aos olhos. Com a apresentação de uma nova personagem do mesmo planeta da Hina – claro, se é que ela é mesmo de outro planeta – em sua primeira parte, ele consegue fazer de uma simples disputa de pedra-papel-tesoura algo extremamente engraçado e divertido; e claro, em sua segunda parte, um bom desenvolvimento da relação da Hina para com o Nitta e vice-versa, mostrando novos personagens e uma situação muito errada, aliás, eu diria que crianças em casas noturnas é extremamente errado, mas bem, tudo na passa de uma ilusão, certo Nitta? Zo-na, zo-na!

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Este artigo é apenas uma introdução básica sem spoilers.

Kokkoku é a adaptação de um mangá de mesmo nome com autoria de Seita Horie, originalmente publicado entre 2008 e 2014 com um total de 67 capítulos compilados em 8 volumes na revista Morning Two, casa dos conhecidos Saint Oniisan e All Out. A adaptação tem um total de 12 episódios feitos pelo recém fundado Geno Studio.

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“Em Hokkaido, nas terras do extremo norte do Japão, Sugimoto sobreviver à guerra Russo-japonesa. Apelidado de Sugimoto Imortal durante a guerra, ele agora procura as riquezas prometida pela corrida do ouro, na esperança de salvar a esposa de seu falecido companheiro de guerra. Durante sua jornada, ele descobre sobre um estoque enorme de ouro escondido por um criminoso. Atrás de uma parceria com uma garota da tribo Ainu (garota que teve seu pai morto, e agora busca vingança), que salva sua vida, ele luta contra criminosos, militares, e a própria natureza para encontrar o tesouro.” Realmente gosto de obras com guerras e coisas do tipo, então, Golden Kamuy parece ser um prato cheio para mim.

Admito que fiquei com um pé atrás quando soube que o responsável por Golden Kamuy seria o Geno Studio, mas resolvi ver para ter certeza. Não é como se estivesse perfeito, mas com algumas ressalvas, ele está bonito e parece promissor. Já ouvi muito que o mangá é bastante famoso no Japão, mas como o anime estaria para estrear, eu escolhi esperar, e devo dizer que eu estou me segurando para não ir para o mangá neste exato momento.

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Alguma vez você já pensou em uma abordagem diferente sobre vampiros? Digo, na maioria das mídias, vampiros são retratados como “vilões” que tomam sangue, mas Devils Line aborda essas criaturas de forma extremamente diferente. Neste anime, os vampiros são mais associados com usuários de drogas, quando o viciado sente falta ele vai atrás de droga, e alguns não medem esforços para isso; e da mesma forma são os vampiros aqui! A retratação deles é algo tão interessante que te faz olha-los com outros olhos, mais como vítimas e menos como vilões.

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Garo: Vanishing Line é a terceira tentativa do estúdio MAPPA em empacar com um anime da franquia de sucesso Garo, que originalmente é um tokusatsu. O estúdio obteve êxito na sua primeira tentativa e fracassou totalmente na segunda, e esta terceira investida vem para tentar alcançar ou mesmo superar Garo: Honoo no Kokuin. Já adianto que por mais que Vanishing Line seja um bom anime e tenha seus pontos altos, ele também fracassou em algumas coisas, mas não totalmente.

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Não me arrependo em nada por ter deixado para assistir Túmulo dos Vagalumes em uma fase um pouco mais madura da minha vida, – acabei vendo ele pela primeira vez apenas no ano passado – pois ele é de fato um filme muito difícil de ser visto. E eu poderia ter passado muito mais tempo sem ter tido a mínima vontade de vê-lo, mas depois que vi, passei horas e horas refletindo sobre o filme, e sem dúvidas eu não queria ter que assistir outra vez, não por ser ruim, pois esta obra está muito longe de ser ruim, mas sim por ter uma carga extremamente pesada e vir acompanhada de uma inevitável e profunda reflexão sobre a vida.

Esse artigo marca o começo do Cineclube Anime21. Toda semana a nossa equipe irá assistir um filme anime e comentá-lo, e a melhor parte é que você está convidado! Entre em nosso chat no Discord, que é onde iremos discutir, assista filmes anime e converse sobre eles conosco antes das resenhas saírem aqui no blog.

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