Descobrimos bastante coisa sobre a Yuu e sobre a Nanami nesse episódio, indo da famosa “infância conturbada”, até a família da Yuu ser proprietária de uma livraria da cidade, que inclusive gera um momento ultra “cute-cute”.

Também não poderia faltar o desenvolvimento do casalzão da porra nosso lindo casal. Consigo prever que a Yuu vai finalmente declarar seu amor pela Nanami lá para o episódio 6, podem anotar o que estou falando!

Chega de enrolação, vamos ao episódio!

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No episódio passado terminou com o ataque dos lobos gigantes na vila dos goblins, esses que não são agressivos e estupradores, como em outros animes por ai.

O Rimuru acabou ficando responsável pela proteção deles e acaba tendo que bolar um plano para salvar e melhorar vila Goblin. E cara, como diria o Buzzfeed, você vai se surpreender com o resultado.

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Se tem algo que definitavamente não é característica do amor, esse “algo” é a justiça.

Mesmo quando é um amor correspondido, alguns sentimentos de “frio na barriga”, conhecido pelos japoneses como “doki doki” (e acredite, não estou falando de nenhum clube de literatura), vêm sem que a gente queira, em momentos que não dá para saciar esse desejo de abraçar uma pessoa amada.

Nossa eu tô muito meloso… Vamos para o artigo para entender o porque desse sentimentalismo!

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Também conhecido como: My Sister, My Writer

Em primeiro lugar, peço perdão pela piada previsível, mas vocês sabe, não consigo controlar meu senso (ou falta) de humor.

Eu não curto muito animes com esse tema (amor entre irmãos, ou quase isso), na verdade, eu particularmente não gosto. Principalmente quando tem muito fan service ou ecchi, simplesmente me afasta um pouco do anime.

Mas esse é até que divertidinho!

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No artigo passado, vimos que nem toda reencarnação é previsível igual nossas religiões falam, visto que nosso amigo Mikami reencarnou como uma amoeba.

Acho que mais louco que isso, só resgatar um dragão centenário de uma prisão mega poderosa, afinal, seria impossível fazer isso facilmente, né?

Meu amigo, deixa eu te provar o quão simples isso foi.

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Também conhecido como: “Bloom into you”

Existe muita coisa complicada na vida, falar que o amor não é uma delas seria simplesmente uma mentira.

Na verdade, há quem diga que não tem sensação melhor do que amar e ser amado, mas afinal… o que é o amor? Mesmo esse sendo o tema principal de um certo anime sobre escrever cartas, Yagate dá uma definição bem legal sobre o que é o amor.

Fala sobre aquele friozinho na barriga, quando você vai encontrar alguém, sabe? Aquela sensação gostosa…

Em tempos de violência e discursoso odiosos, principalemente contra pessoas que só querem amar, é bem legal ver animes que falam coisas desse tipo. Afinal, a proposta do anime é de que:

A gente não escolhe quem a gente ama.

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Eu tinha um certo hype para o episódio.

Na verdade, eu tinha previsto algumas coisas que aconteceriam, partindo do recém encontro da Ono com o Yagu. Eu sabia que o episódio daria um foco enorme no desenvolvimento dos dois, mas eu não imaginava que seria profundo como foi.

Eu também esperava uma declaração, pela parte do Yagu, já que a Ono não consegue falar.

Mas, meus amigos… esse último episódio me surpreendeu de uma maneira única.

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Também chamado de “That Time I Got Reincarnated as a Slime”.

Existem diversas culturas que acreditam no conceito de: Reencarnação.

Aqui no Brasil, o espiritismo é a religião que mais tem essa ideia, estando cravadas em suas doutrinas e crenças. O interessante de analisar o espiritismo é que, de acordo com o mesmo, a alma está sempre em evolução. As coisas que você faz na vida passada, são carregadas contigo como “aprendizado”, da mesma forma que você aprende matemática, sabe?

Isso acaba explicando a “intuição”, no caso deixar de fazer certas coisas ou ir em alguns lugares por conta de um trauma passado, mesmo esse trauma sendo de outra vida.

Às vezes, a o motivo de sentirmos medo, ou desconforto ao chegar perto de algum lugar ou objeto, pode significar que aquilo nos matou na vida passada.

O Hinduismo também acredita nisso, principalmente na questão de: Reencaranar em animais, como forma de pagar seus pecados, ou até mesmo de ascender.

Note que estas duas religiões citadas tem algo em comum: A evolução da alma.

Mas e se na verdade, a evolução da alma for uma… amoeba? (também conhecido como: Slime).

Calma, você deve ter sentido que perdeu algo, eu sei.

Não é normal da minha parte falar de algo tão profundo, como reencarnações, principalmente levando em consideração meus artigos aqui no blog, já que a maioria tem uma pegada mais descontraída e levada para o humor.

Mas eu realmente precisava falar sobre, de qualquer forma, falerei sobre Tenshei shitara Slime Datte Ken! (That Time I Got Reincarnated as a Slime), do estúdio 8bits, dando minhas primeiras impressões sobre o conceito, história e desenvolvimento desse isekai um tanto quanto… bizarro.

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E Holmes of Kyoto chega ao seu fim!

Spoiler alert: Não teve beijo, infelizmente. Mas vida que segue, ainda aguardo ansiosamente por outro beijo nessa temporada, sendo mais importante do que o beijo de Mashiro e Holmes, pelo menos para mim.

Depois da análise do episódio, vou pontuar algumas coisas que eu senti falta no anime, que se tiver uma segunda temporada (o que é bem improvável), seriam tópicos extremamente legais de serem abordados.

O último episódio de Holmes Of Kyoto fala sobre heranças novamente, mas um tipo diferente de herança.

Diferente do episódio 3, onde o dono da fortuna já estava a sete palmos abaixo da terra, neste o dono ainda está vivo, querendo escolher qual seria o melhor herdeiro da fortuna e prestígio de sua família.

Claro, ele faz isso através de um jogo de avaliação.

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Educação rígida é sempre uma faca de dois gumes.

Na verdade, dependendo da rigidez, pode até ser algo prejudicial. Imagina você forçar uma pessoa a somente estudar, sem ter nenhum amigo na escola ou passatempo e para fechar, ela só poderá se casar com uma pessoa escolhida pela família, o dito “casamento arranjado”.

É algo bem desumano, mas continua acontecendo em diversas partes do mundo e até mesmo do Brasil (a parte do casamento arranjado, da educação rígida não é tão grave), mas o Japão é campeão disso.

Claro, eles são muito bem disciplinados, mas a pressão imposta sob eles é extremamente doentia, a pessoa pode ficar mal ao ponto de querer tirar a própria vida.

Ou fogem de casa, como a Ono fez nesse episódio.

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