Após muito sofrimento e muito suor envolvido, Iori e seus amigos finalmente chegaram em Okinawa para não só tirar sua licença mas também para se divertir, afinal, quem em sã consciência não faria o mesmo? E seguindo uma linha parecida com o episódio anterior, recebemos algumas aulas de mergulho e como cereja do bolo vimos uma bela representação de amizade.

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De todos os episódios até agora podemos muito bem dizer que esse foi o mais sem graça. O foco não foi exatamente a parte cômica mas sim o tema principal da obra que de certa forma sempre foi ignorado, o mergulho. Apesar da demora, é interessante ver que o anime vai tratar sobre a prática do mergulho de uma maneira um pouco mais séria ainda que tenha algum tipo de piada no meio. No fim, podemos dizer que apesar de tudo ainda deu para dar boas risadas vendo esse bando de alcoólatras nudistas.

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E no mais novo episódio dessa saga em busca da perda da virgindade nesse anime que “gira em torno da prática do mergulho”, houveram inúmeros mal entendidos em todas as cenas. A variedade ajudou na dinâmica do anime e não fez com que a piada ficasse sem graça por conta da repetição do padrão mas tornou-se um trunfo. E apesar de todos os problemas, todos passam bem (ou quase isso).

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E até mesmo quando sua vida depende da sorte, Kitahara mostra ser desprovido dela. A fúria da patrulha dos virgens foi grande por conta da sorte de seu “inimigo sortudo” que mora com um anjo e uma beleza rara. E quando as risadas já estavam garantidas, tivemos o ponto alto do episódio onde houve uma partida inicialmente injusta entre o clube de tênis e o clube de mergulho.

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E como deveria ser para uma história sobre mergulho, Gnra Blue não falhou em mostrar boas cenas do fundo do mar. Não foi lá muita coisa mas acredito que tenha passado uma boa sensação sobre a prática, o que já é algo. Não foi um episódio tão engraçado ou que se apoiou nas expressões como os primeiros fizeram e infelizmente o resultado não foi um dos melhores.

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Mais um episódio maravilhoso de Grand Blue e mais uma épica batalha de Iori, Kouhei e seus aliados numa missão aparentemente impossível: deixar a virgindade no passado. Como dizem: o inimigo de hoje é o amigo de amanhã (deve estar errado, me desculpe) e com isso em mente e novos aliados, Iori correu atrás de seu objetivo.

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Iori é um cara que apesar de tudo, ajuda quem precisa. E seja para o bem ou para o mal dele mesmo, ele ajudou duas pessoas que estavam com situações distintas em mãos e em uma delas conseguiu um “presente” que talvez seja um preço alto demais para pagar num futuro bem próximo. Por outro lado, o festival foi um convite ao prazer de tantos momentos cômicos que teve e sinceramente foi de longe o melhor episódio até então.

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Como você sabe (ou vai ficar sabendo agora), quase todos os animes lançados nas temporadas tem uma fonte original. Alguns vieram de mangás, outros vieram de light novels, games ou até mesmo de visual novels. Há exceções, é claro, temos alguns animes originais nessa temporada (como Shoujo Kageki Revue Starlight e Sirius the Jaeger) e esse artigo tem como finalidade mostrar alguns dos animes da temporada de julho de 2018 que tem versão em mangá, seja original, seja como só mais uma adaptação de outra mídia.

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Serei sincero, eu morro de rir com esse anime e até o presente momento, tem sido a melhor comédia do ano. O conjunto de acontecimentos, as expressões e decisões dos personagens são simplesmente hilárias e muitas vezes surpreendentes. Mesmo para mim que li o mangá e sabe o que vai acontecer, tudo o que ocorre não deixa de perder a graça e fica complicado assistir num momento que eu devo evitar fazer algum tipo de barulho.

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