Quando o anime de Aguu foi anunciado ele chamou minha atenção não só por se tratar da adaptação de um manhua – como se chamam os “mangás” chineses – produzida pelo estúdio japonês Deen – o mesmo de Reikenzan, uma das obras que abriu alas para a “invasão dos animes chineses” no Japão –, mas por sua premissa incomum: uma verdadeira caçada aos gênios artificiais. Com a proposta visual de chafurdar na obscuridade tal qual as suas bruxas, essa estreia apresenta os personagens principais que nortearão a trama, explica o que é Aguu e, por meio dele, liga o sobrenatural a sordidez humana.

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Mais um episódio e com isso mais um tédio. Será que para Overlord virou regra ter um início entediante antes de virar algo decente? A cada minuto que passa eu tento entender qual a utilidade desse arco para o que vem futuramente. E sim, deve ter alguma conexão (eu realmente espero) mas está parecendo aqueles slice of life e que mos personagens fazem vários nada em suas vidas (não que esse tipo de anime seja ruim, mas para Overlord é péssimo).

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Logo no começo do episódio somos apresentados a Seiji e Okou, dois irmãos de criação que gerem uma loja que aluga objetos no período Edo – não explicam no episódio, mas devido a incêndios e inundações, além de ser época de guerra, as pessoas tinham o costume de alugar materiais de uso cotidiano. Contudo, alguns desses artefatos não são mais simples objetos, mas sim tsukumogamis, youkais que ganham vida devido ao cuidado afetuoso de seus donos em um longo período de tempo. O anime acompanhará o dia a dia dos irmãos, e dos tsukumogamis, resolvendo “casos” na Izumoya.

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Angolmois

Bom dia!

Primeira coisa: o anime vai mesmo ficar com esse filtro horroroso sobre a tela o tempo todo, até o último miserável episódio, não vai? Pro inferno com todos os que acharam que isso era uma boa ideia ou que permitiram que essa atrocidade acontecesse.

Segunda coisa: esqueça ficção histórica. Como escrevi nas primeiras impressões, existe uma diferença entre ficção histórica e história alternativa, pelo menos na forma como eu entendo e lido com cada tipo de material, e a partir do segundo episódio Angolmois entrou totalmente no terreno da ficção histórica. Apesar de citar registros históricos (como a invasão à Europa), conter personagens reais (como Sou Sukekuni) e até pistas visuais (como a droga do filtro estilo pergaminho) de que se pretende o que eu chamaria de ficção histórica, a essa altura a história do anime é irreconciliável com a história real. Isso não é um problema, mas é bom que todos saibamos que não estamos assistindo a uma encenação mais ou menos realista dos fatos que aconteceram em novembro de 1274 em Tsushima, Japão.

Terceira coisa: Sim, eu vou cobrir Angolmois essa temporada no Anime21, porque eu gosto de escrever sobre animes de guerra por aqui, especialmente guerras históricas ou inspiradas por elas. Obrigado por estar aqui e leia a partir de agora a minha análise desses dois episódios de Angolmois.

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