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Da rápida altercação entre Rita e Martinet, passando pela queda de Joana D’Arc e culminando na captura dos heróis em Helheim, eu mal consegui respirar durante o episódio dessa semana. Não que ele tenha sido muito movimentado, infelizmente devo apontar que depois do hiato para o episódio de recapitulação Bahamut perdeu muito de seu caráter de aventura, deixando de ser um viagem que nós vemos acontecer, para se tornar um épico, uma história grandiloquente que é quase literalmente narrada para o espectador. Foi, sim, uma queda de qualidade. Nesse episódio o que me manteve petrificado foi a tensão latente e a sensação de impotência ou pequenez dos personagens principais enquanto o mundo desaba ao seu redor. Se Bahamut tivesse mais episódios talvez pudesse ter um roteiro mais clássico e o Favaro poderia ter sido o protagonista de uma legítima Jornada do Herói. Eu adoraria ter assistido esse anime. Ainda assim Bahamut continua sendo o melhor da temporada, junto a Kiseijuu (que terá, veja só, uma temporada dupla).

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Esse é o primeiro artigo de uma série sobre os animes que considero inesquecíveis desse ano. Não serão necessariamente os melhores, embora todos sejam muito bons. Ao invés disso, a proposta é selecionar animes de gêneros diversos que em seu conjunto representam o que de mais marcante a indústria de animes para TV produziu esse ano. Seguindo essa proposta, não faria muito sentido escolher muitos animes de um mesmo gênero ainda que todos fossem excelentes, pois a saturação do gênero diluiria o relevância de cada um deles, além do alcance em número absoluto de pessoas ser menor quanto menor for o número de gêneros representados na seleção final. E o primeiro escolhido foi No Game No Life, uma aventura de dois adolescentes não conformados a sua realidade que vão parar em um mundo completamente diferente onde suas habilidades, menosprezadas no seu mundo de origem, farão toda a diferença.

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