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Já disse noutros artigos o quanto a semelhança de Bahamut com RPG me agrada. Nesse episódio percebi que é mais do que isso. Bahamut não me agrada apenas por ser semelhante a um RPG. Claro que isso sozinho já é suficiente para cair na minha simpatia, mas Bahamut tem um detalhe a mais que, admito, me é muito caro pessoalmente: o protagonista é um ladino. Favaro não é um guerreiro, um cavaleiro, um mago. Favaro é um safado de um ladino. Em todos os meus anos como jogador de RPG eu provavelmente joguei muito mais como ladino do que qualquer outra classe. Há algo neles que me atrai, me fascina. Bom, eu não fazia ladinos cafajestes de fala ligeira como o Favaro, eu preferia o tipo soturno que quando tem que falar encarna um personagem. Favaro é do tipo que sequer consegue fingir ser o que não é – e sempre que tentou se deu mal. Acho que o único segredo que ele conseguiu guardar bem foi que nunca havia traído Kaisar. Mas convenhamos, Kaisar é o tipo de pessoa mais fácil de enganar que existe e, como ficou claro no episódio que resolveu as diferenças entre os dois, ele queria ser enganado, ele precisava disso para ter um motivo para continuar vivendo. Será que o destino do mundo estar nas mãos de Favaro é uma coincidência?

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Essa é a conclusão a qual Ange chega depois de ser rejeitada por sua própria irmã, sua família e seu povo. E ela não estava só desabafando não, ela planeja realmente provocar todo o caos que puder até que sua última gota de sangue escorra para fora de seu corpo então sem vida. Não posso dizer que concordo com ela, mas ao mesmo tempo a entendo. No geral, o episódio não foi ruim, mas mais me incomodou do que me agradou. Ou seja, algo normal em se tratando de Cross Ange.

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