Um episódio interessante de verdade, apesar de ter sido protagonizado pelos coadjuvantes “menos” conhecidos pelo público até agora. Um episódio de transição até algo maior, que mostrou mais do que o poder do Rei da Distorção é capaz. Sem Boogiepop, ou um outro personagem de um arco anterior, mas nem por isso ruim. Vamos analisar as distorções que tanto fascinam o Rei que anseia pelo ouro!

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O autor de Boogiepop adora arrumar inimigos com nomes interessantes para a personagem, e dessa vez não foi diferente, afinal, o Rei da Distorção é o maior alquimista que Boogiepop enfrentará nesse anime. Mas será que ele conseguirá transformar o mundo em ouro? Por que deseja fazer isso? Não sei, mas verei essa adaptação do quinto volume da light novel para garimpar minhas respostas. GO!!

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Boogiepop at Dawn – Boogiepop ao Alvorecer – é o título do sexto volume da light novel da série. Os episódios 10 a 13 do anime de 2019 adaptaram o livro trazendo algumas respostas sobre a origem do shinigami Boogiepop, mas também perguntas, inquietações comuns a uma obra tão interessante. Ao alvorecer a busca do homem pela evolução, sobrevivência, pagará o preço ou terá sido tudo em vão?

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Você já se imaginou sendo uma vítima da sociedade por ser alguém que nasceu em um mundo que não foi moldado por seus esforços? Se sim, considera sacrifícios as pessoas que tornaram a sua paz possível – se está lendo este artigo, creio que deva ter um mínimo de conforto – ou acha que fazer uma mudança na sociedade, por mais insignificante que possa parecer, não é inevitável, que todos têm a possibilidade de escolher não ser responsáveis pelo futuro de outras pessoas? Reflita, é isso que Boogiepop quer que façamos. Eu tenho outras considerações a fazer abaixo. Leiam, por favor!

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Eu pratiquei caratê por alguns anos, mas duvido que consiga lutar como o Masaki, o que não quer dizer que eu não poderia ser o shinigami Boogiepop, pois, mais do que a capacidade de luta, precisa-se da vontade de ajudar ao próximo para se tornar um vigilante.

É com essa determinação que nosso “protagonista de improviso” decide lutar pela amada. Sim, é verdade, pode sim existir um Boogiepop dentro de cada um de nós, ao menos na falta do original, que deve estar assistindo tudo de camarote.

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Um episódio de Boogiepop sem o shinigami Boogiepop seria assim tão animador? Mas se eu falasse que o Boogiepop apareceu no episódio e talvez você só não tenha é percebido?

Percebendo ou não, o fato é que foi um episódio da Suema e da Aya, para cruzar seus caminhos e, se ainda não dar todas as respostas que o público gostaria de receber, pelo menos indicar como lutar antes do arco morrer.

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Não é como se eu tivesse me apaixonado pela personagem Boogiepop, nem nada do tipo, nem pela personagem Imaginator… Deixando a boba frase que uma tsundere proferiria de lado, esse episódio não foi erguido sob a sinuosidade da linha do tempo, mas na forma como diferentes pontos de vista interligados foram abordados. Novos elementos foram sacados, outros personagens tiveram tempo de tela e só uma certeza ficou clara sobre essa trama. Nada é certo, e o que não é comentarei agora.

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Esse primeiro arco de Boogiepop foi um quebra-cabeças distribuído por três conjuntos de peças não lineares, mas, como em qualquer quebra-cabeças, o resultado final foi um desenho. Se ele é belo ou não depende mais do gosto estético do observador que do criador.

Só consigo afirmar com precisão que cada um tem uma forma diferente de perfurar o que considera verdade, é como ponto de vista, algo que diz respeito somente a você, mas nem por isso não se pode compartilhar do gosto estético, e da mesma opinião, com outro alguém, não é mesmo? Boogiepop conhece a verdade? Qual delas?

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