Este foi o encerramento de Fruits Basket que sempre quis. Este primeiro arco do anime fechou em um bom momento e ainda apresentou uma personagem que, na adaptação anterior, ainda não havia aparecido: Isuzu (Rin), além de outros dois que vale a pena manter a curiosidade de quem ainda não conhece a obra.

O episódio em si foi bem emocionante, ainda mais porque Kyou entendeu que a sua verdadeira forma precisava de aceitação. Quando mais novo, o gato era totalmente arredio por conta da falta de amor e de confiança, então não quer dizer exatamente que ele não reconhecia Kazuma como seu pai.

Com o tempo, Kyou vai amadurecendo e descobrindo coisas novas, principalmente sobre si mesmo.

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A primeira parte do anime está terminando, e o penúltimo episódio foi o último da adaptação feita no início dos anos 2.000. A diferença entre os episódios é notável, e entendo o porquê de Natsuki Takaya, a autora, não ter gostado nem um pouco do anime antigo, sem contar que o desfecho da obra foi bem meia boca.

Com esta nova temporada de Fruits Basket, acredito que foi trazida com ela uma carga emocional maior que a outra, principalmente com a adaptação das histórias de Uotani e Hanajima, que não havia no anime antigo. Este episódio 24 foi excepcional, e foi um dos que me emocionou bastante.

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Tohru é uma menina que tenta resolver as coisas da maneira que pode. Isso é muito mais que parecer ser forte da frente das outras pessoas, principalmente porque ela passou por diversas coisas na sua vida desde nova. Além de ter sofrido muito bullying e de ter, infelizmente, perdido a sua mãe, também resolveu se virar sozinha para, pelo menos, conseguir cumprir a sua promessa de passar no Ensino Médio.

Por ter prometido tal coisa, está se esforçando para não repetir em nada. Tohru devia ter muita dificuldade com a escola e ainda deve ter, já que comentou com o Yuki uma vez que, graças à ajuda que está recebendo dele nos estudos, conseguiu responder mais questões que costuma. Sendo assim, eu pude chegar a várias conclusões, as quais serão mostradas a seguir.

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Hanajima é uma personagem até que bem forte em sincera, e isso porque foram suas amigas e sua família que lhe deram apoio por todo esse tempo. Os seus pais conseguiram formas de fazê-la andar com as próprias pernas e Megumi, o seu irmão, foi um grande alicerce que a levou a ter fé em ter amigas.

Hoje ela consegue lidar melhor com o preconceito que as pessoas têm à sua volta graças à companhia de Tohru e Uotani. As duas mostraram que as oportunidades de abrir o coração para as pessoas, mesmo com dificuldade, estão sempre aí, e amizade serve para dar apoio e confiança.

Hanajima nunca teve amigas quando mais nova, e aí percebe-se que o preconceito não escolhe a idade.

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Terceira lista de animes shoujo! Para acompanhar as outras, clique aqui e aqui.

Desta vez, trouxe uma coletânea de animes de romance que viraram notícia ao longo dos anos por cair no gosto do povo. Tenho muito a agradecer a alguns membros da equipe do Anime21 por terem me ajudado nas três listas criadas (e também por gente de fora). Sem eles, nada disto seria possível.

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Este foi um episódio para amparar nossas lágrimas roladas anteriormente. É mais um alívio que ele tenha surgido no meio, pois nada de angustiante aconteceu, exceto pesadelos descabidos de pessoas invejosas. Depois de tanta tristeza em episódios seguidos, nada melhor como um “quebra-gelo” para nos acalmar.

Embora eu nem goste muito desse pessoal do fã-clube do Yuki, a presidente é a que mais faz o ambiente ser um pouco engraçado. As outras meninas estão lá para cumprir o papel de “meninas chatas e apaixonadas 1 e 2” e seguir com o preconceito criado em suas mentes. Gente doente é difícil de entender, mas elas vão em um nível muito grande.

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Quando eu era mais nova, eu detestava a maneira de agir do Hiro. Não entendia muito bem o porquê dele se portar de tal forma com as pessoas, todo cheio de si, xingando e jogando veneno em todos como se fosse uma cobra. Tinha um motivo e eu era cega demais para perceber.

O caso é que Hiro é um dos personagens mais fáceis de entender, não pelo fato de ser criança, mas porque já passou por um trauma logo cedo. Não foi um trauma físico, mas psicológico, que o fez se afastar da Risa, que agora está sorridente por causa de Tohru, a pessoa que mais admira hoje.

Mas é claro que Hiro ficou sabendo o quão incrível a Tohru pode ser, e movido por seu ciúme, foi logo checar a garota. O seu comportamento foi horrível, mas compreensível, já que eu também era assim quando mais nova.

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Primeiramente, gostaria de agradecer ao JG pela ajuda com as imagens do artigo.

Segundo, esse questionamento do título é muito utilizado no mercado de trabalho, principalmente porque é muito competitivo e o modo de vestir é examinado constantemente, seja pelo chefe, seja pelos seus colegas de trabalho. Sem contar que as pessoas te julgam por suas vestimentas todos os dias, tornando ainda mais difícil conviver em sociedade.

Souma Ritsu sofre com problemas sobre a sua confiança, e vestindo-se de mulher, acredita que trará uma certa calma para conviver com as pessoas à sua volta. Ele, que é filho da dona da pousada que Tohru e os outros foram no episódio 11, é um homem muito bonito, e Tohru, que não lembrou do pequeno detalhe dele ser do sexo masculino, logo se maravilhou com ele, pensando que fosse uma mulher.

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O bullying pode acontecer com todos, mas ocorre com intensidade diferente com cada um. Nem sempre você vai ficar ou se sentir excluído. Tem gente que consegue parar com os maus tratos respondendo de volta, seja através de palavras, ou de ações (tipo o Kyou que pegava os outros no soco), mas outras pessoas que não conseguem reagir e trancam tudo dentro de si.

Não é uma situação muito fácil de se encarar, ainda mais quando se está em fase escolar. Nem sempre os outros vêm o que é diferente com bons olhos, tanto em questão de gostos, como em questão de aparência. É importante que, quando o bullying acontece, estejamos sempre atentos aos sinais quando alguém está sofrendo maus tratos.

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Kyoko, a mãe de Tohru, era uma mulher incrível. Não só por conta de seus conselhos extraordinários que servem para muitas horas, mas também por suas atitudes. Uma mulher altiva e sincera, que antes era o mesmo que Uotani no passado: uma delinquente. Ao contrário da menina, ela era bem mais conhecida e muito mais forte.

Kyoko tinha um apelido forte: Borboleta Escarlate. Antes mesmo de se tornar uma mãe “babona”, ela era conhecida pelas brigas que arrumava, pelas falas de efeito e também por sua moto que, quando fazia zigue-zague, parecia que desenhava uma borboleta vermelha no ar com os faróis.

Ela pode ter sido uma delinquente de “prestígio” em todas as gangues que vieram depois, porém se tornou uma mãe maravilhosa com um coração enorme.

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