Bom dia!

Fantasia é um gênero muito popular. Horror é menos popular, mas ainda assim é apreciado e respeitado. Quando os dois vêm juntos, o que se tem é a fantasia sombria, ou dark fantasy.

Não fica muito mais complicado do que isso. Não é necessariamente melhor ou pior do que qualquer dos gêneros isoladamente, mas oferece tipos novos de histórias e novas abordagens para histórias já bastante contadas.

Entre os animes, há alguns tantos que se encaixam no gênero dark fantasy, alguns muito bons, ou muito populares, outros nem tanto. Você já assistiu algum?

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Bom dia!

Temporada nova, Dororo já velho de guerra de volta. Deixei o episódio da semana passada acumular porque no meio de todas as primeiras impressões que publicamos não faltou artigo, e de todo modo não foi bem o episódio mais brilhante do anime até agora.

A primeira novidade é a abertura nova. Não gostei dela, nem da música nem da animação. Suponho que possa me acostumar, como costuma ser o caso quando gosto do anime (e o inverso também acontece, eu gostar mais do que devia de um anime só por causa da abertura ou encerramento).

Mas tanto abertura quanto encerramento, tanto as músicas quanto as animações, são piores que suas contrapartes do primeiro cour. Estou errado?

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Bom dia!

Que final de primeiro cour, hein?

Para definir a atmosfera o episódio começou com uma brevíssima recapitulação da história do Hyakkimaru e dos eventos que o colocaram cara a cara com seu pai, Daigo Kagemitsu.

Depois da abertura (esse provavelmente foi o último episódio em que a veremos, o próximo deve vir com uma nova, para não esquecer dela assista o clipe oficial no Youtube) todos os personagens fazem seus movimentos e reflexões ao longo do episódio e, de um jeito ou de outro, todos são reunidos no final, onde laços familiares, poder, o bem e o mal se chocam violentamente.

O desmoronamento de Banmon é profético: nada mais será como era antes.

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Bom dia!

Sensacional. Esse episódio não teve a história mais emocionante, nem o desenvolvimento mais inesperado, muito menos a revelação mais chocante.

Mas que espetáculo de narrativa, hein? A história foi contada de vários pontos de vista diferentes, de acordo com cada personagem envolvido no grande esquema das coisas, e todos eles chegaram a um ponto de inflexão ao final do episódio ao mesmo tempo.

Mais ainda: o fato de não ter acontecido nada extraordinário nem de nenhum elemento novo relevante ter entrado em cena adiciona mérito ao grande final desse episódio, que amarrou várias histórias de diversos personagens que vêm sendo contadas desde os primeiros episódios.

E tudo isso em um episódio sobre uma parede. Metaforicamente, cada um dos personagens envolvidos e também o anime encontram-se agora encarando uma parede. O que estará do outro lado?

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Bom dia!

O protagonista do episódio da semana é Tahoumaru, o irmão mais novo do protagonista do anime, Hyakkimaru. Qualquer comparação entre os dois é necessariamente desequilibrada, então não estou certo se o anime realmente tentou fazer isso.

Acho que não. Ainda que existam paralelos.

Tahoumaru é privilegiado em comparação ao seu irmão, mas sofrimento é uma coisa muito pessoal.

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Bom dia!

Dororo adoece e Hyakkimaru busca ajuda da forma como pode. Parece que ele conseguiu aprender algumas palavras com seu amigo e elas valeram a pena.

Sendo apenas uma criança e tendo que passar por períodos de fome, ao mesmo tempo em que se expõe a perigos físicos e sobrenaturais diversos, além de estar o tempo todo viajando, era apenas natural que Dororo eventualmente adoecesse.

Enquanto era cuidado por uma monja budista, Dororo passa a maior parte do tempo dormindo. E, como de costume, tem pesadelos enquanto dorme. A novidade é que dessa vez o anime mostrou seus pesadelos, que correspondem ao infeliz destino de sua família.

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Bom dia!

O demônio da vez foi uma centopeia gigante que se esconde dentro de nuvens de cinzas. A nuvem era de puro mal e por isso deu um pouco mais de trabalho para o Hyakkimaru, mas no final deu tudo certo.

Enquanto isso, Dororo continua insistindo para que ele fale e tentando conversar com ele. Hyakkimaru nunca escutou alguém falar, nunca aprendeu a falar, portanto, assim sendo, o Dororo vai precisar de muito mais esforço do que isso.

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Bom dia!

Nesse episódio o anime se desviou da trilha de sofrimento em que se havia metido desde os primeiros episódios com uma história quase paralela, que termina em uma nota de esperança e sem participação relevante dos protagonistas.

Dororo e Hyakkimaru seguem pela estrada, quando escutam barulhos suspeitos e dão de cara com uma mulher-aranha. Hyakkimaru imediatamente tenta matá-la mas ela usa suas teias e consegue escapar, ainda que bastante enfraquecida. Sua vítima, um humano, é solto da teia, mas parecia estar tendo prazer quase sexual de estar lá.

No dia seguinte chegam ao vilarejo mais próximo, onde descobrem que pessoas têm desaparecido todas as noites. Só pode ser a mulher-aranha que viram, conclui Dororo.

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Bom dia.

Mio e as crianças nunca se limitaram a apenas sobreviver, fugir, se esconder. Eles sofreram o golpe duro da guerra. As crianças em particular, não há uma que tenha ficado inteira. São todas mutiladas e amputadas.

Só seus corpos, porém. Seria fácil, naquelas circunstâncias, ceder ao desespero, e ter também a mente espatifada. Mas acredito que elas e Mio não poderiam ter mais sorte, apesar da calamidade. As crianças encontraram alguém que se importa com elas, uma garota ainda jovem e de coração enorme que nunca poupou esforços para mantê-las vivas e bem, tanto quanto possível.

Mio, por sua vez, encontrou naquelas crianças uma razão para viver. Só assim para conseguir se sujeitar às humilhações da prostituição noite sim, outra também.

E assim, juntas, Mio e as crianças não apenas sobreviveram, como também sonharam. Tudo aquilo seria passageiro, toda a dor e sofrimento não era senão uma condição temporária que seria enfim superada por arrozais amarelos como o ouro. O esforço e o sacrifício valem a pena quando se tem um objetivo.

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