Esse episódio teria sido bem meia boca se não tivesse focado na Ayumi e feito ao menos o básico do que se poderia esperar da situação da personagem.

Desde o primeiro episódio a trama deixava clara a pressão que ela sentia, então não seria estranho ela acabar explodindo. Isso se liga a trama central, na verdade, diria até que a ajudou a avançar um pouco, mesmo que ainda não tanto quanto poderia.

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O segundo episódio do anime protagonizado pelo herói mais apelão de todos os tempos trouxe muitas informações importantes sobre a trama. Além de finalmente sermos apresentados a Garou, que promete ser o grande vilão da temporada, conhecemos melhor as motivações de Fubuki. Para completar, ainda tivemos o confronto entre Genos e Sonic que está dividindo opiniões pela internet…

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Robi e Hachi – Ikku também – agora estão juntos numa jornada imprevista e sem planejamento, cuja única coisa certo é seu destino final: Isekandar. Ainda que esteja bem claro que o robozinho terá muita dor de cabeça com os dois, o episódio prova de algum jeito a possibilidade desse inusitado time sobreviver ao desconhecido.

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Abe no Seimei é a grande referência utilizada nesta animação ao mítico japonês. Acredito que tudo irá se basear no que pode acontecer em volta deste praticante de onmyodo. O protagonista da série, Arata Miyako, ao que parece, não se lembra com clareza dos ditos de seu avô sobre o passado de sua família, que seria a história de onde surgiu sua habilidade de conversar com os Anothers.

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Bom dia!

Surpreendendo zero pessoas entre os que me conhecem bem, cobrirei Carole & Tuesday nessa temporada (e na próxima, o anime terá 24 episódios).

Esse não é o tema do segundo episódio, mas tanto em comentários aqui no blog quanto por aí na internet vi tanta gente repetindo isso que senti que devia ser o tema desse artigo: Carole & Tuesday não é uma crítica à inteligência artificial na música ou em qualquer outro ramo. 

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E aí pessoal, nesse episódio o título que escolhi é igual ao do filme com o DiCaprio, mas o enredo da história e a mensagem que eu pretendia passar são diferentes do mesmo. É engraçado ver que o continente de Magmel em si e suas criaturas bizarras oferecem menos riscos do que aqueles que vão até ele.

Na teoria o anime devia expor o quão tenso esse novo local pode ser – e ele até faz isso, porque as mortes estão aí para provar -, mas nesses primeiros episódios o que vejo bem exposto é o fato de Inyou ter um segredo bem dark em relação a seu passado, bem como a estupidez e egoísmo do ser humano que grita a cada vez que alguém novo exceto os protagonistas aparece e uma situação se apresenta.

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Bom dia!

Temporada nova, Dororo já velho de guerra de volta. Deixei o episódio da semana passada acumular porque no meio de todas as primeiras impressões que publicamos não faltou artigo, e de todo modo não foi bem o episódio mais brilhante do anime até agora.

A primeira novidade é a abertura nova. Não gostei dela, nem da música nem da animação. Suponho que possa me acostumar, como costuma ser o caso quando gosto do anime (e o inverso também acontece, eu gostar mais do que devia de um anime só por causa da abertura ou encerramento).

Mas tanto abertura quanto encerramento, tanto as músicas quanto as animações, são piores que suas contrapartes do primeiro cour. Estou errado?

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Foi um episódio que me trouxe um mix de emoções. Fiquei com raiva, triste e talvez até choraria se a personagem morta fosse de maior importância. De qualquer forma eu gostei bastante da maneira como fizeram essa parte, contando um pouco do passado, revelando desejos e no fim, algumas consequências. Não posso “dizer” que fiquei satisfeito com a resolução final do “nobre” mas foi melhor do que nada, né?

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O que é música para você? Será que é algo que se possa viajar em meio a várias partituras? Algo que o faça se maravilhar em um mundo completamente diferente? Ou simplesmente algum barulho contagiante que te faz dançar?

São diversas interpretações do que realmente é música. Mas vamos a três significados descritos no dicionário Michaelis:

 

  1. Arte de expressar ideias por meio de sons, de forma melodiosa e conforme certas regras.
  2. Composição harmoniosa e envolvente de sons.
  3. Obra musical.

 

Essas são as três definições mais comuns do que é música. Mas eu vi uma definição que cabe melhor em Koto:

 

  1. Lamentação prolongada e incomodativa; choro, lamúria, manha.

 

Digo que combina mais porque muitas composições de Koto funcionam como se fosse uma lamúria. Mas é, ao mesmo tempo, uma combinação de um som bonito e envolvente. Um tipo de música que nos leva para um mundo feminino e poético.

E por que eu comecei o artigo dessa maneira? Ora, porque se formos avaliar diversos tipos de música, claro que um estranharia o outro, e foi exatamente isso que o Clube de Música Leve fez com o Clube de Koto, e o que a Hozuki avaliou como sendo a Música Leve: apenas barulho.

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Bokuben continua bem divertido e nesse segundo episódio somos apresentados à amiga de infância que será a terceira garota no harém do protagonista, Uruka Takemoto, a sereia da escola.

Ela é bem avoada e agitada, o estereótipo de esportista que costuma se ver muito em mangás e animes, o que não é problema visto que há muito o que se falar sobre essa sereia. É hora de Bokuben no Anime21!

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