Koi wa Ameagari no You ni é adaptação de um mangá finalizado em 10 volumes que conta a história da jovem Akira Tachibana, que ao se lesionar em uma corrida sai do clube o qual integrava na escola e arranja um trabalho de meio-período em um café gerido por um simpático senhor, Masami Kondou, pela qual se apaixona. Há uma enorme diferença de idades entre eles e é nesse cenário que a história se desenvolve, com a garota tentando concretizar o seu amor enquanto passa por diversas e enriquecedoras experiências ao lado do modesto e decente homem que é o fruto de sua paixão.

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É com certa tristeza e imensa satisfação que escrevo sobre o décimo segundo episódio desse anime. Tristeza porque a adaptação animada acaba nele, satisfação por ter tido o prazer de escrever sobre uma excelente história que me proporcionou tantas alegrias. O que ficará em nós depois da chuva?

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Diferente do que eu esperava, esse episódio não foi exatamente um pré-clímax, contudo, trabalhou muito bem o que era necessário para alinhar ainda mais tanto a resolução da situação da amizade da Tachibana com a Haruka, quanto as reflexões do Gerente sobre sua vida com algo importantíssimo para a protagonista no momento: a sua decisão de se manter perseguindo sua paixão ou retomar sua vida antiga no clube de corrida. Será que ela chegará à conclusão de que um não necessariamente exclui o outro, de que talvez dê para conciliar os dois? Enfim, vamos ver o que o anime nos entregou!

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Um ótimo episódio em que dois momentos diferentes se complementaram no que diz respeito a proporcionar um momento de reflexão da Tachibana antes dela se reconciliar com a amiga, contudo, sem abrir mão de aprofundar e dar mais “liberdade” ao personagem do Gerente dentro da história. O anime continua excelente e nesse episódio já deixou bem claro qual deve ser o seu pré-clímax.

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Apesar desse episódio ter começado de forma cômica, seu desenvolvimento foi sério e ajudou a traçar o caminho que a obra deve seguir até o seu final. Seu trecho inicial deu margem a dois tipos de interpretações diferentes – uma de que aquilo ocorreu daquela forma e a outra de que foi apenas para “ilustrar” o momento da história –, sendo que ao não desmentir nem uma nem outra, Koi wa mais uma vez instiga a subjetividade da interpretação por parte do público, o que se sustenta mais fácil quando é feito em uma obra equilibrada e interessante como essa – sobre a qual comentarei agora.

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O título deste episódio pode ser chuva fina, mas a verdade é que presenciamos uma inundação de sons; desde uma trilha sonora estonteante e completamente imersiva aos sons internos do próprio anime. Não por acaso, este episódio teve poucos diálogos, mas passou longe de ser monótono ou vazio, pelo contrário, o “som da chuva” e o “som do vento” disseram tudo o que eles queriam dizer.

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Acredito que eu tenha demorado tempo demais para escrever sobre isso, mas com certeza foi para o bem de vocês. Os episódios seguintes deixaram ainda mais claro o que esta cena representou no terceiro episódio, e ela durou apenas alguns segundos. Tudo o que fiz foi ter um pingo de curiosidade sobre uma determinada estátua (como eu adoro estátuas, fiz questão de retratá-la agora) e pesquisar o seu significado.

Talvez muita gente nem a tenha notado, já que passou em um piscar de olhos, mas esta estátua significa muita coisa. A princípio, a estátua de um burro, um cachorro, um gato e um galo, um em cima do outro, representa algo sem sentido. Porém, os 4 fazem parte de um conto dos irmãos Grimm chamado “Os Músicos de Bremen”. Bremen é uma cidade-estado do norte da Alemanha, para a qual os animais almejavam ir por conta dos maus tratos que sofriam de seu dono. Por conta de seu desejo de tentar a sorte sendo músicos, eles decidiram fugir.

No meio do caminho, sentiram fome e, ao longe, avistaram uma cabana que se encontrava com as luzes acesas. Para conseguir comida, resolveram subir um em cima do outro e soltaram a voz, só que eles não tinham noção de que assustariam os homens que se encontravam lá dentro, que inclusive eram ladrões que roubaram alguns suprimentos do dono deles. Após comerem bastante e dormirem um pouco, quem estava dentro da cabana se deu mal, porque os animais os afugentaram e ainda conseguiram certa atenção da polícia, que os prendeu. A partir daí, os 4 foram considerados heróis e essa estátua foi construída na Alemanha em sua homenagem. Para saber mais, clique aqui.

E é claro que tivemos uma versão aqui no Brasil, onde a obra foi traduzida como “Os Saltimbancos”.

Mas o que isso tudo tem a ver com o anime? A minha curiosidade foi além e, por um acaso, encontrei os dizeres de alguém do My Anime List que fez muito sentido. Ele conseguiu comparar a parte que os 4 animais desistem de ir para Bremen por terem se tornado heróis com o fato de Tachibana ter desistido do clube de corrida. Essa cena apareceu depois dela ter visto as garotas treinarem e alguns flashes do passado, mostrando a protagonista correndo, terem surgido em sua mente.

O fato dela não poder correr também ajudou a entender melhor a cena, pois foi justamente depois dessa passagem que mostrou o fato de não poder correr com todas as forças, na chuva, para dizer ao seu gerente que o ama. A desistência de sua vida de corredora e a desistência dos animais de irem a Bremen se tornaram iguais depois de um singelo significado como este.