Este artigo é apenas uma breve introdução sem spoilers.

Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, ou apenas Death March como eu prefiro chamar, é a adaptação em anime de uma série de light novel de mesmo nome com autoria de Hiro Ainana (história) e Shri (arte), publicada desde 2014 e ainda em andamento no Japão. O anime conta com longos 12 episódios. A história segue Satoo, um programador de 29 anos de idade que está um tanto insatisfeito com a sua vida. Após um evento misterioso, ele é transportado para um mundo que se parece muito com os jogos que ele programava – e com a aparência que tinha aos 15 anos. Logo em seus primeiros minutos lá, ele acaba ganhando várias habilidades e se tornando extremamente poderoso. A história se desenrola a partir daí com ele explorando as cidades, conhecendo o mecanismo do mundo em questão, encontrando novas pessoas, derrotando vilões e aprendendo novas coisas, bem como magias, línguas, comportamentos e afins.

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Histórias com crianças interagindo com pessoas mais velhas, quer seja um jovem adulto, idoso ou até mesmo um adolescente, podem ser interessantes dependendo da forma que é abordada. Crianças são fofas por natureza, então histórias envolvendo elas, normalmente tem um toque de delicadeza (a não ser que a obra em questão seja do gênero horror /terror, ou um drama mais maduro, pois aí é uma situação completamente diferente). Todavia se uma determinada obra envolve adultos interagindo com garotinhas, tem que haver muita sensibilidade e seriedade para não passar uma imagem distorcida.

No caso deste anime, o humor dele se baseia em piadas e situações cômicas envolvendo garotinhas (lolis), o que pode soar ofensivo para alguns, mas para outros não. Senso de humor é algo bastante pessoal (eu sei que disse algo clichês, mas é a mais pura verdade).

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Este artigo é apenas uma introdução básica sem spoilers.

Kokkoku é a adaptação de um mangá de mesmo nome com autoria de Seita Horie, originalmente publicado entre 2008 e 2014 com um total de 67 capítulos compilados em 8 volumes na revista Morning Two, casa dos conhecidos Saint Oniisan e All Out. A adaptação tem um total de 12 episódios feitos pelo recém fundado Geno Studio.

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Provavelmente você já deve ter ouvido falar de Pop Team Epic e conhecido sua fama, mas o que um anime sobre o cotidiano de duas garotinhas pode ter de tão bizarro quanto as pessoas dizem? Eu posso adiantar que ele não é um anime tradicional, e isso pode ser um atrativo para alguns e desagradável para outros. Porém, a experiência de assistir a um anime tão diferente como esse ainda é válida.

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Killing Bites foi um dos animes da temporada de janeiro que acabou. Com 12 episódios e uma proposta um tanto trash, a obra veio com uma certa falta de expectativa por parte do público e talvez com razão inicialmente. Felizmente, com o passar dos episódios a obra começou a mostrar a que veio e se tornou uma grata surpresa ao final de tudo.

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Garo: Vanishing Line é a terceira tentativa do estúdio MAPPA em empacar com um anime da franquia de sucesso Garo, que originalmente é um tokusatsu. O estúdio obteve êxito na sua primeira tentativa e fracassou totalmente na segunda, e esta terceira investida vem para tentar alcançar ou mesmo superar Garo: Honoo no Kokuin. Já adianto que por mais que Vanishing Line seja um bom anime e tenha seus pontos altos, ele também fracassou em algumas coisas, mas não totalmente.

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Koi wa Ameagari no You ni é adaptação de um mangá finalizado em 10 volumes que conta a história da jovem Akira Tachibana, que ao se lesionar em uma corrida sai do clube o qual integrava na escola e arranja um trabalho de meio-período em um café gerido por um simpático senhor, Masami Kondou, pela qual se apaixona. Há uma enorme diferença de idades entre eles e é nesse cenário que a história se desenvolve, com a garota tentando concretizar o seu amor enquanto passa por diversas e enriquecedoras experiências ao lado do modesto e decente homem que é o fruto de sua paixão.

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