Como é costume aqui no blog, após o término do anime que comentamos nós fazemos a resenha sobre a obra (lembrando que nós também fazemos resenha de animes que não foram comentados semanalmente) e confesso que refleti um pouco sobre o que eu ia escrever sobre Darling. De todos os animes que foram lançados esse ano, podemos dizer que ele é um dos mais conhecidos, se não o mais conhecido (e eu me refiro apenas aos novos animes). Por isso, desde o começo havia grandes discussões sobre todos os aspectos do anime e com algumas polêmicas na metade, as proporções se tornaram grandes até demais. Durante essas 26 semanas eu absorvi muito conteúdo sobre (seja análise da obra ou alguns personagens específicos) e sinceramente vi muita, mas muita teoria sem qualquer sentido, conteúdos bons que agregaram pensamentos interessantes e outros que apenas tinham críticas negativas sem nenhuma justificativa decente. Por isso, espero conseguir transferir minhas opiniões sobre a obra. Com isso em mente, você está pronto querido?

Ler o artigo →

E enfim, acabou. Depois de 26 semanas Darling se encerra e sinceramente eu não me sinto satisfeito. Sabe quando você termina um anime, uma série, um livro e afins, e simplesmente não se sente satisfeito? Pois é, eu me sinto assim nesse exato momento e eu detesto essa sensação. O final não foi ruim, longe disso, mas não foi aquilo que eu gostaria, e a forma como as coisas se encerraram não foram do meu gosto. Fazer o quê, acontece. Esse é o penúltimo artigo sobre a obra (ainda teremos o review que sairá semana que vem) e sinceramente eu poderia continuar fazer artigos sobre Darling ainda que ele tivesse mais de 100 episódios, o que infelizmente não aconteceu. Vamos à análise.

Ler o artigo →

Citrus é um anime baseado no mangá yuri mais popular da atualidade no Japão, o que garantiu que fosse relativamente bem produzido pelo estúdio Passione, e foi ao ar na temporada de inverno de 2018. A estrutura da história lembra um pouco um mangá shoujo, pois a aluna nova se apaixona pela sua senpai, nesse caso a presidente do conselho estudantil da escola, mas existem muitas coisas que as impedem de ficarem juntas. Em Citrus, essas coisas foram tanto o melhor quanto o pior do anime.

Ler o artigo →

Oi gente, como estão? Tô a quase 3 semanas sem aparecer aqui, devo satisfações né? Bem, estava tendo obra no meu quarto, não deu pra fazer artigo nem ver anime durante esse tempo, mas terminaram essa semana e eu já estou com tudo em dia! E olha lá! Fui recebido por 3 episódios muito bons, com acontecimentos leves e interessantes, assim como todos no anime.

Ler o artigo →

Garo: Vanishing Line (2017) é a terceira tentativa da famosa franquia de tokusatsu de marcar um gol de placa neste ramo de anime, e quem sabe, repetir o feito de Garo: Honoo no Kokuin (2014), que é bastante elogiado pelos fãs – e com o completo merecimento -, coisa que Garo: Guren no Tsuki (2015) infelizmente não foi capaz de fazer.

Este anime de Garo não tem uma real conexão direta com os outros dois animes anteriores, podendo ser visto independente de você ter assistido ou não os outros, pois tudo que você precisa saber é explicado. O adendo aqui é que no final, o vilão tem um monólogo que faz conexão com as outras duas temporadas, mas não é algo de fato importante, para mim, não passa de um fanservice – que é muito legal, é claro.

Ler o artigo →

“Todas nós temos pelo menos 20 anos”. Nos primeiros segundos da série, a informação já alerta para a proibição do consumo (e venda) de bebidas alcoólicas por menores de idade. Takunomi, em seus 12 capítulos, de aproximadamente 12 minutos, traz como protagonista a jovem Michiru Amatsuki, que se muda para Tóquio para trabalhar como vendedora em uma empresa de capital de risco. Na capital, Michiru mora em uma pensão exclusivamente feminina, chamada de Stella House Haruno – com mais três mulheres independentes. E o álcool, no mundo dessas mulheres, surge como fuga e ritual. Fuga do estresse diário e do gosto das desilusões. Ritual de socialização e de consolidação de amizade (Bom, o anime não trata de alcoolismo, o foco é outro, e isso precisa ser entendido para que a ideia seja comprada e o embarque na embriaguez delas seja minimamente aprazível).

Ler o artigo →

Este artigo é apenas uma breve introdução sem spoilers.

Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, ou apenas Death March como eu prefiro chamar, é a adaptação em anime de uma série de light novel de mesmo nome com autoria de Hiro Ainana (história) e Shri (arte), publicada desde 2014 e ainda em andamento no Japão. O anime conta com longos 12 episódios. A história segue Satoo, um programador de 29 anos de idade que está um tanto insatisfeito com a sua vida. Após um evento misterioso, ele é transportado para um mundo que se parece muito com os jogos que ele programava – e com a aparência que tinha aos 15 anos. Logo em seus primeiros minutos lá, ele acaba ganhando várias habilidades e se tornando extremamente poderoso. A história se desenrola a partir daí com ele explorando as cidades, conhecendo o mecanismo do mundo em questão, encontrando novas pessoas, derrotando vilões e aprendendo novas coisas, bem como magias, línguas, comportamentos e afins.

Ler o artigo →

Histórias com crianças interagindo com pessoas mais velhas, quer seja um jovem adulto, idoso ou até mesmo um adolescente, podem ser interessantes dependendo da forma que é abordada. Crianças são fofas por natureza, então histórias envolvendo elas, normalmente tem um toque de delicadeza (a não ser que a obra em questão seja do gênero horror /terror, ou um drama mais maduro, pois aí é uma situação completamente diferente). Todavia se uma determinada obra envolve adultos interagindo com garotinhas, tem que haver muita sensibilidade e seriedade para não passar uma imagem distorcida.

No caso deste anime, o humor dele se baseia em piadas e situações cômicas envolvendo garotinhas (lolis), o que pode soar ofensivo para alguns, mas para outros não. Senso de humor é algo bastante pessoal (eu sei que disse algo clichês, mas é a mais pura verdade).

Ler o artigo →

Este artigo é apenas uma introdução básica sem spoilers.

Kokkoku é a adaptação de um mangá de mesmo nome com autoria de Seita Horie, originalmente publicado entre 2008 e 2014 com um total de 67 capítulos compilados em 8 volumes na revista Morning Two, casa dos conhecidos Saint Oniisan e All Out. A adaptação tem um total de 12 episódios feitos pelo recém fundado Geno Studio.

Ler o artigo →