Depois de algumas semanas recomendando doramas japoneses, eu acho que está na hora de variar um pouco. Por isso, nessa semana teremos um dorama coreano que foi lançado recentemente no serviço (abril de 2019) de streaming Netflix. Primeira vez Amor ou Because It’s My First Love é um dorama original da Netflix que conta com 8 episódios de 45 minutos em média e conta até mesmo com dublagem em português.

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Hello pessoas, como estão? Espero que estejam bem. Mais uma vez, eu, Bruna, venho com uma indicação incrivelmente interessante (pelo menos do meu ponto de vista) e gostaria muito de compartilhar minhas impressões e reflexões sobre este mangá que me fez ter reações escandalosas sem nenhum motivo aparente.

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Na semana passada eu fiz uma lista de mangás do gênero horror e seguindo essa linha, dessa vez teremos uma lista com obras que tenham zumbis. Vale destacar que essa questão dos zumbis é bem complicada e ampla pois temos vários tipos de zumbis em muitas histórias completamente diferentes. De qualquer forma, eu irei fazer uma pequena introdução de três mangás, um webtoon e um manhwa. Ah, e antes que eu esqueça, nós temos um belo artigo sobre zumbis aqui no blog!

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Hello pessoas, como estão? Espero que estejam bem.

De novo é a Bruna falando, minha semana foi altamente maluca e eu já estou pensando no artigo da próxima semana, pois estou incrivelmente apaixonada por um certo mangá. MAS não será dele que conversaremos hoje, para ser franca a indicação é sobre uma narrativa pela qual fui surpreendia de um jeito bom; se vocês gostam de um bom drama e universos paralelos com fendas no tempo irão se sentir bem enquanto leem. Uma curiosidade interessante é que a obra possui uma adaptação para live action de mesmo nome produzida em 2007.

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Haken no Kouki Altina é uma light novel publicada desde 2012 pela editora Enterbrain e atualmente conta com 13 volumes. Mas iremos tratar da versão alternativa em formato mangá, que infelizmente foi finalizado em 23 capítulos e foi publicada entre 2015 e 2017 pela revista Famitsu Comic Clear (mesma revista de Ookami Shounen – presente na lista sobre mangás de romance que fogem do usual). É uma história que contém romance, aventura, ação, fantasia e drama.

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Você gosta de Overlord? Ou dessas obras onde o protagonista fica preso dentro de um jogo? Bom, se a resposta for sim, essa obra pode ser do seu agrado (se a resposta for não, também pode). Publicado no site AlphaPolis Web Manga (o que faz dessa obra um web mangá), a obra é uma versão alternativa da light novel de mesmo nome. Com mais de 40 capítulos em português, a obra possui elementos de fantasia, aventura e ação em sua história (talvez até poderia adicionar um romance, não do tipo harém clichê).

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O filho do mais famoso dos ladrões que quer seguir os passos do pai, mas o mesmo sempre se recusou a ensinar-lhe qualquer coisa de seu ofício. Uma druida que cresceu entre feras e recebeu sua educação básica sobre os modos da civilização de um troglodita – uma criatura reptiliana, fedorenta e normalmente pouco civilizada, exceto por esse aqui. Uma maga elfa sempre de alto-astral que esconde um passado terrível.

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Ultimamente eu venho fazendo algumas listas de mangás com determinado gênero/característica em comum (especificamente sobre isekais) e tenho gostado desse tipo de artigo. Porém eu queria fazer uma lista com outro tipo e me lembrei de um amigo meu que costuma pedir recomendações de mangás com romance e me baseando nisso, decidi fazer esse artigo. As obras em questão têm personagens bem carismáticos, não possuem anime (uma delas tem e não tem ao mesmo tempo) e os casais têm uma química bem interessante (apesar de que um deles ainda não é real oficial) e eu pretendo fazer uma resenha específica de cada uma das obras eventualmente. De qualquer forma, eu espero que você, caro(a) leitor(a), fique satisfeito(a) com essa lista e se tiver algum pedido sobre determinado gênero é só comentar abaixo.

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Bom, I Am a Hero é um mangá já finalizado (fevereiro de 2017) com 22 volumes e 264 capítulos. Foi publicado pela revista Big Comic Spirits (Oyasumi Punpun, Uzumaki, 20th Century Boys, etc), possui 4 spinoffs (sendo 3 que se passam no mesmo mundo mas em cidades diferentes: Osaka, Nagasaki e Ibaraki) e é comercializado pela Panini aqui no Brasil. Em sua obra, o autor Kengo Hanazawa trabalhou com os gêneros seinen, drama, horror, sobrenatural e psicológico. Sobre a história, inicialmente vemos algo nada inovador mundo afora: um apocalipse zumbi. Ok, vemos inúmeras histórias sobre isso em várias mídias diferentes (séries, filmes, animes e etc) e aí é que mora o questionamento principal: qual é o diferencial dessa obra? O que faz dela uma obra boa o bastante para ser recomendável?

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Como podem supor pelo título, essa não é uma história para “estômagos fracos”, arrisco-me a dizer que foi uma das coisas mais – se não a mais – desagradável que já li – ao menos no círculo dos mangás. Não falo isso pela obra ter um traço ruim ou por ter uma história não tão bem desenvolvida, mas sim por abordar temas pesados – bullying, violência doméstica, psicopatia, etc – de forma extrema, com a intenção de causar profundo nojo e incômodo. É o tipo de obra que faz você pensar que a humanidade é horrível, e me arrisco a dizer que ela poderia deixar um gosto ainda mais amargo na boca se fosse mais longa ou melhor produzida.

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