Kekkon Yubiwa Monogatari é uma mangá com atualmente 7 volumes e 38 capítulos em português (40 em inglês pela Crunchyroll). Serializado desde 2014, é publicado pela revista Big Gangan, a mesma de Kuzu no Honkai (que possui anime), Goblin Slayer (terá a adaptação para anime nessa temporada que se iniciará em outubro) e High Score Girl (anime desta temporada de julho). É escrito por Maybe, mesmo autor de Tasogare Anminesia (duas temporadas de anime), entre outros. Possui os gêneros: fantasia, harém, romance, sobrenatural, seinen e ecchi. E o artigo contém alguns spoilers sobre a obra mas nada que atrapalhe a experiência.

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Jagaaaaaan é uma mangá seinen serializado desde fevereiro de 2017 na revista Big Comic Spirits (Oyasumi PunPun, Uzumaki e 20th Century Boys), uma revista seinen que costuma ter obras que tratam sobre: esportes, culinária, negócios e relacionamentos amorosos. Conta com 46 capítulos em português (57 em inglês) e 5 volumes até o momento. Os gêneros dessa obra são: mistério, drama, horror e sobrenatural. Já gostaria de avisar que esse mangá é +18 por conter extrema violência, sexo e mutilações. Os autores são Muneyuki Kaneshiro (história) que também é o criador do anime Dragon Collection, do mangá Kamisama no Iutoori, entre outros; Como ilustrador temos Kensuke Nishida que foi responsável por I Am a Hero in Nagasaki. Lembrando que essa indicação conterá spoilers da obra, mas nada que prejudique sua experiência enquanto lê.

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Minamoto-kun é um cara que possui uma aparência afeminada. Ele pode ser facilmente confundido com uma garota (ainda mais quando veste determinadas roupas). Porém, isso trouxe para ele outros problemas além de possíveis enganos como por exemplo ser intimidado por garotas no colégio que tinham ciúmes do seu rosto. Por isso, ele desenvolve um trauma com mulheres e até mesmo acaba indo estudar num colégio só para garotos mas quando chega o momento de ir para a faculdade sua vida muda completamente.

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Kenja no Mago é originalmente uma light novel com 8 volumes atualmente (o original mesmo é  Web Novel que possui 125 capítulos em andamento) e que possui sua versão mangá (sobre a qual iremos falar). Assim como várias obras que vem sendo lançadas nos últimos tempos, ela também faz parte do gênero isekai (protagonista morre e renasce num novo mundo). Apesar de ter uma adaptação para anime anunciada, não há informações sobre a data de lançamento ou estúdio que irá fazer.

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Kaguya-sama é um mangá seinen de comédia, romance, e por aí vai. Conta a história de Kaguya Shinomiya e Miyuki Shirogane, líderes do conselho estudantil (sendo ele o presidente e ela a vice) de um renomado colégio onde apenas a elite e algumas exceções estudam. Até aí ok, nada de interessante mas e se eu dissesse que eles se gostam mas por conta do orgulho que possuem a relação não vai para frente? E que isso torna esse mangá extremamente divertido? Ou seja, você torce para eles namorarem logo mas também torce para que continue assim.

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Yami Shibai é um anime original que possui cerca de 4 minutos e a cada episódio apresenta um conto de terror que faz parte do imaginário popular japonês – as conhecidas lendas urbanas –, diferente de Junji Ito Collection, que adaptava histórias do renomado autor Junji Ito. A sua primeira temporada foi lançada em julho de 2013 e todo ano a série é renovada – com exceção de 2015 – com os mesmos 13 episódios – tendo tido duas temporadas em 2017 – e um formato praticamente inalterado desde sua estreia. Tirando os encerramentos, em que foram usadas canções mais pops com o passar do tempo.

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Garo: Vanishing Line (2017) é a terceira tentativa da famosa franquia de tokusatsu de marcar um gol de placa neste ramo de anime, e quem sabe, repetir o feito de Garo: Honoo no Kokuin (2014), que é bastante elogiado pelos fãs – e com o completo merecimento -, coisa que Garo: Guren no Tsuki (2015) infelizmente não foi capaz de fazer.

Este anime de Garo não tem uma real conexão direta com os outros dois animes anteriores, podendo ser visto independente de você ter assistido ou não os outros, pois tudo que você precisa saber é explicado. O adendo aqui é que no final, o vilão tem um monólogo que faz conexão com as outras duas temporadas, mas não é algo de fato importante, para mim, não passa de um fanservice – que é muito legal, é claro.

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Este artigo é apenas uma breve introdução sem spoilers.

Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, ou apenas Death March como eu prefiro chamar, é a adaptação em anime de uma série de light novel de mesmo nome com autoria de Hiro Ainana (história) e Shri (arte), publicada desde 2014 e ainda em andamento no Japão. O anime conta com longos 12 episódios. A história segue Satoo, um programador de 29 anos de idade que está um tanto insatisfeito com a sua vida. Após um evento misterioso, ele é transportado para um mundo que se parece muito com os jogos que ele programava – e com a aparência que tinha aos 15 anos. Logo em seus primeiros minutos lá, ele acaba ganhando várias habilidades e se tornando extremamente poderoso. A história se desenrola a partir daí com ele explorando as cidades, conhecendo o mecanismo do mundo em questão, encontrando novas pessoas, derrotando vilões e aprendendo novas coisas, bem como magias, línguas, comportamentos e afins.

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