Hello pessoas, como estão? Espero que estejam bem. Mais uma vez, eu, Bruna, venho com uma indicação incrivelmente interessante (pelo menos do meu ponto de vista) e gostaria muito de compartilhar minhas impressões e reflexões sobre este mangá que me fez ter reações escandalosas sem nenhum motivo aparente.

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Na semana passada eu fiz uma lista de mangás do gênero horror e seguindo essa linha, dessa vez teremos uma lista com obras que tenham zumbis. Vale destacar que essa questão dos zumbis é bem complicada e ampla pois temos vários tipos de zumbis em muitas histórias completamente diferentes. De qualquer forma, eu irei fazer uma pequena introdução de três mangás, um webtoon e um manhwa. Ah, e antes que eu esqueça, nós temos um belo artigo sobre zumbis aqui no blog!

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Hello pessoas, como estão? Espero que estejam bem.

De novo é a Bruna falando, minha semana foi altamente maluca e eu já estou pensando no artigo da próxima semana, pois estou incrivelmente apaixonada por um certo mangá. MAS não será dele que conversaremos hoje, para ser franca a indicação é sobre uma narrativa pela qual fui surpreendia de um jeito bom; se vocês gostam de um bom drama e universos paralelos com fendas no tempo irão se sentir bem enquanto leem. Uma curiosidade interessante é que a obra possui uma adaptação para live action de mesmo nome produzida em 2007.

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Haken no Kouki Altina é uma light novel publicada desde 2012 pela editora Enterbrain e atualmente conta com 13 volumes. Mas iremos tratar da versão alternativa em formato mangá, que infelizmente foi finalizado em 23 capítulos e foi publicada entre 2015 e 2017 pela revista Famitsu Comic Clear (mesma revista de Ookami Shounen – presente na lista sobre mangás de romance que fogem do usual). É uma história que contém romance, aventura, ação, fantasia e drama.

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Você gosta de Overlord? Ou dessas obras onde o protagonista fica preso dentro de um jogo? Bom, se a resposta for sim, essa obra pode ser do seu agrado (se a resposta for não, também pode). Publicado no site AlphaPolis Web Manga (o que faz dessa obra um web mangá), a obra é uma versão alternativa da light novel de mesmo nome. Com mais de 40 capítulos em português, a obra possui elementos de fantasia, aventura e ação em sua história (talvez até poderia adicionar um romance, não do tipo harém clichê).

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O filho do mais famoso dos ladrões que quer seguir os passos do pai, mas o mesmo sempre se recusou a ensinar-lhe qualquer coisa de seu ofício. Uma druida que cresceu entre feras e recebeu sua educação básica sobre os modos da civilização de um troglodita – uma criatura reptiliana, fedorenta e normalmente pouco civilizada, exceto por esse aqui. Uma maga elfa sempre de alto-astral que esconde um passado terrível.

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Ultimamente eu venho fazendo algumas listas de mangás com determinado gênero/característica em comum (especificamente sobre isekais) e tenho gostado desse tipo de artigo. Porém eu queria fazer uma lista com outro tipo e me lembrei de um amigo meu que costuma pedir recomendações de mangás com romance e me baseando nisso, decidi fazer esse artigo. As obras em questão têm personagens bem carismáticos, não possuem anime (uma delas tem e não tem ao mesmo tempo) e os casais têm uma química bem interessante (apesar de que um deles ainda não é real oficial) e eu pretendo fazer uma resenha específica de cada uma das obras eventualmente. De qualquer forma, eu espero que você, caro(a) leitor(a), fique satisfeito(a) com essa lista e se tiver algum pedido sobre determinado gênero é só comentar abaixo.

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Bom, I Am a Hero é um mangá já finalizado (fevereiro de 2017) com 22 volumes e 264 capítulos. Foi publicado pela revista Big Comic Spirits (Oyasumi Punpun, Uzumaki, 20th Century Boys, etc), possui 4 spinoffs (sendo 3 que se passam no mesmo mundo mas em cidades diferentes: Osaka, Nagasaki e Ibaraki) e é comercializado pela Panini aqui no Brasil. Em sua obra, o autor Kengo Hanazawa trabalhou com os gêneros seinen, drama, horror, sobrenatural e psicológico. Sobre a história, inicialmente vemos algo nada inovador mundo afora: um apocalipse zumbi. Ok, vemos inúmeras histórias sobre isso em várias mídias diferentes (séries, filmes, animes e etc) e aí é que mora o questionamento principal: qual é o diferencial dessa obra? O que faz dela uma obra boa o bastante para ser recomendável?

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Como podem supor pelo título, essa não é uma história para “estômagos fracos”, arrisco-me a dizer que foi uma das coisas mais – se não a mais – desagradável que já li – ao menos no círculo dos mangás. Não falo isso pela obra ter um traço ruim ou por ter uma história não tão bem desenvolvida, mas sim por abordar temas pesados – bullying, violência doméstica, psicopatia, etc – de forma extrema, com a intenção de causar profundo nojo e incômodo. É o tipo de obra que faz você pensar que a humanidade é horrível, e me arrisco a dizer que ela poderia deixar um gosto ainda mais amargo na boca se fosse mais longa ou melhor produzida.

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Gal Gohan é um mangá que atualmente possui 25 capítulos em português (tendo 38 em inglês) e 5 volumes publicados no Japão. Escrito e ilustrado por Taiyou Marii, a obra retrata algumas situações entre uma Gal e seu professor no dia a dia do clube que participam, o clube de culinária. É um mangá tranquilo de ler por conta da temática escolhida e sinceramente eu realmente espero que venha ter uma adaptação para anime um dia.

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