Babylon apresenta muita investigação policial, tramas políticas e até discussões morais. Afinal, qual é o valor da lei? E se cumprir a lei é perpetuar a justiça, então o que um homem que busca a justiça deve fazer quando as leis são injustas?

Mas se as leis não são necessariamente um valor de justiça, então qual é o sentido de seguir essa enquanto clama pela outra? Bem e mal, certo e errado, justo e injusto… tudo isso de esfarela em poucas e breves linhas de diálogos de Babylon.

Mas então… vamos ao episódio?

E então surge o caos

Depois de todo o show que Itsuki deu, ele desaparece. Escolha sábia por parte dele. Na verdade, mais do que combater a lei, o real objetivo investigativo recai em de alguma forma julgar Itsuki.

Eles relembram como funciona a cidade de Shiniki – toda aquela coisa de ser um projeto de testes de leis e tal – e o fato de Itsuki ter as leis e o sistemas ao seu favor. No final das contas, no ponto de vista legal, ele realmente não fez nada de errado.

Mas aí que vem uma das cenas mais interessantes do anime. É quando um dos diálogos mais incríveis desse anime acontece. “Suicídio é mesmo algo ruim?”. Uau, eu realmente não esperava por essa. Não mesmo.

O anime abre uma discussão que perfura completamente o núcleo daquilo que é Seizaki como personagem. Toda sua visão idealizada é colocada em cheque nesse simples diálogo.

Isso abre uma certa discussão. Se a lei é a representante da justiça, é aquilo que luta contra o que é injusto, o que é que acontece se a justiça é corrompida? Ela passa a lutar contra o justo? É ilógico que o justo seja injusto (sem cair em subjetividades). Então, no final das contas, toda lei não é necessariamente justa? E se não é, isso significa que qualquer idealismo sobre o valor da justiça legal cai por água abaixo.

Ainda mais, a simples possibilidade da lei não somente não representar o bem, mas na verdade o mal, é por si só uma visão assustadora sobre nossa própria sociedade. Pincipalmente para alguém como Seizaki. É dessa forma, que o ídolo da justiça cai sob os nossos pés.

Mas e você, qual a sua resposta para essa discussão?

Não poderia esquecer dessa cena

A nova lei foi completamente desaprovada pela população. Além de aumentar consideravelmente o nível de suicídios, sua taxa de aprovação era míseros 3,4%. Além daquele número em grande parte ser de pessoas a favor da eutanásia.

Enfim, mesmo com tanta reprovação, estranhamente, Itsuki parece estar bastante calmo. Óbvio que tem coisa por trás. Eu concordo com Seizaki, o cara tá achando que vai se dar bem no final.

Também foi apresentado uma nova personagem, a nova assistente do Seizaki. Acho que qualquer um que assiste o anime considerou que ela pudesse ser a Magase Ai. Eu ainda não descartei essa possibilidade. Além de achar improvável, acredito que seria necessário uma baita desculpa para ele não a reconhecer.

Outro ponto bem interessante foi a questão da divisão dos votos. Como basicamente os votos se limitam a “sim” ou “não”, Itsuki se torna imediatamente peça chave de todos aqueles que votarem a favor da lei. Me pergunto como Itsuki conseguiria virar isso a seu favor. Ele ainda está perdendo essa guerra política. Bem, por enquanto.

Outra grande discussão, é sobre o que seria a política. Pois, o que raios significa unificar o desejo das pessoas? Percebam que essa explicação é muito mais sobre o que política é na prática, do que aquilo que ela deveria ser ou o que as pessoas gostariam que ela fosse. Ou seja, independente se é o desejo da maioria que é satisfeita, ou se é o de uma minoria.

Nesse sentido, a grande falha da democracia fica muito evidente. É claro que a democracia ainda é o melhor regime político, só um tolo iria preferir uma ditadura. Pois nesta última, é o desejo e a vontade de uma minoria que é colocada goela abaixo de uma maioria.

Mas a democracia também não é um mar de rosas. Na democracia os desejos de uma maioria é forçada sobre os de uma minoria. Esta última então é facilmente oprimida, mesmo que não raras vezes esteja com a razão. Pois se formos ser lógicos, a maioria das pessoas é mediana, isso se não realmente um bando de idiotas. Um bando de medianos só pode dar à luz a um bando de ideias medíocres, e o líder que melhor os represente só pode ser alguém mediano. Então, ainda gosta tanto da democracia assim?

Unificar os desejos nada mais é que fazer que uma única vontade seja imposta a todos. Simples assim. É criar escravos e fazê-los amar a própria escravidão.

A investigação progrediu de maneira bem interessante. A divisão dos times entre aqueles que cuidariam da investigação e os da acusação foi bem conveniente. Pois vamos lembrar que entender sobre Itsuki e as vítimas é tão importante quanto conseguir acusá-lo de ter encorajado os suicídios.

Entre essas equipes, está a de investigação de crimes sexuais, que Seizaki deixou como missão descobrirem quem é Magase Ai. A tão misteriosa vilã de Babylon. Os dados sobre ela foram adquiridos ao fim desse episódio. O quão revelador eles são, e sobre o que eles revelam não há muito para se concluir. Ainda que seja esperado que os dados tenham cunho sexual.

E que a investigação comece!

Sobre o episódio, a investigação está muito gostosa de acompanhar, e o mistério está muito nebuloso. Acho que está nebuloso até demais, inclusive. Ao ponto de que me sinto muito inseguro em fazer suposições.

Enfim, estou achando um dos animes mais interessantes dessa temporada. Sem dúvidas ele tem um grande potencial. Seria uma pena se este não fosse bem aproveitado.

Isso é tudo. Até a próxima semana.

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    Fala peoples!!!
    E até que enfim o esperadíssimo ep.04!
    Esse é daqueles que eu adoro…Anime polêmico até a raiz do cabelo!!!
    Pq ele provoca ele instiga e te obriga até a ler a Constituição do Japão (ela é bem curtinha e está desde maio de 1947) e o que descobri…Que ela não diz nada sobre atentados a soberania da lei, do poder central, ou brechas para que esse poder central abdique de território onde a constituição não seja a lei…Louco né? Logico que deve haver alguma, mas me surpreende (mesmo após a guerra) não há uma lei constitucional que penalize a criação, ou desistimule pelo menos, de um enclave dentro do seu território com leis distintas das do poder central.

    Na daqui todo o território está obrigatoriamente coberto pela constituição e suas leis.

    Já vou falando eu não entendo piciroca nenhuma do sistema legal japônes (se bem que é parecido em muito com o americano, já que as forças de ocupação quando da promulgação desta eram americanas).

    Pelo que sei há de analisar as leis pelos seus diversos principios como por exemplo: a isonomia (tratar os iguais como iguai e os desiguais na medida que se desigualem é o principio aristotelico – se que não faltei naquela aula de SB na facul de engenharia) a impessoalidade e por aí vai (gente perdi meu Vade Mecum 86…). Pois a lei tem passar pelo crivo destes principios para que se torne lei, mais ou menos…Fora o teste de que essa lei vai passar a ser um uso e costume da sociedade em geral. Muitas não passaram a este crivo. Mas voltando ao anime com a minha visão semi analfabeta de lei em qualquer lugar: 1º o fato de conseguirem criar um enclave onde a Constituição não precisa ser cumprida? Acho que a Suprema Corte não iria deixar passar uma coisa dessas e ainda mais uma lei que facilita o suicidio (na Constituição no seu artigo 31 explica isso) ou algo que depriva o descrito em seu Capitulo III (direitos e deveres do povo). Mas é daí que parte a fantasia…Digamos que a Suprema Corte tava com a caveira cheia de saquê e a Dieta acompanhou numas garrafinhas a mais e sai essa Shiniki aí…O que isso vai dar? Sinceramente, não sei, mas meus cabelinhos arrepiados na nuca dizem que abordagem simplistas da complexidade democratica não dão boas sociedades.

    Democracias são boas? Sem dúvida o menos pior sistema…E não vejo como uma imposição da maioria sobre uma minoria pq o que está em jogo neste caso são projetos de governos, que com a mudança de usos e costumes e a vigilância da pratica de principios fundamentais vão acomodando tanto a maioria como a minoria e o estado deve permanecer onde está: vigilante e arbitrando quando as diferenças começam.

    E foi notado excelentemente pelo resenhista “a visão ideologizada do que é justiça” como se fosse um serzinho, ela se traduz em atos baseados na lei. Como notado o suicidio per se não é crime nem daria pois o perpetrador e vitima são a mesma pessoa se ambas estão mortas então que será o condenado? Claro que há a exceção o indutor ao suicidio de outrem este pode ser levado as barras dos tribunais. Um exemplo aconteceu na França recentemente numa companhia francesa de telecom que obrigava seus furncionários a mudarem constantemente de cidade e que se não acompanhassem seriam despedidos por justa causa, neste caso pelo que sei foram 11 pessoas. Não o suicidio não é bom, nem para o suicida, muito menos para a sua familia e pior ainda para os que tentam salva-lo. Neste caso não é o ato em si bom ou não, mas o que deve ser combatido são as situações e vivencias que levaram a um ser humano cometer tal ato sejam eles internos ao suicida (doença terminal, resignação ou fracasso) ou externos (rejeição de outrem). E como ficam os que fracassaram numa tentativa suicida ficam sem assistência?

    É um assunto muito complexo e espero ver mais resenhas excelentes como essa para irmos a um debate franco.

    Excelente!!!

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      Sou muito grato pelo comentário, principalmente pela sinceridade e temas abordados. Vou ser direto. A questão das leis trazidas à tona é realmente muito importante. Eu não as conhecia, mas vou me informar mais sobre o tema. Sem dúvidas o autor nunca conseguiria criar sua trama sem a cidade de Shiniki, com toda a sua liberdade legislativa própria.

      Essa questão do suicídio é bem problemática, não abordei ela nesse artigo, mas é inevitável que uma hora ou outra eu fale sobre ela. Realmente não há como suicídio ser um crime, o que deixa tudo mais obscuro.

      Sobre suicídio ser bom ou mau, eu também concordo com sua opinião. Acrescentando uma opinião pessoal minha, acho que fatos evidentes valem mais que visões abstratas da realidade. Tipo, você pode usar sua razão para cair em ceticismo e niilismo, negando a própria realidade. Mas então você abre os olhos e ela continua lá. A criança continua chorando pelo seu pai que quer se matar. Quando você vê isso, você sabe que tem alguma coisa muito errada acontecendo. Não preciso estudar décadas de filosofia, esse é um conhecimento que um homem ignorante e analfabeto consegue ter.

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    Grande K17 eu é que vos agradeço em perder vosso precioso tempo em ler minhas mal traçadas linhas…Vosso último paragrafo foi luminar (essa eu tirei de meus amigos advogados) e ele transparece algo que pertence a todos nós que é a compaixão humana e sem ela não há algo chamado…Justiça…

    Mas agora minha rusga é com o Seizaki…Tá me incomodando essa aliança com o Nomaru e o Morinaga, sinto que estão fazendo o Seizaki de bobo, pq peraí o Itsuki é cria do Nomaru e não sabe praticamente nada do cara? Onde ele tá que é que faz? Nada…E bota aí no bando a sobrinha do Vice Ministro da Justiça Sekuro? Tem algo aí…Ainda não direi que o Seizaki já esteja sendo .manipulado (ainda) pelo tubarão Nomaru, mas que sinto este momento chegando isso dá para ver,,,E enquanto isso o foragido Itsuki vai se divertindo na sua lawless …….disneylandia …..Esse amime promete para burro…K17 vamo junto nessa!

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    E agora vamos ao Fun Fact:

    – As citações ao Codigo Penal Japonês estão lá mesmo. Sobre o crime de indução ao suicídio estão lá no artigo 202.

    – Fun fact do fun fact. O Código Penal Japônes foi o primeiro a estender a territorialidade a crimes cometidos em AERONAVES (Cap I Art.1º (2)) com matricula do Império Japonês. Mas onde está o fun fact? O Código foi promulgado em 1907. O Santos Dumont deu uma voltinha no 14bis em 1906!!!

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    Só mais uma coisinha, sem querer ser chatinho mas já sendo, atentem para a cena onde os luminares do direito legal japonês se sentam para achar uma lei para condenar o Itsuki…E cá pensei com os meus botões, pô, os caras não tem uma lei para assegurar a ORDEM PUBLICA como uma declaração publica de uma autoridade, neste caso o Itsuki, para cometer um suícidio coletivo em público é o que?? Ou punição para quem comete um atentado contra ela??

    Na procura de respostas rápidas (em nada profundas, diga-se) que a única menção na Constituição Japonesa sobre ordem pública está no seu Art. 32 (Sobre os poderes do Judiciário) quanto a divulgação de vereditos pela Suprema Corte!!!

    Mas dá para entender…Para um país que antes da guerra sofreu quase golpes de estado a efervescência de movimentos anarquistas, comunistas, socialistas e ciclistas no começo do seculo e editou leis de segurança pública em 1894, 1900 e 1925 que eram, digamos, meio “botocudinhas” (a de 1925 previa a pena capital) para com os mesmos: anarquistas, comunistas, socialistas e ciclistas no começo do seculo.

    No pós guerra acho que o povo luminar das leis japonesas deve ter pensado “não, isso aí é meio feio né?”

    Mas também, não duvido, que se isso acontecesse realmente. Rapidinho convocariam a Dieta para votar uma lei para atender esse tema…
    E vamos ao ep.05!!!

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    Xii, quebrei a cara…No Código Penal (vê se lê direito James burrão…) no Cap.II Art. 77 fala do crime de Insurreição (estava latindo para a arvore errada procurando por sedição e ordem publica)…Que diz (tradução não garantida…):

    Art. 77 – Uma pessoa que comete um ato de motim com o objetivo de derrubar o governo, usurpando a soberania territorial do Estado (nessa a Shiniki nem sairia do papel e o Nomaru e o Itsuki estariam numa alegre estadia na prisão de Fuchu) ou de outra forma subvertendo a ordem constitucional (a tal da “ordem pública”), cometendo assim o crime de insurreição deverá ser sentenciado de acordo com as seguintes distinções:
    (i) Um líder será punido com morte ou prisão perpétua sem trabalho;

    E os caras quebrando a cabeça…Prometo que agora eu sossego…Afinal é um anime e não um documentário sobre leis japonesas, mas que essa coisa instiga ah…Instiga!

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      Muito obrigado novamente por compartilhar informações tão preciosas. A legislação é a maior arma do Seizaki, mas como a lei tá toda bagunçada, como naquelas regras ridículas da votação, é difícil fazer alguma coisa.

      Tudo isso é possível uma vez que exista uma Shiniki. É, mas como você observou, legalmente falando uma Shiniki nem existiria sem contradizer a própria constituição vigente.

      Nós até aceitamos facilmente porque é ficção. Mas enfim, o anime ainda está no começo, ele tem muita coisa para contar ainda. Espero poder contar com sua presença nos próximos artigos.Mas por agora, vamos esperar pelo episódio 5 e para o que ele nos trará.

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    E para corroborar com a promotoria…Shiniki não tinha assembleia quando Itsuki fez anunciando a “lei do direito a morte”, ou seja, ele como representante do poder executivo não poderia, de forma alguma, editar leis, promulgar atos ou qualquer outra atividade de poder executivo sem o reconhecimento dos outros poderes (judiciario ou legislativo e em relação isto a Constituição de 47 é clara). É para isso que existe o momento da posse da autoridade, para marcar no tempo o inicio da investidura de um poder.

    E tudo o que fizer antes é ilegal, não reconhecido e não obrigatório (como dito é por isso que lei passam por crivos de principios, e plebiscitos devem ser extremamente claros em suas indagações se não o forem são apenas pesquisas de facebook sem valor juridico nenhum!)…Manifestadamente uma subversão da “ordem constitucional” in flagrante delicto (essa meus amigos adevogados me ajudaram) e era para mandar um mandado de prisão na hora!

    E esse foi James Mays diretamente do seu bunker que recebeu 0 yen pela acessoria juridica de doido por esse anime…Abçus…

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    Grande K17 solicito por este as minhas desculpas pelo meu entusiasmo pelo tema e talvez sendo um “killjoy” para quem vier aqui e quiser assistir o anime…E que depois de uma rápida leitura pelas leis ver o Nomaru sentado junto do “top brass” da Promotoria em vez de seus advogados me deu uma urticária que nem coçando com espinhos de uma rosa passava….E vamos ao ep.05!!

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    Em resumo, Babylon é um ótimo thriller mantém vc preso ao plot, mas não é material para estudo jurídico…Outra bordoada foi a citação no episódio 2 que o Seizaki menciona levar o caso ao Conselho Imperial (Gozen Kaigi-in) só tem um problema este “Conselho” teve a sua última reunião em 9/08/45 para tratar da rendição do Japão. Após a promulgação da Constituição de maio de 1947 todos os Conselhos Imperiais foram dissolvidos sendo o unico remanescente o Conselho da Familia Imperial (que trata apenas de assuntos relacionados a Familia Imperial como com quem o principe casa, quem sucede ao trono e por aí vai…Nada relacionado a assuntos juridicos do estado). E é nesse episódio que o Morinaga (o chefe do Seizaki) admite a natureza clandestina da iniciativa Shiniki. Só isso já seria o bastante pro Seizaki denuncia-lo a Corregedoria do MP Japônes. Bem é isso….Boa noite a todos…

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      James já tá fazendo bullying com o pobrezinho do Babylon, rsrs… Cada vez que você traz informações novas, mais furos podemos ver nesse animezinho simpático. Já transformou ele em um queijo suíço..

      Mas é incrível que um anime com só 4 episódios tenha tantos pontos para se discutir. Babylon tem tudo para ser um grande anime, sem dúvidas um dos melhores dessa temporada.

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    Grande K17, desculpe mais uma vez pelas constatações e que eu estou meio velho….A intenção aqui é separar a realidade do entretenimento, com a primeira Babylon não tem compromisso nenhum isto é um fato , e não deve ser censurado por isso, de forma alguma!

    Existem por aí várias e infinitas “licenças poéticas” adotadas para o benefício do plot e do formato de mídia…A industria de entretenimento tem uma miríade de anacronismos e falta de acuidade histórica e/ou factual. É do “business”…E só indica que o autor se preocupou mais com a construção da trama, do que com o que acessora a trama. Nada que uma pesquisa de campo resolveria…Nisso até Star Wars o acompanha…E Star Wars deixa de ser um icone pop…A resposta é um redondo não!
    Por isso que acompanharei Babylon mesmo que tenha aberrações factuais jurídicas…Um abração e obrigado pela paciência com este que acompanha anime desde 1973!

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    E só dizendo que talvez o criador de Babylon o faz de propósito…É uma hipótese…Talvez o cara solta essas bordoadas para o seu público pesquisar mais sobre o seu sistema jurídico…O que é ótimo!

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    Afinal uma frase de um amigão meu que é das carreiras jurídicas e que nunca me esqueço “Se um advogado, ou um qualquer agente da justiça, lhe ameaçar diga-lhe: o mesmo direito que te assiste em me acusar é o mesmo direito que me defende” Pronto, só isso…

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