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Após quase um mês sem artigos sobre Kino no Tabi, finalmente o retorno menos esperado do ano! Bom, com o tempo essa bola de neve irá virar apenas um floquinho, mas por enquanto bora lá. Nesse artigo — como já está óbvio no título — irá abranger os episódios 6 e 7, que por sinal, são bem agradáveis. Uma coincidência é que basicamente não vimos muito da Kino nesses episódios e — por incrível que pareça — os episódios não foram ruins. Sendo sincero, aparentemente os episódios que a Kino não aparece estão sendo mais agradáveis e isso certamente é um problema, não acha?

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Para não criar uma bíblia, serei bem direto nesse artigo, então, espero que não se incomodem com isso. Enfim, o episódio 6 de Kino no Tabi certamente foi muito bom. Apesar da Kino não ter tido uma participação em si, eu pouco me importei com a falta da Kino. Na verdade, até mesmo preferi dessa forma, sabiam? Por algum motivo, a história pareceu correr de uma forma mais “tranquila” (?). O objetivo da história, ao meu ver, era mostrar a superação da jovem — que de escrava conseguiu se tornar uma fotógrafa no futuro. Porém, também é importante notar a devoção da garota as tradições do seu antigo povo.

Uma coisa muito interessante em Kino no Tabi é que podemos ver basicamente de tudo; cada país tem a sua peculiaridade e isso faz o universo de Kino no Tabi ser extremamente rico. Apesar de nesse episódio não termos visto a história de um país em si, pudemos ver um pouco de um certo país — também sem nome — através do comportamento da protagonista daquela história. Outro ponto interessante do episódio foi ver foi ver outro motorrad em ação. Pelo que sei, motorrads são raridades, não? Então ver um não é lá muito comum. Apesar de basicamente ser uma espécie de motoca (ou sei lá), de alguma forma, aquele motorrad conseguiu dar o apoio necessário para a garota conseguir se reerguer na vida e conseguir seguir seus sonhos. Certamente foi uma excelente história de superação, apesar de não ter mostrado como ela conseguiu conquistar tudo o que conseguiu em si.

  • Aliás, uma dúvida sincera: aquelas pessoas estavam em um país?

Digo, as terras fora dos países pertencem a quem? São sem dono? Então qualquer um pode montar um país onde bem entender? Não acho que seja assim que funcione, certo? Isso será explicado algum dia? Aposto uma coxinha de galinha que não!


O episódio 7, assim com o episódio 6, contou a história de outra pessoa, que no caso, foi da Mestra da Kino. Uma vez, a Mestra — sem nome também — e o seu aprendiz foram até uma cidade — muito provavelmente inspirada na Inglaterra por conta da arquitetura do local — e lá acabaram se envolvendo em uma espécie de “ato de liberdade”. O que aconteceu naquela cidade é simples: soberba. O que quero dizer com isso? Bom, é notável que naquela cidade os policias possuíam uma certa autoridade sobre o resto da população. Aliás, não que fosse necessário a quantidade exagerada de policiais, até porque aparentemente a ordem pública daquele país não era tão ruim assim, a questão é que os caras realmente se sentiam superiores e por conta disso armavam pra cima dos cidadães/viajantes, conseguindo dinheiro fácil e até mesmo escravos. Comparado ao episódio 6, achei o episódio 7 bem fraquinho, mas foi consideravelmente aceitável, já que ele não foi ruim, apenas fraco. A forma que a Mestra e o aprendiz resolveram aquela confusão que haviam se metido certamente foi bastante interessante, mas de certo modo também foi algo bem sem sentido, certo? Não que fosse impossível algo do tipo acontecer, mas eu diria que foi algo bem surreal. Uma coisa interessante do episódio foi que os dois entraram para a história daquele país como heróis. De alguma forma, após eles basicamente vencerem toda a polícia daquele país, eles deixaram a corrupção de lado e tentaram reerguer a polícia de uma forma mais “honesta”. Pode ter sido apenas medo? Aham, poderia sim! Entretanto, acredito também na possibilidade da maioria dos policias corruptos terem saído da polícia por conta dos ferimentos nas pernas, fazendo com que a nova geração não se apegasse a corrupção e obstrução de poder para evitar que acontecimentos desagradáveis como aquele voltassem a acontecer.


No geral, os dois episódios não foram ruins, eu gostei deles, mas é óbvio que o episódio 6 foi milhares de vezes melhor que o episódio 7, que por algum motivo não foi tão bom quanto deveria ser. Sei lá, algumas vezes não consigo sentir a mesma emoção que sinto com certas histórias de Kino no Tabi e isso simplesmente deixa decepcionado. Além do mais, o episódio 7 — artisticamente e visualmente falando — estava bem feio. Bom, no próximo artigo volto a ficar em dia com Kino no Tabi, então meio que estou mais aliviado agora.

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